Episódios

  • Em 31 de dezembro, autoridades chinesas alertaram a OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre uma série de quadros de pneumonia de origem desconhecida na cidade de Wuhan. Com o passar dos dias, as investigações foram apontando pra uma nova mutação de um vírus já conhecido pela ciência, o coronavírus.

    Aí já viu, né? Em janeiro de 2020, os jornais, as revistas e as redes sociais foram tomadas por um alerta: "um novo vírus foi descoberto na China!". E quanto mais casos vão sendo descobertos, mais mortes acontecem, mais a gente se preocupa. O que o Brasil faz é o suficiente?

    Pra entender esse cenário, trouxemos dois veteranos da casa: Atila Iamarino e Denize Ornelas!

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    BRADESCO

    Vamos reforçar um recadinho que demos no ano passado pra vocês: O Bradesco é patrocinador oficial da exposição LEONARDO DA VINCI – 500 ANOS DE UM GÊNIO, primeira exposição do MIS Experience, novo espaço do Museu da Imagem e do Som.

    Essa mostra é considerada a investigação mais completa e detalhada sobre o trabalho de Leonardo da Vinci, e tem 18 áreas temáticas que contam a trajetória do renascentista. Tem até réplicas de máquinas desenhadas pelo artista italiano.

    E todo mundo que for vai ver animações gráficas em alta definição, combinadas com um conteúdo multimídia e narrativa em áudio.

    A exposição já tá aberta e vai até 1o de março de 2020! E ó a dica: a entrada é gratuita às terças! Pra saber mais, acessa www.miss-sp.org.br

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    NADA SEI

    Tem podcast novo na Rede B9! Depois de muito tempo de sonho e planejamento, a gente tá muito feliz de apresentar pra vocês o nosso podcast totalmente dedicado à educação. A primeira temporada do Nada Sei é em parceria com o Instituto Ayrton Senna, que desde que nasceu, tá bem envolvido na conversa de inovar na educação. O Instituto nasceu do sonho do inesquecível Ayrton Senna de mudar o Brasil, e seus programas já beneficiaram milhões de crianças e jovens. A meta é ajudar os estudantes a se desenvolver plenamente em suas potencialidades, encontrando sua melhor versão.

    E por isso eles embarcaram conosco nessa! A educação sempre pode ser melhor, e o Instituto Ayrton Senna faz questão de trazer essa conversa para educadores de todo o Brasil, ao alcance de um toque.

    Instituto Ayrton Senna: há 25 anos fazendo a educação do futuro, agora.

    Ouça agora o primeiro episódio: https://www.b9.com.br/shows/nadasei/nada-sei-eu-aprendo-ouvindo/

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    EQUIPE MAMILOS

    Edição – Caio Corraini com a Maremoto
    Produção – Beatriz Fiorotto
    Apoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elenco
    Capa - Ana Paula Mathias
    Publicação – B9 Company
    Fotos e vídeos - Jéssica Modono com a Atrás da Moita Filmes

  • Sejam bem-vindos ao último episódio da temporada de férias de verão de 2020! Hoje vamos ouvir Ju Wallauer e Cris Bartis conversando sobre as suas próprias férias - e como gravar os programas anteriores influenciaram nas suas escolhas!

    Pega seu sorvetinho, capricha no protetor solar, se ajeita na cadeira de praia e taca-lhe o play nesse Mamilos!

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  • Estão a faltar episódios?

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  • Pra ajudar a relaxar nesse momento maravilhoso de verão, Ju Wallauer e Cris Bartis convidaram Gaía Passarelli, jornalista e editora no BuzzFeed Brasil, para conversar sobre viajar sozinha! Isso tudo dentro da Ben & Jerry's, uma sorveteria cheeeia de sabores pra todos os gostos!

    Pega seu sorvetinho, capricha no protetor solar, se ajeita na cadeira de praia e taca-lhe o play nesse Mamilos!

