Episoder

  • Elvira Fortunato, Professora Catedrática da Faculdade de Ciências e Tecnologia (NOVA), Vice-Reitora da NOVA e Directora do Centro de Investigação de Materiais do Laboratório Associado i3N (Instituto de Nanoestruturas, Nanomodelação e Nanofabricação). Mais conhecida como a “mãe” do transistor de papel, estará ou não entre os candidatos do próximo ano ao Prémio Nobel da Física?  

    Em 2010, a alcanenense foi convidada pela Fundação Nobel para fazer uma palestra sobre eletrónica transparente em Estocolmo. Esta tecnologia tem sido usada nos ecrãs de todo o tipo de dispositivos, como telemóveis, tablets, monitores ou sensores, e já chegou aos vidros dos automóveis. 

    É um nome incontornável quando se fala do futuro mais sustentável e de tecnologias benéficas para o ambiente. Tem várias patentes, já venceu todos os prémios de prestígio em Portugal que poderia vencer. Hoje no Era o Que Faltava, Elvira Fortunato. 

  • Emissão em direto a partir do primeiro concerto do resto das nossas vidas. O concerto do projeto "Deixem o Pimba em Paz" com Bruno Nogueira, Manuela Azevedo, Filipe Melo, Nuno Rafael e Nelson Cascais marca o regresso a esta nova realidade em que assistimos a concertos de máscara. Esta emissão especial conta com entrevistas a Bruno Nogueira, Salvador Sobral, Samuel Úria e até ao nosso primeiro-ministro, António Costa que marcou presença neste que foi o primeiro evento pós desconfinamento. 

  • Manglende episoder?

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  • Há mais de 40 anos que dezenas de voluntários dão tudo, de forma anónima, sem querer nada em troca. A SOS Voz Amiga foi a primeira linha de ajuda em Portugal e os pedidos aumentaram em flecha desde o início da pandemia. Porque ouvir, às vezes, é dar colo, e desabafar com um desconhecido chega a ser mais fácil, vamos hoje conhecer o presidente da SOS Voz Amiga, Francisco Paulino.

  • Uma vez disse que o Urso de Ouro no Festival de Berlim só lhe trouxe chatices. Pudera, imagine aos 20 e poucos anos uma das primeiras curtas metragens ganhar logo um prémio conceituadíssimo. A curta chamava-se “Balada de um Batráquio”. Está a ver aqueles sapos de louça à porta de algumas lojas para passar a mensagem de que as pessoas de etnia cigana não sao bem-vindas? É sobre esse comportamento discriminatório que fala a curta-metragem de Leonor Teles que é, ela própria, meio cigana. 
    Estudou cinema, está farta de vencer prémios internacionais com os seus documentários - “Terra Franca” sobre a comunidade piscatória de Vila Franca de Xira, onde cresceu, e no dia 9 de julho, o Cinema Ideal já estará aberto para poder ver a nova curta-metragem de Leonor Teles, “CÃES QUE LADRAM AOS PÁSSAROS”,  sobre a forma como a gentrificação afeta uma família do porto. 
    Sempre atenta e ativista, Leonor Teles hoje no Era o Que Faltava. 
     

  • Acabam de lançar um disco que parece relatar o presente, embora tenha sido composto bem antes da pandemia. Começou por ser apresentado pelo tema "Tudo no amor" (letra de Sérgio Godinho, “tudo no amor é luz”, sobre "dar o peito às balas" por um amanhã em que a salvação pode acontecer). “Véspera” é o oitavo disco dos Clã, com letras de autores como Carlos Tê, Capicua, Arnaldo Antunes, Samuel Úria e mais uns quantos nomes bem sonantes. 
    Embora costume dizer que os Clã a salvaram dos tribunais, a carreira de Manuela Azevedo vai bem além da banda de sempre: o teatro, o “Deixem o Pimba em Paz” com Bruno Nogueira, os Humanos, as colaborações, o disco voador. Um mundo de luz, de Vila do Conde para o Era o que faltava, com Manuela Azevedo. ??

