Episodes

  • As revelações feitas pelo The Intercept Brasil - que tem exposto diálogos dos protagonistas da Operação Lava Jato - podem tirar o ex-presidente Lula da cadeia? No próximo dia 25 de junho o Supremo Tribunal Federal vai julgar um pedido de habeas corpus feito pela defesa de Luís Inácio Lula da Silva, que já argumentava antes das últimas revelações que o julgamento que levou Lula para a prisão não foi um processo justo. Fato é que o advogado de Lula, Cristiano Zanin de Martins, acrescentou as recentes reportagens feitas pela equipe comandada por Leandro Demori e pelo jornalista americano Glenn Greenwald nessa ação judicial que será julgada na próxima semana. E ele conversa comigo no episódio #15 do Ih, Rita! Zanin faz um balanço da Lava Jato, analisa o cenário atual e fala sobre os próximos passos da defesa, que tem como objetivo libertar imediatamente Lula.

  • Desde o último domingo o assunto nos jornais, nas tevês, nas rádios, nas redes sociais, nas rodinhas e nos grupos de Whats app - e nos do Telegram - é um só: as reportagens do The Intercept Brasil que expuseram diálogos dos protagonistas da Operação Lava Jato - destaque para as conversas entre o ex-juiz e agora ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o procurador da Lava Jato, Deltan Dellagnol. 
    E é por isso que o Ih, Rita! dessa semana é sobre esse tema, não teria como ser diferente. E em vez de três entrevistados, como é de praxe, temos apenas um. Comigo o editor-executivo do The Intercept Brasil, Leandro Demori.

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  • Você já pensou onde nasce o consumismo? Há grandes chances desse desejo de comprar coisas em demasia - muitas vezes produtos que a gente nem precisa - nascer na infância. E é por isso que a publicidade infantil é algo ainda muito forte no Brasil - embora seja proibida por lei. Segue o fio.
    O Ih, Rita! desse semana quis entender porque a propaganda direcionada às crianças é algo tão ruim para os pequenos. Converso com o Instituto Alana, uma organização da sociedade civil que luta para que a propaganda seja direcionada aos pais, nunca aos filhos. 
    A advogada Isabella Henriques explica como funciona a legislação brasileira e como algumas marcas estão driblando essa proibição enviando produtos para You Tubers fazerem propaganda disfarçada para sua audiência infantil.
    Também bato um papo com a Debora Diniz, mãe de três crianças e cofundadora do MILC, o Movimento Infância Livre de Consumismo, que é muito forte nas redes sociais. "A grande sacada da publicidade é ensinar que o afeto está no ato de comprar algo. Mas o afeto não está nisso", explica.
    Falo ainda com a psicóloga Ana Olmos, especialista em crianças e adolescentes, que define a publicidade infantil como uma "violência silenciosa". Ela explica como os pequenos ainda não têm maturidade para resistir aos apelos da propaganda e dá dica aos pais para lidar com as demandas das crianças que desejam tudo que aparece na tevê e na internet.
    No Ih, Rita!, em todas as plataformas.

