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  • Você abriu uma empresa e não sabe como alavancar seus negócios? O que ouve é apenas que precisa postar todos os dias no Instagram para que sua marca ganhe espaço no mercado? Então você precisa ouvir esse episódio para dar uma desencanada nessa loucura dos algoritmos e aprender sobre branding.

    Neste episódio converso com a Laís Chedid sobre empreendedorismo feminino. Ela, que é publicitária e trabalha com mães empreendedoras, vai clarear seu caminho e te ajudar a enxergar saídas, olhar por ângulos que talvez você nunca tenha olhado, além de dar dicas para que a sua marca comece a ser vista e ganhe destaque.

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  • O relacionamento abusivo é aquele que não é saudável porque envolve comportamentos desrespeitosos, controladores e abusivos. É quando uma das pessoas utiliza o poder para manipular e controlar o outro. E esses abusos podem ser físicos, emocionais, sexuais, tecnológicos e financeiros.

    Estudos mostram que, aproximadamente, uma em cada três mulheres é vítima de um relacionamento abusivo. E olha que triste: a maior parte delas não confia nas leis para protegê-las da violência.

    Você sabe se vive ou já viveu alguma vez um relacionamento abusivo? Nesse episódio damos exemplos e falamos de características de relacionamentos abusivos. Converso com a psicóloga Melissa Santini sobre os prejuízos para a mulher, como identificar uma relação dessas e como sair dela.

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  • O yoga é mais que um exercício físico. É uma ciência antiga, com mais de cinco mil anos, que tem como objetivo unir corpo, mente e espírito, possibilitando a pessoa se reconectar com sua verdadeira essência.

    Hoje, as pesquisas já reconhecem a conexão entre a energia e a matéria, enxergando o poder de alterar a energia do nosso corpo, tendo transformações positivas para a pessoa e todo o ambiente ao redor.

    Converso nesse episódio com a Paula Ubinha, professora de yoga, terapeuta e criadora do Yoga Materno.

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  • Quando pensamos em meditação, vem na nossa cabeça a imagem de um mestre budista e aquela ideia de que enquanto medita, não pode pensar em absolutamente nada, né? Aí logo desistimos até mesmo de tentar, porque parece algo impossível para a nossa realidade.

    Mas a verdade é que a meditação não está tão distante assim. Ela é uma técnica acessível, que pode ser feita por você, na sua casa, na hora que for possível, dentro da sua rotina.

    A meditação é uma técnica ancestral, que tem origens orientais, com o objetivo de trazer calma, relaxamento, conforto, tranquilidade, concentração e foco. Existem várias técnicas diferentes que incluem postura, respiração, focalização da atenção, etc.

    A meditação não tem ligação com religião, mas algumas práticas visam unir a mente, o corpo e a alma da pessoa.

    Praticando, você pode ter dezenas de vantagens, além do bem-estar e o autoconhecimento. E é sobre esse assunto que converso com a Mahê Ferreira na primeira parte do episódio. Na segunda parte, o bate-papo é com a Liz Dias, que tem um canal maravilhoso de meditação infantil no Youtube. Ela fala sobre como trazermos essa prática para as nossas crianças desde cedo, porque simmm, elas também podem e devem meditar! <3

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  • Você já se fotografou para guardar aquele olhar sobre você? Ou já foi fotografada por alguém para se ver por outros olhos? O podcast de hoje é sobre fotografia feminina, sobre como ela pode te ajudar a se olhar por outros ângulos, a se conhecer mais, a se amar mais.

    A fotografia pode trazer o olhar do outro sobre você, mas também o seu olhar sobre você, por meio de um auto-retrato.

    A fotografia tem o poder de mostrar que o que vemos sobre nós é uma versão carregada de crenças limitantes impostas por outras pessoas, cheia de rótulos e de imagens que formamos de nós mesmas durante esses anos todos.

    No meio de tantas fotos pelas redes sociais, a gente se perde do que é real. Muitas vidas sendo compartilhadas de forma superficial, muitas felicidades falsas. O objetivo desse podcast não é falarmos sobre fotos para Instagram nem selfies, mas do poder que a fotografia tem em representar, comunicar, eternizar. Além de ajudar no auto-conhecimento, aumentando o amor próprio.

