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  • Quando o programa "Povos Indígenas: de onde viemos e para onde vamos" foi ao ar, em agosto desse ano, muitas pessoas entraram em contato para conversar sobre o conteúdo. Entre elas um ouvinte que trabalha com turismo e nos fez o convite de conhecer de perto a Amazônia e o Rio Tapajós. A ideia era uma jornada para nos conectar com a ancestralidade brasileira: 5 dias navegando pelo rio, conhecendo as pessoas, as comunidades, as histórias, os sabores, os cheiros, o jeito de viver.

    Ficamos muito empolgadas, pensamos em além de curtir a viagem produzir um episódio fora do estúdio, colorido com as texturas e a emoção de gravações externas. Tudo preparado para irmos dia 30 de novembro. Passagens compradas, malas feitas e muita ansiedade. Até que na quarta feira, dia 26 de novembro, uma ligação pela manhã nos deixa atônitas: o guia e provocador da nossa viagem havia sido preso. Ele era um dos brigadistas de Alter do Chão.

    Muitos telefonemas e conversas depois, decidimos manter a viagem. Agora mais curta e com outro foco: entender um pouco do que se passava na região. Bem-vindos à expedição Mamilos Alter do Chão. Vamos compartilhar com vocês um pouco do que vimos, ouvimos e sentimos nesse lugar que é lindo como o paraíso e complexo como o inferno. Nessa jornada nos envolvemos em conversas que nos fizeram refletir sobre o direito à terra, a forma como ela é distribuída, como a especulação imobiliária age e afeta as comunidades, como um apanhado de pessoas de diferentes lugares do mundo, com diferentes sonhos e interesses podem formar uma comunidade.

    Essa expedição contou com muitos convidados. Só é possível pra entender o lugar vivendo o lugar e falando com as pessoas de lá. Muitas conversas foram feitas com gravador e sem gravador. E as vozes e aspas que você vai ouvir ao longo desse episódio são dos seguintes personagens:

    . Líder comunitário indígena Borari

    . Ministério Público Federal

    . Secretário de turismo da região

    . Piloto de barco de passeio - mais conhecido como lancheiro

    . Fundadora de ONG's com atuação nacional e projetos na região

    Optamos por manter o anonimato de grande parte dessas pessoas para garantir a segurança delas. Já que nós viemos embora, mas elas continuam lá. Elas vivem lá.

    Vamos começar a jornada! Aperte o play!

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    Produção – Beatriz Fiorotto
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    Capa - Ana Paula Mathias
    Publicação – B9 Company
    Fotos e vídeos - Jéssica Modono com a Atrás da Moita Filmes

  • O que você pensa quando ouve a palavra "desigualdade"?

    Talvez você pense no abismo financeiro que separa pessoas pobres e ricas. Ou nas diferenças entre as casas e escolas dessas pessoas.

    Mas dá pra por na conta também: O quão difícil pode ser o acesso a tratamentos de saúde de qualidade, a complexidade de achar uma boa moradia em um lugar prático e por um preço viável, o quão arborizada é a região em que se vive, o número de acidentes com a população e sua expectativa de vida, mortalidade infantil, a dificuldade de se conseguir um bom emprego, especialmente perto de casa, os obstáculos que se apresentam pra consumir qualquer tipo de cultura, dependendo de onde você estiver e quanto dinheiro tem

    E como está a desigualdade no Brasil?

    7,2% da população - 15 milhões de pessoas - tem 6.60 reais pra gastar por dia, enquanto

    1% da população - 1,2 milhões de pessoas - tem 1.824 reais pra gastar por dia.

    A diferença entre a base a o topo da pirâmide é que o que a pessoa do topo ganha é o equivalente a renda de 278 pessoas da base.

    Isso sem falar nas diferenças raciais, entre gêneros, econômicas, regionais…

    No estudo Desigualdades Sociais por Cor ou Raça, o IBGE apontou que os homens brancos estão no topo da pirâmide dos maiores rendimentos, segundo dados de 2018.

    Para cada R$ 1.000 recebidos por esse grupo, eram pagos R$ 758 para mulheres brancas, R$ 561 para homens pretos ou pardos e R$ 444 para mulheres pretas ou pardas.

    Em teoria, ninguém acha isso bonito. A pesquisa - o que pensa o brasileiro sobre desigualdade, feita pela OXFAM em 2018 revela que 86% dos brasileiros creem que o progresso no Brasil está condicionado à redução de desigualdade entre pobres e ricos.

    84% acreditam que é obrigação dos governos diminuir as diferenças entre os muito ricos e os muito pobres, porém 57% não acreditam que as desigualdades diminuirão nos próximos anos.

    E temos razão para pensar assim! No último dia 16, a FGV publicou o estudo “A Escalada da Desigualdade” mostrando que desigualdade social aumenta há mais de cinco anos no país. São 17 trimestres consecutivos de aprofundamento do abismo de condições sócio-econômicas: o período mais longo de alta na concentração de renda dos brasileiros já contabilizada.

    Do quarto trimestre de 2014 até hoje, a metade mais pobre do país viu sua renda diminuir 17,1%; a chamada classe média, que ocupa 40% do restante, teve perdas de 4,16%; e os 10% mais ricos viram sua renda crescer 2,55%. Levando em conta os 1% mais ricos, o aumento é ainda maior e o número chega a 10,11%.

    O principal motivo para esses resultados, de acordo com a FGV, é o desemprego no país, fruto da crise econômica vivida em 2015 e 2016 que corroeu o poder de compra das famílias. Segundo o estudo, a queda na inflação a partir de 2017 teve função importante para fomentar o consumo, mas como os níveis de desemprego não tiveram o mesmo movimento de queda, a situação não se reverteu na concentração de renda.

    Como vamos enfrentar e combater esse problema?

    Para responder essa pergunta de 1 milhão de dólares, reunimos os economistas Marcelo Manzano, Daniel Duque e Gabriela Chaves!

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  • Pare um minuto e imagine tudo o que você conhece de ficção científica: um futuro onde carros voam, pessoas se teletransportam, celulares são dobráveis ou mesmo funcionam como implante na mão, pessoas vivem pra sempre fazendo download da suas mentes em outros corpos. Em algum momento você parou pra pensar que na esmagadora maioria dessas representações em filmes, livros e músicas mostram um mundo só com pessoas brancas?

    Imaginar o futuro e como ele pode ser, influencia muito o presente. É no presente que começamos a nos movimentar enquanto sociedade para alcançar esse futuro.

    Será que não tem lugar para pessoas negras nesse futuro? O movimento Afrofuturista surgiu justamente para preencher essa falha.

    Afrofuturismo é uma forma de imaginar um futuro onde negros sobreviveram à violência policial, à falta de oportunidades de estudos, aos salários menores e ao racismo institucional como um todo. É um futuro em que negros existem, mas não como escravos ou ainda na luta pela sobrevivência, mas como criadores de sociedades marcadas pelo alto desenvolvimento tecnológico e pela cultura e estética africana. A Wakanda de Pantera Negra é um exemplo bem didático deste tipo de futuro, ao misturar alta tecnologia e conexão com a ancestralidade.

    Quando o Emicida diz "permita que eu fale, não as minhas cicatrizes" é justamente dessa filosofia que estã falando. É para além de ter sido escravizado, é o ser na sua integralidade.

    Sair do afropessimismo para o afrofuturismo não é ignorar o duro presente, mas é sair do lugar das mazelas e sonhar com um mundo de coexistência onde os negros são protagonistas de suas próprias histórias.

    Para Mark Dery, "O Afrofuturismo dá importância a uma questão inquietante: Pode uma comunidade que teve seu passado apagado, e que teve suas energias sugadas pela procura de suas raízes históricas, imaginar futuros possíveis?".