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    Produção – Beatriz Fiorotto

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    Publicação – Agê Barros

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  • Pra ajudar a relaxar nesse momento maravilhoso de verão, Ju Wallauer e Cris Bartis convidaram Juliana Luna, artista multidisciplinar, para conversar sobre ancestralidade e viajar com um grande propósito.

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  • Pra ajudar a relaxar nesse momento maravilhoso de verão, Ju Wallauer e Cris Bartis convidaram Bia Granja, criadora do YouPIX e mãe do Nico, para conversar sobre viajar com filhos!

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  • Pra ajudar a relaxar nesse momento maravilhoso de verão, Ju Wallauer e Cris Bartis convidaram o Marcelo Magano, roteirista e apresentador do canal Favelados Pelo Mundo, para conversar sobre viajar com pouca grana durante essa merecida pausa.

    Isso tudo dentro da Ben & Jerry's, uma sorveteria cheeeia de sabores pra todos os gostos!

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    STORYTEL

    A gente tá careca de saber que vocês usam o tempo de lavar louça, limpar a casa e andar pela cidade pra ouvir o Mamilos. Mas e quando acaba o episódio da semana, faz o quê?

    Entra lá na Storytel! Dá pra aprender e se divertir com história de terror, de suspense, biografias, romance… você paga por mês e aproveita tudo sem limites!

    Pra quem quiser aproveitar e conhecer essa plataforma tão cheia de coisa boa, tem link pra mamileiro! É só entrar em story.tel/mamilos

    Com esse código você leva 30 dias grátis pra você sair ouvindo tudo!

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  • Que aventura inesquecível pra gente foi 2019!

    O ano em que eu e a Ju entramos de sócias do Merigo e a B9 Company nasceu e juntos tivemos muuuuitas conquistas, crescemos, expandimos mais nossas possibilidades, aumentamos a equipe e fizemos mais de 100h de conteúdo em 49 episódios - incluindo 7 extras!

    Além dos colegas que já passaram pela mesa do Mamilos, esse ano convidamos muitos dos podcasters da Rede B9 para contar para todos como foi 2019 a partir de 13 perspectivas:

    - Altay de Souza do Naruhodo! pra falar sobre ciência

    - Fê Guedes do Beleza Pra Quem? pra falar sobre beleza

    - Renata Mendonça das Dibradoras pra falar sobre esporte

    - Oga Mendonça do Braincast pra falar sobre música

    - Pedro Strazza do Cinemático pra falar sobre filme

    - Cris de Luca e Silvia Bassi do The Shift pra falar sobre tecnologia

    - Tomas Chiaverini do Escafandro para falar sobre jornalismo

    - Gabi Mayer do Põe na Estante pra falar sobre livros

    - Kleber Mendonça, um dos diretores de Bacurau, pra falar sobre cultura

    - Gabriela Chaves, economista que você ouviu no Mamilos 228 - Desigualdade à Brasileira, para falar sobre economia

    - Reinaldo Azevedo, jornalista que você ouviu no Mamilos 225 - Efeito Lula pra falar sobre política

    - Adriana Ramos do Instituto Socioambiental que você ouviu no Mamilos 210 - Povos Indígenas pra falar sobre meio ambiente

    - Denize Ornelas, médica de família e comunidade que você ouviu no Mamilos 172 - SUS e a Saúde Pública pra falar sobre saúde

    Que venha 2020! Pra gente continuar crescendo juntos, aprendendo, informando, nos emocionando e nos indignando.

    Firmamos mais uma vez o comprometimento de fazer um jornalismo antiinflamatório, de peito aberto para construção de pontes. O Mamilos cresceu tanto que já não é só mais o projeto do nosso coração: faz parte da rotina e é do coração de milhares de pessoas pelo mundo todo.

    É muita gente disposta a ouvir conversas profundas, honestas. E enquanto existirem ouvintes tão interessados, que levam nossas pautas pra frente, existirá na gente o maior orgulho do mundo em sentar na mesa do Mamilos toda semana.

