Bölümler
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Muitas vezes, lembranças boas ou ruins que temos na vida deixam marcas e detalhes que despertam gatilhos em nós. Só de ver algo, uma série de lembranças e sensações são desencadeadas, podendo resultar em uma manifestação ou sensação ruim. Na psicologia, isso é chamado de gatilhos, que não apenas causam sofrimento, mas também alegria. Por exemplo, a raiz dos vícios está em tentar reproduzir a sensação prazerosa da primeira vez, levando à busca constante por mais intensidade para alcançar esse nirvana, o que nos afunda em um vício. Com o tempo, percebemos nossa dependência, e aquela sensação prazerosa se torna um sofrimento. Uma solução pode não ser fugir, mas ressignificar essas experiências, pois algumas coisas continuam presentes e cedo ou tarde reaparecem em nossas vidas. Precisamos encarar essas situações sem fuga, repulsa, raiva ou rancor. Também é necessário ressignificar nossas relações humanas e as coisas ao nosso redor, pois elas estão cada vez mais efêmeras e breves. Aquele momento vivido, seja uma experiência amorosa, de trabalho ou de vida, precisa ser ressignificadas para enfrentarmos melhor nossas realidades.
Bem-vindo ao episódio número 62 de Domingo à noite.
Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.
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Bem, gente, hoje é dia 16 de março de 2025 e eu tive uma semana muito intensa e um pouco E eu estava pensando sobre o que dizer na data de hoje, que hoje é exatamente a metade do mês. E às vezes a gente tem que ter isso em nossa mente. Porque o cansaço naquela situação vai te levar e realmente passar depois de um tempo, porque você vai precisar descansar, se recompor, você tem que se dar isso, você também tem que se dar ao prêmio o descanso. E ela conseguiu ser premiada no Golden Globe, no Globo de Ouro, como a melhor atriz dramática, e fez com que sua fama corresse o mundo todo. Esses meus amigos, depois que passou toda aquela maratona, porque a maratona começou na sexta-feira de carnaval, sábado, domingo, segunda, terça, descansaram e foram se divertir, extravasar lá na Pipoca da Rainha, lá em São Paulo.
Bem-vindo ao episódio número 61 de Domingo à noite.
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Eksik bölüm mü var?
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Eu fiquei pensando sobre o seguinte eu lembrei de uma frase que um amigo meu sempre compartilha nas mídias sociais por um grande período de tempo todos os dias ele dizia uma coisa assim ou você muda ou tudo se repete note bem ou você muda ou tudo se repete e essa frase ela dizem que ela tem uma origem nas religiões de matrizes africanas na internet diz que é atribuída a um pensador a uma pessoa personalidade mas de qualquer forma tem um pouco de espiritualidade e também um pouco de ciência dentro dessa frase ela tem uma carga de ciência porque isso está numa frase de Einstein uma frase de Einstein que dizia que a insanidade sempre vai fazer as mesmas coisas e esperar resultados diferentes então quando a gente quer algo diferente a gente tem que mudar alguma coisa a a natureza é muito sábia porque ela fala muito porque ela mostra claramente pra gente que tudo é uma relação de causa e consequência o que você planta é aquilo que você colhe então se você está insatisfeito com a vida que está levando não é a vida que precisa mudar é você que precisa mudar você precisa mudar no sentido de ver o que está resultando na vida que você está levando e começar a se preparar para a mudança de jornada para uma nova jornada e muitas vezes é difícil fazer isso porque nós nos acostumamos nos habituamos a muitas coisas que levamos então muitas vezes a gente prefere reclamar do que agir e aí você vai continuar vendo a vida se repetir até mudar ou até acontecer algo fatal por assim dizer que você não tenha controle e que faça que você sinta obrigado a mudar porque as condições já não estão mais permitindo já não estariam mais permitindo você viver a situação da mesma forma então quando se fala ou você muda ou tudo se repete a gente tem que ter essa esse entendimento de que a gente se a gente quer que as coisas sejam diferentes em nossas vidas nós temos que tomar a atitude para que essas coisas diferentes aconteçam e isso