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  • Continuam os Psychoterapia Live no meu instagram. Falámos com Isanete Alonso, nutricionista e... atleta de alta competição. Além de ser hiper simpática, tem uma perspectiva muito "humana" sobre o que a alimentação saudável e, acima de tudo, sobre qual o seu propósito. Espero que vos seja útil. 

    Se quiserem apoiar o meu trabalho, tornem-se patronos em www.patreon.com/joanagama têm direito a coisas exclusivas <3 

  • Este live está originalmente incluído na iniciativa Março Lovem da CM de Loures. Gostei tanto da nossa conversa que achei que também seria útil deixá-lo arquivado por aqui, acho que nos diz respeito a todos :)

    Muito obrigada por ouvirem e, já agora, quem quiser contribuir monetariamente para o meu trabalho, esteja à vontade em www.patreon.com/joanagama.

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  • A Aline é educadora relacional, sexóloga e do caraças. A maneira como ela explica, a facilidade... é incrível. Espero que vos ajude e aos vossos amigos ou amigas. Partilhem que estes lives são pérolazitas úteis espero que... sem serem aborrecidas ;)

    Este é um live que faço às sextas-feiras no meu instagram (www.instagram.com/joanagama) sobre saúde mental e bem estar com vários convidados: especialistas dessas áreas e pessoas que queiram partilhar os seus desafios. O som não é maravilhoso porque é extraído do live, mas sempre dá para ouvir qualquer coisa ;)

  • Foi uma odisseia conseguir ter o live no meu instagra. A @mariaseixascorreia, apresentadora de rádio e de televisão e... uma mulher incrível, mesmo. Pronto, não nos conseguiamos ligar, o que nos deu cabo da sanidade. O live ficou temporariamente alojado na conta da Maria, mas já cá canta ;) Só para explicar o motivo pelo qual é a Maria quem começa este episódio ;)

    Este é um live que faço às sextas-feiras no meu instagram (www.instagram.com/joanagama) sobre saúde mental e bem estar com vários convidados: especialistas dessas áreas e pessoas que queiram partilhar os seus desafios. O som não é maravilhoso porque é extraído do live, mas sempre dá para ouvir qualquer coisa ;)

  • @goncalomarinhomd , médico psiquiatra ajuda a desmistificar algumas questões relacionadas com a saúde mental e, em particular, com a Psiquiatria.

    Este é um live que faço às sextas-feiras no meu instagram (www.instagram.com/joanagama) sobre saúde mental e bem estar com vários convidados: especialistas dessas áreas e pessoas que queiram partilhar os seus desafios. O som não é maravilhoso porque é extraído do live, mas sempre dá para ouvir qualquer coisa ;)

  • Ainda não. Infelizmente ainda não chegámos à altura onde negar não ser hetero é uma afirmação chocante. Simplesmente esta foi a maior novidade para mim, já que a minha suspeita de bissexualidade ter sido há mais de 20 anos e de a ter posto quase que imediatamente em prática. Esta é a minha nova cena. Não sou bissexual, mudei de "ideias". Não quero perpetuar ideias imbecis de que a orientação sexual é uma escola, yadayaydayada e não quero, de todo, dizer coisas que a mim não me dizem respeito por não estar tão a par do que se fala e como se fala com e na comunidade LGBTQI+. Tudo o que disse foi com o maior amor possível por todas as pessoas, ok? Se falhei em termos, se tenho um pensamento algures não tão livre, desculpem. Nem me vejo assim, mas poderá ser possível. Queria muito, com este episódio, contar como me fui descobrindo e como sinto que o lugar de chegada é esse mesmo, o da abertura. Tem sido o meu caminho. E o vosso? Já agora, convido-vos a apoiarem o meu trabalho no patreon https://www.patreon.com/joanagama onde têm acesso a 6 minutos exclusivos no início de cada episódio e também lives à quarta-feira com todos os patronos que se quiserem juntar. Além disso também tenho feito lives no meu instagram https://www.instagram.com/joanagama sobre este mesmo tema "Psychoterapia", mas com outras pessoas para enriquecer e diversificar também o conteúdo.

