Episódios

  • O português, língua-mãe de Mia Couto, é falado por menos de metade das pessoas do seu país. Hoje, no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, relembramos esta entrevista sobre língua, guerra, passado e novo colonialismo.
    Podes ver a publicação original, de julho de 2019, aqui.

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  • Enquanto Ori Givati crescia, tinha a certeza de uma coisa: quando fosse adulto, iria combater por Israel: “Cresci com a ideia de que a coisa mais importante que ia fazer na vida era tornar-me soldado do exército israelita”, disse-me. O caminho estava traçado. Defender o país através do exército seria honrar os seus antepassados e proteger familiares e quem a seguir viesse. Era isto que aprendia na escola, em casa, ou através dos média. Aos 19 anos, cumpriu o seu sonho e iniciou o serviço militar obrigatório mas, só tempo depois — e aos poucos —, começou a questionar a sua missão enquanto parte do IDF (Israeli Defense Forces). A cada checkpoint sem razão aparente, a cada invasão à casa de pessoas inocentes, a cada detenção arbitrária, uma pergunta ganhava dimensão na sua cabeça: “O que estamos a fazer é defender Israel?.”

    Anos mais tarde, a pergunta tem resposta: “Não. O que estamos a fazer na Cisjordânia e em Gaza é defender a ocupação”. Foi isso que o fez abandonar o exército e juntar-se à Breaking The Silence, uma organização sem fins lucrativos de ex-militares israelitas que partilham testemunhos de como a ocupação é praticada na Palestina. Hoje, Ori Givati é porta-voz e responsável pelas relações internacionais da organização. Num mês em que o Estado israelita praticou mais um massacre em Gaza, falamos sobre o papel do exército israelita na ocupação da Palestina.

    Nota: Esta entrevista foi feita em inglês.

    No Fumaça, temos falado sobre a ocupação da Palestina desde 2017. Lançámos várias entrevistas e ainda uma série sobre o tema. Se quiseres saber mais, deixamos-te aqui algumas recomendações:
    Série “Palestina, histórias de um país ocupado”
    Entrevista com o historiador Ilan Pappé sobre o nascimento do Estado de Israel
    Entrevista com Awni Farhat sobre a sua fuga ao inferno de Gaza
    Entrevista com Shahd Wadi sobre a história da Palestina e da sua família
    Reportagem com a banda palestiniana Le Trio Joubran e a resistência à ocupação

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  • Estão a faltar episódios?

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  • Vítor Sanches cresceu na Cova da Moura e desde sempre aprendeu que o seu bairro era “um lugar de exceção para a polícia". As rusgas e a violência desproporcional eram normais. Por isso, não o surpreendeu quando, em 2015, seis residentes da Cova da Moura foram sequestrados e espancados na esquadra de Alfragide. 

    No dia em que se assinalam dois anos desde que oito agentes dessa esquadra foram condenados nesse caso (um deles com pena de prisão efetiva), numa sentença histórica, conversamos com o ativista anti-racista e fundador da Bazofo, uma livraria, loja de roupa ética e sustentável e espaço de resistência na Cova da Moura.

    Esta conversa faz parte de uma investigação que o Fumaça está a fazer, em parceria com a revista digital de jornalismo narrativo Divergente, sobre violência policial, racismo judicial e também o que significa ser polícia em Portugal. Teremos mais novidades em breve.

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  • Entrevista à historiadora Maria Paula Meneses, coordenadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Uma reflexão sobre o papel dos movimentos de libertação africanos em tempos de Guerra Fria e de como foram determinantes para que o 25 de Abril de 1974 tivesse derrubado a ditadura e o império portugueses. Dos “três D” proclamados pelo Movimento das Forças Armadas – Democratizar, Descolonizar, Desenvolver –, entende que Portugal nunca cumpriu o da Descolonização. Analisa também o apoio da Europa ao projeto colonial em África, cujo “último representante da supremacia branca era o regime sul-africano”. É por essa razão, defende, que a guerra foi tão longa e que “Portugal não podia sair de Angola e de Moçambique”. Ouve aqui.

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  • A regulação da vigilância portuguesa cabe ao Departamento de Segurança Privada da Polícia de Segurança Pública. À cabeça deste serviço está, desde 2016, Pedro Neto Gouveia.

    Durante a investigação de "Exército de Precários", audiodocumentário dedicado à segurança privada que publicámos nos últimos meses, entrevistámo-lo por perto de duas horas, em maio de 2020, sobre a regulação do setor, a violência perpretada por e contra vigilantes, a segurança pública e as condições laborais dos seguranças.