implica em mudanças isso implica em você talvez mudar a condição de vida se você não está satisfeito com algo do seu corpo você tem que trabalhar para isso se você está insatisfeito com algo no seu trabalho você tem que trabalhar para isso se você está insatisfeito com algo no seu relacionamento você tem que trabalhar para isso nós temos que ter essa postura proativa de agir de agir e de fazer diferente porque é assim que a gente vai conquistando as coisas talvez o grande barato da vida seja que nós estarmos em constante mudança e não é necessário estarmos em constante mudança quando a gente não muda a gente fica estagnado a gente fica parado no mesmo lugar só que quando a gente fica parado no mesmo lugar o mundo continua andando então na verdade você não está parando está parado você está ficando para trás então eu essa frase ela é de um grande amigo meu chamado Santos Petros que eu conheci aí nessas vidas e vindas da vida aliás um beijo pra ele faz tempo que eu não vejo é pessoalmente né mas virtualmente a gente conversa direto e essa de mudar e repetir é algo que a gente precisa ter é mudar para não repetir quer dizer é algo que a gente precisa ter como mantra interno nosso cada dia a ser uma oportunidade de fazer algo novo cada dia ser uma oportunidade de fazer diferente para que aquilo que a gente não quer que essa se repita.
Bem-vindo ao episódio número 60 de Domingo à noite.
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E o carnaval, ele tem essa questão de ser um momento democrático, de todo mundo estar dentro dessa enorme folia que é o carnaval no Brasil. Que carnaval elevado a enésima potência seria no nosso país? E realmente os desfiles desse ano carregaram muito as religiões de matriz africana dentro dos seus enredos, o que é formidável, porque é a cultura preta enaltecendo a cultura preta, porque religião também é um elemento cultural. E assim, são quatro dias que você vai para Folia, sexta, sábado, domingo, segunda, terça, mas tem gente que sexta-feira já começa os trabalhos, tem lugares que o negócio vai para Quarta-Feira de Cinzas e por aí vai, e depois tem pós-carnaval, muitas vezes no final de semana seguinte, como se fosse uma espécie de despedida da Folia. E assim, o que eu vejo é o quão que nós no mundo tão maluco como esse que nós vivemos precisamos ter esses momentos de descompressão, porque quando você vive esses momentos fora da casinha, fora daquele momento trivial, você está num momento de descompressão, descomprimida aquela situação, descomprimida a rotina, sair da rotina, sair daquela situação toda, porque vai ser algo que vai trazer para nós não apenas um benefício de renovar, mas também carregar as nossas energias, e olha que eu digo assim para você que o carnaval não é apenas o carnaval para o pessoal que é Folião, existem pessoas que vão aproveitar esses dias para fazer um retiro, seja ele religioso ou não, descansar, ficar em casa descansando, contemplar a natureza, contemplar outras coisas, fazer algo mais por assim dizer low profile, curtir a família, ou até mesmo fazer uma diversão familiar em casa, porque é tudo da lei, tudo é possível, tudo é permitido desde que haja consenso, e essa liberalidade que se tem também é da essência do carnaval, o carnaval tem essa essência da liberalidade, se nós tivermos esse entendimento de sermos livres e não ficarmos questionando o outro qual a melhor forma de curtir esses dias, a gente vai ter aí uma vida mais leve, eu entendo na questão da harmonia, e a harmonia ela não é harmonia de todo mundo fazer a mesma coisa, mas sim de todo mundo fazer aquilo que considerar melhor dentro do seu espaço sem invadir o espaço alheio, isso muda muita coisa em nossa vida, então essa é a reflexão que eu quero trazer para o carnaval, faça o que quiser, que será tudo da lei, e vamos torcer, esse episódio vai sair às oito e meia da noite, e a apresentação dos premiados do Oscar vai ser mais tarde, e eu estou na torcida pela Fernandinha, pelo filme, ainda estou aqui, e também eu digo que esse prêmio não é para a Fernanda Torres ou para o filme em si, para a Globo Play, para tudo que seja quem for, o filme acaba sendo uma premiação para o cinema brasileiro, e vai ser mais um motivo de festa para o nosso país, que já está em festa por conta do carnaval.