  • E... mesmo assim... porra! Não estava à espera de só me passar um ano depois desta merda começar. Claro que já tive dias maus, mas ontem foi mesmo o pior deles. Daqueles em que a respiração se foi e adivinhei que talvez pudesse falecer porque era isso que o corpo me dizia. Dizia-me também (a cabeça) que sou uma valente porcaria, uma valente carga de síndrome do impostor e sentir-me violentamente sozinha (principalmente porque me isolo). Farta acima de tudo de ter que lutar tanto para me sentir minimamente próxima de uma "normalidade" ainda que utópica. Cansada, sabem? Sabeeeeem. Há mais gentinha aí assim que eu sei! Hoje isto foi literalmente o episódio mais psycho de todos, até teve direito a um chorito daqueles que quem vai ao psicólogo conhece. Se quiserem apoiar o meu trabalho (sinto 0 esta confiança hoje), passem pelo patreon: https://www.patreon.com/joanagama

    E força! Não estamos juntos porque não podemos, nem "estamos juntos" porque... no fundo não queremos. Mas... podíamos estar e, se calhar, até nos faria bem ;)

  • Depois do primeiro episódio oficial deste podcast "Quero amor, pá!" em que desabafei dizendo que queria muito encontrar uma relação mas que ia desistir, conheci o Miguel e partilhei convosco que "estou fora do mercado!". Depois de quase 9 meses de relação, achei engraçado dar-vos este payoff de como está a correr a nossa relação e a nossa dinâmica entre casal. Não só porque todos temos um lado voyeur e porque isto de gravar em conjunto foi muito divertido para ambos, mas também porque gostaria que todas os psychos que por aí andam entendam que a vida muda para caraças se aceitarmos mudar com ela e que se eu "consegui", vocês também conseguirão (se é que não conseguiram já). Isto não dizendo que estar numa relação (e monogâmica) é a única maneira de sermos felizes. De todo, mas era algo que eu queria e que, de facto, agora tenho. E em... brutal. Podem apoiar o meu trabalho, serem meus patronos em http://www.patreon.com/joanagama. Além de terem acesso a 5 minutos exclusivos no início de cada Psychoterapia (que agora passará a ser semanal), têm acesso aos episódios com antecedência e ainda um directo semanal com os patronos (entre outras coisas, mas isto já vai longo e ninguém vai ler...). 

  • Para quem quiser apoiar o meu trabalho, ter acesso a episódios exclusivos do Psychoterapia, minutos exclusivos em cada episódio e até à gravação em vídeo do mesmo,  faça-se patrono em http://www.patreon.com/joanagama que fico extremamente agradecida e continuarei a trabalhar para sustentar o vosso apoio que me sustenta. 

    Só para começar: não estou no auge da minha sanidade mental. Também não estou no ponto mais baixo, verdade. Tendo em conta as circunstâncias, acho que me estou a safar com um Suf+. Neste episódio decidi falar de algo que andava a evitar há um ano: a Covid. Farta que se fale disto. Farta que isto exista, mas à falta de assunto e também porque haverá mais motivos que desconheço para o evitar, decidi ir-me a ele (ao assunto, eu faria a concordância com A Covid se fosse isso que quisesse fazer, mas não). As minhas opiniões, lá por estarem publicadas, são meros achismos. Por favor, informem-se antes de concordarem comigo. Não sou especialista em nenhuma das matérias e isto é suposto ser um exercício de terapia pessoal, embora partilhada. Não estou informada sobre a Covid o suficiente para me levarem a sério, não conheço ninguém que trabalhe no SNS, não me interesso particularmente por política. É apenas mais um caso de uma pessoa que, por ter um microfone e (ainda) ter internet acha que pode veicular as suas opiniões e feelings para o Mundo. Se é lixo? Depende do que fizerem com ele. Conheço malta do minimalismo e da sustentabilidade que produz em 6 meses apenas dois gramas de lixo. Por isso é convosco. Não vos vou minimizar.

  • Decidi falar sobre algo que surgiu em conversa no Podcast do Tomé Ramos - Mais do que uma Vez já que há muitos anos que tenho vindo a pensar nisto (não necessariamente bem, já sabem que a bicha é aparentemente humilde no que toca aos seus pensares). E os nossos pais? O quanto nos condicionamos para os impressionar ou para não os desapontar? Por que raio é que eles nos incutiram estes valores? Quem estará certo? Será que ao nos desviarmos dos valores de família nos estamos a tornar na ovelha ronhosa (já aprenderam aqui qualquer coisa) ou será que nos estaremos a emancipar e sermos o orgulho da humanidade por nos termos questionado? É uma reflexão que sinto que nos faz bem a todos, independentemente das conclusões que vamos tirando pelo caminho e que as mesmas vão mudando. Sinto que se andarmos todos a comer com a testa tudo o que nos foi transmitido (ainda que pelas duas pessoas que, em princípio, nos amarão - ou deviam amar - mais do que tudo), acabamos por ser uma repetição de identidades e estamos a levar connosco a bagagem familiar também de erros e não só de sabedoria. Foram uns saudáveis 40 minutos a reflectir sobre isto, espero que vos dê vontade também de pensar sobre isto e de, que tal, falarem comigo no Patreon sobre o assunto. Estou disponível :) Embora vos avise desde já que o período me aparece amanhã e sou capaz de não estar tão tolerante. Não por uma questão biológica, mas porque me aproveito da questão ;)

