Episodes

  • Há 11 anos a Sabrina vive com HIV. No início, tudo foi muito difícil pra ela: foi demitida, expulsa de casa e acabou morando um ano e três meses na Casa Sol Nascente, uma instituição para pessoas que vivem com HIV, em Fortaleza, no Ceará. 

    Mesmo tendo perdido tudo, a Sabrina nunca perdeu a esperança de viver. Dentro da instituição ela conseguiu um trabalho e, consequentemente, alugar um espaço para ela. Com o tratamento em dia, hoje ela faz parte do grupo de pessoas que vivem indetectáveis, ou seja, que não transmitem mais o vírus por conta da baixa quantidade dele no organismo. 

    Nesse meio tempo a Sabrina também casou com um rapaz que não vive com HIV. Os dois formam um casal sorodiferente.⁣ E no ano de 2020 ela passou a falar abertamente sobre o assunto nas redes sociais e tem ajudado muitas outras pessoas que, como ela, no início estavam perdidas, sem informação alguma. 

    O Histórias para ouvir lavando louça é um podcast do ter.a.pia apresentado por Alexandre Simone e Lucas Galdino. Para conhecer mais do ter.a.pia, acesse historiasdeterapia.com.

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    Edição: Felipe Dantas

    Roteiro: Larissa Vaiano

  • "Exagerado" é sem dúvida a música da vida do João e da Ale! Os dois nasceram no mesmo dia e na mesma maternidade, em 1985, e foram se encontrar em 2004 no Orkut, em uma comunidade que reunia pessoas nascidas em 30 de dezembro.

    Num primeiro momento a coincidência não despertou nada nos dois. Na verdade, eles só foram ficar juntos mesmo em 2012 e desde então estão juntos!

    E é claro que essa data não ficou marcada só no aniversário dos dois, mas também no noivado e no casamento! Em 2014, o João pediu a Ale em casamento adivinha onde? No hall da maternidade onde os dois nasceram no dia 30 de dezembro!

    E em 2016, os dois oficializam o casamento... também no dia 30 de dezembro! Fala sério... o destino do casal foi traçado na maternidade, né?
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    Edição: Felipe Dantas
    Roteiro: Larissa Vaiano

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  • O Seu Idair e a Dona Lúcia transformaram o luto pela perda do filho em uma ação linda, que dura mais de 20 anos e ajuda milhares de famílias no Norte de Minas.

    Tudo começou em 2001, quando o filho do casal, Heitor, de cinco anos, foi vítima de um atropelamento na calçada de casa, enquanto brincava. O acidente foi fatal.

    Na época, os pais foram orientados sobre o extinto Seguro DPVAT, que poderia ser sacado pela família, mas Idair e Lúcia preferiram não dispor do dinheiro pois entendiam que nenhum valor repararia aquela sua dor. Alguns meses após o acidente, Idair viu uma reportagem na TV que falava sobre a fome no Norte de Minas. Movido por um sentimento interno de grande empatia, pensou em usar aquele dinheiro do Seguro DPVAT em prol daquelas famílias. Desde então, de 3 em 3 meses, eles mobilizam grupos de voluntários para levar às famílias das cidades com os menores IDH’s de Minas Gerais: cuidado, amparo, dignidade, respeito, além é claro, milhares de cestas básicas, roupas, calçados, kits higiene, guloseimas, brinquedos, kits bebê, ração, leite, biscoitos e amor, muito amor!
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    Edição: Felipe Dantas
    Roteiro: Larissa Vaiano

  • Tudo na vida da Sara e do Juliano aconteceu rápido! Eles se conheceram em 2020 nos comentários de uma live no Facebook. Os dois logo perceberam que aquela amizade virtual tinha potencial.

    Sete meses depois de se conhecerem virtualmente, a Sara sai do interior de São Paulo e foi para Curitiba viver esse amor. Os dois se casaram e viveram felizes até que pouco tempo depois, Juliano é internado com Covid-19 e não volta mais para casa. 

    Apesar do amor deles ter sido curto em tempo, a Sara sabe que viveram um amor de verdade, puro e que esse pouco mais de um ano juntos foi de estrema importância.  

    Muitas pessoas julgaram os dois pela rapidez de tudo, mas quanto tempo é necessário para amar? Às vezes, esperar demais é perder a oportunidade de viver algo lindo. 