Bem-vindo ao episódio número 59 de Domingo à noite.
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A gente usa a tecnologia para expandir as capacidades humanas, e isso desde sempre, se você for parar pra pensar, o corpo se mantém aquecido por conta dos mecanismos internos, mas isso não é suficiente, e aí se descobriu o fogo, e o fogo tornou-se a primeira grande evolução tecnológica da humanidade, justamente pelo fato de que você conseguiria produzir algo que teria que buscar em outro lugar, então permitiria ir a lugares mais frios, permitiria fixar a sua residência, sua morada em um lugar que estrategicamente seria melhor pra enfrentar os inimigos, os predadores e coisa e tal, e eu estou falando disso porque na verdade a gente não está substituindo o fogo pela... nós não estamos substituindo o fogo pelos lugares, mas permitindo que nós passemos a ter opções e que ampliemos as nossas capacidades, isso pra tudo, mas a gente vê um pouco das ganâncias que nós vivemos na humanidade, e a gente vê no universo do trabalho que muitas vezes a máquina é destinada a ter uma função muito mais exploratória, a máquina é feita para, não para expandir a capacidade humana, mas sim muitas vezes para substituir a presença humana, e isso faz com que nós hoje, nessa escala hipérbole que vivemos em nossas vidas, nós substituímos quase tudo que nós temos e que antigamente são feitos por pessoas, por máquinas, então isso faz com que nós nos tornamos cada vez mais dependentes da máquina e cada vez mais solitários, porque se nós não precisamos das pessoas, nós nos afastamos delas, e eu falo isso também por experiência própria, e aí por fim acaba acontecendo de que nós nos fragilizamos cada vez mais nas nossas vidas e nas nossas sensibilidades, nas nossas sentimentos, nas nossas afetividades, e faz muito sentido isso acontecer, de hoje nós parecemos mais sozinhos, mais frágeis e com mais cargas de trabalho, mais cargas emocionais, mais sobrecargas, porque em vez da gente ter a máquina como algo, como uma ferramenta para ampliar nossa capacidade, nós estamos vendo a máquina como nosso adversário, como alguém que pode tomar o nosso trabalho, alguém que pode tomar a nossa atenção, alguém que possa tomar o nosso relacionamento com outra pessoa, alguém que possa tirar de nós algo em vez de acrescentar a nós algo, e aí a gente acaba entendendo que a gente precisa mudar também a nossa relação com as máquinas, porque isso vai trazer uma mudança de relação com as pessoas, a gente precisa ser menos dependente da máquina, e sermos mais próximos às pessoas, é diferente de ser mais dependente das pessoas, mas sermos mais próximos às pessoas, porque isso é que vai fazer com que nós possamos nos ver como irmãos. Veja bem, quanto mais a gente se apega às máquinas, quanto mais se afasta das pessoas, mais a gente vai ter a percepção de ver o outro como um adversário, um inimigo, alguém que você quer eliminar, que é pior, você vê a eliminação do outro, e aí por isso que hoje os discursos de ódio floresceram tanto em todos os aspectos, seja religião, origem nacional, nacionalidade, ponto de vista, fisionomia física, a ausência ou presença de deficiência, etc, etc. Poderia enumerar várias razões, mas sempre vão arrumar uma para dizer você é alguém que eu não gosto. E a máquina tem que deixar de amplificar isso, os algoritmos tem que deixar de ter essa posição, essa sensação, essa maneira de fazer as coisas, porque isso pode ser favorável a quem é dono da máquina, mas a que preço?
Bem-vindo ao episódio número 58 de Domingo à noite.