  • Já chega dessa conversa? De que só os malucos é que vão ao psicólogo? Ou quem não tem amigos? Neste episódio tento explicar por a + b (adoro esta expressão) as várias razões que fazem com que a ida ao psicólogo não seja só importante como, muitas vezes, crucial. Falo sobre a vergonha de expormos as nossas fragilidades e os perigos das comparações com quem nos rodeia e parece estar maravilhosamente bem. Passo pelo optimismo imbecil (irrita-me desmesuradamente) e enalteço o optimismo inteligente. Isto deixando sempre claro que sou psycho e não psico nada.  Tinha saudades vossas. :)

  • Não pensem que é por isso. Já ando a pensar neste tema há meses. Aliás, sendo sincera, desde a minha quarta classe que foi a primeira vez que me aconteceu. Falo-vos do coração, ainda que o discurso possa não ser o mesmo que mais se ouve de quem mais dói. Falo com respeito, com empatia, mas também com vontade que tudo caminhe para algo mais do que apenas um apontar do dedo a quem parece estar no lado menos vulnerável (pelo menos agora). Não é aceitável, não é tolerável, mas será que é possível compreender de onde vimos? E que todos precisamos ou beneficiamos de ajuda? Isto, dito por mim, uma gaja super assediável porque é a experiência que tenho tido, mas não vou ser mais. ;)

  • Pronto. Tinha que ser. Estou a usar o meu próprio pod em que falo sobre mim mesma para divulgar um livro que escrevi sobre a minha vida e os meus pensamentos. Há algo mais semelhante a onanismo que isto? Quem não souber o que quer dizer "onanismo" vale a pena ir ao dicionário, vai enriquecer a vossa vida. Já não tenho essa certeza sobre o meu livro. Chama-se "Alguém que me cale - As entranhas de quem tem tanto medo que já nem se assusta" e, apesar de parecer que estou com ar de quem vai revelar coisas do BES na capa, é sobre isso, sobre o medo. Optei por ler o capítulo sobre sexo neste episódio porque é o primeiro e porque é o que vende. Nunca vendi sexo, mas tenho consciência que teria feito uma óptima maquia. Aproveito só para dizer que está em pré-venda na internet e tal. Quem quiser, quem não quiser, amigos na mesma como dantes. 

  • Ui e esses ciúmes de merd*? O quanto já sofreram com isso? Quantos ataques de ansiedade? Quantas chamadas sem serem atendidas? E cuscarem telefones e e-mails? Ou serem cuscados? E mudaram como se vestem? Deixaram de falar com pessoas, perderem amigos... Deixarem de ser parte do que são para que a outra pessoa lide melhor com o espaço que ocupam... E, de repente, a relação dura, mas vocês já não estão nela há que tempos... Acho que descobri como ter ciúmes de forma saudável e até como usá-los a nosso favor. Não quer dizer que deixemos de ter um olho esperto, antes pelo contrário. Na minha opinião (e experiência) terá mais a ver com estarmos atentos ao que recebemos e como mais do que nos mascararmos de inspector gadget e andarmos aí a fazer de CSI à parva. Viver em paranóia destrói, não constrói. E, atenção, que o nosso papel e responsabilidade é connosco. Não temos de nos fritar todos só porque uma relação dure até porque se uma das pessoas deixar de existir não é bem uma relação, mas mais um rapto. E, às vezes, voluntário - por muito que pareça contraditório. Tenho ciúmes, sim, mas vou ouvi-los e falar deles e com eles e mais coisas para encher esta legenda. É este o tema de hoje. É o que me vai na alma, espero que não estejam num daqueles dias de não conseguir adormecer por terem cenários terríveis na cabeça e esperarem que a outra pessoa vos acalme os vossos medos mais primários. Lembro-me bem disso e foi horrível. Está bom, já.

  • Não façam já esse revirar de olhos. Já estou para falar deste tema desde o primeiro e não estou a andar à boleia de acontecimentos recentes para fazer o Psychoterapia. Porém, tornou-se mais urgente fazê-lo e sobre isto. Houve uma altura em que tive de escolher não morrer logo e foi isso que me manteve por cá, ainda que sabendo que sobreviver dói. Mais difícil ainda quando sentimos que não estamos equipados para viver como os outros, que nos faltam peças ou/e que estamos estragados. Sentimos que é suposto conseguirmos viver, mas só conseguimos (enquanto conseguimos) sobreviver. Este ep. é pesado, não só por causa do meu IMG. Espero ter respeitado os enquadramentos mentais de quem sofre com a devida empatia e ter conseguido tocar onde e como se deve tocar quando queremos que alguma coisa fique. O que quero que fique é que pode valer a pena, ainda que tudo nos diga o contrário. Lembrem-se: quando tudo vos disser o contrário, a Joana Gama disse... o contrário do contrário. Confundi-me aqui um bocadito, mas acho que passei a mensagem.