    Para responder essa questão e conhecer mais sobre essa temática trouxemos uma mesa dos sonhos. E dá licença que hoje a Cris e Ju vão só ouvir e aprender com nossos convidados, a youtuber e cientista social em formação Nátaly Neri, o designer e podcaster Oga Mendonça, o escritor Ale Santos e a youtuber a fundadora da plataforma Afrofuturo Morena Mariah!

    Veeem que tá demais!

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    Capa - Ana Paula Mathias com a ilustração da personagem Nina Onixé por Rodrigo Cândido
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  • De acordo com dados do governo federal, 3 em cada 4 lares são chefiados por uma mulher — e, dessas, 41% tem o seu próprio negócio. Estamos falando de mais quase 24 milhões de mulheres. Elas já comanda 43% de todos os negócios abertos no Brasil.

    Dessas 79% têm ensino superior, 68% trabalham em casa. 55% oferecem serviços, 33% estão ligadas ao comércio e apenas 12% a indústria.

    Esses números ganham ainda mais significados quando recordamos que apenas em 1962 as mulheres tiveram direito em ter CPF. Ou seja: há apenas 57 anos as mulheres podem registrar um negócio ou mesmo abrir uma conta em banco.

    Apesar dos visíveis avanços que temos em relação à conquista de espaço da mulher no ambiente empreendedor, ainda existem muitas dificuldades e desafios. A conversão de Empreendedoras (indivíduo que tem um negócios) em Dona de um Negócio (indivíduo que empregada) é 40% mas baixa entre as mulheres. A cada 10 empreendedoras somente 3,9 viram Donas de Negócios, segundo o Sebrae.

    E não é só isso, as mulheres raramente tem sócios, trabalham menos horas no negócio (adivinhem prq?), ganham 22% menos, tem porte menor, tomam menos empréstimo em bancos e quando o fazem pagam taxas maiores, apesar de serem menos inadimplentes.

    Sim, existe um longo caminho a percorrer e ele começa ao estabelecer o próprio negócio: Será que tenho algo de valor para oferecer pro mundo? Sou capaz de ter meu próprio negócio? Se sim, como vou ter dinheiro para fazer isso? Quem investiria em mim? Isso ainda passa pela relação das mulheres com o medo de falhar, com estabelecer preço, se vender, falar bem de si mesma, fazer marketing! Veja só! Fora aprender a lidar com embalagem, prazos, fluxo de caixa, contratação e demissão. E no meio disso tudo entender que sua energia é finita e será necessário priorizar e delegar: adeus controle, olá medo.

    É um universo muito grande e cheio de desafios onde, além de saber fazer muito bem uma coisa, você precisa dar conta de outras várias que nem passavam pela sua cabeça!

    Mas quando uma mulher investe em si mesma ela isso muda um pouco o mundo. É sobre as dores e delícias de ser empreendedora que vamos conversar no Mamilos de hoje, com Leda Böger, diretora do Instituto Consulado da Mulher, Márcia Monteiro, proprietária do restaurante Fio de Azeite e as participações especiais de Ana Paula Xongani e Denise Damiani!

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  • No dia 7 de abril de 2018, o ex-presidente Lula foi preso. Após muitas etapas da Operação Lava Jato, ele foi condenado em 2a instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá, em uma disputa legal que mobilizou o país.

    Na época Lula liderava as pesquisas de intenção de voto para presidência do país e a corrida o tirou da corrida presidencial. Naquela época, em discurso proferido no ABC paulista, antes de se entregar a polícia ele prometeu que sairia muito maior

    580 dias se passaram. Nesse período, aconteceram as eleições presidenciais de 2018, Jair Bolsonaro se elegeu, Moro foi de juiz à Ministro da Justiça e Segurança Pública.

    "Lula Livre" virou o maior grito e bandeira da esquerda, a maior resistência ao atual governo. Enquanto isso, fora do Brasil, a América Latina vive uma primavera política cheia de protestos, revoltas e golpe. Tudo parece estar fervendo. E é nesse fervo que, no dia 7 de novembro de 2019, o STF decide derrubar a legitimidade da prisão em 2a instância.

    E Lula, no dia seguinte, saiu da cadeia.

    Ao sair da cadeia, o discurso para centenas de pessoas que estavam em vigília foi conciliador e otimista

    "Queridos companheiros e queridas companheiras, vocês não têm dimensão do significado de eu estar aqui junto de vocês. Eu, que a vida inteira, tive conversando com o povo brasileiro, não pensei que no dia de hoje eu poderia estar aqui conversando com homens e mulheres, que durante 580 dias ficaram aqui, me mandando ‘bom dia Lula’, gritaram ‘boa tarde, Lula’, gritaram ‘boa noite, Lula’. Não importa se estivesse chovendo, não importa se estivesse 40 graus, não importa se estivesse zero graus, todo santo dia vocês eram o alimento da democracia que eu precisava para resistir."

    No dia seguinte, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC foi mais combativo e crítico ao governo. O ataque que se baseou nos três principais pilares que sustentam o atual Governo: o próprio Bolsonaro, a quem acusou de "governar para as milícias"; Sérgio Moro, apontado como um "canalha", e Paulo Guedes, da economia, acusado de ser um "demolidor de sonhos".

    A reação de Bolsonaro veio pelo Twitter:

    "Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos. Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa.". Ou seja, aplicou a famosa teoria do "não dar palco pro outro dançar".

    E não foi só desse lado do tabuleiro que as peças do xadrez se moveram. Nessa mesma semana, Jair anunciou sua saída do PSL. Após vários atritos com o presidente do partido, Luciano Bivar, e outros membros do grupo. E mais: comunicou a criação de uma nova legenda: a Aliança Pelo Brasil.

    O que a gente quer hoje é entender o que essas movimentações significam para o cenário político do país. Vamos observar a polarização se acirrar ou o jogo vai mudar? A decisão do STF é resultado das instituições funcionando, ou é mais uma movimentação política irresponsável? Quem são as forças disputando o jogo político, quais são suas propostas e táticas para dominar o discurso público e as intenções de voto?

    Conversamos com Juca Kfouri e Reinaldo Azevedo para entender melhor. Vem com a gente!

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  • Políticos perseguidos, artistas silenciados, estudantes assassinados. Centenas de pessoas, homens e mulheres, torturados e desaparecidos.

    Se eu te disser que um regime oferece isso, provavelmente você não vai querer.

    Mas parece que, quando a corda aperta, e a gente fica com medo, essa é uma alternativa que nos passa segurança.

    Tanto é que, democraticamente, como nação, escolhemos formar uma política militarizada: militar na Presidência, militares nos ministérios, no Congresso; militares frequentemente nas ruas, exercendo papel de polícia nos Estados. Colocamos no poder uma família que constantemente referencia e exalta o regime militar e seus oficiais.

    Como um país sem memória temos um longo passado pela frente.

    Nossa proposta hoje é, junto com Joana Monteleone, historiadora e pesquisadora da Comissão da Verdade, Lucas Vilalta, coordenador do Instituto Vladmir Herzog e Rodrigo Basilio, também historiador e professor, relembrar uma parte fundamental da História do Brasil. Comparar memórias com fatos e dados sobre a época pra tentar entender porque o autoritarismo parece ser a ferramenta mais confiável para alguns no arsenal de soluções. Será que temos mesmo um passado glorioso para invocar em tempos de angústia e incertezas?

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    CAPA

    A capa dessa semana traz uma foto do Arquivo Nacional/Correio da Manhã, PH FOT 01996.005.

  • Manchetes sobre eleições, protestos e tensões políticas na América do Sul parecem não param de aparecer em tudo quanto é lugar. E fica difícil acompanhar tantos fatos em tanto volume. Tá preocupante? Tá ruim de entender? Tem muito assunto? A gente, hoje, ajuda você junto com os nossos convidados: Lucas Berti, jornalista, repórter de relações exteriores do Brazilian Report e co-criador da newsletter Giro Latino, Sebastian Ronderos, Cientista político colombiano, professor e pesquisador em ideologia e análise do discurso pela Universidade de Essex, na Inglaterra e Paula Ramon, jornalista, correspondente da AFP News Agency em São Paulo. Embarca nessa com a gente!