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    Edição: Felipe Dantas

    Roteiro: Larissa Vaiano

  • O Rubens e a Lud se conheceram em 2011 de um jeito bem comum para dois adolescentes. Eles estavam jogando na internet e acabaram se tornando muito amigos, mas era só isso, já que ela morava em Uberlândia e ele em São Paulo.
    Dois anos de amizade virtual, a Lud decide vir passear em São Paulo e fica hospedada na  casa do Rubens. Todo mundo torcia para os dois ficarem juntos, mas demorou um pouco para eles perceberem que aquela amizade tinha um temperinho a mais! 
    No último dia da viagem, eles se beijaram e entenderam que foram feitos um para o outro. Pouco tempo depois, o Rubens decide se mudar para Uberlândia e oficializar esse relacionamento em terras mineiras. Faz 10 anos que os dois estão casados e jogando videogame juntos como foi desde o primeiro encontro virtual. <3
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    Apps de namoro crescem na pandemia: https://forbes.com.br/forbes-tech/2021/06/apps-de-namoro-crescem-na-pandemia-conheca-os-7-melhores
    Edição: Felipe Dantas 
    Roteiro: Luigi Madormo

  • Duas primas de 18 anos, a Nicole e a Vivian, se dedicaram nos últimos anos a cuidar do Seu Josias, um senhor de 83 anos, com Alzheimer, amigo da família. Apesar da falta de laço sanguíneo, o que não faltava nessa relação era amor!
    O Seu Josias é amigo da família das meninas há mais de 40 anos. Ele veio de Minas para São Paulo atrás de uma vida melhor, mas passou muito perrengue até ser despejado de onde morava. O avô da Vivian e da Nicole resolveu oferecer ao Josias uma casinha nos fundos da casa da família em troca dele ajudá-lo a erguer a casa.
    Apesar de morar ali por todo esse tempo, Seu Josias era muito independente e mais vivia fora de casa do que ali. Tanto é que na infância, elas não tinham contato com ele.
    Mas recentemente, Seu Josias que não tinha tanto contato com a família começou a dar sinais que não estava bem. Ele esquecia de tomar banho, de comer... e a família da Nicole e da Vivian começou a desconfiar que era Alzheimer. E realmente era.
    As meninas logo se prontificaram a cuidar dele e criaram um laço muito forte de amor com aquele senhor que era apenas um inquilino ali no quintal em que elas moravam. Em pouco tempo, a doença foi progredindo com rapidez e elas viviam em função dos cuidados dele.
    Durante todo esse período, elas perceberam que estar com o Josias era algo que as engrandecia. Mesmo tão novinhas, elas passaram a dar valor a muitas coisas que adolescentes muitas vezes sequer pensam. Essa troca entre gerações foi maravilhosa para ele, que estava sendo muito bem cuidado, e para elas também, que aprenderam a amar genuinamente e a se dedicar ao próximo sem esperar nada em troca.
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    *A gravação da história com as meninas e o Seu Josias aconteceu no dia 16 de novembro e, 10 dias depois, ele faleceu em decorrência de uma pneumonia. Esse episódio é uma homenagem ao doce Josias e a todos aqueles que cuidam. <3
    Edição: Felipe Dantas
    Roteiro: Larissa Vaiano

  • Com apenas 16, o Mateus entendeu que sua vida é política. Não da forma institucional e partidária que a gente conhece (e muita gente abomina), mas que por ser um garoto com deficiência, negro, pobre e morador do interior de Minas. 

    Todas essas características não são apenas simples características, mas são aspectos da vida do Mateus que marcam toda a sua vivência desde cedo.

    Quando ele ainda era bem novinho, seus pais descobriram que ele tinha hemiplegia, um tipo de paralisia cerebral que atinge um dos lados do corpo, impossibilitando ou dificultando os seus movimentos. Ele cresceu com todo apoio possível dos pais e dos médicos, mas isso não quer dizer que na rua ou na escola, ela não tenha sido apontada de maneiras constrangedoras. 

    O fato do Mateus ser um garoto negro soma mais uma camada de preconceito, que por mais que algumas pessoas tentem negar, existe e afeta diretamente a vida dele. E isso tudo já o fez ter a autoestima muito baixa, era difícil aceitar tudo isso. 

    Com acompanhamento profissional de um psicólogo e também ganhando maturidade, o Mateus entende que essas características não eram um problema sobre ele, mas de uma sociedade que foi criada em pilares capacitistas e racistas. 