  • Contra a falta de liberdade das crianças, desconfiado de pessoas que se dizem muito bem resolvidas ou de livros de auto-ajuda, diz que procurar a alma gémea é vaidade, que o ensino devia estimular a intuição e sabe localizar exatamente onde fica a alma. Psicólogo clínico, psicanalista, professor e escritor. Se ainda não ouviu o nome Eduardo Sá ao longo da sua vida, tem um problema mental. Brincadeira!!! Não se brinca com coisas sérias! Ou será que se brinca? Numa altura em há mais pessoas a sofrer de ansiedade do que imaginávamos, num Portugal que é o quinto país da OCDE com maior consumo de antidepressivos, vamos tentar que a conversa não vire para a tristeza, mas também não fugimos dela. Será que estar triste também faz bem à saúde? Diz-se farto dos discursos sobre a felicidade, das fotografias e relatos das redes cuja legenda parece ser “Já viu como sou inacreditavelmente feliz”? Sendo ele próprio pai de seis filhos, especialista na área familiar e pediátrica, qual será o conselho para lidar com a incerteza que aí vem - escolas em regime parcialmente remoto, casais que piram por passarem demasiado tempo juntos e finalmente olharem um para o outro para resolver o que andava pendente, - e tantas outras questões que este leiriense, que também já foi psicólogo do Rui Maria Pêgo, poderá ajudar a responder. Connosco no Era o Que Faltava, Eduardo Sá.

  • Miguel Vale de Almeida é antropólogo, professor do ISCTE, ex-deputado independente do PS aquando da aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Investiga nas áreas do género e sexualidade, dos estudos pós-coloniais, do racismo, do que significa viver em Israel, tudo temas leves e fáceis, portanto. O que têm em comum todos estes temas? 
    Conversa com um humanista que nos ensina o que é isso do estudo do homem.

  • Descobriu a liberdade a representa - e logo aos 15 anos.
    Vimo-la na TV, no cinema, no teatro e até a apresentar o Curto-Circuito, mas o que gosta mesmo é de ser atriz. E podemos vê-la agora, adaptada aos tempos modernos. numa série feita a partir de casa - “O Mundo não acaba assim”, na RTP. 
    No dia do eclipse lunar de 10 de janeiro 2020, nasceu a sua Júlia. “O mar, o céu, o fogo e a terra, simultaneamente”, escreveu Teresa Tavares, de 37 anos. Uma conversa sobre o estado da cultura, sobre medo, sobre a liberdade e a segurança poderem coexistir. E também sobre o tempo em que recebiam faxes no Curto-Circuito. 

  • Tem uns olhos azuis que ja viram muito mundo. O nosso convidado de hoje é brasileiro de nascença, mas cidadão do mundo por conviccão. Na televisão apresenta "Pedro Pelo Mundo" e o histórico Manhattan Connection, no GNT da TV Globo. 
    Já foi modelo e não chegou a Nova Iorque com a conta recheada, mas a vida não lhe correu nada mal É um best selling author, apresenta grandes eventos no Brasil e não só. Tem um cão e parece estar sempre de mala pronta. Em directo da Florida, Pedro Andrade, na Radio Comercial.

  • As livrarias estiveram fechadas mas João Tordo acaba de lançar o seu novo livro: nem de propósito, chama-se “Manual de Sobrevivência de um Escritor”. Entre outras coisas, a sobrevivência faz-se também com um workshop de escrita online que já vai na 2ª edição. 
    Formou.se em filosofia, foi jornalista, até tirou um mestrado na área em Londres, mas para não se desviar muito do caminho venceu o Prémio Saramago logo em 2009 com o romance “As Três Vidas”. 
    Estudou escrita criativa em NY e é também guionista de séries como “Filhos do Rock” e “País Irmão”- escrever guiões poderá ser uma forma de aproveitar talento na crise da edição que já se fala em Portugal? 
    Aos 44 anos, 13 romances publicados, muitos deles traduzidos em vários países, e muitas feiras do livro a dar autógrafos, connosco no Era o Que Faltava.. João Tordo. ?

  • Adolfo Mesquita Nunes, ex-vice-presidente do CDS, 42 anos, foi apontado como o político que deveria assumir a liderança depois de Assunção Cristas. Para o advogado e ex-Secretário de Estado do Turismo, a conversa do ser mais ou menos à direita não lhe assenta: economicamente, é um puro sangue CDS; socialmente votou, por exemplo, a favor da despenalização do aborto e da adopção por casais homossexuais. E mesmo sendo católico...

    Apresenta-se assim no facebook: Beirão por adopção, liberal por convicção, viciado em Flannery O'Connor por devoção e com sentido de humor por opção. Hoje no Era o Que Faltava, Adolfo Mesquita Nunes.