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

  • Esse episódio é um conteúdo extra e faz parte da série — Mamilos e a Cultura Brasileira. No primeiro episódio falamos sobre Bacurau, uma importante peça do cinema brasileiro. Hoje vamos falar sobre as histórias e inspirações do álbum AmarElo com Emicida. Vem com a gente!

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    Você pode ouvir AmarElo em todas as plataformas digitais. Confira mais em www.emicida.com.br

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

  • Até pouco tempo os animais não humanos tinham função clara em nossas vidas: Gatos caçavam ratos; cães caçavam ou rastreavam a caça, até participavam de guerras protegendo as tropas, serviam como guardas, puxavam trenós e similares, proporcionavam calor, serviam como alimento, etc. Não havia esse elo como nos dias de hoje; tanto é que no século XVII, quando os cães de guarda e de pastoreio chegavam a uma idade avançada, que já os impedia de desempenharem de forma satisfatória suas funções, eram sacrificados por enforcamento ou afogamento.

    De meados do século XX pra cá muita coisa mudou. Os animais domesticados passaram a ser chamados de animais de estimação. E realmente passamos a estimá-los e isso por vários motivos.

    Pais com filhos em crescimento estão valorizando cada vez o relacionamento das crianças com animais como parte de seu desenvolvimento cognitivo e social. Mas também, há cada vez mais casais jovens buscando ter animais de estimação, entre outros motivos, como símbolo de conexão do casal. Pessoas que moram sozinhas muitas vezes fazem essa opção para terem companhia. Pessoas idosas também, além de terem com quem trocar afeto a qualquer momento.

    São intermináveis os estudos sociais que mostram o benefícios de se conviver com animais de estimação: sua companhia carinhosa reduz os níveis de estresse e depressão, ajuda no desenvolvimento imunológico das crianças, da aquela força pra manter o corpo em forma, já que vc não só brinca com ele mas também o leva pra passear. Criar um bicho em casa ajuda a reduzir a pressão sanguínea, o colesterol e o nível de triglicérides. Consequentemente, servem de prevenção contra ataques do coração e AVC. E estudam comprovam que alguns animais podem ajudar a detectar hipoglicemias e até câncer em seus donos.

    Essa relação tão longa quanto intensa é pauta até de um ciência, a chamada antrozoologia que estuda a interação entre pessoas e animais e trata assuntos como: a história da domesticação animal, a construção social dos animais e o que significa ser animal, as percepções e crenças humanas em relação a outros animais, a avaliação crítica do abuso e exploração de animais dentre outros assuntos.

    Os números retratam a transformação dessa relação. De acordo com dados levantados pelo IBGE e atualizados pela inteligência do Instituto Pet Brasil, em 2018 foram contabilizados no país 54 milhões de cães; 40 milhões de aves; 24 milhões de gatos; 19 milhões de peixes e pouco mais de 2 milhões de répteis e pequenos mamíferos.

    A estimativa total chega a cerca de 140 milhões de animais de estimação. Isso quer dizer que a cada duas casas brasileiras, uma tem um bicnhinho.

    Se estamos falando de novos conceitos de família uma certeza já está posta: nos tornamos famílias multiespécies! E como toda família, tem muito amor, mas também muitos problemas.

    Já está muito claro que os animais fazem bem aos humanos, mas o contrário pode não ser verdade sempre. Não estamos falando aqui de maus tratos, mas sim da a objetalização dos animais a serviço do nosso narcisismo. Para o mestre em Psicanálise e Psicopatologia Luis Nassif “Humanizar os animais é tentar fazê-los responsabilizar por algo que nem nós humanos gostaríamos de nos ocupar. Sim, ao reproduzir toda a sorte de cuidados, preocupações e sentimentos não estamos só tentando domesticar um animal, é nossa própria falta de civilidade e agressividade que está sendo colocada à prova. Sim, precisamos transformar os bichos em humanos por levarmos nossa espécie muito a sério. Os animais de estimação são merecedores do nosso profundo respeito e afeto, tanto que deveríamos poupá-los de nossas neuroses.”

    É para conversar sobre a nossa relação com nossos bichinhos que hoje vamos conhecer histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas por seus animais de estimação.

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

  • Militância e ativismo são metodologias usadas para o mesmo fim: agir em conjunto para interferir nas normas. Porém, tratam-se de metodologias diferentes e, portanto, produzem efeitos diferentes em quem as usa. Não precisa pensar muito para perceber a aproximação entre as palavras militância e militar. Militar requer disciplina. Isso envolve regras rígidas, controle, padronização, repetição, hierarquia e regularidade.

    O militante é aquela pessoa que se convence de que não adianta se mobilizar em apenas alguns momentos, mas permanentemente. Dedica parte do seu dia a dia a se organizar com outros para conquistar apoio a uma causa, seja uma mudança local em seus bairros, seja uma transformação global como a luta ambiental – ou ambas as coisas de forma articulada. Um exemplo são partidos políticos, sindicatos, movimentos religiosos e torcidas organizadas.

    Em contrapartida, ativistas como o Movimento Passe Livre em 2013, feministas, coletivos negros, protetores de animais, e outros diversos têm preferido arranjos descentralizados, nos quais a liderança e as decisões são partilhadas entre muitos. Eles vêm usando as novas tecnologias de comunicação e informação para dar corpo a suas ações e têm na ideia de redes seu modelo organizativo estratégico. Neles a importância da agência, da criatividade e das necessidades singulares imediatas são reconhecidas e valorizadas.

    A internet amplificou muito o alcance desses grupos, mas nos últimos anos, o cenário está mais difícil. Antes de 2014, o que você postava em uma página do Facebook aparecia automaticamente para mais de 12% de seus curtidores. Quem produzia mensagens relevantes mobilizava uma base, atraía cada vez mais seguidores e organicamente conseguia criar uma onda que podia varrer toda a rede. A partir de 2014, esse número passou para cerca de 6%. Em 2016, o número de pessoas para quem a postagem é entregue chegou a 2% e continua reduzindo. E essa é a tendência das outras redes sociais.

    Quer que mais gente tenha acesso a seu conteúdo no Facebook? Pague. Hoje quem não paga pelo conteúdo está fadado a ter uma visibilidade quase nula. Vai abrir um canal no YouTube? Hoje em dia, as chances de se tornar relevante sem se enquadrar nas regras da rede são mínimas. Você até posta o que quiser, mas seu conteúdo não vai passar na “cláusula de barreira”.

    Nesse cenário, influenciadores, que conversam com um grande público aumentam sua relevância pois oferecem uma forma de continuar alcançando as pessoas de forma orgânica. Mas não é uma tarefa fácil, eles estão expostos a constante escrutínio, sobrevivendo em um ambiente CANCELAMENTOS. Já falamos aqui sobre a pobreza das conversas que acontecem em 280 caracteres, com os incentivos dos algoritmos para a lacração. Nesse contexto, como já dizia Dilma Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder.

    Eu já fui cancelada, a Cris já foi cancelada. Essa semana uma das grandes discussões de cancelamento girou em torno da história de que Raul Seixas entregou Paulo Coelho para os torturadores da ditadura. Na velocidade do som, o músico foi cancelado por uma horda. Chegou ao ponto do próprio Paulo Coelho defender o amigo: é admirável quem consegue proteger os seus mesmo sob tortura. Mas não existe honra em julgarmos pessoas do quentinho dos nossos sofás sem compreender os contextos.

    No final das contas, militância ou ativismo de sofá, funcionam? Qual é o impacto desse tipo de articulação na política e na cultura, e no atendimento de metas concretas de curto, médio ou longo prazo? Pra conversar sobre isso reunimos três perfis de mulheres que apoiam causas em redes sociais.