    Isso desperta nele um senso político bastante grande, e quando surge a oportunidade de participar do Parlamento Jovem em sua escola, ele não pensa duas vezes e entra de cabeça! 

    O Parlamento Jovem Brasileiro - PJB é um programa de educação para a democracia realizado anualmente pela Câmara dos Deputados e dirigido a estudantes do Ensino Médio de todo o Brasil. O projeto é uma oportunidade para que os jovens aprendam sobre política, democracia e Poder Legislativo.

    Ali, o Mateus descobriu que política não é algo que a gente tem que pensar a cada dois anos, nas eleições, mas ações feitas para poder criar propostas que melhoram a vida de todos. 

    Em 2021, o tema do PJB focou em sustentabilidade e meio ambiente, e a turma do Mateus já enviou sua proposta para a Câmara de Minas. Em 2022, um dos temas será voltado para acessibilidade, inclusão e pessoas com deficiência, e ele já está ansioso para poder criar um projeto potente para a Câmara. 

    Além da política, a escrita é outra paixão do Mateus. Ele tem um livro escrito de forma caseira, e se não já fosse o bastante, ele lançou um podcast para falar com as pessoas ali de Ponte Nova, sua cidade. 

    O Histórias para ouvir lavando louça é um podcast do ter.a.pia apresentado por Alexandre Simone e Lucas Galdino. Para conhecer mais do ter.a.pia, acesse historiasdeterapia.com.

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    Edição: Felipe Dantas

    Roteiro: Luigi Madormo 

  • Imagina você, na despedida do seu intercâmbio na Alemanha, engravida de um desconhecido e só descobre semanas depois que voltou ao Brasil? Esse foi o caso da Jenny! Mas como numa boa história de filme, essa história tem inúmeras reviravoltas e tudo se acerta no final. Talvez não do jeito "conto de fadas", mas o que importa é que mãe e filho estão bem e felizes, aqui no Brasil. 

    A Jenny foi passar um tempo na Alemanha para conhecer a cultura que era tão próxima da sua família. Um ano de muito aprendizado, ela decide voltar e fazer a vida aqui no Brasil. Na despedida, ela conhece um carinha, o clima esquenta e eles acabam passando a noite juntos. Ela nem pegou o telefone dele porque sabia que voltaria para casa dias depois. Era realmente algo muito casual.

    Semanas depois, já no Brasil, ela descobre que está grávida. E agora? Aos 23 anos, sem ter terminado a faculdade, sem trabalho, sem falar para a família com medo da reação e, se não bastasse, sem o contato do cara, ela se vê desesperada. O que faria? 

    Com mais calma, ela lembra de uma amiga na Alemanha que poderia ajudar a encontrar o rapaz. E encontra! Ele não titubeou e apoiou a Jenny em toda a gravidez. Ela também conta para a família, claro, e todo mundo a acolhe. Tudo certo. Mas e agora? Seria o caso dela ir para a Alemanha e tentar alguma coisa com o pai biológico do seu filho?

    A pá de cal é jogada nessa ideia à lá conto de fadas quando ela descobre que, semanas depois deles terem se envolvido, o rapaz começou a namorar. Tudo bem, o importante era ele assumir a paternidade do bebê e isso nunca foi um problema. 

    No meio de todo essa história típica de novela das 9, a Jenny conhece o Albanaz. A princípio, ela não queria nada porque não iria se envolver com ninguém estando grávida. Era informação demais. Ele também não investiu e sempre respeitou o espaço e o tempo da Jenny. Mas que algo ali existia, existia!

    Não à toa, o Albanaz estava com ela no dia do nascimento do Jojo. Ele tem até uma foto com o bebê na maternidade. Mas até aí, pura amizade! Alguns meses depois, o primeiro beijo finalmente sai! Jenny já estava mais resolvida com toda a questão da maternidade, Albanaz também já demonstrava que aquela amizade poderia ser algo a mais. 

    Albanaz assume a criação do Jojo. O pai biológico do Jojo também assume a paternidade, mesmo à distância. A Jenny fica tranquila com toda a história. Não era um conto de fadas que fizeram ela acreditar na infância, mas era uma história real e muito feliz. Tão feliz que já dura dez anos! E há oito nasceu também Noah, filho da Jenny com o Albanaz, irmão do Jojo. Tem como ser mais feliz que isso?