    Queremos continuar mudando o mundo em 2020, um episódio por vez. E queremos te convidar pra estar conosco mais uma vez!

    Feliz ano novo! Em janeiro, você ficará com a nossa minissérie Mamilos de Verão.

    E voltaremos dia 31 de janeiro pra nova temporada.

    Vamos juntos, sempre! Até lá!

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    BRADESCO

    Esse ano o Bradesco traz, novamente, uma campanha inspiradora e feita com muuuuito carinho!

    Sabe quem voltou? Os vagalumes! A gente tem até um deles aqui no estúdio, hehe. A animação agora destaca a Luna, uma vagalume que não brilha. E com a ajuda de Vitinho, um menino com síndrome de down, a Luna vai provar que cada um é único e que as diferenças nos fazem brilhar!

    E tem mais: a campanha também traz a hashtag #BrilheDoSeuJeito, que está sendo compartilhada trazendo histórias de criadores de conteúdo que falam sobre seu brilho único.

    É fofura garantida! Corre lá pra ver o vídeo: youtube.com/bradesco

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  • A felicidade tem sido tema de diferentes estudiosos na sociedade moderna. Os cientistas buscam entender os mecanismos cerebrais que comandam a produção e distribuição de substâncias responsável por gerar sensações de prazer e bem estar.

    Já os psicólogos buscam compreender os comportamentos, relações sociais, realizações pessoais e conquistas que nos deixam com aquele sorriso no rosto. Os sociólogos estão estudando a associação da felicidade ao sentimento de utilizada, de realizar trabalhos que dão sentido a própria vida.

    Mas uma verdade inconveniente precisa ser dita: Não é possível ser feliz tempo todo!

    Essa afirmação é feita pela doutora em neurociência integrada Claudia Feitosa Santana. Ela nos conta que nosso mundo é feito de contrastes e quando o contraste é muito pequeno nosso cérebro não é capaz de perceber. Isso quer dizer que é preciso do frio pra experimentar o calor, estar no escuro pra valorizar a luz. Então para entender a felicidade só é possível vivenciando a infelicidade. Pois é, as histórias vem nos enganando ao longo do tempo com seu “felizes para sempre”. Isso simplesmente não é possível, não é sustentável.

    Tem mais gente que defende essa ideia. Ele, o mais citado aqui no Mamilos, Yuval Harari também destrói o romantismo em torno da felicidade quando diz: o ser humano não foi feito para ser feliz. Fomos feitos para sentir prazer, assim como todos os outros animais, mas a felicidade é algo criado pelo nossa sociedade. Não é natural, faz parte do mundo das coisas que criamos e decidimos acreditar.

    E para os brasileiros não tá lá muito fácil acreditar nessa ficção. Em 2019 caímos 16 posições no ranking global de felicidade mensurado pela Gallup em parceria com a ONU. Ocupamos a posição 32 das 156 nações listadas. A pesquisa leva em consideração PIB per capita, apoio social, vida saudável, expectativa de vida, liberdade, generosidade e ausência de corrupção.

    Qualquer um que lê as notícias sabe: não tá mesmo fácil ser feliz. Mas ainda assim a perseguimos com todas as nossas forças. E agora, nas festas de final de ano, é uma época certeira onde paramos para pensar: consegui ser feliz esse ano? Em quais companhias sou feliz e porque? O que me deixou bem? O que me fez infeliz?

    Será que estamos respondendo essas perguntas olhando pelo prisma certo?

    Para nos ajudar com essa reflexão trouxemos hoje o professor Clóvis de Barros e Monja Coen!

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  • Vamos falar de um dos maiores bichos-papões das relações amorosas?

    De acordo com uma pesquisa feita pelo site ParPerfeito em 2016 com 5.200 pessoas, ser enganado é o medo número um de quem se relaciona.

    Esse medo tem fundamento: temos uma média nacional de infidelidade sexual de 40%. É o que nos contam os resultados de 2016 da pesquisa Mosaico 2.0, realizada pelo Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Entre homens, 50% revelaram já terem sido infiéis em seus relacionamentos. Entre as mulheres, 30% admitiram a traição.