    Para falar sobre esse tema, convidei a Mariana Tevah, que trabalha com fotografia no universo feminino, apoiando mulheres a resgatar seu protagonismo, registrando seus ciclos e ritos de passagem.

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  • Falar sobre maquiagem não é apenas falar sobre estética. É também sobre empoderamento, autoconhecimento e autoamor.
    Não traremos dicas sobre como se maquiar, mas sobre a importância da maquiagem como ferramenta de poder pessoal.
    Além disso, traremos dicas sobre os tipos de maquiagem e cores para algumas ocasiões.
    O papo de hoje está uma delícia. Ela, que já esteve aqui no 3º episódio “Mães solo: os perrengues todos sozinha”, volta para nos contar sobre a sua relação com a maquiagem e contar como as mulheres podem usar esse recurso a seu favor.
    Helena Coloma é maquiadora profissional, especialista em automaquiagem como ferramenta terapêutica e dona do perfil @helenacoloma_ no Instagram. Acesse lá e confira outras superdicas!
    E aí, está preparada?
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  • A primeira menstruação, conhecida como menarca, é um momento muito natural mas muitas vezes tratado com se não fosse. E a forma como somos recebidas neste período, influencia completamente em como enxergaremos a menstruação no futuro.

    Por isso quis gravar este episódio: para te dar dicas e te preparar para este momento com sua filha, sobrinha, neta, ou até mesmo para você refletir como foi a sua menarca e de que forma ela foi recebida pelas pessoas a sua volta.

    Conversei com uma especialista nesse assunto e que enxerga este momento do jeitinho que ele é: importante, sagrado e potente. A Rosiane Oliveira traz dicas de como e quando conversar com nossas filhas sobre isso, além de trazer informações, como a mudança do corpo e do emocional da menina nesta fase.

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  • Ainda há lugares em que a venda de vibradores é proibida. Mas, eu quero trazer uma boa notícia para você: aqui no Brasil é permitida! E não só é permitida, como em 2017 o mercado de venda de produtos voltados para fins sexuais teve um faturamento de quase um bilhão de reais, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME).

    E se você acha que o isolamento social desanimou as pessoas que ficaram em casa, está bem enganada. Segundo o portal Mercado Erótico.org, as vendas de vibradores durante este período teve um aumento de 50%. Mulheres casadas na faixa de 25 a 35 anos foram as maiores compradoras.

    Mais de um milhão de vibradores e consolos foram comercializados durante a pandemia aqui no Brasil. Se um desses vibradores não está aí na sua casa, venha ouvir esse episódio e se juntar a essas mulheres!

    Converso com a Natali Gutierrez, especialista e dona da marca Dona Coelha, que vende sextoys. Falamos neste episódio sobre masturbação, tipos de vibradores, como escolher o ideal para você, além de dicas para usar sozinha ou acompanhada.

    Natali é sexóloga e educadora sexual. É responsável pelo primeiro contato com sextoys de mais de 100 mil mulheres.

    Se animou? Aperta o play aí então!

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  • Venha ouvir esse episódio sobre sexualidade feminina. Falamos sobre o prazer, sexo, orgasmo!
    Até pouquíssimo tempo atrás, o sexo para as mulheres era visto como algo ligado apenas à reprodução. Então toda forma de prazer era totalmente reprimida. Chegou a ser até considerado pecaminoso (e ainda é visto assim por muita gente).

    Saiba que o sexo é tão importante para a mulher quanto para o homem. Mas, a maioria das mulheres afirmou ter dificuldade para sentir prazer na relação sexual. Muito dessa falta de prazer está na falta do autoconhecimento, em se tocar, conhecer o próprio corpo.

    Por isso quis trazer esse assunto aqui para vocês: para abrir as portas e te fazer um convite para você se conhecer mais.

    Por isso chamei a Natali Gutierrez, sexóloga e educadora sexual. Colunista de sexualidade e feminismo, YouTuber, especialista em sextoys e dona da marca Dona Coelha, de sextoys.