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    Edição: Felipe Dantas

    Roteiro: Larissa Vaiano

  • A história da Naomi não é exceção à regra na vida de tantas mulheres trans e travestis no Brasil. A história da Naomi é a história de uma infância roubada, negada. Desde os 11 anos ela é violentada das piores formas apenas por expressar quem é, por não se adequar ao que esperavam dela. 

    Agredida com uma colher quente pela mãe, ameaçada na rua, abusada sexualmente por familiares e por estranhos, expulsa de casa... Não havia outra forma de sobreviver nas ruas, senão usando seu corpo como ferramenta de trabalho. Mais uma agressão, uma marca na alma. Tudo isso antes mesmo de se entender como pessoa. 

    A história da Naomi é forte, é dura, mas importante ser ouvida para podermos, enquanto sociedade, mudar esse caminho destinado a tantas outras Naomis que ainda sofrem com a discriminação e a exclusão. 

    O Histórias para ouvir lavando louça é um podcast do ter.a.pia apresentado por Alexandre Simone e Lucas Galdino. Para conhecer mais do ter.a.pia, acesse historiasdeterapia.com.  

    Edição: Felipe Dantas

    Roteiro: Luigi Madormo

  • A história da Lu já foi contada aqui no ter.a.pia, no ano passado, sobre a doação e amor dela para com seu filho Bento, um menino trans, e foi através dessa história de amor incondicional de uma mãe e filho que surge Roberto, um rapaz que assistiu à história e se encantou por ela. 

    Meses depois ele entra em contato com a Luciana e os dois começam a conversar sobre a vida, sobre família e sobre a causa LGBTQIA+. Esse papo despretensioso se tornou algo recorrente no dia a dia dos dois, que hoje formam um casal feliz e realizado. 

    A história da Lu com o Bento tá disponível aqui: https://facebook.com/525903814759325.

    O Histórias para ouvir lavando louça é um podcast do ter.a.pia apresentado por Alexandre Simone e Lucas Galdino. Para conhecer mais do ter.a.pia, acesse historiasdeterapia.com. 

    Edição: Felipe Dantas

  • O Rodrigo nasceu numa família humilde do interior de Minas e nunca pensou que o Jiu Jistu poderia transformar a vida dele do jeito que transformou, e que mais tarde faria ele transformar a vida outras 450 crianças em situação de vulnerabilidade social.

    Bem jovem, o Rodrigo foi convidado por um mestre de Jiu Jitsu para fazer as aulas, mas ele não tinha dinheiro para isso. Foi aí que o mentor sugeriu dele limpar o tatame após os treinos e lutas em troca das aulas. Sem nem pensar, o Rodrigo aceitou.

    A arte marcial foi tão importante nesse momento para o Rodrigo que além de um lutador, ele também cresceu como pessoa, como cidadão. Vendo seus colegas de tatame falando sobre vestibulares e faculdade - algo que ele jamais pensou que faria - e decidiu que também se tornaria um universitário, e conseguiu!

    Juntanto aqui, fazendo um bico ali ele conseguiu entrar na faculdade de engenharia e para ganhar uma bolsa de estudos, ele desenvolveu o @tatamedobem_oficial, um projeto que começou oferencendo aulas de Jiu Jitsu para as crianças do bairro dele, mas que em oito anos já transformou a vida de mais de 450 de crianças!

    Hoje o Tatame do Bem vai além das aulas de artes marciais e oferece assistência social, alimentação, aulas de informática e cursos profissionalizantes. E como o Rodrigo diz, o projeto visa transformar esses jovens campeões, mas não só dentro do tatame, como fora também!

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    Roteiro: Luigi Madormo

    Edição: Felipe Dantas

  • A Giselli teve seu primeiro filho aos 15 anos. Até os 21, ela teve mais três filhos. Mas ela decidiu que não iria ser julgada por ser uma mãe solo e jovem e buscou mudar toda sua vida.

    A maternidade precoce não é algo raro no nosso país. Quantos casos a gente não conhece de crianças que acabaram virando pais de outras crianças muito cedo, né?

    E por mais que isso seja uma questão que deve ser discutida como assunto de interesse público - cada vez se faz mais urgente falar sobre educação sexual - a primeira coisa que não deve ser feita é a condenação moral.

    É importante que a gente entenda que o acolhimento emocional é essencial para que a gente deixe de enxergar a maternidade / paternidade precoce como o fim da linha de muitos jovens.  