    Outras pesquisas mostram que essa diferença entre homens e mulheres só tem diminuído.

    É muita gente sendo infiel.

    Mas o que exatamente configura traição? É fazer sexo ou beijar outra pessoa já é trair? Perfil no Tinder configura? Ter fantasia com outras pessoas é traição? E ter um amor platônico na internet onde o parceiro curte todas as fotos e comenta todas as postagens de uma pessoa?

    Segundo Ana Maria Zampieri, psicóloga especialista em relacionamentos, mais cedo ou mais tarde, cerca de 60% dos casais passam por uma crise que culmina numa "pulada de cerca" de alguma das partes do casal, ou quem sabe, até das duas. Segundo a pesquisa que ela realizou com 4500 casais no Brasil os motivos mais comuns para trair são:

    Pra variar: Algumas pessoas traem simplesmente pra sentir o que já não sentem com seus parceiros, buscam novidade.Pra chamar atenção: Tem gente que procura outro só pra provocar o parceiro, pra provar que ainda é interessante para outros.Por carência: Quando as coisas já não andam bem, já não tem carinho e busca alternativa fora da relaçãoPara dar o troco: Muita gente descobre a pulada de cerca do parceiro e corre pra pagar na mesma moedaPor impulso: Tem quem coloque a culpa nos hormônios né? O clássico: Não deu pra segurar...Por oportunidade: Quando um relacionamento frio e distante se combina com uma pessoa sexy e interessada no radar é uma fuga prontaPara se autoafirmar: Tem quem não consiga recusar um biscoito, quem mesmo em relacionamentos sérios e estáveis precise da aprovação de outros pra se sentir sensualPor aventura: Tem quem simplesmente AME a adrenalina, o proibido, a subversãoPor curiosidade: Depois de tanto tempo com a mesma pessoa, saber como será outros beijos, outros corpos, …

    Para além da motivação, o ato em si muitas vezes parece não bastar. Informações detalhadas sobre o fato parece compor dados para classificar o nível da traição:

    Com quem, faz diferença? Trair com a colega de trabalho é a mesma coisa que trair com a melhor amiga ou com a ex? Onde importa? Se o traidor for pego no flagra na cama do casal, faz diferença? Como, faz diferença? Se foi uma vez ou se foi um caso, importa? Faz diferença quando? Tipo trair no início da relação é mais suave do que trair um relacionamento de anos? Mas será que a traição emocional não deve ser colocada na jogada para ajudar a entender mais sobre a complexidade que pode envolver uma traição sexual?

    Você pode se sentir traído também quando seu parceiro flerta na internet e fora dela. Mesmo não chegando as vias de fato, vive jogando charme pra todo lado. Ou quando compartilha coisas íntimas ou decisões importantes com amigos e raramente ou nunca com o você. Quando fica no celular o tempo. Mesmo presente fisicamente a pessoa está distante. Uma pesquisa mostrou que 4 em cada 10 pessoas julgam o celular mais útil/ interessante que o parceiro E quando vc descobre que seu parceiro anda reclamando de você para outras pessoas?

    Daí os contornos de uma traição vão ganhando camadas mais complexas do que simplesmente: ele/ela não presta!

    Quem trai é culpado pelo ato em si, mas as razões que o levaram a chegar neste ponto podem envolver muita coisa. E é para conversar sobre isso que o Mamilos de hoje está à mostra. Vem com a gente e com a musa terapeuta e sexóloga Ana Canosa!

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  • Quando o programa "Povos Indígenas: de onde viemos e para onde vamos" foi ao ar, em agosto desse ano, muitas pessoas entraram em contato para conversar sobre o conteúdo. Entre elas um ouvinte que trabalha com turismo e nos fez o convite de conhecer de perto a Amazônia e o Rio Tapajós. A ideia era uma jornada para nos conectar com a ancestralidade brasileira: 5 dias navegando pelo rio, conhecendo as pessoas, as comunidades, as histórias, os sabores, os cheiros, o jeito de viver.