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Então, gente, olha só, essa semana que se passou, esses dias, eu estava conversando com uma pessoa, uma pessoa muito querida, muito amiga minha, que precisava de um conselho, e, naquela, e assim, estava passando por uma situação difícil, e eu digo, e eu disse assim para ela que era preciso, em certos momentos, a gente ter que voltar um pouco para depois prosseguir no nosso plano, nem sempre tudo o que a gente deseja que aconteça acontece da maneira que a gente quer, porque a gente tem muitos intervenientes, muitas coisas que não dependem de nós, por assim dizer, e isso faz com que nós, em nossas, quando a situação não sai do jeito que a gente quer, a gente se sente muito frustrado, a gente se sente muito culpado, mesmo que a responsabilidade efetiva daquilo que aconteceu, que impediu você de chegar aonde você queira chegar, tenha sido, então, mesmo que seja outra pessoa, ou seja, que seja alguma outra coisa fora do seu controle, você se sente muito culpado, e isso não é bom, não é bom, não nos faz sentir, não nos faz crescer em nossas vivências, e aí eu acabei, eu estava assistindo, estava vendo aqui, zapando na internet, vira e agora está aparecendo trechos de episódios do desenho, do Mindoim, do Charlie Brown, do Snoop, e passou uma cena que acabou caindo bem para esse assunto que eu estou falando nesse episódio, o Charlie Brown estava magoado, estava triste, porque ele sempre tentava chutar bola de futebol e não conseguia, e aí ele se sentiu muito constrangido e resolveu faltar aula e ficar o dia inteiro deitado na cama, como se estivesse doente, na verdade a gente sabe muito bem que isso é um tema de uma depressão, a pessoa fica deprimida, e apareceu Linus, que é um amigo dele, ele falando que sentiram falta dele na escola, que o time foi ganhou, o time de futebol ganhou a partida e coisa e ele disse um negócio que foi muito lascado, que ele falou assim, olha, apesar de você ter passado errado e passado a maior vergonha do mundo, o mundo não se acabou por isso, e quando eu falo assim, o mundo não se acabou e isso vem com uma bomba na vida da gente, porque apesar das coisas dando certo ou não dando certo, a vida continua, e a vida é feita de movimento, então as coisas continuam, as coisas continuam seguindo seu fluxo você pode agir para mudar um pouco o fluxo das coisas a seu favor, mas nem sempre esse fluxo vai obedecer ao seu comando e a gente precisa entender isso, a gente precisa ter esse entendimento de que o mundo não vai acabar se a gente errar a gente tem um problema, eu vejo muito esse problema de as pessoas terem que, a obrigação de acertar de primeira de as pessoas não terem a oportunidade de aprender errando, de aprender fazendo, não tem essa oportunidade e aí o que acontece? Toda falha que você comete se transforma numa falha fatal e isso faz com que a gente acabe se deprimindo e se ficando ansioso, porque toda vez que você passar por uma situação parecida você vai ter aquela mesma sensação de fracasso que teve da vez que errou, e na verdade o erro não tem que ser uma barreira ele tem que ser uma oportunidade de aprendizado, e seja nos seus projetos de vida, seja na sua vida sentimental, amorosa sonhos que você tenha, as vezes acontecer algo que não foi dentro do que você planejou é normal de acontecer e não se aborreça, não se aborreça, você mantenha firme o seu propósito, se a gente tivesse entendimento de propósito a gente consegue, mesmo que as coisas não deem do jeito que a gente quer, a gente consegue insistir e persistir até chegar onde a gente quer chegar.
Bem-vindo ao episódio número 57 de Domingo à noite.
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Ou os que tem um outro tipo de vivência vai ter uma outra posição. E muitas vezes é necessário entender que algumas discussões não vão levar a lugar nenhum. E não conversar para empurrar o seu ponto de vista, goela abaixo do outro. Quando chegar ao fundo do posto, essa pessoa vai acabar entendendo que está tudo errado. E, às vezes, não é você falando que vai acontecer essa epifania da pessoa.
Bem-vindo ao episódio número 56 de Domingo à noite.