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  • Você sabia que o nosso útero é um campo energético que carrega emoções e memórias? Nele vive o sagrado feminino, nossa intuição e instintos. E ele é tão forte que mesmo nas mulheres que o retiraram por algum motivo, o centro de energia permanece intacto.

    As experiências vividas por nós ficam acumuladas no útero e no canal vaginal. Por isso que todas as emoções que vivemos, boas e ruins, ficam registradas para sempre em forma de memória celular.

    Se não tratarmos essas feridas, elas vão ficando mais fortes aumentando nossos medos e bloqueios, e até mesmo se desenvolvendo para doenças ou problemas físicos.

    Para falar sobre este órgão tão potente e alguns cuidados que podemos ter com ele, eu convidei a Mariana Campos, que é mentora de Vaporização do Útero.

  • Você já deve ter ouvido falar de energia feminina e masculina ou ao menos naquele símbolo bem conhecido, o Yin e Yang. Este é o nosso papo de hoje, mas vamos aprofundar nele, entender melhor o que é cada uma dessas energias e a importância de encontrarmos o equilíbrio delas dentro de cada um de nós e até nas nossas relações.

    Yin e Yang são energias opostas. Yin significa escuridão, frio, o feminino, passivo, receptivo, a atitude de deixar acontecer, espera paciente e confiante. Enquanto Yang é a claridade, quente, ativo, masculino. É a ação e atitude, o que coloca em movimento através da autodeterminação.

    Mas isso não quer dizer que toda mulher seja Yin e todo homem seja Yang. Não é tão simples assim. A verdade é que toda mulher tem a energia feminina e masculina dentro dela e todo homem também. Mas temos em intensidades diferentes. É aí que está a importância de encontrar um equilíbrio.

    Para falar sobre este assunto eu convidei a Pema e o Thiago, do @intimidadeconsciente. Eles são casados, terapeutas individuais e de casais e entendem muito sobre tantra, energia feminina e masculina e de um monte de coisas mais.

    Aperta o play aí para dar mais um passo no seu autoconhecimento.

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  • Você sabia que vulva e vagina não são a mesma coisa? Nós fomos criadas de uma forma que nos distanciou completamente dos nossos órgãos genitais, crescemos com vergonha deles, achando o cheiro ruim, feio, inventando nomes para não dizer “vagina” e, ao mesmo tempo, achando tão puro que nem mesmo a gente podia olhar.

    Quantas vezes não ouvimos: “Fecha essas pernas”, “sente-se como uma mocinha”, “tire a mão daí!”. Com isso, crescemos acreditando que não podíamos mexer na nossa vagina, conhecê-la, sentir prazer.

    Não sei se você sabe, mas o clitóris tem mais de oito mil terminações nervosas. E ele está aí somente para você sentir prazer. Então vamos entender melhor e aprender a usá-lo?

    Para desmistificar a sua, a minha, a nossa vagina, eu confiei a Victoria Castro, bióloga e educadora menstrual, que trabalha com saúde vulvística para a autoestima. Ela que é dona do perfil @digavulva.

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  • Se você já teve candidíase, não se sinta sozinha! Cerca de 75% das mulheres têm ao longo da vida.

    Você sabia que muitas vezes (muitas vezes mesmo) a causa da candidíase é emocional? É como se seu organismo tivesse dizendo: “tem algo errado acontecendo na sua vida. Vamos olhar para este problema?”

    As manifestações físicas da vagina estão relacionadas aos sentimentos ligados ao amor, sexualidade e relacionamentos. Ela também pode aparecer por conta de traumas ou dificuldade de expressar quem somos. Fez sentido por aí?

    Para entender melhor como tudo isso acontece, chamei a Rosiane Oliveira, que é doula tântrica e trabalha com a sexualidade através do seu corpo e limites.

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  • Você já ouviu falar em criança interior? De forma bem resumida, é a criança que fomos um dia e que nos acompanha por toda a nossa vida, influenciando em muitas decisões e comportamentos nossos do dia a dia.

    Mesmo sendo adultas hoje, muitas vezes reagimos igualzinho como quando éramos crianças. A sua criança interior é onde está a sua essência.