  • Estreou-se aos 8 anos na Globo, é atriz, apresentadora e compositora e chama-se Ursula Corona. Fez de Portugal a sua casa há uns anos - é bem mázona enquanto instrutora de Airyoga na novela “Na Corda Bamba” - mas também está a fazer uma série sobre o impacto da censura da ditadura militar brasileira na música e artistas do nordeste, e outro documentário sobre Alceu Valença, um dos maiores nomes da música brasileira.

    É Embaixadora da ONU no World Food Programme, que tem como objectivo combater a fome mundial. Tem uma empresa de produção cultural, um clube do vinho e uma linha de biquíni. E qual a probabilidade de se chamar Corona e de o pai ter, felizmente, recuperado do vírus com o mesmo nome há poucos dias?

  • Gosta de sorver o mundo, palavras da nossa convidada de hoje. Não sabemos se isso quererá dizer que comia formigas no recreio, mas virando o barco na direcção do presente, começou pelo jornalismo, mas não se deixou ficar. Faz rádio, televisão e é mãe de gémeos - como é que ela consegue? Inês Lopes Gonçalves tem 38 anos, faz parte do programa das manhãs da Antena 3 e é a Marta Temido da RTP. Não queremos dizer com isto que é a Ministra da Saúde da estação pública - é mesmo um boneco que faz no 5 para a Meia-Noite. Com Filomena Cautela, apresenta o 5 para a meia noite, embora a sua chegada ao sofá mais indiscreto da televisão não tenha sido simples - foi rejeitada duas vezes até ser apresentadora do formato. Como é que se digere isto? Engraçada, obstinada, culta, a Inês do 5 e da 3, modera outro formato no programa mais visto por estes dias, a RTP Memória. 

  • Foi médico anátomo patologista, consultor da Gulbenkian e o seu mandato como presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida terminou em Março - ou teria terminado, não fosse a pandemia. Que marca deixará nas crianças e idosos um longo confinamento, ou qual o limite nos direitos individuais se os infectados forem controlados por aplicações de telemóvel como na Coreia do Sul? Será que a solidariedade social nos é inata? Que efeitos terá esta pandemia na nossa saúde mental e na saúde mental dos profissionais de saúde? E porque é que a ética só é motivo de conversa em momentos fratrutantes da sociedade? Connosco no Era o Que Faltava, Dr. Jorge Soares. 

  • Começou a surfar aos 14 numa escolinha do Rio de Janeiro mas quando se mudou para o Hawai, aos 17, dedicou-se às grandes ondas. Hoje, vive na Nazaré, tem voz ativa na Greenpeace e Oceana e o nome dela está no Guinness. 

    Falamos de Maya Gabeira, brasileira, campeã mundial de surf, recordista da maior onda surfada por uma mulher na Nazaré: 20.78 metros. O quê? O que é que se vê de lá? É verdade que Neptuno abençoa os surfistas e, por isso, foram os primeiros a poderem ir ao mar pós-confinamento? 

    Na segunda parte deste programa, falamos também com Inês Taveira da Bagos D'Ouro, uma IPSS que dá apoio escolar e familiar a crianças e jovens da belíssima região que nos dá tão bom vinho mas que é também uma das mais pobres de toda a Europa: o Douro. Em altura de ensino remoto, em que o isolamento digital é uma realidade nas famílias carenciadas sem computadores nem internets, a ajuda da Bagos D'Ouro é ainda mais importante. 

  • 32 anos, descendente dos Monte Cembra, ou seja, os Barões de Valsassina do Reino da Lombardia-Veneza. Deve estar perfeitamente a ver quem é, certo?Actor, apresentador e músico, e ainda jogador até altas horas de Call of Duty, Diogo Valsassina despontou para a televisão com "Jardins Proibidos" e nunca mais parou.

    Pelo caminho houve Morangos com Açúcar, houve Curto-Circuito na SIC Radical, e outros triliões de coisas. Tem uma banda, os Shima, um cão chamado Bart e é um irmão que a televisão deu a Rui Maria Pêgo. Tem um sentido de humor finíssimo e algum mau feitio. Depois de viver Tozé na super bem sucedida Avenida Q, Diogo Valsassina é hoje bilionário e tem um quarto só para embrulhar presentes de Natal.  