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O líder não pode ser aquele que vai beneficiar apenas os grupos de seu interesse. Por mais que a gente tenha uma afinidade com fulano, ciclano, beltrano, todos precisam estar no seu foco de atenção. Isso tem um recado claro de que você não pode apenas ajudar os seus amigos. E assim é o que a gente vai precisar para mudar essa condição. Nós estamos vivendo num período em que realmente a questão da liderança não é apenas questionada.
Bem-vindo ao episódio número 55 de Domingo à noite.
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O nosso passado, muitas vezes, não é algo de se jogar fora. E às vezes relembrar coisas, inclusive chatas de nossas vidas, como inspiração. Isso vai fazer com que nós possamos todos os dias, todas as vezes, ter algum motivo para dizer hoje é o meu dia. Hoje eu gravei quatro episódios de Domingo à Noite, todos o mesmo dia. Tudo isso são coisas do nosso passado que a gente até prefere esquecer.
Bem-vindo ao episódio número 54 de Domingo à noite.
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Da Elis Regina com o Tom Jobim chamado Águas de março. Você costuma ir e voltar ao trabalho de uma determinada maneira. Verifique se há uma outra versão dessa música cantada por um outro artista. E isso é uma coisa que a gente tem desde criança. Eu vi na internet um vídeo interessante sobre métodos de cálculo.
Bem-vindo ao episódio número 53 de Domingo à noite.
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Tem gente que está a pleno vapor, mas a grande maioria das pessoas estão ou em férias coletivas ou descansando ou em alguma coisa de lazer, porque também, além de ser um período de verão, porque os dias são mais quentes, a maioria das pessoas tem férias escolares, tem tudo que faz com que a gente tenha uma atividade menor. E esse planejamento que pode mudar muito a nossa vida. Semana passada eu falei das metas, né, das metas que são voltadas para ações, né, porque isso aqui vai mudar um pouco a nossa percepção de mundo, se a gente tivesse esse entendimento de metas para ações, a gente consegue ir longe. E nesse pensar um pouco, eu estava pensando sobre a questão das telas. Eu tenho, além de ser uma pessoa que fica muito vidrada em telas, eu tenho déficit de atenção, então isso agrava um pouco, porque eu posso sair do modo totalmente disperso para o hiperfoco, mas esse hiperfoco vai para onde?
Bem-vindo ao episódio número 52 de Domingo à noite.
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Só que se a gente for parar para ver, essa, tudo isso acontece todos os anos, todos os anos, começa um ano e a gente fala assim, opa, ano novo, vida nova, mas quando que essa vida é realmente renovada? Fazer algo novo, viver algo novo, fazer algo diferente é difícil, porque nós nos habituamos, nós nos acostumamos e esse costume, esse hábito que nós temos, mesmo que sejam hábitos que meio que nos prejudicam, por exemplo, o hábito de fumar, o hábito de beber, o hábito de ir a determinados lugares ou o hábito de viver um amor que fez bem para você num determinado momento, mas hoje te faz mal, o desapego é algo difícil, acho que eu já falei isso várias vezes em muitos desses episódios de domingo à noite, e isso faz com que nós tenhamos uma dificuldade muito grande de mudar, mas também tem um detalhe também muito A gente quer mudar, mas quer mudar radicalmente, dar água para o vinho é difícil, é difícil mudar dar água para o vinho completamente, é difícil você mudar-se completamente, você tem que entender que as grandes mudanças são somatórias de pequenas mudanças, então pequenas coisas que você começa a fazer diferente vão mudar para sempre a sua forma e vai poder permitir que você mude radicalmente de forma natural, gradual e crescente. Então às vezes a gente coloca uma meta de perder 12 quilos de peso em três meses, olha perder 12 quilos em três meses você precisaria correr 10 quilômetros todos os dias, comer como um passarinho e ter tempo para ter as suas demais atividades de trabalho, fazer ele tudo mais, isso é fácil? Talvez esse seja o conselho que eu possa te dar hoje. Então, se você ainda não fez as suas resoluções de ano novo, faça desse jeitinho.
Bem-vindo ao episódio número 51 de Domingo à noite.