    Lê mais aqui.

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  • Geógrafo e engenheiro, Christovam Barcellos é um nome referencial quando o assunto é a relação entre as consequências da emergência climática e as doenças infeciosas. Pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), uma das mais importantes instituições sanitárias do Brasil, Barcellos explica como o desmatamento das florestas tropicais, em regiões como a Amazônia e o Sudeste Asiático, e o degelo da permafrost, no Ártico e em zonas da Sibéria, podem levar ao surgimento de novas pandemias de vírus e bactérias sobre os quais temos pouca ou nenhuma informação.

    Lê mais aqui. 

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  • Mal pagos, cansados, frustrados e violentos. Os seguranças são abusadores, vítimas ou a linha que separa estas duas realidades é mais ténue do que parece? Este é o oitavo e último episódio da série “Exército de Precários”, uma investigação de dois anos sobre a segurança privada em Portugal.

    As pessoas que fazem parte da comunidade Fumaça têm acesso a oito entrevistas extra que acompanham cada episódio. Com este sétimo episódio, deixamo-vos a nossa conversa com o superintendente Pedro Neto Gouveia, coordenador do departamento de Segurança Privada da Polícia de Segurança Pública, a entidade que fiscaliza o setor da segurança privada e emite os cartões profissionais que dão acesso à profissão de vigilante. O polícia diz que sabe tudo o que se passa na Segurança Privada e conhece quem abusa e quem cumpre. Admite os abusos laborais, a violência e até a falta de cumprimento de partes da Lei.

    Junta-te à Comunidade Fumaça fazendo uma contribuição recorrente em www.fumaca.pt/contribuir, ajudando o Fumaça a ser o primeiro projeto de jornalismo português totalmente financiado pelas pessoas. Se 20% das pessoas que estão a ouvir esta série se juntassem à Comunidade Fumaça, seríamos auto-sustentáveis antes do fim do ano.

    Transcrição completa aqui: https://fumaca.pt/seguranca-privada-exercito-precarios-luvas/?utm_source=omny

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  • Algures, talvez haja uma empresa de segurança privada em Portugal a cumprir a Lei. Em dois anos de investigação, não a encontrámos.
    Este é o sétimo episódio da série “Exército de Precários”, uma investigação de dois anos sobre a segurança privada em Portugal.

    As pessoas que fazem parte da comunidade Fumaça já podem ouvir o oitavo e último episódio, para além da entrevista “extra” que o acompanha. Com este sétimo episódio, deixamo-vos a nossa conversa com Maria Fernanda Campos, subinspetora-geral da Autoridade para as Condições do Trabalho. A número dois da ACT falou-nos da dificuldade em fiscalizar o universo da segurança privada no país e reconhecer os abusos laborais praticados pelas empresas.

    Se queres ouvir esta entrevista e receber mais cedo o episódio final desta série, faz uma contribuição recorrente em www.fumaca.pt/contribuir, ajudando o Fumaça a ser o primeiro projeto de jornalismo português totalmente financiado pelas pessoas.

    Lê a transcrição completa aqui: https://fumaca.pt/seguranca-privada-exercito-precarios-vampiros/

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  • Liderar um sindicato por 40 anos, sem contestação, exige que se saiba fazer uma de duas coisas: frente ao patronato ou à própria oposição interna. Este é o sexto episódio da série “Exército de Precários”, uma investigação de dois anos sobre a segurança privada em Portugal.

    Enquanto ouves, podes acompanhar a transcrição do episódio aqui:

    https://fumaca.pt/seguranca-privada-exercito-precarios-monarquia/?utm_source=omny

    A pessoas que fazem parte da Comunidade Fumaça já têm acesso ao sétimo e oitavo episódios desta série e ainda a um conjunto de entrevistas Extra: conversas aprofundadas com algumas das personagens centrais da história. Com este sexto episódio podem escutar a entrevista que fizemos a Rui Tomé, dirigente do STAD, o maior e mais antigo sindicato da segurança privada. Rui Tomé é vice-coordenador nacional, e trata dos assuntos laborais dos vigilantes. Nesta conversa falamos sobre o que tem feito o sindicato para defender os trabalhadores e, ainda, sobre os mecanismos de democracia interna no seio desta organização.

    Se queres ouvir esta e outras entrevistas e ainda e o sétimo e oitavo episódios da série, faz uma contribuição mensal em www.fumaca.pt/contribuir, ajudando o Fumaça a ser o primeiro projeto de jornalismo português totalmente financiado pelas pessoas.