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    EQUIPE MAMILOS

    Edição – Caio Corraini
    Produção – Beatriz Fiorotto
    Apoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elenco
    Publicação – B9 Company

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

  • O que dá legitimidade a quem tá exercendo o poder? A quem faz as escolhas por nós?

    Existem muitas respostas, mas uma delas depende das regras do jogo. As regras do jogo precisam estar montadas de um jeito que todo mundo tenha voz. Que quem tem mais dinheiro não seja mais representado do que quem não tem. Que quem é mais famoso, tem mais microfone, não fale mais alto. Que quem mora nos grandes centros não seja o único a ser escutado.

    Esse é um desafio que existe no mundo todo. Democracias maduras como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Canadá, discutem como evitar que quem já está no poder use a máquina para se perpetuar e evitar as mudanças que o povo aspira. Como evitar que candidatos negociem o bem público por recursos de empresas para se reelegerem indefinidamente.

    Recentemente mudamos a regra do jogo pra tentar diminuir o impacto do poder financeiro na definição das eleições: agora empresas não podem mais doar para campanhas.

    Mas se a grana não vem da lógica do mercado, vem da lógica pública. Hoje temos o Fundo Partidário financiando campanhas e partidos. E como distribuir esse dinheiro de forma a garantir que pessoas que nos representem tenham uma chance justa de concorrer? Já conversamos aqui no Mamilos sobre isso no programa 116 Distritão e Fundo Partidário. A regra hoje é de que o fundo é distribuído de acordo com a representação que os partidos já tem na câmara. Essa regra usa as escolhas do povo como critério pra definir destinação de verba: se esse partido foi mais votado, é pq ele representa as pessoas, então merece mais do que um outro, recém aberto. A falha nesse sistema é que privilegia os mesmos políticos de sempre. Que são grandes exatamente porque se beneficiaram das regras antigas.

    É justo isso? Como podemos fazer ficar justo?

    Legitimidade também depende do quanto as pessoas que estão nos representando cumpriram as regras acordadas. Não tem problema nenhum pegar a bola com a mão. No basquete todo mundo faz. Mas no futebol não pode. Quem ganha o campeonato fazendo gol de mão pode até levantar a taça, mas não convence a torcida. Desculpa aí Maradona.

    Essa semana voltou a ocupar as manchetes um caso de quebra de regra do segundo maior partido na Câmara dos deputados. Uma apuração da Folha de São Paulo desvendou um esquema de candidatas laranjas do PSL em Minas Gerais que desviaram recursos do fundo partidário para financiar, por meio de caixa dois, as campanhas do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, e do presidente Jair Bolsonaro. Ou seja: mesmo levantando a bandeira da honestidade, como todos levantam, o partido burlou a regra do jogo.

    Quais regras foram quebradas? Qual é o impacto e a importância disso?

    Nossa missão hoje é conversar sobre os desafios que democracias enfrentam nesse processo para fazer a vontade do povo se manifestar em representantes que tenham legitimidade e sejam reconhecidos por seus eleitores.

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

  • A gente sabe: brincar com os filhos é importante. Dar atenção sempre, acompanhar nas brincadeiras, oferecer estímulos variados, sugerir atividades diferentes e criativa! Tudo é importante pra que os pequenos cresçam ativos, alegres e possam dizer que brincaram muito na infância.

    Mas nem sempre isso dá certo. Às vezes o cansaço bate e não dá pra ficar acompanhando. O ideal nem sempre é algo possível e aí entram outros agentes de entretenimento. E um dos mais populares são as telas!

    Aí entra a televisão, o celular e o tablet. Um vídeozinho aqui pra dar paz pra fazer o jantar, um joguinho ali pra distrair durante uma longa espera, um episódio de algum desenho pra dar um sossego. Até que vira rotina. Depois da aula, antes de dormir, durante as refeições...

    Mas isso não é novidade, né? Desde a popularização da televisão vemos crianças coladas nas telas pra assistir desenhos, seriados enlatados e outras atrações. Muita gente cresceu vendo Bambalalão, Lula Lelé, Bozo e até coisas não pensadas para crianças, como o Programa do Chacrinha ou o Coquetel com Miele.

    “Olhar para telas muito pequenas por tempo prolongado faz com que, se a criança tiver alguma predisposição a doença ocular, os sintomas apareçam mais cedo e em maior intensidade. É o caso de quem tem estrabismo, por exemplo”, contou a oftalmologista Pérola Grupenmacher ao G1. Ou seja: o problema não mora só no conteúdo, mas também na exposição às luzes e o quão próximas elas ficam dos olhos. É complicado mesmo.

    Com mais opções, aplicativos, canais, mais telas disponíveis e cada vez menos tempo livre para brincadeiras diferentes, como equilibrar o entretenimento? Como entender os limites entre a distração e a brincadeira? Pra responder esses e outros questionamentos, trouxemos o pediatra Daniel Becker e o educador George Stein!

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

  • Você já viu Bacurau?

    O longa de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles conta a história de uma cidade chamada Bacurau. A típica cidadezinha do interior que tá no nosso imaginário, um lugar em que todo mundo se conhece, bem simples e aparentemente bem tranquilo. Até a hora em que essa tranquilidade cessa.

    Bacurau é um filme que explode cabeças! Fala sobre o Brasil. Sobre a nossa gente. Inclusive, fala sobre o que significa ser gente. Ter sua existência reconhecida. Colonialismo, racismo, brutalidade, comunidade, gênero, resistência…

    Bacurau fala sobre tantas coisas, na verdade, que quisemos dedicar um Mamilos só pra ele. E pra que fosse ainda mais especial, resolvemos colocar a nossa gente, a Mamilândia, pra ver o filme conosco e assistir a gravação! É o poder da comunidade mamileira na prática!

    Talvez você estranhe um pouco. A gente ficou tão envolvida pelo filme que nos afastamos um pouco da proposta de construir pontes do Mamilos. Esse episódio fala mais sobre nós, sobre nossos questionamentos e sobre o que nos dói, do que efetivamente sobre a proposta do Mamilos.

    Esse programa é o primeiro de uma série especial do Mamilos que fala sobre arte e cultura brasileira. Porque acreditamos que esse tema é urgente.

    Pra conversar conosco, chamamos o nosso já querido Túlio Custódio, a maravilhosa Rita Von Hunty e Thomás Aquino, ator que interpreta o Pacote/Acácio no filme. Vem com a gente pro bonde da polêmica gravado ao vivo!

    Ah, fica o aviso: tem spoiler, viu? Antes de ouvir, recomendamos que siga o conselho que estamos dando desde que saímos da sessão pela primeira vez: vá ver Bacurau!

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

  • Sete bilhões de pessoas no mundo. Infinitas possibilidades de tempo, espaço, época. Mais de 190 países, milhares de cidades e essa pessoa foi cair justamente na mesma família que a sua. Ali, do seu lado, dividindo um teto, as refeições e, às vezes, até um quarto.

    Pra alguns, foi sorte. Ter um irmão, às vezes, é sinônimo de estar na mesma família do seu melhor amigo. É ter histórias de cumplicidade, de traquinagem, de lágrimas compartilhadas e risos soltos. Tem também quando o irmão é mais caladão, mais na dele. O que pode não ser seu maior companheiro, mas sempre esteve ali. E pra outros, ter irmão é ter concorrência, rivalidade. É dividir o sobrenome com a pessoa mais insuportável ou egoísta que você já conheceu.

    Talvez você tenha vários irmãos. E, com cada um, ter uma relação de fraternidade diferente. Dá pra só gostar do seu irmão lá na frente, muitos anos depois. Ou sentir falta do que vocês tinham muito tempo atrás.

    Pode ser que ele tenha 10 anos a mais que você. Quinze, vinte. Ou só dois. Pode ser também que apenas minutos separem seu nascimento do dele, e de quebra vocês dividam a mesma aparência.

    A relação fraternal ajuda a gente a entender o outro. A gente aprende a defender o outro. Ou a se defender. A ter uma paciência de Jó.