    Baixa autoestima, distorção de imagem corporal, medo de abandono, medo de críticas, resistência a mudanças, dificuldade em dizer não, se sentir responsável pelas emoções dos outros… já sentiu alguma dessas coisas? Elas podem estar ligadas a sua criança interior.

    Para falar sobre esse assunto, eu convidei a Carolinie Figueiredo, que é terapeuta, educadora parental, mãe, atriz, criadora e visionária do “Seu corpo mulher” e facilita também uma vivência online chamada “Acolha a sua criança interior”.

    Venha ouvir este episódio e mergulhe na sua criança interior! Este é um convite para você se conectar com você mesma e talvez encontrar a resposta de muitos problemas.

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  • Você é daquela pessoa que odeia a menstruação? Fica contando os dias para acabar e já fica nervosa quando ela está chegando? Que tal mudar esta sua relação com ela e passar a enxergá-la como uma grande aliada, que te convida a cada ciclo a olhar pra dentro e se autoconhecer?

    Porque sim… a menstruação é isso e muito mais! É uma potência que quando descoberta, não tem como devolver.

    Em algum momento da nossa história começamos a nos afastarmos da nossa natureza, do nosso sagrado feminino. A verdade é que hoje estamos tão distantes que já nem sabemos nos conectar com o nosso corpos natureza e as fases da lua.

    Deixamos então de sentir, nos anestesiamos. E neste distanciamento, nos perdemos de nós.

    Este episódio é um convite para a sua mulher interior, um convite para você relembrar o significado da sua menstruação, para se reconectar com o seu ciclo, seu corpo, com você mesma! É fazer a mulher selvagem que mora em algum lugar aí dentro, ser despertada e convidada a caminhar junto nesta jornada.

    Para este bate-papo tão gostoso, convidei a Anna Sazanoff, neta de raizeiro e bisneta de benzedeira. Estudou biologia, naturoterapia, tecnologias do meio ambiente, Ayurveda. Mas o que sempre tocou sua alma foram os saberes dos povos tradicionais e originários. Há uma década trabalha com a saúde feminina, trazendo o termo “Ginecologia Natural” para o Brasil. Rodou o país com o Movimento Plante sua Lua, ensinando as mulheres sobre sua ciclicidade e sobre a potência de devolverem seu sangue menstrual para a terra.

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  • Como trabalhar o autoconhecimento a partir do olhar da astrologia?
    Como nosso mapa astral pode influenciar tanto o nosso modo de agir, de pensar, a nossa vida?

    A astrologia existe há muitos anos. Antes de Cristo, inclusive! Com o tempo, a partir do estudo e observações, foram descobrindo os padrões da influência do céu na vida das pessoas.

    A astrologia pode trazer, inclusive, informações do seu passado, presente e futuro!

    Se interessou pelo assunto? Venha ouvir então esta conversa com a Ana Zanesco, astróloga, terapeuta de expressão corporal e criadora do Dance Astrologia, onde compartilha conteúdos astrológicos e facilita vivências de conexão com a dança do céu através da dança do corpo.

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  • Seria bem melhor se os problemas do nosso corpo fossem tratados como um todo, que olhassem para nós exatamente como somos: seres humanos completos, complexos, profundos. Seria bem mais interessante se, conversando e avaliando, entendêssemos o que causou aquela doença e não apenas dessem remédio para que aquilo sumisse, não é mesmo? Até porque quando se faz isso, o problema volta ou reaparece de outra forma.

    Você já ouvir falar em ginecologia natural?

    A ginecologia natural faz exatamente isso: busca entender a causa da doença e a resolve, ao invés de simplesmente fazê-la sumir com remédios. Ginecologia natural também é sobre autonomia e autoconhecimento. E sobre muito mais coisas que estão neste episódio! Então vem ouvir e aprender mais sobre este assunto com a Debora Rosa, médica ginecologista e obstetra, palestrante, professora de pós graduação, escritora e fundadora da Liga Ginecologia Natural.

