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  • Uma semana de trabalho de segunda a quinta-feira. Um fim de semana de três dias. A proposta está longe de ser nova. É prática em algumas empresas, foi proposta do programa Jeremy Corbyn e defendida por Jacinda Ardern. A proposta defendida por Pedro Gomes, economista e professor na Universidade de Birkbeck, tem três pressupostos. Que a sexta-feira e não outro dia qualquer passe a fazer parte do fim de semana. Que seja legislativamente decidido pelo governo e não uma decisão de uma ou outra empresa. E que seja generalizado. Ou seja, que haja uma coordenação no aproveitamento das vantagens da medida. E acredita que esta proposta aparentemente simples representará uma revolução semelhante à permitida pelos cinco dias de trabalho por semana. Que aumentará a produtividade, estimulará o consumo e o crescimento económico, contribuirá para a inovação, reduzirá o desemprego tecnológico, ajudará a aumentar salários e a melhorar a vida da esmagadora maioria das pessoas e dará mais liberdade de escolha a todos. 

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  • Se o objetivo da Rússia era a neutralidade da Ucrânia, ela já está em cima da mesa há muito tempo. É difícil negociar com quem não deixa claro os seus objetivos, por mais indecentes que sejam. Está moralmente certo não ceder ao atacante, até por não sabermos onde ele parará. Mas a correção moral levanta um dilema: espera-se que um quinto da população caia na fome por causa desta guerra. O que diremos àqueles que, nos países mais pobres e martirizados por tantas guerras que ignorámos, pagarão por um conflito que nada lhes diz? Neste episódio, para variar, falamos de paz. Dos caminhos, obstáculos e passos para a procurar. E para não variar, falamos da Ucrânia. Teresa Almeida Cravo é doutorada pela Universidade de Cambridge, investigadora do Centro de Estudos Sociais e professora de Relações Internacionais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. O seu trabalho centra-se em estudos críticos sobre paz e violência, segurança, desenvolvimento, intervencionismo global e política externa. 

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  • "Neoliberal" não nasceu como insulto, mas como autodenominação, que viria a ser abandonada, numa tentativa de criar uma continuidade com o liberalismo clássico, como se o intervencionismo do Estado tivesse sido um parêntesis na História. O consenso de Washington, que simboliza o poder global neoliberal, tem três elementos centrais: desregular, liberalizar e privatizar. Todos estão presentes na construção da União Europeia e do euro, o mais bem-sucedido projeto neoliberal. Disso e do seu impacto em Portugal também é discutido neste episódio com João Rodrigues, professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e doutorado pela Universidade de Manchester. Tem-se dedicado à economia política, história do neoliberalismo e financeirização do capitalismo em Portugal. É autor do novo livro "O Neoliberalismo Não É Um Slogan".

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  • Os brutais efeitos económicos da guerra entre Rússia e Ucrânia podem pôr em perigo as cada vez mais frágeis democracias europeias. E podem determinar o fim da cooperação no combate às alterações climáticas, o que corresponde a condenar o planeta, de qualquer das formas. Chegados a este conflito, a questão difícil é a que conta: como encontrar uma paz que não seja a dos cemitérios ou a mera rendição da Ucrânia? Quais são os limites de uma paz injusta? Doutorado em filosofia, professor catedrático na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Viriato Soromenho-Marques tem dedicado grande parte da sua intervenção pública e académica aos caminhos da Europa, aos direitos humanos e às questões ambientais. 

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  • Parceiro estratégico da Rússia, com quem assinou um acordo há dois meses, celebrando uma nova ordem internacional que desafie a hegemonia dos Estados Unidos, muitos analistas consideram que só a China tem capacidade para travar as aspirações bélicas de Putin. É o elefante na sala. Que papel pode ou quererá desempenhar na resolução da guerra entre Rússia e Ucrânia? Qual a influência do Congresso do Partido Comunista, que tem lugar no final deste ano, para a posição a tomar por Xi Jinping? Até onde é que esta potência global permanecerá em cima do muro, num apoio implícito a Putin, e o que a poderá fazer mudar de posição? E o que ganha com este conflito? Investigadora e professora na Universidade Nova de Lisboa, Raquel Vaz-Pinto é doutorada em Ciência Política e é autora, entre outros livros, de "A Grande Muralha e o Legado de Tiananmen". 