    Talvez você não tenha irmãos! Mas com certeza já viu como pode funcionar essa relação. Com Ruth e Raquel, Sandy e Júnior, She-Ra e He-Man, Leia e Luke, Ross e Monica, Irmãos Von Trapp, irmãs Kardashian...

    Hoje queremos falar sobre as várias relações que existem entre os vários tipos de irmãos. Pra isso, teremos o nosso querido Alexandre Coimbra Amaral, psicólogo, escritor e terapeuta familiar.

    Solta o play que esse Mamilos tá de chorar de lindo!

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    BRADESCO

    A gente que está numa startup sabe bem a importância de educação financeira. E hoje vamos te contar que o Bradesco chegou pra ajudar até nisso!

    O banco lançou uma nova série, a “Na Real”! Ela é feita pra descomplicar esse papo de finanças. É uma iniciativa da Unibrad, que é a Universidade Corporativa Bradesco, com curadoria da Saint Paul, uma das maiores escolas de negócios do mundo.

    As videoaulas são dadas por professores da Saint Paul e transmitidas através de uma plataforma online, o LIT. Ah, e o acesso a esse conteúdo é gratuito!

    O "Na Real" já está no 6º episódio e já falou de "Como quebrar o tabu e falar de dinheiro", "Entender suas dívidas e a importância de investir", "Dicas de como economizar"...

    Acompanhando cada episódio e fazendo as atividades sugeridas, é possível de verdade aprender a se organizar diretinho!

    Pra saber mais, acessa o site: serienareal.com.br

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

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    FAROL ACESO

    Ju — Filmes Yesterday, Música da Minha Vida e Ele Tem Os Seus Olhos

    Cris — Minissérie O Espião

    Alexandre — Documentário Longe da Árvore e livro Fernanda Montenegro - Prologo, Ato e Epílogo

  • — Por que o senhor desconfia que sua esposa está tentando matá-lo?

    — Ela me serviu pimentão, alface e tomate no jantar. E de sobremesa, morango e uva!

    Essa é uma conversa entre um médico e um paciente numa charge do cartunista Amarildo. Ela retrata mais uma das aflições que atingem os brasileiros: o medo de que a comida que comemos represente um risco.

    Nessa terça, 17 de setembro de 2019, o Ministério da Agricultura registou 63 novos agrotóxicos. Com isso, temos, até agora, 325 novos pesticidas liberados em 2019. Esse é o maior número de registros nesse período dentro da série histórica que é medida desde 2005. A gente tá caminhando para bater o recorde de 450 registros novos que pertence ao ano de 2018. Ao todo, temos cerca de 2.300 produtos desse tipo registrados no país.

    Nesse novo pacote de liberações, existem 2 princípios ativos que servirão de base para produtos inéditos e 5 novos produtos que estarão à venda. Os outros 56 são genéricos de produtos que já existem no mercado.

    E é nesse maior contingente que foca a ministra da agricultura Tereza Cristina quando diz: "São produtos 'genéricos', cujas moléculas principais já estão à venda, que vão trazer diminuição de preço, para que os produtores possam ter viabilidade nos seus plantios”. A lógica é: mais concorrência pode baixar preços e, com isso, também se espera diminuir o volume de utilização de agrotóxicos piratas, que são ainda mais perigosos.

    Os agrotóxicos, agroquímicos, defensivos agrícolas, fitossanitários ou pesticidas, são substâncias químicas sintéticas utilizadas para matar pragas, insetos, bactérias, fungos e plantas daninhas. Usamos cerca de 500 mil toneladas desses produtos por ano, ao custo de 35 bilhões de reais, sendo 58% desse uso em plantações de soja e milho. Isso nos torna o maior consumidor mundial desses produtos em números absolutos. Mas se levarmos em consideração a quantidade de alimento produzida e a área plantada, Japão, União Europeia e Estados Unidos consomem mais agrotóxicos que nós.

    Para uma tonelada de alimento, gastamos 8 dólares em pesticidas. Já o Japão, gasta 95 dólares.

    Mas não há bem o que comemorar. Além de um alto volume de uso, ainda existe uma mudança de classificação na toxicidade que deixou muita gente alerta. Como se não bastasse, a forma como aplicamos os produtos também causa alarme. Nós, por exemplo, aplicamos vários tipos de agrotóxicos por avião. Essa prática, que é proibida em outros lugares do mundo, acaba levando pesticidas para perto de casas, animais, gado, nascentes de rios e córregos. Ou seja: o meio ambiente também fica comprometido.

    No dia 18 de setembro de 2019, tivemos a divulgação do laudo de uma investigação, paga com recursos do Ministério Público Estadual de Santa Catarina, que revelou que cerca de 50 milhões de abelhas morreram envenenadas por agrotóxicos em janeiro deste ano na região. A principal causa? Um tipo de agrotóxico usado em lavouras de soja das redondezas. Essa substância foi proibida em países como Vietnã, Uruguai e África do Sul após pesquisas comprovarem que ela é, sim, letal para as abelhas. Santa Catarina é o maior exportador de mel do Brasil, com 99% de sua produção certificada como orgânica e , agora, percebe sua produção ameaçada.

    Com tanta polêmica, nossa intenção hoje é aprofundar um pouco mais sobre esse cenário e entender os pontos que cercam os agrotóxicos e a comida que comemos. Vem degustar este programa com a gente!

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    O Bradesco lançou no último domingo uma nova campanha falando sobre toda a inovação que promove. E é coisa, viu? Tem reconhecimento facial para acessar a conta, pagamento digital, atendimento digital em Libras na agências e, claro, a BIA, a Inteligência Artificial do Bradesco!

    Há muitos anos o Bradesco já disponibiliza serviços acessíveis que dão mais autonomia à comunidade surda. E agora tem mais novidades!

    O portal Bradesco pode ser traduzido para Libras, as máquinas de autoatendimento vão ter o Saque em Libras e, pouco a pouco, todas as agências vão ganhar o atendimento digital em Libras. Aí dá pra todo mundo se entender direitinho!

    Pra saber mais, você pode ver o filme da campanha no YouTube do Bradesco e acessar www.banco.bradesco/inovacao

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

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    FAROL ACESO

    Ju — Filme Pássaros de Verão

    Cris — Filme Bacurau

    Ailin — Livro O Terceiro Prato

    Larissa — Documentário Em Breve em Vossos Pratos

  • O homem pré-histórico só pôde se estabelecer e desenvolver quando observou que a semente que caía no chão virava uma nova planta que dava mais frutos. Com isso, podia plantar e já não precisava abandonar um local pra ter mais comida. Daquele jeito, ele poderia se planejar e, assim, garantir uma tranquilidade maior.

    E parece que a gente ficou bem apaixonado com esse negócio de se planejar.

    Mas dai chegamos nos dias atuais e o mundo parece mesmo mto diferente do que grande parte das pessoas sonhou. Violência, fome, ódio, dor. Menos espaço, menos tempo livre, menos árvore. Não era nada disso que queríamos. Não era esse amor, esse presidente, esse corpo, essa casa. O plano, definitivamente, não era esse. Mas é nessa realidade que precisamos viver.

    Mas olhar pro mundo e jogar com aquilo que se apresenta é difícil numa sociedade que valoriza o planejamento. Improvisar é visto como atitude de quem não soube se preparar. Tudo precisa ser previsto, coberto, pensado. Estar de acordo com o plano é mostrar para os outros que você está no comando da sua vida.

    Estar dentro do que se planejou é estar seguro. Acima dos problemas. No controle!

    Mas… que controle é esse? Ele existe mesmo? Qual lugar o improviso pode ocupar na nossa vida? Dá pra ser mesmo quando não é?

    O programa de hoje é sobre improviso como estratégia de sobrevivência. Vem que, no fundo, nada é como esperado!