    Ficamos muito empolgadas, pensamos em além de curtir a viagem produzir um episódio fora do estúdio, colorido com as texturas e a emoção de gravações externas. Tudo preparado para irmos dia 30 de novembro. Passagens compradas, malas feitas e muita ansiedade. Até que na quarta feira, dia 26 de novembro, uma ligação pela manhã nos deixa atônitas: o guia e provocador da nossa viagem havia sido preso. Ele era um dos brigadistas de Alter do Chão.

    Muitos telefonemas e conversas depois, decidimos manter a viagem. Agora mais curta e com outro foco: entender um pouco do que se passava na região. Bem-vindos à expedição Mamilos Alter do Chão. Vamos compartilhar com vocês um pouco do que vimos, ouvimos e sentimos nesse lugar que é lindo como o paraíso e complexo como o inferno. Nessa jornada nos envolvemos em conversas que nos fizeram refletir sobre o direito à terra, a forma como ela é distribuída, como a especulação imobiliária age e afeta as comunidades, como um apanhado de pessoas de diferentes lugares do mundo, com diferentes sonhos e interesses podem formar uma comunidade.

    Essa expedição contou com muitos convidados. Só é possível pra entender o lugar vivendo o lugar e falando com as pessoas de lá. Muitas conversas foram feitas com gravador e sem gravador. E as vozes e aspas que você vai ouvir ao longo desse episódio são dos seguintes personagens:

    . Líder comunitário indígena Borari

    . Ministério Público Federal

    . Secretário de turismo da região

    . Piloto de barco de passeio - mais conhecido como lancheiro

    . Fundadora de ONG's com atuação nacional e projetos na região

    Optamos por manter o anonimato de grande parte dessas pessoas para garantir a segurança delas. Já que nós viemos embora, mas elas continuam lá. Elas vivem lá.

    Vamos começar a jornada! Aperte o play!

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  • O que você pensa quando ouve a palavra "desigualdade"?

    Talvez você pense no abismo financeiro que separa pessoas pobres e ricas. Ou nas diferenças entre as casas e escolas dessas pessoas.

    Mas dá pra por na conta também: O quão difícil pode ser o acesso a tratamentos de saúde de qualidade, a complexidade de achar uma boa moradia em um lugar prático e por um preço viável, o quão arborizada é a região em que se vive, o número de acidentes com a população e sua expectativa de vida, mortalidade infantil, a dificuldade de se conseguir um bom emprego, especialmente perto de casa, os obstáculos que se apresentam pra consumir qualquer tipo de cultura, dependendo de onde você estiver e quanto dinheiro tem

    E como está a desigualdade no Brasil?

    7,2% da população - 15 milhões de pessoas - tem 6.60 reais pra gastar por dia, enquanto

    1% da população - 1,2 milhões de pessoas - tem 1.824 reais pra gastar por dia.

    A diferença entre a base a o topo da pirâmide é que o que a pessoa do topo ganha é o equivalente a renda de 278 pessoas da base.

    Isso sem falar nas diferenças raciais, entre gêneros, econômicas, regionais…

    No estudo Desigualdades Sociais por Cor ou Raça, o IBGE apontou que os homens brancos estão no topo da pirâmide dos maiores rendimentos, segundo dados de 2018.

    Para cada R$ 1.000 recebidos por esse grupo, eram pagos R$ 758 para mulheres brancas, R$ 561 para homens pretos ou pardos e R$ 444 para mulheres pretas ou pardas.

    Em teoria, ninguém acha isso bonito. A pesquisa - o que pensa o brasileiro sobre desigualdade, feita pela OXFAM em 2018 revela que 86% dos brasileiros creem que o progresso no Brasil está condicionado à redução de desigualdade entre pobres e ricos.