    Um exemplo disso, é a própria Giselli que foi se ajeitando, voltou a estudar e começou a trilhar um caminho de sucesso depois que sua família a acolheu. Hoje, aos 35 anos, ela é concursada, tem sua casinha própria e cria seus filhos da melhor maneira possível!

    E mesmo que apareça uma ou outra pessoa para julgá-la, ela tira tudo de letra porque sabe que sua trajetória pode ser inspiradora para outras mães jovens e/ou solo.

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    Roteiro: Luigi Madormo 

    Edição: Felipe Dantas

  • Pode jogar fora todas as suposições que você teve quando leu o título desse episódio. A dona Izabel, mãe da Cris, tem Síndrome de Down, mas a história delas não é nada comum.

    Caçula de uma família de 19 irmãos, a Dona Izabel passou parte da vida sendo considerada pelos familiares como alguém que vivia "no mundo da lua", mas ninguém apontava o dedo para ela por conta disso. Era o jeitinho dela, e ponto.

    Aos 25 anos, Izabel começou a namorar com José Ribeiro, um primo de segundo grau, que morava próximo. Seis meses depois, eles decidiram se casar. Alguns dos irmãos dela não queriam deixar porque falavam que ela não era muito certa, mas a mãe dela permitiu.  

    Desde o início, tanto Izabel, quanto José queriam ter filhos, mas passaram-se 10 anos e nada deles engravidarem. Até que decidiram levá-la ao médico para descobrir o motivo.   

    E só nessa consulta, aos 35 anos de idade, que Izabel e a família descobriram que ela tinha Síndrome de Down. O médico que passou o diagnóstico lembrou que, por isso, ela não poderia ter filhos porque pessoas com trissomia do cromossomo 21 são, geralmente, inférteis.   

    Estudos apontam que metade das mulheres que possuem a alteração genética são inférteis. Entre os homens com a síndrome, a infertilidade chega a atingir 80% deles.  Mas não era o caso da Izabel. Ela veio pra quebrar essas barreiras biológicas. Ela engravidou meses depois dessa consulta, mas isso começou a gerar um desconforto na família.  

    Com a informação da síndrome, os parentes da Izabel tinham receio sobre a capacidade dela para cuidar de um bebê. Mas ela era, e é, muito determinada! E resolveu mostrar pra todo mundo que poderia cuidar da filha, sim!  

    E a síndrome, assim como nunca atrapalhou a vida da dona Izabel, também não a fazia uma mãe ruim, pelo contrário! Ela sempre foi muito amorosa e cuidadosa.   

    E para a Cris isso foi fundamental enquanto foi crescendo. Hoje, com 30 anos, ela conta com o apoio da mãe para cuidar dos seus filhos também. E a vovó Bela é a melhor vó do mundo, assim como foi a melhor mãe do mundo também!

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    Roteiro: Luigi Madormo

    Edição: Felipe Dantas

  • A Mari foi colocada na porta da casa dos seus pais ainda recém-nascida, e sem titubear eles acolheram aquele pacotinho deixado como um presente para eles. 

    Crescer nessa família cheia de amor fez dela uma mulher muito forte e que entendeu com o tempo que a mulher que lhe gerou talvez tenha feito o que fez por amor. 

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    Roteiro: Luigi Madormo 

    Edição: Felipe Dantas

  • A Thalita (@vidaetrombose) teve trombose 10 anos atrás, quando ela tinha apenas 23 anos! O susto da notícia e o choque de uma juventude inteira mudada da noite pro dia fez com que ela negligenciasse, no início, o tratamento da doença.

    Por sorte, a Thalita percebeu a tempo que o descuido de algo tão sério não a levaria para lugar nenhum e que cuidar da sua saúde não impossibilitava ela de aproveitar seus 20 anos!

    Estudos, festas, viagens, escaladas, cachoeiras… nada foi deixado para trás! A Thalita descobriu que é possível fazer adaptações para sua condição e aproveitar ao máximo tudo que está ao seu alcance!

    Além disso, ela também percebeu que sua jornada poderia ser transformada em algo maior: com o projeto Vida e Trombose, ela ajuda muitas pessoas a encararem a condição de frente, de forma leve e feliz.

    Neste 13 de outubro, #DiaMundialdaTrombose, nos juntamos à Bayer Brasil e convidamos a Thalita para contar sua história e promover conscientização sobre a doença, além de falarmos sobre a importância do diagnóstico precoce e formas de prevenção.