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Nós vivemos numa ansiedade tão grande porque é temer um futuro catastrófico que nem sempre, ou posso dizer com absoluta certeza, na maioria das vezes não vai acontecer. E a ansiedade tem uma correlação muito forte com o medo do fracasso. Então a gente precisa apenas mitigar, evitar que o problema externo seja nos precaver de situações adversas. Porque a gente está sendo colocados à prova o tempo todo sem ter uma bagagem de preparo. E isso a gente vai ter que aprender aprendendo, mas tendo essa questão da humildade.
Bem-vindo ao episódio número 50 de Domingo à noite.
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Sempre lembro da história do pintor Van Gogh, que foi um artista extremamente talentoso, mas incompreendido para a época. Ele criou uma nova forma de arte que hoje é uma das mais valiosas, mas teve uma vida muito conturbada e, apesar do talento, conseguiu vender apenas um quadro, e isso para um parente, seu irmão, se não me engano.
Isso nos faz refletir sobre como, às vezes, achamos que nada vale a pena porque alguém está fazendo outra coisa ou porque não somos reconhecidos pelo nosso talento. Muitas vezes, nosso talento está escondido por medo da rejeição, e acabamos não valorizando o que temos. Acho que o ponto é esse: não valorizar o próprio talento.
Existem coisas que, modéstia à parte, podemos fazer melhor que os outros. Mas essas pessoas estão em posições que talvez pudéssemos ocupar, simplesmente porque ousaram, se dispuseram arriscar e buscar algo novo. Falta muita iniciativa no mundo. Talvez o mote para o próximo ano devesse ser a iniciativa. Tomar a iniciativa e dizer: "Eu vou fazer, eu posso fazer, eu quero fazer." Mesmo que não haja reconhecimento imediato, continue buscando seu lugar neste mundo.
As pessoas estão cada vez mais infelizes porque não estão levando suas vidas, estão sendo levadas por elas. Precisam se sujeitar a que não gostam ou não querem fazer.
Bem-vindo ao episódio número 49 de Domingo à noite.
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Porque se a gente for ver o Jesus Cristo histórico, a gente vai ver que foi uma família que surgiu refugiada, fugida de uma opressão muito grande e que não apenas por instinto de sobrevivência, mas por amor lutou pela vida. A gente precisa ir além do que é isso, a gente precisa fazer com que esse sentimento de humanidade se perpetue, não apenas em momentos pontuais, não apenas por uma questão de vaidade, ser vaidoso, dizer, olha, eu sou benevolente, para mostrar para os outros que é benevolente. As pessoas realmente boas fazem as suas bondades discretamente, as escondidas, porque sabem que isso não é algo que é uma vantagem, por assim dizer, é algo que deveria todos nós ter dentro de nós. Então, eu acho muito válido a gente questionar o porquê que esse mundo é tão injusto, não apenas fazer ações pontuais para trazer um pouco de consolo momentâneo a quem precisa, a gente precisa que as coisas sejam em definitivo, que as pessoas saiam de uma condição miserável. E esse tipo de mensagem é difícil até mesmo para falar, porque nós vivemos num mundo bastante comum, eu estou debaixo de um teto, eu tenho condições de me alimentar todos os dias, eu tenho condições de viver dignamente, eu tenho para onde correr quando a coisa é da errada, mas a grande maioria das pessoas que estão sofrendo, sejam nas ruas, sejam nos abrigos, sejam nas favelas, sejam nos cortiços, sejam em edículas, vivem em condições que não são adequadas, que não são confortáveis, que não são dignas, de uma dignidade humana.
Bem-vindo ao episódio especial número 48 de Domingo à noite.
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Às vezes, nem sempre tudo é nas costas de uma pessoa só, então não dá para ser. Ah, o artista fenomenal, ele depende de fãs para poder ter a sua notoriedade mantida. Então, não podemos dizer com todas as letras que é possível vencer na vida sozinho. Então eu entendo o poder da coletividade como um fator de mudança e transformação. E por isso eu entendo também que esse momento de fim de ano é um momento importante para nós, não apenas renovar as nossas esperanças, porque está terminando um ciclo e começando outro, mas renovar os nossos laços com as outras pessoas, para que nós possamos não irmos rápido aonde a gente quer chegar, mas irmos longe, de modo que a nossa jornada seja longa, proveitosa e vitoriosa.