  • Você sabia que o Brasil é o país que mais usa agrotóxicos no mundo? Mas pouco se fala sobre qual é o impacto desses pesticidas no meio ambiente, no nosso organismo e nos alimentos que levamos à mesa. E por isso o Ih, Rita! dessa semana foi em busca de respostas.
    Conversei com a Natália Viana, cofundadora e codiretora da Agência Pública, uma agência de jornalismo investigativo que, juntamente com a Repórter Brasil, lançaram o projeto “Por trás do alimento”, que está investigando o uso de agrotóxicos no país. Uma das mais recentes reportagens publicadas por essa força-tarefa de jornalistas revelou que uma mistura de diferentes pesticidas foi encontrada na água de 1 em cada 4 cidades brasileiras. (Até 27 agrotóxicos combinados!)
    Também conversei com a oncologista pediátrica Silvia Brandalise, fundadora de um dos maiores hospitais especializados em câncer do país, o Centro Infantil Boldrini. Para a médica não há dúvidas: os agrotóxicos são responsáveis pelo aumento do número de casos de câncer e de outras doenças graves na população brasileira.
    Entrevisto, ainda, o deputado federal pelo PT de São Paulo e ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele propôs um projeto de decreto para sustar os atos do Ministério da Agricultura em 2019 e afirma que a única forma de fazer com que o legislativo se posicione é com pressão da sociedade civil. (Há algumas petições rolando nas redes (inclusive da Chega de Agrotóxicos - https://www.chegadeagrotoxicos.org.br (https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fwww.chegadeagrotoxicos.org.br%2F%3Ffbclid%3DIwAR3I5-00R7y3sCZjyVjGbZ2aYod5Fw3tEdO-uvTQxE8RqJIoN-eGKpit1m4&h=AT2DS-SMuLPlCjDv5zaTqfpidTKBKEYy4RHr6GhWYKLruKwOhpQBznkg5469CqCnkwt8-4kHti3Ip5yxt4Xaq-aREcpPPVIJtZGF9PpyRi_JMXb5OIHQUJSjfIza7lC_Q_yt0VtXoSJwCQptF0LldDwaEOz63pfszSYFv2b9SafIxbgjEjYpwC2jzcY2Yg7aYrsOKAtBU_DOf8QoVdRAVRBhOF4WerZicpqFoKoFPeGtToyAXRZ0VjEmn_klIOhdJnCbJ88vKVnmCByNBWcvdB-KBjOmdU2A8_WE07ajtVoqi8p0_28jkairwxa42jIRi2Z2DpGOqFm97wE1GVmDETws8lxW9mapENY63Jt0Zh3wt-oYBnTP8CwDWQvjbESacpU3jIMtwhXWwnscP9mZi1n3cmnV2GlfWQ610AG04YbAzs6-UYs0aW1cMYcO4dGN2F7K_QALxFqBrwEk7Z6FQ0XlVzw4SUgPHP4D0sijmqAj5rnwDI0C4g0Izhx10WbGjX0UvOih8f5BpH_XStbpR_XLQ2UAL0h3sKZGVNsQF0u6qXtzPMApqJMfJ7-i9Y1K3f8JE5ewyON25J5RPfEDA-mr8nd30DcJzSUQg19q1xpw4Ooy54d3Rrh4dbOHRqaW6NSflDQ) , você já assinou?). Estamos no ar em todas as plataformas - mais links nos comentários.
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  • O Ministério da Saúde emitiu um comunicado, no início do mês, orientando para que se fosse evitado e possivelmente abolido o termo "violência obstétrica" em documentos de políticas públicas. Uma canetada, claro, não faz com que a violência contra a gestante deixe de existir - e é também por isso que eu decidi que esse seria o assunto da semana no Ih, Rita! Segue o fio.
    Uma servidora pública de 32 anos, mãe do Pedrinho, de 4 anos, me conta como foi extremamente desrespeitada desde o momento em que pisou na maternidade. Ficou sozinha passando de sala em sala, sentindo dor, sem o companheiro. E quando pediu anestesia ouviu que "tinha que aguentar a dor", já que tinha escolhido o parto normal. 
    Também conversamos com Priscila Cavalcanti, advogada e uma das fundadoras da Artemis, primeira organização civil do Brasil com foco no combate à violência obstétrica. Priscila afirma que a Justiça ainda tem dificuldades em acatar as reclamações feitas pelas mulheres, porque parte daquele princípio de que se o bebê nasceu bem, então tá tudo bem.
    Entrevisto, ainda, o obstetra Braulio Zorzella, membro da Reuna, Rede de Humanização do Parto e do Nascimento. O médico conta que as mulheres negras são as maiores vítimas da violência obstétrica. O sistema de saúde tende a negar analgesia às mães negras, por acreditar que são "mais resistentes à dor". 
    No Ih, Rita dessa semana, em todas as plataformas. 

  • Ih, Rita 10 - Desprezo pela Educação

    Cortes de verbas das universidades, interrupção de pesquisas, perseguição de professores. Por que o governo brasileiro escolheu a Educação como inimiga? Porque os educadores estão preparados para um debate qualificado, algo desprezado pelo governo Bolsonaro, afirma a antropóloga e professora da UNB, @Debora_D_Diniz, que deixou o país ano passado ao ameaçada pelas milícias virtuais. Ela é uma dos entrevistadas do Ih, Rita dessa semana.

    Converso também com a pesquisadora, ou melhor, ex-pesquisadora Leticia Takahashi, que teve de deixar o doutorado e todas as suas descobertas sobre a leishmaniose para trás. Sem os 2 mil reais da bolsa de doutorado, ela não tem como manter seu projeto de descobrer novos medicamentos para tratar a doença., que ainda castiga muitos brasileiros, principalmente de áreas pobres.

    Para encerrar, entrevisto o filósofo, professor da USP e ex-ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, que avalia que os recentes cortes de verba como um clara "falta de política educacional". "Uma coisa que parece que não está clara para o atual governo é que Ciência, Tecnologia e Educação andam juntas e são os principais insumos para o desenvolvimento da Economia, aponta.