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  • As forças russas estão a reagrupar e a tentar, sem sucesso aparente, substituir as perdas materiais e humanas no terreno. Embora com números muito divergentes e ainda menos precisos, parece ser claro que o número de baixas russas caminha a passos largos para os que a União Soviética sofreu em dez anos no Afeganistão. As dificuldades parecem estar a conduzir a Rússia para um reposicionamento das suas ambições políticas, declarando agora que o objectivo sempre foi a autonomia das regiões separatistas. A viragem dos EUA para a Europa será estrutural ou apenas uma oportunidade circunstancial de derrotar o velho inimigo? E que papel terá a China, no mundo que herdaremos desta guerra? Em mais um episódio dedicado à guerra na Ucrânia conversamos com Daniel Pinéu, especialista em Relações Internacionais, professor e investigador na Universidade de Amesterdão.

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  • O impensável aconteceu. Temos uma guerra de larga escala em território europeu, a maior desde o fim da segunda grande guerra entre duas nações independentes, ressuscitando a lógica, linguagem e riscos de escalada da guerra fria. A violência do conflito já levou dois milhões de ucranianos a entrar, como refugiados, nas fronteiras da União Europeia. Na Ucrânia, jogam-se os interesses conflituais entre o regime de Putin, a Europa e os Estados Unidos. As relações de força internacionais não serão as mesmas depois desta guerra. É sobre isso que falamos com Pedro Caldeira Rodrigues, fundador do Público e jornalista internacional da Lusa que acompanhou de muito perto a crise nos Balcãs. Voltou da Ucrânia no início de março e esteve na região do Donbas em janeiro. 

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  • O desmantelamento do Pacto de Varsóvia e a reunificação da Alemanha tinham como pressuposto que a NATO nunca se expandiria para leste. Expandiu. E a questão é saber onde acaba essa expansão. Sobretudo tendo em conta a importância estratégica da Ucrânia, a sua centralidade na história russa e a existência de uma fronteira comum de 1580 quilómetros. Sobre a tensão que reina entre Kremlin e Kiev, conversamos com Maria Raquel Freire, doutorada em Relações Internacionais pela Universidade de Kent, investigadora do Centro de Estudos Sociais, professora Catedrática de Relações Internacionais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, especialista em Rússia e espaço pós-Soviético. Episódio gravado na tarde de dia 18 de fevereiro.

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  • Como muita gente do PS responsabilizou as sondagens pelo desfecho de Lisboa, muitos bloquistas e comunistas responsabilizam-nas pela estocada final. E parece incontestável que elas foram determinantes para uma maioria absoluta que já ninguém esperava. Não está todo o processo democrático inquinado quando sondagens e tracking polls marcam diariamente o ritmo e as táticas de campanha? É necessário apertar a regulação da utilização destes instrumentos ou proibir a sua utilização em determinada fase da campanha eleitoral? Neste episódio conversamos com Pedro Magalhães, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e coordenador das sondagens ICS/ISCTE para o Expresso e para a SIC.

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  • Todas as pequenas decisões da nossa vida deixam um rasto digital. Da hora a que acordamos, ao caminho que seguimos para o emprego, se escolhemos o transporte público a determinados dias ou o carro noutros. Tudo é quantificável. Nós somos o maior produto comercial do século XXI. Porque preferimos notícias falsas a verdadeiras? Porque as partilhamos a um ritmo muito superior, memorizando-as durante mais tempo? Joana Gonçalves de Sá é professora universitária, cientista e tem investigado as notícias falsas e a sua disseminação, socorrendo-se dos dados disponibilizados pela revolução digital para estudar os padrões comportamentais que explicam as nossas principais decisões e motivações.

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  • Apesar da Associação Americana de Psicologia e da OMS terem desclassificado, há décadas, a homossexualidade como doença, ainda há psicólogos que se dedicam a práticas de conversão, a que chamam de “terapias”. É em espaços religiosos que hoje mais acontecem. Segundo números internacionais, 20% das pessoas LGBT+ que procuram apoio psicológico são coagidas a práticas de conversão. Num estudo do psicólogo Pedro Alexandre Costa esse número pode chegar, em Portugal, a 8%. Ficam de fora os casos que acontecem em contexto religioso. Miguel Salazar cresceu numa família evangélica muito conservadora e sempre se soube homossexual. O pai e a mãe comunicaram-lhe que tinham uma solução para o seu "problema". Ir a um psicólogo da Assembleia de Deus, a sua Igreja.

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  • Em 2015, era então eurodeputado, Francisco Assis foi uma das poucas vozes que se opôs à geringonça. É esse o centro desta conversa. O passado, a crise por que passamos e o futuro que se avizinha. A sua posição passada parece reforçada pela atual crise, mas a verdade é que as suas previsões falharam. Esta foi uma das soluções governativas mais longas da nossa história democrática e não se pode dizer que tenha saído cara ao PS. E terá razão quando diz que os entendimentos à esquerda só são possíveis em circunstâncias económicas muito positivas? E que alternativa tem essa suposta impossibilidade num país e numa Europa onde a tendência já não é para a bipolarização política, mas para a fragmentação partidária?