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    BRADESCO

    Mamilândia, hoje eu trouxe uma trivia pra vocês! Vocês sabiam que o Bradesco foi o primeiro banco a interagir e tirar dúvidas das pessoas nas redes sociais? Foi lá em 2009! E hoje eles estão em um monte de lugares: Facebook, Instagram, YouTube, Twitter e LinkedIn.

    A gente sempre fala aqui das campanhas do Bradesco e dá a dica de acompanhá-los e isso não é à toa: as redes deles são bem organizadas, com posts lindos e cheeeias de informações de festivais, eventos e mais um monte de outras iniciativas que o Bradesco apoia.

    Pra que você veja mais desse conteúdo, siga o Bradesco na sua rede favorita pra acompanhar tudinho!

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    ALURA

    Ó, agora vamos falar de Algoritmo G, a minissérie que você ouviu nas últimas semanas aqui no feed do Mamilos!

    Semana passada saiu 4º e último episódio. Ele foi feito em uma parceria muito bacana com o pessoal da Alura. Ela é a maior plataforma de educação tecnológica e inovação, com mais de 800 cursos de diversas áreas de conhecimento.

    E hoje, dia 13 de setembro, é o comemorado o Dia do Programador! E para que cada vez mais mulheres possam celebrar essa data e quebrar paradigmas na carreira de desenvolvimento, pra que sejam a regra e não a exceção, o Mamilos e a Alura se uniram para oferecer um desconto beeeem bacana para você mamileira! É só acessar alura.com.br/promocao/mamilos que você já cai na página de descontos.

    Vai lá, ouve os 4 episódios lindíssimos que fizemos com a Roberta Arcoverde e aproveita pra conhecer os cursos e planos de estudo da Alura!

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    PONTO DE VIRADA

    Mamileiros e mamiletes, a gente tem um convite muito especial pra vocês.

    Vem escutar o Ponto de Virada, o mais novo podcast da rede B9, curtinho, 30 minutos, pra caber na sua rotina.

    A Bia Fiorotto, nossa produtora mais amada, é quem conduz as conversas sobre carreira, misturando o olhar de especialistas com as histórias de pessoas como você, com suas dúvidas, medos e desafios

    E o motivo especial desse convite é que nós duas já contamos nossas histórias no Ponto de Virada.

    Eu contei como foi mudar de carreira, depois de já ter conquistado o meu espaço, ser respeitada como UX, como diretora de criação e ter a coragem de começar de novo, como criadora de conteúdo. Foi a primeira vez que eu organizei tudo que eu vivi em uma história, e eu amei a sensibilidade e o olhar da Deia pra minha trajetória. Escutem lá é o segundo episódio do Ponto de Virada.

    E a Ju contou como foi empreender sem grana e sem muita vocação (risos). Ela abriu o coração e contei os bastidores dessa nossa jornada no B9, os aprendizados, os erros, os medos, e o que fez ela se jogar nessa experiências sem garantias. Vai ouvir, é o quarto episódio do Ponto de Virada!

    É isso, puxa o banquinho e vem participar da conversa. Toda segunda-feira um novo episódio no ar. Acesse B9.com.br/pontodevirada pra ver todos os episódios.

    Taca-lhe o play nesse podcast!

    O Ponto de Virada é um oferecimento de Coca-Cola Café, o gás extra do seu dia.

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

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    FAROL ACESO

    Cris — Coleção de livros A Revolução das Princesas

    Oga — Livro Os Dias Antes de Nenhum, de Ricardo Terto, e palestra de Angela Davis

    Marília — Livro Quem Tem Medo do Feminismo Negro, de Djamila Ribeiro, e filme Bacurau

    Márcio — Livro O Palhaço e o Psicanalista, curso de improviso Marcio Ballas e Ballascast

    Tati — App Cíngulo

    Iza — Vídeo Gilberto Gil e Drauzio Varella - Amigos, Sons e Palavras

  • Desde o início da campanha presidencial, Jair Bolsonaro defendeu que não era exatamente “bom em economia” e que confiava muito naquele que seria o seu ministro, Paulo Guedes. Desde a sua posse em janeiro de 2019, o ministro anunciou uma série de novas medidas. Entre os destaques, ficam a aprovação da reforma da previdência, uma abertura econômica, o aumento da oferta de crédito e um programa de privatizações.

    A bola da vez é essa última. Há cerca de duas semanas Guedes prometeu uma lista de 17 nomes, que deixou o mercado eufórico. O índice Ibovespa subiu 2% na expectativa do anúncio. Segundo o jornal Valor, até a Petrobras poderia ser privatizada, o que fez os papéis da petroleira subirem 8%.

    Mas a euforia durou pouco, no pronunciamento o governo anunciou apenas 9 empresas, além de 8 que já constavam no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos).

    Agora que já sabemos que as estrelas, Banco do Brasil, Petrobrás e Eletrobrás responsáveis pelos maiores dividendos, não estão no pacote, qual é o apetite do mercado por esse pacote de estatais?

    Isso tudo, segundo Guedes, é pra ajudar a aliviar a dívida pública e diminuir os juros no Brasil. Essa é a dívida que o governo faz com entidades financeiras ou pessoas da sociedade para pagar parte dos gastos que não são cobertos pelos impostos arrecadados.

    Em junho desse ano, a dívida pública do Brasil esteve em 3,890 trilhões de reais, de acordo com a Secretaria do Tesouro Nacional. É muito, muito dinheiro. E é a nossa maior dívida desde 2004.

    A privatização de tooodas as empresas estatais pode render até 802 bilhões de reais, de acordo com um estudo apresentado também pela Secretaria do Tesouro ao nosso Ministro da Economia, em 2018. Mas esse valor talvez seja bem menor, já que esse estudo considerou todas as 134 estatais hoje existentes , inclusive a Petrobras e o Banco do Brasil.

    Mas não pense que privatizar é uma solução muito recente. Desde 1995, no governo FHC, foram privatizadas empresas como a Light, a Telesp, Vale do Rio Doce, a Damatec, o Porto de Salvador, a CESP (Companhia Elétrica do Estado de São Paulo) e o Banespa, além de muitos outros bancos estaduais.

    E o resultado? A Telesp, que depois virou Telefônica, passou a faturar 13 bilhões de reais em vez 4. E a instalação de uma linha telefônica passou a levar até 2 semanas em vez de até quatro anos. A Vale do Rio Doce, que virou apenas “Vale”, aumentou o faturamento de 3,9 para 5,5 bilhões. Aumento de lucro e de eficiência nos serviços e dinheiro na mão. Parece algo bom.

    Mas nem todo mundo concorda.

    Tem gente que contesta em função do valor que elas trazem para os cofres públicos. O valor de dividendos distribuídos pelas estatais exclusivamente para a União também é bastante expressivo, correspondendo a R$ 285 bilhões, no período compreendido entre 2002 e 2016, com média de R$ 19 bilhões por ano. Vender ativo pra cobrir rombo soa como vender a prata da família para jantar fora.

    Além disso existem as considerações sobre o valor estratégico dessas empresas. Estatais podem ajudar a assegurar um nível de concorrência adequado (oferta e preço), possibilitando a implantação de diretrizes governamentais relacionadas a metas ambientais, escolhas tecnológicas, desenvolvimento regional, patamares mínimos de investimento, expansão da oferta e preços módicos.

    Pelo mundo, estamos vivendo, depois das privatizações dos anos 90, casos de reestatização. A principal justificativa são os problemas no atendimento à população associados à ineficiência da gestão privada desses serviços. Destaca-se o setor de água e esgoto, que registra mais de 240 casos de reestatização em países como os Estados Unidos (58 casos), França (94 casos), Alemanha (9 casos), entre outros.

    Com tanta polêmica, nossa intenção hoje é qualificar esse debate para entender: Privatização: sim ou não. Trouxemos pra isso dois especialistas de peso: a economista e advogada Elena Landau, ex-diretora do BNDES na era FHC e o professor do Instituto de Economia da Unicamp Marco Antonio Rocha, pesquisador do Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia e membro do Centro de Conjuntura e Política Econômica, ambos também da Unicamp.