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  • Um sindicato que joga pelas regras dos patrões é incompetente, corrupto ou apenas perdeu o seu objetivo? Este é o quinto episódio da série “Exército de Precários”, uma investigação de dois anos sobre a segurança privada em Portugal.

    A pessoas que fazem parte da Comunidade Fumaça já têm acesso ao quinto e sexto episódios desta série e ainda a um conjunto de entrevistas Extra: conversas aprofundadas com algumas das personagens centrais da história. Com este episódio, podem escutar a entrevista que fizemos a Rui Brito da Silva, fundador da ASSP, o sindicato que, em 2019, assinou um Contrato Coletivo de Trabalho com a AESIRF – liderada por José Morgado Ribeiro, seu patrão – e, por causa disso, criou o espaço para que centenas de trabalhadores fossem empurrados para um limbo legal em relação à transmissão de estabelecimento.

    Se queres ouvir esta e outras entrevistas e ainda e sexto episódio da série, faz uma contribuição mensal em www.fumaca.pt/contribuir, ajudando o Fumaça a ser o primeiro projeto de jornalismo português totalmente financiado pelas pessoas.

    Lê a transcrição do episódio aqui: https://fumaca.pt/seguranca-privada-exercito-precarios-peixinhos/?utm_source=omny

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  • Se a alcunha “Dono Disto Tudo” não tivesse surgido nos corredores do Banco Espírito Santo, bem podia ter sido inventada no setor da segurança privada. Este é o quarto episódio da série “Exército de Precários”, uma investigação de dois anos sobre a segurança privada em Portugal.

    A pessoas que fazem parte da Comunidade Fumaça já têm acesso ao quinto e sexto episódios desta série e ainda a um conjunto de entrevistas Extra: conversas aprofundadas com algumas das personagens centrais da história. Com este quarto episódio, podem ouvir a conversa que tivemos em casa de José Morgado Ribeiro, fundador do Grupo 8, uma das mais importantes empresas de segurança privada do país.  

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  • Enquanto ouves, podes acompanhar aqui a transcrição do episódio.

    Em 12 anos, o Estado gastou mais de mil milhões de euros em segurança privada. É o maior cliente do setor. Estará conscientemente a promover precariedade? Este é o terceiro episódio da série “Exército de Precários”, uma investigação de dois anos sobre a segurança privada em Portugal.

    A comunidade Fumaça já têm acesso aos primeiros quatro episódios desta série e ainda a um conjunto de entrevistas Extra: conversas aprofundadas com algumas das personagens centrais da história. Com este terceiro episódio podes escutar na íntegra a entrevista que tentámos fazer a Rui Pereira, ex-ministro da Administração Interna e que, claramente, não terminou como esperávamos. 

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  • Enquanto ouves, podes acompanhar aqui a transcrição do episódio.

    Do dia para a noite, centenas de seguranças perderam décadas de direitos laborais. Os patrões são claros: não é problema deles. Este é o segundo episódio da série “Exército de Precários”, uma investigação de dois anos sobre a segurança privada em Portugal.

    A comunidade Fumaça já tem acesso aos primeiros quatro episódios desta série e ainda a um conjunto de entrevistas extra: conversas aprofundadas com algumas das personagens centrais da história. Com este primeiro episódio, podes escutar em detalhe um resumo das muitas conversas que tivemos com Paulo Guimarães, vigilante das Infraestruturas de Portugal que tem liderado a luta dos seguranças do Porto por melhores condições de trabalho. 

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  • Enquanto ouves, podes acompanhar aqui a transcrição do episódio.

    O Estado detém o monopólio da violência legal. Mas, se assim é, como se explica a ligação umbilical entre a segurança privada e as forças públicas de autoridade? Este é o primeiro episódio da série “Exército de Precários”, uma investigação de dois anos sobre a segurança privada em Portugal.

    A comunidade Fumaça já têm acesso aos primeiros quatro episódios desta série e ainda a um conjunto de entrevistas Extra: conversas aprofundadas com algumas das personagens centrais da história. Com este primeiro episódio, podes escutar em detalhe a conversa que tivemos com Sofia Figueiredo, vigilante na sede da Autoridade para as Condições do Trabalho, em Lisboa, sobre a ligação da segurança privada aos comandos e a violência dentro do setor. Sofia trabalha hoje para a empresa PSG. Antes, esteve ao serviço da 2045, fundada por Jaime Neves. 