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  • Duarte Cordeiro é o primeiro convidado da nova vida do Perguntar Não Ofende, a partir desta segunda-feira disponível no Expresso. Foi ele que substituiu Pedro Nuno Santos na espinhosa tarefa de garantir o diálogo parlamentar, que até 2019 se concentrou na esquerda. No momento em que descobrimos que PS e PSD podem estar disponíveis para viabilizar governos minoritários um do outro, tentaremos perceber porque não o fizeram agora e fomos para eleições. E imaginaremos o cenário em que a responsabilidade do chumbo do orçamento também pode ser de quem quis governar em minoria e não conseguiu os votos suficientes para o orçamento que apresentou.

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  • Em “Paraíso”, o realizador Sérgio Tréfaut regressa ao país que desejava reencontrar. Filmado nos jardins do Palácio do Catete, antiga sede do governo brasileiro no Rio de Janeiro e hoje Museu da República, Sérgio encontra homens e mulheres quase centenários que, todos os fins de tarde, se juntam para partilhar antigas canções de amor. Todos os filmes de Sérgio Tréfaut são, como ele, filmes do mundo. Nasceu em São Paulo, em 1965. É filho de Miguel Urbano Rodrigues, jornalista, alentejano e militante comunista que se exilou no Brasil no final dos anos 50. A mãe é francesa. Sérgio é de muitos lados e isso marca a sua obra. Saiu do Brasil com 10 anos, depois de uma experiência traumática familiar, quando o seu irmão foi torturado e quase morto pela ditadura brasileira. Esteve dois anos em França e chegou a Portugal em 1977. Viveu aqui até há poucos anos, tendo estudado, no meio, filosofia em França. Decidiu, numa altura pouco óbvia, regressar ao país onde nasceu. É lá que está hoje.

    Novidades sobre o Perguntar Não Ofende no fim deste episódio, a partir de 1:21:59

    A todos os patronos que ao longo destes três anos apoiaram pelo menos uma vez este podcast, o nosso agradecimento. O Perguntar Não Ofende é deles.

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    Produção: João Martins

    Música: Mário Laginha

    Ilustração: Vera Tavares



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    As eleições autárquicas mobilizam muitos milhares de portugueses em candidaturas partidárias e independentes às assembleias de freguesia, assembleias municipais e câmaras municipais. Se há uma festa da democracia, é esta. O “Perguntar Não Ofende” ainda não tem condições humanas e materiais para corresponder à riqueza e diversidade destas eleições. Esperemos que o venha a ter no futuro. Optou, por isso, por se concentrar nas duas autarquias politicamente mais relevantes: Lisboa e Porto. Esperando, daqui a quatro anos, ter capacidade para muito mais. São oito entrevistas, mais curtas do que o habitual, como fizemos nas últimas legislativas. O critério para a escolha dos entrevistados foi a sua atual representação nas duas câmaras municipais. Mas a grande novidade desta série de entrevistas deste podcast é a participação especial do jornalista Paulo Baldaia, que faz as quatro entrevistas aos candidatos do Porto. É com orgulho que contamos com o seu profissionalismo. As de Lisboa ficarão a cargo, como é costume, de Daniel Oliveira. A entrevista de hoje, conduzida por Daniel Oliveira, é a Beatriz Gomes Dias, cabeça de lista do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Lisboa.

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    Ilustração: Vera Tavares







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    As eleições autárquicas mobilizam muitos milhares de portugueses em candidaturas partidárias e independentes às assembleias de freguesia, assembleias municipais e câmaras municipais. Se há uma festa da democracia, é esta. O “Perguntar Não Ofende” ainda não tem condições humanas e materiais para corresponder à riqueza e diversidade destas eleições. Esperemos que o venha a ter no futuro. Optou, por isso, por se concentrar nas duas autarquias politicamente mais relevantes: Lisboa e Porto. Esperando, daqui a quatro anos, ter capacidade para muito mais. São oito entrevistas, mais curtas do que o habitual, como fizemos nas últimas legislativas. O critério para a escolha dos entrevistados foi a sua atual representação nas duas câmaras municipais. Mas a grande novidade desta série de entrevistas deste podcast é a participação especial do jornalista Paulo Baldaia, que faz as quatro entrevistas aos candidatos do Porto. É com orgulho que contamos com o seu profissionalismo. As de Lisboa ficarão a cargo, como é costume, de Daniel Oliveira. A entrevista de hoje, conduzida por Paulo Baldaia, é a Rui Moreira, cabeça de lista independente Porto, o Nosso Movimento e atual presidente da Câmara Municipal do Porto.

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