    Vem com a gente!

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    BRADESCO AJUDA VOCÊ A EMPREENDER

    Hoje o recado do Bradesco é mão na massa: quantas de nós não estamos tentando fazer virar um negócio? Tem muita gente nesse momento de vida, imaginando e fazendo do seu jeito o seu próprio ganha-pão.

    Lembro da história linda da Ana Paula Xongani sobre como ela passou por esse processo de imaginar um negócio, ter medo, mas seguir e criar. Pra apoiar, o Bradesco construiu uma oferta de conta MEI – que é o micro empreendedor individual. Você confere mais sobre isso em banco.bradesco/mei! O filme que o Bradesco fez pra essa campanha tá lindo, cheio de referências da força e atitude que a gente precisa pra enfrentar e colocar de pé uma empresa individual. Corre lá no canal do banco no Youtube pra assistir!

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    CAMBLY ENSINA INGLÊS 24 HORAS POR DIA

    A gente sabe que quem ouve o Mamilos e outros podcasts quer usar um tempo de deslocamento ou de tarefas do dia pra se informar ou se entreter. E sabe o que mais dá pra fazer quando sobra um tempinho? Aprender inglês com o Cambly!

    O Cambly é a única plataforma de aulas de inglês online que cria pontes entre alunos e professores de inglês nativos de língua inglesa instantaneamente. Como uma Netflix, só que de aulas particulares ao vivo, 24h por dia.

    Lá é tudo super flexível. Você pode escolher quanto tempo de aula quer fazer, quantos dias na semana, o sotaque do professor, o tipo de aula que quer ter e até dá pra escolher um professor que também goste das mesmas coisas que você, que goste de podcast, por exemplo! E dá pra fazer aulas on demand, mas também dá pra reservar horário se a pessoa preferir.

    E você, ouvinte querido, também pode fazer uma aula totalmente grátis e conhecer o Cambly.. É só você acessar o Cambly e usar o nosso código MAMILOS. E se você tem criança em casa, a aula experimental no Cambly Kids custa só 1 real!

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    PONTO DE VIRADA

    Dúvidas existenciais na carreira?
    Vem escutar um papo franco sem receitas milagrosas.

    O Ponto de Virada é o mais novo podcast da rede B9.
    A Bia Fiorotto, nossa produtora mais amada, é quem vai conduzir esse papo misturando o olhar de especialistas com as histórias de pessoas como você, com suas dúvidas, medos e desafios

    Puxa o banquinho e vem participar da conversa. Toda segunda-feira um novo episódio no ar. Acesse B9.com.br/pontodevirada pra ver todos os episódios.

    Taca-lhe o play nesse podcast!

    O Ponto de Virada é um oferecimento de Coca-Cola Café, o gás extra do seu dia.

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    Quem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.
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    EQUIPE MAMILOS

    Edição – Caio Corraini
    Produção – Beatriz Fiorotto
    Apoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elenco
    Publicação – B9 Company

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

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    FAROL ACESO

    Cris: 2ª temporada de MindHunter

    Ju: Filmes Soni, Casados (Mas nem tanto) e Tanu Weds Manu

    Marco: Novo álbum Black Alien - Abaixo de Zero

  • Estamos chegando ao quarto e último episódio da nossa minissérie Algoritmo G sobre Mulheres e Tecnologia. Ao longo da nossa jornada derrubamos os mitos que mulheres não são boas em exatas, depois que elas não teriam interesse por tecnologia e por fim que elas não teriam ambição. Nessa reta final queremos derrubar um último e poderoso mito: não faz diferença se é homem ou mulher, o importante é ser bom no que faz! Vocês já devem ter ouvido isso né?! Conversamos um pouco sobre diversidade e a diferença que ela traz pro negócio e pro mundo com duas grandes profissionais: Nathália Ceneviva, especialista em Recursos Humanos e Gabriela Mattos, desenvolvedora.

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    EQUIPE

    Edição – Jessica Correa
    Produção – Beatriz Fiorotto
    Roteiro – Juliana Geve
    Publicação – B9 Company
    Capa – Carol Nazatto
    Apresentação – Roberta Arcoverde, Cris Bartis e Juliana Wallauer

  • Estamos batendo recordes, mas não há nada para se orgulhar.

    Entre janeiro e agosto deste ano, as queimadas aumentaram 83% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Inpe. O número é o maior em sete anos, com quase 73 mil pontos de incêndios registrados. As queimadas atingiram a tríplice fronteira entre Brasil, Bolívia e Paraguai, consumindo mais de 20 mil hectares de vegetação.

    A causa? A ação de desmatadores.

    Em um artigo no Estadão, o engenheiro ambiental Tasso Azevedo explica: “É parte da dinâmica do desmatamento em regiões tropicais. Primeiro, se põem abaixo as grandes árvores; depois passa o correntão para derrubar a vegetação mais baixa; e depois de algumas semanas secando, ateia-se fogo a fim de terminar o serviço”.

    Essa estratégia chamou mais atenção pelo planejamento no Pará, onde no dia 10 de agosto aconteceu o “Dia do Fogo”, quando produtores rurais começaram um movimento via WhatsApp para atear fogo nas áreas da Floresta Amazônica para plantar pasto.

    A cobertura midiática nacional não focava muito nos incêndios até que, na segunda-feira, dia 19 de agosto, São Paulo viveu um momento inesquecível: algo escureceu o céu da cidade e fez com que o “dia virasse noite” às 3 da tarde. Neblina? Tempestade? Que nada. Era uma camada densa de fumaça. O fenômeno atingiu também outras cidades do Brasil e da Bolívia.

    O assunto explodiu. Noticiários do mundo inteiro estão destacando o aumento dos incêndios na Amazônia e as declarações de Bolsonaro sobre essa questão. O G7, grupo que reúne os países mais industrializados do mundo, ofereceu 20 milhões de dólares para ajudar a cobrir os custos da operação para apagar os incêndios. Jair Bolsonaro ainda não comunicou se aceitará a ajuda.

    A atenção mundial para as queimadas nos leva à reflexão sobre os custos da pecuária para o meio ambiente. Todo esse investimento nos torna um dos principais produtores e exportadores mundiais de carne. A pecuária corresponde a 6,6% do PIB nacional em 2018, movimentando cerca de 264 bilhões de reais.

    A gravidade da emergência que estamos enfrentando nos ajuda a trazer para a pauta uma discussão incômoda, que sempre protelamos. Será que está na hora de repensar nosso consumo de carne e de outros produtos de origem animal?

    Essa já é uma tendência de comportamento crescente e também é um mercado cheio de potencial: 55% dos entrevistados pelo IBOPE disseram que consumiriam mais produtos sem qualquer ingrediente de origem animal.

    Para construir a ponte entre quem não consegue considerar a hipótese de abrir mão do seu bife e quem é ativista da causa animal, escolhemos abordar o tema através do relato de três pessoas que fizeram a escolha pelo vegetarianismo a partir de diferentes perspectivas e por motivos diversos. E pra costurar essas histórias com a gente, convidamos um xodó da audiência pra quebrar o gelo. Na mesa, contamos com a presença de Eduardo Jorge, médico sanitarista, ex-deputado estadual, federal e ex-Secretário da Saúde e do Meio Ambiente de São Paulo.

    Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!

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    BRADESCO AJUDA VOCÊ A EMPREENDER

    Hoje o recado do Bradesco é mão na massa: quantas de nós não estamos tentando fazer virar um negócio? Tem muita gente nesse momento de vida, imaginando e fazendo do seu jeito o seu próprio ganha-pão.