    84% acreditam que é obrigação dos governos diminuir as diferenças entre os muito ricos e os muito pobres, porém 57% não acreditam que as desigualdades diminuirão nos próximos anos.

    E temos razão para pensar assim! No último dia 16, a FGV publicou o estudo “A Escalada da Desigualdade” mostrando que desigualdade social aumenta há mais de cinco anos no país. São 17 trimestres consecutivos de aprofundamento do abismo de condições sócio-econômicas: o período mais longo de alta na concentração de renda dos brasileiros já contabilizada.

    Do quarto trimestre de 2014 até hoje, a metade mais pobre do país viu sua renda diminuir 17,1%; a chamada classe média, que ocupa 40% do restante, teve perdas de 4,16%; e os 10% mais ricos viram sua renda crescer 2,55%. Levando em conta os 1% mais ricos, o aumento é ainda maior e o número chega a 10,11%.

    O principal motivo para esses resultados, de acordo com a FGV, é o desemprego no país, fruto da crise econômica vivida em 2015 e 2016 que corroeu o poder de compra das famílias. Segundo o estudo, a queda na inflação a partir de 2017 teve função importante para fomentar o consumo, mas como os níveis de desemprego não tiveram o mesmo movimento de queda, a situação não se reverteu na concentração de renda.

    Como vamos enfrentar e combater esse problema?

    Para responder essa pergunta de 1 milhão de dólares, reunimos os economistas Marcelo Manzano, Daniel Duque e Gabriela Chaves!

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  • Pare um minuto e imagine tudo o que você conhece de ficção científica: um futuro onde carros voam, pessoas se teletransportam, celulares são dobráveis ou mesmo funcionam como implante na mão, pessoas vivem pra sempre fazendo download da suas mentes em outros corpos. Em algum momento você parou pra pensar que na esmagadora maioria dessas representações em filmes, livros e músicas mostram um mundo só com pessoas brancas?

    Imaginar o futuro e como ele pode ser, influencia muito o presente. É no presente que começamos a nos movimentar enquanto sociedade para alcançar esse futuro.

    Será que não tem lugar para pessoas negras nesse futuro? O movimento Afrofuturista surgiu justamente para preencher essa falha.

    Afrofuturismo é uma forma de imaginar um futuro onde negros sobreviveram à violência policial, à falta de oportunidades de estudos, aos salários menores e ao racismo institucional como um todo. É um futuro em que negros existem, mas não como escravos ou ainda na luta pela sobrevivência, mas como criadores de sociedades marcadas pelo alto desenvolvimento tecnológico e pela cultura e estética africana. A Wakanda de Pantera Negra é um exemplo bem didático deste tipo de futuro, ao misturar alta tecnologia e conexão com a ancestralidade.

    Quando o Emicida diz "permita que eu fale, não as minhas cicatrizes" é justamente dessa filosofia que estã falando. É para além de ter sido escravizado, é o ser na sua integralidade.

    Sair do afropessimismo para o afrofuturismo não é ignorar o duro presente, mas é sair do lugar das mazelas e sonhar com um mundo de coexistência onde os negros são protagonistas de suas próprias histórias.

    Para Mark Dery, "O Afrofuturismo dá importância a uma questão inquietante: Pode uma comunidade que teve seu passado apagado, e que teve suas energias sugadas pela procura de suas raízes históricas, imaginar futuros possíveis?".

    Para responder essa questão e conhecer mais sobre essa temática trouxemos uma mesa dos sonhos. E dá licença que hoje a Cris e Ju vão só ouvir e aprender com nossos convidados, a youtuber e cientista social em formação Nátaly Neri, o designer e podcaster Oga Mendonça, o escritor Ale Santos e a youtuber a fundadora da plataforma Afrofuturo Morena Mariah!

    Veeem que tá demais!

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    Edição – Caio Corraini com a Maremoto
    Produção – Beatriz Fiorotto
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    Capa - Ana Paula Mathias com a ilustração da personagem Nina Onixé por Rodrigo Cândido
    Publicação – B9 Company
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  • De acordo com dados do governo federal, 3 em cada 4 lares são chefiados por uma mulher — e, dessas, 41% tem o seu próprio negócio. Estamos falando de mais quase 24 milhões de mulheres. Elas já comanda 43% de todos os negócios abertos no Brasil.