    A morte do pai há um ano, a travessia no deserto que o fez trabalhar na produção de programas como Ídolos (um trabalho "9 to 5" a inserir dados infindáveis sentado numa secretária), mesmo depois da glória na representação. Tudo para ouvir no Era o Que Faltava de hoje com Diogo Valsassina. 

  • A Marta é portuguesa, tem 27 anos e vive em Inglaterra. Por cá, passou pelo Chapitô e fez parte do curso de teatro do Raul Solnado, mas cedo se lançou às feras: estudou representação na London Academy of Music and Dramatic Arts, cinema na MET Film School, e começou a trabalhar em Efeitos Visuais logo depois. Agora imagine: o seu primeiro trabalho em cinema foi como assistente de produção no filme 'Avengers: Age of Ultron'.
    Desde então tem trabalhado no departamento de efeitos visuais em filmes como 'Star Wars: The Force Awakens', 'Alien: Covenant', 'Ready Player One' e mais recentemente no 'Black Widow' da Marvel. Uma portuguesa no maravilhoso mundo do cinema - e, particularmente, dos blockbusters. 

  • Tem 29 anos de cozinha e muitos quilómetros na barriga e na história - nasceu em Sarajevo, e em criança percebeu o que era a guerra, a fome, e a batalha pela sobrevivência. Diz que o grande prazer da sua vida é comer bem, mesmo que pelo caminho tenha encontrado vários Pesadelos na Cozinha.
    Há mais de 20 anos em Portugal - foi uma vidente que lhe disse, aos 16 anos, que ele viria para Lisboa, embora "não acredite nessas porras" - , fala melhor português do que grande parte dos apresentadores que aparecem na televisão e tem mais prémios do que temos tempo para dizer. Dizem que tem mau feitio, nós achamos só que ele é profundamente autêntico. Fala dos sucessos e dos fracassos. Diz a verdade, coisa rara em Portugal. É muito contundente sobre a crise que aí vem e está preocupado com os seus 82 empregados, a maioria deles familiares. Foi muito rebelde, gostou de falir porque aprendeu muito, e diz que o deus dele é a boa fé. Sem meias conversas, e com alguns palavrões, recebemos hoje o brilhante Ljubomir Stanisic.

  • Adora personagens que não se enquadrem no padrão de normalidade, é uma referência para os seus pares e diz que fez tudo na altura certa: tanto a juventude rebelde, quando fugiu para a Alemanha com 18 anos, como os seus 3 filhos já crescidos.
    Aos 57 anos, e um percurso teatral iniciado em1985 na companhia de teatro A Barraca, faz cinema, televisão, publicidade, mas é também encenadora e criadora do Teatro da Terra. ?Com as gravações de Terra Brava interrompidas por causa da pandemia, aproveitamos a pausa numa carreira hiperativa para conversar com a grande Maria João Luís. 

  • Habitualmente, escreveríamos uma introdução bonita sobre a convidada, mas Carolina Deslandes é tão expedita que o fez por nós há uns dias. Escreveu assim no Instagram: "Maria Carolina, 28 anos, signo Virgem, amo abacates e ovo escalfado, faço canecas de chá que nunca acabo de beber e tenho uma obsessão por sacos de água quente para dormir. Odeio alho francês, passas, favas e borrego. Odeio a abreviatura “bjs” e “amt”. Amo andar a pé à noite a ouvir musica. Amo ouvir música em vinil. Amo ténis. Acho mesmo que tenho um problema."
    Por mais que conheçamos os seus 3 filhos pequenos, o marido que também é músico e produtor, o 3º lugar no Ídolos, a relação com o corpo, há sempre mais para descobrir nesta irreverência em forma de snitch dourada que é Carolina Deslandes. Sabia, por exemplo, que teve um burn out dias antes de ser declarado o Estado de Emergência? Que no dia em que foi a casa do Rui Veloso conhecê-lo, ficou embriagada com 3 copos de vinho e a partir dai foi uma espiral de loucura que dava um filme cómico? Que o filho Santiago tem perturbação do espectro do autismo, que a Carolina também acha que fala demais e que mostra demais, mas que faz tudo com boa intenção? Entretanto, tem uma música nova com Pedro Abrunhosa e um novo trabalho em Junho chamado "Feminino", que vem com uma curta-metragem que ela própria protagoniza?. Connosco, Carolina Deslandes.