  • O Ih, Rita! comemora a dia das mães conversando com mulheres que se transformaram internamente e profundamente com o nascimento dos seus filhos. Ao perceberem que se tornaram responsáveis por uma vida, essas mulheres decidiram agir para mudar o mundo onde vivem. Siga a thread:

    Minha primeira entrevistada é a jornalista Andrea Werner, mãe do Theo, 11, um menino autista não verbal. Andrea é uma das maiores ativistas na luta por direitos das crianças com necessidades especiais. Atualmente ela está numa cruzada contra charlatões que vendem "a cura do autismo" pela internet - bom lembrar que o autismo não tem cura.

    Também falo com a Doutora em Ciências Sociais e professora da ESPM, Tatiana Amêndola Sanches. Ela é mãe da Alice e fala sobre o papel das mulheres-mães nos últimos séculos - e como nos julgam independentemente da nossas escolhas - não ser mãe é uma delas. 

    Encerro a conversa com a co-deputada da Bancada Ativista, Anne Rammi, mãe do Joaquim, Tomás e Iolanda. Ela entrou para a política depois de perceber como as mulheres-mães são vítimas de violência desde o momento do parto. Mas esse espaço político é mais um lugar onde tentam nos desqualificar. "É o efeito 'mãezinha'", explica, que nada mais é do que um discurso que tenta nos diminuir e desmerecer. 

    Anne também está a frente do coletivo "Política é mãe", que está promovendo uma petição para a revogação do decreto das armas do presidente Bolsonaro. "Queremos nossos filhos vivos", diz. 

    O episódio 09 do Ih, Rita! "Lute como uma mãe!" já está no ar em todas as plataformas. 

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  • O termo é novo, mas o preconceito é antigo: gordofobia é aquela piadinha feita no recreio da escola contra a menina gorda, a prática de não contratar quem está “acima do peso” por acreditar que se trate de uma pessoa "doente" e “preguiçosa”, é a falta de roupas de todos os tamanhos nas lojas do shopping.

    A gordofobia causa sofrimento e promove a perda de direitos, garante a doutoranda da UFMT Maria Luiza Jimenez, idealizadora do projeto “Lute como uma Gorda!” e uma das maiores pesquisadoras sobre gordofobia do Brasil. Ela é uma das entrevistadas do Ih, Rita! dessa semana.

    Também converso com a jornalista e dj Flávia Durante, criadora do bazar Pop Plus, feira de moda plus size que nasceu depois que Flávia engordou e percebeu como o mundo da moda ignorava e destratava as mulheres como ela. 

    Falo, ainda, com a nutricionista Paola Altheia, autora do blog e do livro “Meu corpo não é exposição”. Ela destaca que há uma demonização do corpo gordo, que é visto como “doente”, o que é uma falácia, explica. “Não é verdade que uma pessoa gorda seja doente, assim como não é verdade que um magro seja saudável”. Paola ainda fala sobre a milionária indústria da magreza, "que não entrega o que promete e ainda assim não para de lucrar."

    O Ih, Rita dessa semana sobre Gordofobia: preconceito e ódio contra pessoas gordas já está disponível em todas as plataformas. 

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  • A gente sabe que o machismo massacra nós, as mulheres. Mas ele também faz muito mal aos homens - e cada vez mais eles se dão conta disso, conta o terapeuta Alexandre Coimbra Amaral, que participa comigo do Ih, Rita! dessa semana. Ele é o idealizador do Grupo Terapêutico de Homens, uma terapia em grupo onde os homens se encontram e discutem sexualidade, casamento, paternidade e desemprego.

    Foi o nascimento do primeiro filho que fez com que o engenheiro Thiago Queiroz repensasse qual era o papel do homem na criação dos filhos. Ele entendeu naquele momento, enquanto pegava o pequeno Dante nos braços, que queria "fazer diferente" do que tinham feito com ele e iniciou uma jornada autoconhecimento, amor e de reencontro com a criança que ele foi um dia . (Thiago é autor do livro Abrace seu Filho, do blog "Paizinho, Vírgula! e do podcast Tricô de Pais.)

    Também converso com o administrador Marcio Pescara que, graças a uma licença paternidade de 12 semanas concedida pela empresa onde trabalha, virou pai e dono de casa em tempo integral - ele decidiu usufruir esse tempo com o bebê após a volta da esposa ao trabalho. Marcio conta sobre as descobertas desse período e revela que se tornou menos machista depois que entendeu a sobrecarga da mulher que tem dupla jornada. De quebra, tem conseguido se conectar com o filho caçula e descoberto vários talentos domésticos.