  • Chegou a terceira temporada, manas! E chegou com tudo! Vamos começar este primeiro episódio falando de um tema que você pode achar meio bicho grilo, distante da sua realidade, mas que já aviso: não é!! Está aí em você e precisa ser despertado: a força do seu feminino, o sagrado feminino.

    Vamos falar sobre essa mulher selvagem que há dentro de você. E mulher selvagem não é só aquela que vive na mata, corta as plantas com facão, vive correndo descalça. Mas sim aquela que se permite ser, que não tem medo de adentrar suas profundezas, suas dores, suas sombras, que não tem medo de rir de si mesma, não tem medo de ser feliz. É a mulher que se conhece, se permite se ver, se conhecer, se enxergar.

    Este tema é para começar uma série de episódios que vão trazer assuntos como auto-conhecimento, menstruação, ginecologia natural, feminismo.

    Esta é uma temporada para, juntas, rompermos padrões antigos, nos abrirmos para o novo. Desnudarmos de crenças limitantes, descascarmos camadas que não nos fazem bem. E durante este processo, vivermos um transformação positiva.

    Te convido então a se despir, se tornar, se descobrir, se reconhecer. E este convite é feito nos apropriando do nosso corpo e nosso ciclo.

    Vamos ouvir aquelas vozes que moram dentro de nós e que tanto foram silenciadas! Vamos ganhar autonomia de nossos próprios corpos e reconquistar nossos espaços. Vamos descobrir que aquela mulher que estávamos procurando, estava todo este tempo aqui, dentro de nós. Porque NÓS somos essa mulher.

    Para começar esta jornada convidei a Gailesh Bruna, uma mulher feliz em ser mulher, mãe de três meninas e de vários projetos. É sócia fundadora da Pachamama, uma empresa de cosméticos que tem como lema o feminino por amor à terra.

    Coloca o play então e vem comigo!

  • Dados da União Europeia de Urologia mostram que 15% dos casais afetados procuram tratamento para infertilidade e apenas 5% continuam sem filhos, ou seja, o resultado dos tratamentos é bem positivo.

    No episódio anterior ouvimos mulheres contando suas histórias sobre a dificuldade que elas e seus maridos tiveram para engravidar.

    Hoje, vamos falar sobre a infertilidade pelo olhar da medicina, explicar as principais causas e opções de tratamento. E quem traz todas as informações é a dra. Camylla Felipe Silva.

  • Este podcast é para você que está naquele momento tentando engravidar, ansiosa, e esse dia não chega. Para você que fez exames e descobriu que o casal tem dificuldades para engravidar. Venha cá… sinta-se acolhida neste episódio que foi feito todinho para você não se sentir sozinha nesta jornada.

    Mas saiba de uma coisa: este processo pelo qual está passando não é o ponto final de um sonho de ter uma criança. Aliás, esta situação é muito comum, viu? Estima-se que 15% dos casais no mundo tenham dificuldades para engravidar, e a maior parte deles, de 85% a 95% dos casos, consegue no final.

    A endometriose é considerada pela Associação Brasileira de Endometriose como a principal causa da infertilidade feminina, representando 50% dos casos de dificuldade de engravidar. Para se ter uma ideia, a endometriose acomete 176 milhões de mulheres em todo o mundo, segundo dados da Organização das Nações Unidas. Somente no Brasil são cerca de 7 milhões de mulheres.

    Estudos mostram também que 85% dos casais que têm relação sexual regularmente conseguem engravidar no primeiro ano de tentativa. Mas de repente você se vê fazendo parte desses outros 15% que não conseguem. E aí? Como faz?

    Para saber melhor e conhecer a história de algumas mulheres que passaram por isso, eu convidei a Camila Fressatti e a Daiana Gomes do perfil “FIV depressão”, que conversam comigo na primeira parte do episódio, a Evelyn Souza que é tentante e participa aqui na segunda etapa deste episódio e por último, a Laura Ruas, psicóloga com ênfase em reprodução humana e infertilidade.

    No episódio seguinte, o de número 72, eu converso com uma médica que explica os principais motivos, as opções de tratamento e tira todas as dúvidas que as ouvintes enviaram.

    Então aperta o play e vem com a gente bater papo sobre este assunto tão importante.