    Lembro da história linda da Ana Paula Xongani sobre como ela passou por esse processo de imaginar um negócio, ter medo, mas seguir e criar. Pra apoiar, o Bradesco construiu uma oferta de conta MEI – que é o micro empreendedor individual. Você confere mais sobre isso em banco.bradesco/mei! O filme que o Bradesco fez pra essa campanha tá lindo, cheio de referências da força e atitude que a gente precisa pra enfrentar e colocar de pé uma empresa individual. Corre lá no canal do banco no Youtube pra assistir!

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    CAMBLY ENSINA INGLÊS 24 HORAS POR DIA

    A gente sabe que quem ouve o Mamilos e outros podcasts quer usar um tempo de deslocamento ou de tarefas do dia pra se informar ou se entreter. E sabe o que mais dá pra fazer quando sobra um tempinho? Aprender inglês com o Cambly!

    O Cambly é a única plataforma de aulas de inglês online que cria pontes entre alunos e professores de inglês nativos de língua inglesa instantaneamente. Como uma Netflix, só que de aulas particulares ao vivo, 24h por dia.

    Lá é tudo super flexível. Você pode escolher quanto tempo de aula quer fazer, quantos dias na semana, o sotaque do professor, o tipo de aula que quer ter e até dá pra escolher um professor que também goste das mesmas coisas que você, que goste de podcast, por exemplo! E dá pra fazer aulas on demand, mas também dá pra reservar horário se a pessoa preferir.

    E você, ouvinte querido, também pode fazer uma aula totalmente grátis e conhecer o Cambly.. É só você acessar o Cambly e usar o nosso código MAMILOS. E se você tem criança em casa, a aula experimental no Cambly Kids custa só 1 real!

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    PROJETO LIMPEZA NA PRAIA

    Nos últimos programas a gente tem falado sobre como a FARM acredita em preservar a natureza, sua grande fonte de inspiração. Agora, junto doInstituto Aqualung, a marca quer convidar você para um dos eventos do Projeto Limpeza na Praia!

    Essa iniciativa foi criada em 2004 pelo Instituto Aqualung. É um projeto de
    educação ambiental que tem o objetivo de ajudar a diminuir um dos maiores problemas ambientais da atualidade: as crescentes montanhas de resíduos produzidas pela sociedade de consumo. São promovidos quatro grandes eventos por ano de limpeza nas praias, rios e lagoas e todo mundo pode ir pra fazer sua parte pela preservação do meio-ambiente!

    E o próximo será apoiado pela FARM! Será no dia 21 de setembro, na praia de Copacabana, de 09h às 13h, em frente ao hotel Marriot. Pra você saber mais, entre lá no site institutoaqualung.com.br! E não se esqueça de seguir o Instagram da FARM (@AdoroFARM) e conferir o site farmrio.com.br!

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    EQUIPE MAMILOS

    Edição – Caio Corraini
    Produção – Beatriz Fiorotto
    Apoio a pauta – Jaqueline Costa e grande elenco
    Publicação – Pedro Strazza

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

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    FAROL ACESO

    Eduardo: Livro “Alimentação Sem Carne” e filme “A Melhor Juventude”;
    Cris: Filme “O Patrão: Radiografia de um Crime”;
    Ju: Série “Shtisel” e filme “Okja”.

  • No Brasil, cerca de 600 mil pessoas sofrem de epilepsia resistente aos tratamentos convencionais. O uso terapêutico de componentes da maconha, segundo pais e mães de pacientes, reduziu sintomas de doenças como convulsões, epilepsia e dores. O canabidiol é usado para o tratamento de outras doenças como a esclerose múltipla, Alzheimer, Parkinson, dores crônicas, entre outras. Empresas estimam que o público potencial para esses tratamentos é de quase 4 milhões de pessoas em 3 anos, o que geraria um mercado de quase 5 bilhões ao ano.

    Atualmente, há no Brasil apenas um medicamento à base de cannabis registrado, o Mevatyl, composto por CBD e THC, o princípio psicoativo da maconha, e indicado para espasmos musculares em quem tem esclerose múltipla. Ele é fabricado por uma empresa do Reino Unido.

    Desde a autorização do uso terapêutico do CBD, em 2015, mais de 78 mil unidades de produtos à base da planta – óleos, cápsulas e outros – foram importados. Cada paciente precisa pedir a liberação para uso próprio à Anvisa. Hoje, quase 5 mil pessoas têm autorização. O problema, porém, é o custo. Um tratamento por três meses chega a 2 mil reais. Como saída, famílias apelam à Justiça — ou caem no mercado ilegal.

    Para responder a essa demanda, em junho de 2019, a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária abriu duas consultas. Uma resolução falava de cultivo, requisitos técnicos e administrativos para o cultivo da planta com fins medicinais e científicos desde o plantio até a fase de secagem e distribuição. A outra, sobre medicamentos, definindo procedimentos específicos para registro e monitoramento de medicamentos à base de cannabis, seus derivados e análogos sintéticos. Isso inclui os fitoterápicos.

    A consulta durou 2 meses e foi finalizada 19 de agosto. Das 554 pessoas que responderam, 61% se apresentam como consumidores do canabidiol.
    O presidente da Anvisa declarou que a “maioria esmagadora” das contribuições foi de apoio à medida.

    Um texto final, incorporando as sugestões dos respondentes, será votado pelos diretores da ANVISA. Se aprovada, a regulamentação entrará em vigor imediatamente.

    Como o governo se posicionou em relação a esse tema? Em audiência pública o ministro da Cidadania, Osmar Terra afirmou que a liberação do plantio vai “abrir as portas para o consumo generalizado de drogas”. Ele foi respaldado por Bolsonaro e pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que disse à Folha de S. Paulo ser contra a liberação por ver nela uma forma de legalizar o uso recreativo da maconha.

    Por que tanta polêmica? Porque falar sobre o cultivo e o uso medicinal da maconha esbarra em muitos tabus. São décadas ouvindo que maconha vicia, que mata neurônios e é a porta de entrada para drogas mais pesadas.
    E é complexo: é um problema de saúde pública que se mistura às questões de segurança pública e a reflexões morais.

    Por isso hoje trouxemos dois especialistas da área de saúde para compreender melhor os efeitos, os benefícios e os riscos da maconha no corpo humano. Na mesa, contamos com a presença de Guilherme Bueno, médico psiquiatra, especialista em Terapia Cognitivo Comportamental e especialista em Dependência Química pelo Uniad-UNIFESP; e Renato Filev, biomédico, doutor em neurociência pela UNIFESP e pesquisador do CEBRID (Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas Psicotrópicas).

    Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!

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    BRADESCO PROMOVE A INOVAÇÃO

    Hoje a gente vai falar do Inovabra, que é um ecossistema criado para promover a inovação dentro e fora do Bradesco.

    Ali acontecem oito programas complementares que têm como princípio comum a coinovação. Equipes internas da organização e empresas, startups, investidores, mentores, educadores e outros parceiros cuidam dos desafios de servir a uma sociedade em contínua transformação. E pra divulgar todos esses programas de inovação do Bradesco foi criado o Hot News! Num vídeo de até um minutos, Cazé Pecini e Monique Evelle falam sobre a agenda de eventos do inovabra Habitat e novidades sobre o ecossistema de inovação.

    Essa dupla também apresenta o programa Talk Show, que bate um papo com as startups residentes no inovabra habitat. Lá se fala de tudo! De soluções criadas até aos reflexos de novas tecnologias para o mercado e sociedade. O Talk Show desse mês já tá no ar e você pode conferir tudo no IGTV.

    Pra assistir a esses programas e ficar ligado nos lançamentos de novos episódios, siga o Instagram @Inovabra!

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    Produção – Beatriz Fiorotto
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    CAPA

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    FAROL ACESO

    Guilherme: Livro “Refears Sanity – os 7 grandes mitos”;
    Renato: Livro “The Globalization of Addiction”, curso da Cultive, publicações do CEBRID, peça “A Noite dos Mortos Vivos”;
    Cris: Série “Sintonia” e podcast “Ponto de Virada”;
    Ju: Livro “A Ausência que Seremos”.