    Se queres ouvir esta e outras entrevistas e ainda os primeiros quatro episódios da série, faz uma contribuição mensal em www.fumaca.pt/contribuir, ajudando o Fumaça a ser o primeiro projeto de jornalismo português totalmente financiado pelas pessoas. 

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  • “Exército de Precários” é o resultado de uma investigação de dois anos no interior da segurança privada em Portugal. O primeiro episódio sai a 14 de janeiro. Subscreve para receberes e ouvires a nova série Fumaça: http://fumaca.pt/seguranca-privada-exercito-precarios?utm_source=omny&utm_campaign=pre-lancamento-exercitoprecarios

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  • Awni Farhat, 31 anos, nasceu num campo de refugiados na Faixa de Gaza, onde viveu até 2015. Sobreviveu a massacres, bombardeamentos constantes e um bloqueio ilegal imposto por Israel e o Egito, que limita a entrada e saída de bens e pessoas desde 2007, levando a região ao colapso. Em 2012, um relatório da ONU previa que, em 2020, Gaza passaria a ser “um sítio inabitável”. Hoje, é o último dia de 2020.

    A conversa que vão ouvir, em inglês, foi gravada em junho de 2018, em Cascais, a bordo do navio Al Awda, que significa “o retorno”, em árabe. Falávamos antes da sua partida numa das missões da campanha internacional Flotilha da Liberdade, que tem como objetivo desafiar o bloqueio a Gaza, navegando até lá de barco. Esse, como todos os outros, foi intercetado pelas autoridades Israelitas antes de chegar ao destino. Em 2020, pela primeira vez em anos, a Flotilhla não partiu até à Palestina devido às restrições impostas pela pandemia. Talvez no próximo ano. Talvez não.

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  • No dia 12 de março, o Estado português assassinou Ihor Homeniuk no centro de detenção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras do aeroporto de Lisboa. O imigrante ucraniano tinha acabado de chegar a Portugal quando – segundo a conclusão da investigação feita pela Polícia Judiciária – vários inspetores do SEF o espancaram e torturaram durante 20 minutos, antes de o deixarem morrer por asfixia, lentamente.

    Apesar da rápida investigação da PJ e da acusação do Ministério Público, que levou três inspetores do SEF a prisão domiciliária, as responsabilidades políticas tardaram. Só a semana passada se demitiu a diretora do SEF, Cristina Gatões, se anunciou um eventual plano para a reestruturação desta polícia e o Governo decidiu indemnizar a família de Ihor, que não tinha sequer contactado diretamente durante todo este tempo. 

    Esta é uma história brutal dentro do SEF. Mas o abuso e a discriminação para com imigrantes em Portugal está no ADN da polícia fronteiriça, como reportámos na série “Aquilo é a Europa”, lançada no ano passado.

    Foi a propósito dessa reportagem que fizemos a entrevista que publicamos hoje pela primeira vez. Falámos com Anabela Rodrigues (também conhecida como Belinha), dirigente do Grupo Teatro do Oprimido de Lisboa, mediadora na associação Solidariedade Imigrante e candidata não eleita ao Parlamento Europeu pelo Bloco de Esquerda, nas eleições Europeias de 2019.

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  • O Fumaça vai mudar um pouco no próximo ano. Estes são os nossos planos.

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  • A propósito do acordo de incidência parlamentar entre as Direitas e a extrema-direita nos Açores, entrevistámos Raquel Vaz-Pinto, cientista política e investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais da Universidade Nova de Lisboa. É militante do CDS/PP, onde foi conselheira na Comissão Executiva da ex-líder Assunção Cristas, e número três nas listas às Eleições Europeias de 2019. É uma das subscritoras do manifesto “A clareza que defendemos”, um posicionamento político de figuras da Direita Portuguesa crítico da ascensão da extrema-direita, publicado no início de novembro.

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  • É mais fácil ser a favor ou contra o 25 de novembro de 1975 e do PREC do que realmente entendê-los. Foi por isso que organizámos, em 2017, a conversa “25 de Abril: As estórias que a História não conta”. Queríamos falar dos temas que ficam de fora das comemorações do 25 de Abril: o PREC, o papel dos movimentos de libertação nacional das ex-colónias no derrube do fascismo, as pessoas que deixaram de ser portuguesas a seguir à Revolução e a importância dos movimentos de estudantes. Hoje, 45 anos depois daquele 25 de novembro, republicamos a conversa.

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