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    Roteiro: Luigi Madormo

    Edição: Felipe Dantas

    *Parceria paga

    PP-XAR-BR-1108-1

  • A Raquel cresceu muito magoada porque seu pai não era um cara presente ali na sua infância. Já adulta e mãe, ela confrontou seu pai e descobriu que tinha muita coisa não dita nessa relação.

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    Edição: Felipe Dantas

  • O Adriano completou 50 anos em junho de 2020, em pleno distanciamento social. Somado a isso, ele e seu ex companheiro entraram para as estatísticas de casais que se separaram durante a pandemia. 

    Adriano então mudou de estado civil e de casa, e também mudou toda sua concepção sobre envelhecer. Chegar aos 50 para ele, junto com tantos encerramentos de ciclos, não foi o começo do fim, mas apenas um recomeço. Uma nova oportunidade de adolescer, com maturidade e experiência dessa vez. 

    Envelhecer para Adriano já foi motivo de medo, de incertezas, mas agora ele enxerga que algumas incertezas não acabam, mas que o medo ele encara de frente, até porque ele quer mais 50 anos pela frente! 

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    Edição: Felipe Dantas

  • O Eder desde pequeno se sentia deslocado do mundo por não corresponder às expectativas do gênero masculino. Cresceu, se identificou como um homem afeminado e gay. Mas ter essa denominação também não explicava quem o Eder é... então ele preferiu viver um vida sem rótulos!

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    Roteiro: Luigi Madormo 

    Edição: Felipe Dantas

  • A Marinez viveu mais de 16 anos se invalidando por estar presa a um relacionamento nada saudável.

    A Mari casou cedo e o que ela acreditou ser um conto de fadas, na verdade, era um conto de fardas. Seu ex-marido não era uma pessoa que demonstrava estar feliz naquela união. Eles não saíam, não tinham momentos juntos como um casal, nem sequer conversavam e brincavam entre si.

    Mesmo sem esse companheirismo com seu ex, ela levou o casamento para frente todos esses anos acreditando que essa era a realidade de um relacionamento.

    As coisas começaram a ficar claras para a Mari quando ela descobriu uma traição. Aí, ela começou a questionar se valia a pena manter aquele casamento.

    Mesmo com os questionamentos, ela ainda deu uma outra chance porque, além de ter casado cedo, ela não tinha terminado sequer seu ensino fundamental, e também tinha dois filhos com esse ex companheiro.

    Sua dependência financeira era um impeditivo para ela buscar sua liberdade e felicidade, assim como acontece com muitas mulheres ainda.

    Ela engoliu aquela traição mesmo não sofrendo e remoendo ela durante muito tempo, até que a gota d'água foi uma outra traição que ela descobriu.

    Nessa não teve jeito, a Marinez decidiu ali se separar mesmo com todas as dificuldades que viriam pela frente.

    Mesmo muito abalada, a Mari deu um basta e resolveu dar a volta por cima em tudo isso. Começou a estudar, terminou o Ensino Médio, buscou empregos onde ela poderia trabalhar sem experiência e conseguiu até mesmo se formar como vigilante em sua cidade.

    Essa liberdade foi transformando a vida dela em 180º, e hoje a Marinez se considera a pessoa mais feliz do mundo! Aprender a se amar foi um ato revolucionário na vida da Marinez!

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    Edição: Felipe Dantas

  • A Dyene é executiva numa grande empresa e tem transtorno bipolar! 
    Diagnosticada há cerca de 12 anos, ela enfrentou uma jornada dura para estabilização e aceitação do seu diagnóstico. 
    Ela conseguiu se estabilizar e construir uma carreira sólida, mas escondia seu diagnóstico por medo do preconceito. 
    Então, percebeu que o silêncio não ajudava em nada, e lançou um projeto pessoal chamado Vencendo a Mente e o livro "Vencendo a Mente - como uma executiva de sucesso superou o transtorno bipolar".
    Hoje, Dyene fala de peito aberto sobre seu diagnóstico porque entende que dar informações confiáveis sobre contribui com a quebra de estigmas e dá uma esperança para outras pessoas que têm transtornos mentais. 
    Afinal, os transtornos não têm cura, mas podem ser estabilizados e a pessoa pode ter uma vida longa, produtiva e feliz se seguir o tratamento.
    O livro da Dyene está com acesso gratuito na versão digital durante o mês de setembro, para fazer download: https://amzn.to/3yNrZr5
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