Bem-vindo ao episódio número 47 de Domingo à noite.
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E 2024, por estar no final, ele, na verdade, sempre, o ser humano, ele tem essa coisa do tempo, essa relação com o tempo, é lógico que a minha relação com o tempo é uma relação um pouco conflitante por parte do meu déficit de atenção, mas o ponto aqui é que o tempo geralmente eles colocam uma coisa tão precisa como um relógio, você sabe que tem os relógios atômicos de césio que tem uma precisão de tempo extremamente eficazes e a gente sabe que, por exemplo, existe um relógio de césio no Observatório Nacional que fica no Rio de Janeiro que é considerado a hora legal oficial do Brasil, né, e assim, falando sobre esse ponto do tempo, eu falo do fato de que a gente tenta e insiste muitas vezes sem sucesso em determinar coisas para a gente em função do tempo, olha, esse ano eu vou fazer tal coisa ou esse mês eu vou fazer tal coisa ou esse dia eu vou fazer tal coisa ou no ano que vem eu vou começar tal coisa, no tal dia você vai começar tal coisa e aí esse negócio você tem dois problemas quando você fala assim, olha, eu vou fazer tal coisa no ano que vem, o primeiro é o problema da procrastinação, que é você deixar para depois algo que você poderia fazer naquele momento, então você vai fazer isso depois, vou fazer isso depois, procrastinar, e a outra é o fato de que você se impor um compromisso que você possa correr um risco de não conseguir cumprir, tá, então você tem esses dois problemas, né, quando você joga para o futuro algo que você tem que fazer, né, e muitas vezes, ah, porque aquele momento não é um momento de condição, você sabe se essa condição realmente lhe ajuda ou se você pode adiantar alguma coisa para você chegar a um tal coisa, muitas vezes é assim, quando é algo que você queira fazer, você tem que ver o que depende só de você, o que depende dos outros, se for algo que dependa só de você, você pode fazer a qualquer tempo, o relógio não faz a menor diferença se esse relógio vai ser agora ou depois, agora se é algo que depende de outra pessoa, depende de uma questão sasional, aí sim, pode se trabalhar com se programar para tal coisa, mas programar-se para tal coisa muitas vezes não pode ser algo que seja quase ditatorial, né, por assim dizer, ah, beleza, vou fazer tal coisa, vai ser no dia tal, na hora tal, será? O tempo é um ponto importante em nossas vidas, mas ele não pode ser algo que mande a gente fazer. O que vai ser importante para nós é fazer com que o tempo se torne um aliado e não um inimigo, como eu já tive muitas vezes. A gente planta uma semente e ela vai germinar no tempo devido. Fazemos isso com muita fé para que as coisas aconteçam de verdade.
Bem-vindo ao episódio número 46 de Domingo à noite.
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Eu sempre prezei pelo que é justo e isso até tem uma certa influência espiritual por conta do meu orixá. E foi colocado ali quatro pontos que contestavam a tese da liberdade econômica total. Então você vê, por exemplo, nas propagandas, umas coisas absurdas, acho que eu vi, e é vale tudo mesmo, eu estava assistindo uns vídeos no Youtube e de repente me aparece uma propaganda de uma foto com o Marcos Mion sendo preso e uma outra foto em que o Luciano Huck estava sendo preso, apontando para o mesmo site e começava realmente com claramente uma manipulação, uma fake news, para você ver como é essa questão de estar valendo tudo e o capital está corrompendo. Então não dá para você ser, achar que o mundo consegue se corrigir por si mesmo. E isso só vai favorecer quem conhece as regras ocultas desse jogo.
E feliz aniversário, Diadema! 65 anos!