  • Não é fácil, corações, não é fácil. Isto de ter graça, de ter nascido com graça, dela me correr nas veias tem o seu preço. Já se imaginaram a ser hilariantes o dia todo? E a rebentar com um Saxo? Olhem que é difícil. Onde ficam as outras emoções? E as outras pessoas que ficam tão abaixo de vocês na sua qualidade de hilaridade? É um mundo difícil para mim que tenho tanto talento. Sofram comigo, esta é a minha história até agora no que toca a ser hilária. Sou cá um prato. Sou, sim. Respondi às vossas perguntas relacionadas com isto que vos fiz no instagram. Sigam a bicha, avaliem a bicha (se forem boas avaliações) e subscrevam porque tem que haver um call-to-action nestas coisas.

  • Farta disto e até diria mais: SOU CONTRA ser CONTRA ou a FAVOR das coisas. Não se for em minúsculas e não se conseguirmos estar disponíveis para conversarmos uns com os outros, mas sou CONTRA irmos todos em manada sermos CONTRA ou A FAVOR sem serem coisas que mexam connosco ou que passem a mexer por mero mimetismo ou necessidade de pertença. Vivemos (felizmente) numa era onde tanto os imbecis (onde me poderei inscrever sem ter conhecimento) como os menos imbecis têm acesso à internet e a poder comunicar com imensa gente e o que sinto é que o tom de ambos os lados (embora, como possam ouvir, para mim não me faça sentido falar em dois lados, mas só num) é idêntico. Como é que pessoas mais informadas, com maior capacidade de reflexão, melhores condições para ter disponibilidade para articular o quer que seja acabam por cair na mesma forma de confrontação directa que outros que não o conseguem fazer? Se existisse mesmo uma diferença entre os que têm opiniões fundamentalistas pouco sustentadas em factos mas apenas na sua verdade (que, muitas das vezes, poderá ser tão curta), não seriamos capazes de escutar melhor? De saber com quem devemos falar e, melhor, COMO? Este podcast poderá ser um tiro no pé. Não sou muito segura a opinar sobre coisas que me dêem medo por me sentir ignorante ou por não me sentir no direito de falar delas (seja qual for o motivo), mas achei que podia contribuir para a conversa que, disclaimer, não é sobre RACISMO, é sobre termos que nos escutar melhor em vez de falarmos mais alto. O que me dizem? Candidato-me a presidente da Junta? Vá.

  • Bebés, lamento, mas já foi. Aqui a que "queria amor, pá!" encontrou um bocadão dele. Dê no que der, já está a ser fixe. Estou cheia de medo, mas também cheia de... fé. Quis partilhar convosco que somos todos merecedores de encontrar alguém que nos veja e que goste. Sem limar, sem manipulações, sem amputações. Dure o que durar, vale o que vale... mas estou feliz ;) 

  • Não falo das vozes que dizem "escarafuncha o focinho desse indivíduo com uma faca de serrilha", falo de outras. Daquelas que às vezes sussuram tão baixinho que nos manipulam e nos reduzem. Ou que nos lixam um date porque só nos fazem pensar se a outra pessoa repara que não regulamos bem e durante quanto tempo temos de esconder quem somos e tal. Duvido que seja só eu, mas pode acontecer. Seja como for, deixei que três ou quatro das minhas vozes entrassem neste podcast um bocadinho à semelhança do Luís Franco Bastos mas com um pouco mais de cabelo e talvez uma maior necessidade de terapia.

  • Tenho várias e fica aqui um agradecimento público e também um pedido de desculpas a todas. Não por nada em particular, mas por tudo em concreto. A Susana e eu conversámos via Zoom (porque covid e porque ela está no Egipto) sobre os nossos 15 anos de amizade. Spoiler Alert: mete Badajoz, cavalos, queijos, Damaia de Baixo e Ménage. Vamos fingir que também este episódio poderá ser útil por dar um exemplo de relação de amizade às vezes saudável. Podem enviar os vossos audios para o e-mail psychoterapiapodcast@gmail.com sobre as vossas amizades quentinhas que ligo à Susana de novo que, não sei se já disse, está no Egipto.