  • O Ih, Rita dessa semana vai falar de sexo na terceira idade. Quem disse que os idosos não transam? (Eu nunca disse isso, mas confesso que sempre fiquei curiosa em imaginar como estaria minha libido nessa fase da vida.)
    Quando o casamento da escritora Isabel Dias, "60 poucos anos", chegou ao fim ela decidiu que ia ter um amante para cada um dos 32 anos que foi casada e fiel. O que começou como uma vingança (que virou o livro "32, um homem para cada ano que passei com você") se transformou em uma viagem de autoconhecimento, redescobertas e de prazer, claro. 
    E a Isabel, maravilhosa, me conta tudo - que fez sexo a três e que foi ao clube de swing, "lugar de muito respeito". "Se você falar que só quer assistir, ninguém toca em você!", explica. A geriatra Ana Lucia Vilela também está comigo no Ih, Rita! dessa semana e fala sobre a importância de medicamentos e hormônios para essa "revolução sexual" que está acontecendo entre os que têm mais de 60 anos.Também converso com a documentarista Paula Sacchetta, uma das diretoras do "Acende a Luz", que está sendo gravado em cinco continentes e que aposta em representatividade. Segundo Sacchetta, que garante que o doc "não é um filme pornô", homens e mulheres com mais de 60 merecem se ver no cinemas transando, para não acreditarem que o sexo não é para eles. "A gente é bombardeado por cenas de sexo. Por que a gente não vê esse tipo de corpo nas telas?", questiona.

  • Como você reagiria se recebesse o diagnóstico de uma doença incurável? Depois do impacto inicial, Ana Michelle Soares, do @paliativas, decidiu que o câncer de mama metastático não seria o protagonista da sua vida. Por isso, decidiu realizar seus sonhos e ser feliz. "Eu me sinto curada vivendo bem. Eu faço quimioterapia. essa é a minha vida. Mas eu peço 'folga' do tratamento para viajar", conta.
    Também converso com a jornalista Juliana Kunc Dantas, que se considera uma "ativista dos cuidados paliativos". Ela teve de encarar o diagnóstico da avó e do pai, o jornalista Audalio Dantas, que foram internados, que foram internados em um hospital que só cuida de doentes que não têm prognóstico de cura. Os dois não foram sedados ou submetidos a nenhum procedimento desnecessário para prolongar uma vida que não era mais possível. "A gente não perdeu contato com eles nos seus últimos momentos", explica. 
    E o que há para fazer quando a medicina decreta que "não há mais nada a ser fazer"? O médico Samir Salman, diretor do Hospital Premier, explica que um bom paliativista não pode aceitar que seu paciente sinta dor. Conta, ainda, que o Brasil é um dos países onde os doentes mais sofrem na hora de morrer. Segundo ele, os cuidados paliativos nada têm a ver com eutanásia. "A gente não apressa e nem adia a morte, mas sim cuida dos pacientes com dignidade até seu último minuto de vida". 
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  • Em meio ao revisionismo e a negação do Golpe de 64, o Ih, Rita! dessa semana está aqui para provar que sim, houve ditadura. Converso com Maria Amélia de Almeida Telles, a Amelinha, presa e torturada na frente dos filhos, levados à sua cela do DOI-CODI por Carlos Brilhante Ustra, o "heroi" do atual presidente. Falamos ainda com a ex-presidente Dilma Rousseff, também presa e torturada pelo regime militar. Dilma critica a não revisão da lei da anistia pelo STF, que permitiu que os torturadores ficassem impunes até hoje. Já o advogado e professor da USP Pedro Dallari, coordenador do relatório final da Comissão da Verdade, conversa comigo e garante que a CNV comprovou que as torturas, assassinatos e mortes no período de 1964 a 1985 foram sim uma política de Estado. Estamos em todas as plataformas.

  • O "T" do LGBT
    A jornalista Carol Patrocínio, mãe do Chico, uma criança trans não binária, o Prof. Dr. Fábio Mariano, autor de uma tese que destaca as "Políticas de morte" do Estado brasileiro contra as travestis e pessoas transexuais e a programadora Daniela Andrade, mulher transexual que, cansada da violência, decidiu deixar o Brasil contam suas histórias e opinam sobre como o País oprime e legitima a violência contra essa população 'T', o elo mais frágil da sigla LGBT.
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  • Solução para o caos da segurança pública ou a porta aberta para uma tragédia? O Ih, Rita! dessa semana conversa com o jornalista James Cimino, que conta como um revólver dentro de casa foi responsável pela grande tragédia de sua vida. Falamos ainda com o deputado Paulo Teixeira, do PT, que revela o lobby da fabricante de armas Taurus no Congresso Nacional. Também conversamos com Carolina Ricardo, do Instituto Sou da Paz, que aponta soluções para lidar com a crescente insegurança que assombra os brasileiros.