Bem-vindo ao episódio número 45 de Domingo à noite.
Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.
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A gente fica a um momento de bastante conscientização em relação ao HIV, e tem um ponto que eu acho muito importante, de que algumas notícias que estão vindo de forma bastante promissora, uma redução dos casos e contágios, e um novo tratamento que está vindo aí, que pode ampliar a questão da prevenção, e a gente tem ainda um desafio, um ponto de desafio muito importante, que é esse desafio da remissão total do vírus. As pessoas que possuem a carga retroviral indetectável não transmitem o vírus, e a questão de conhecer, saber, ter o diagnóstico precoce, ter o tratamento, são pontos que são muito importantes para evitar realmente a proliferação do vírus. Nós, da comunidade LGBTQIAPN+, temos uma consciência, porque realmente fomos muito atacados em relação às infecções sexualmente transmissíveis, inclusive colocando pechas terríveis sobre a nossa comunidade, mas a gente vê um nível, entre nós, bastante grande de conscientização, e o cuidado que a gente tem acaba sendo muito grande, tanto é que hoje você vê uma redução cada vez maior de pessoas da comunidade, mas acho que talvez o ponto que mais pega mesmo é a questão do preconceito. Existe entre nós um problema de saúde mental, que nós sofremos muito e que faz até mesmo pessoas que são soropositivas abandonarem o tratamento e se entregarem, e é muito triste ver uma situação dessas, e a gente precisa ter esse tipo de apoio, de acolhimento, acho que entre nós LGBTs, o acolhimento psicológico, o acolher o outro, a amizade é uma coisa muito importante, a gente vê que nem sempre é assim, a gente vê muita gente da nossa própria comunidade agindo de forma sorofóbica, agindo de forma ruim em relação às pessoas que vivem com o HIV, e hoje é um dia que eu vou dedicar um episódio às pessoas, inclusive ao meu companheiro, que nós temos uma relação sorodivergente, e é a primeira vez que eu falo sobre isso, porque eu não sou, não vivo com o HIV, mas eu convivo com pessoas que vivem e me relaciono com elas, e não há nenhum problema com isso, porque como já havia dito anteriormente, quem tem a carga retroviral indetectável não transmite, então ela pode viver normalmente, pode amar normalmente, e eu também, da minha parte, eu faço uso da PrEP, e usar a PrEP não é atestado de que é uma pessoa que vive de forma irresponsável em relação à sexualidade, mas que é uma pessoa que é extremamente aliada na luta para o vírus, é mais uma barreira, pessoas que estão reforçando essa corrente para erradicar de vez ou para tornar a questão do vírus HIV e de outras infecções sexualmente transmissíveis, coisas que estejam dentro de um controle, para que as pessoas possam viver e amar de forma livre e de forma da melhor forma possível, sem medo de ser feliz. E, gente, mais do que nunca, façam os testes, você inclusive é possível comprar na farmácia, teste, teste que você pode fazer em casa, tem teste rápido que usa só a suave lingual, então não tem nem sangue, nem envolve nem sangue, então acaba sendo um processo indolor, tem também aqueles que são com agulha, mas é uma picadinha de nada, não dói nada, também ir regularmente ao centro de testagem e no ensinamento, quem fizer o uso da prep, inclusive esse mês eu tenho que fazer também os exames, então tudo isso são coisas que podem tornar a qualidade de vida das pessoas cada vez melhor.
Bem-vindo ao episódio número 44 de Domingo à noite.
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Então, não é possível a gente querer que haja o desejo do mundo ter seus devidos sonhos sem uma justiça social. Não dá mais para uma pessoa morar em Ceilândia e ter que trabalhar na Asa Norte. A gente precisa ter o fortalecimento da organização dos trabalhadores, os sindicatos foram enfraquecidos pela última reforma trabalhista. Embora algumas pessoas de meios sindicais não concordem muito com o que eu disse agora. Nós precisamos ter jornada de trabalho que permita a capacidade do pleno emprego.
Bem-vindo ao episódio número 43 de Domingo à noite.
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