    Dessas 79% têm ensino superior, 68% trabalham em casa. 55% oferecem serviços, 33% estão ligadas ao comércio e apenas 12% a indústria.

    Esses números ganham ainda mais significados quando recordamos que apenas em 1962 as mulheres tiveram direito em ter CPF. Ou seja: há apenas 57 anos as mulheres podem registrar um negócio ou mesmo abrir uma conta em banco.

    Apesar dos visíveis avanços que temos em relação à conquista de espaço da mulher no ambiente empreendedor, ainda existem muitas dificuldades e desafios. A conversão de Empreendedoras (indivíduo que tem um negócios) em Dona de um Negócio (indivíduo que empregada) é 40% mas baixa entre as mulheres. A cada 10 empreendedoras somente 3,9 viram Donas de Negócios, segundo o Sebrae.

    E não é só isso, as mulheres raramente tem sócios, trabalham menos horas no negócio (adivinhem prq?), ganham 22% menos, tem porte menor, tomam menos empréstimo em bancos e quando o fazem pagam taxas maiores, apesar de serem menos inadimplentes.

    Sim, existe um longo caminho a percorrer e ele começa ao estabelecer o próprio negócio: Será que tenho algo de valor para oferecer pro mundo? Sou capaz de ter meu próprio negócio? Se sim, como vou ter dinheiro para fazer isso? Quem investiria em mim? Isso ainda passa pela relação das mulheres com o medo de falhar, com estabelecer preço, se vender, falar bem de si mesma, fazer marketing! Veja só! Fora aprender a lidar com embalagem, prazos, fluxo de caixa, contratação e demissão. E no meio disso tudo entender que sua energia é finita e será necessário priorizar e delegar: adeus controle, olá medo.

    É um universo muito grande e cheio de desafios onde, além de saber fazer muito bem uma coisa, você precisa dar conta de outras várias que nem passavam pela sua cabeça!

    Mas quando uma mulher investe em si mesma ela isso muda um pouco o mundo. É sobre as dores e delícias de ser empreendedora que vamos conversar no Mamilos de hoje, com Leda Böger, diretora do Instituto Consulado da Mulher, Márcia Monteiro, proprietária do restaurante Fio de Azeite e as participações especiais de Ana Paula Xongani e Denise Damiani!

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  • No dia 7 de abril de 2018, o ex-presidente Lula foi preso. Após muitas etapas da Operação Lava Jato, ele foi condenado em 2a instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá, em uma disputa legal que mobilizou o país.

    Na época Lula liderava as pesquisas de intenção de voto para presidência do país e a corrida o tirou da corrida presidencial. Naquela época, em discurso proferido no ABC paulista, antes de se entregar a polícia ele prometeu que sairia muito maior

    580 dias se passaram. Nesse período, aconteceram as eleições presidenciais de 2018, Jair Bolsonaro se elegeu, Moro foi de juiz à Ministro da Justiça e Segurança Pública.

    "Lula Livre" virou o maior grito e bandeira da esquerda, a maior resistência ao atual governo. Enquanto isso, fora do Brasil, a América Latina vive uma primavera política cheia de protestos, revoltas e golpe. Tudo parece estar fervendo. E é nesse fervo que, no dia 7 de novembro de 2019, o STF decide derrubar a legitimidade da prisão em 2a instância.

    E Lula, no dia seguinte, saiu da cadeia.

    Ao sair da cadeia, o discurso para centenas de pessoas que estavam em vigília foi conciliador e otimista

    "Queridos companheiros e queridas companheiras, vocês não têm dimensão do significado de eu estar aqui junto de vocês. Eu, que a vida inteira, tive conversando com o povo brasileiro, não pensei que no dia de hoje eu poderia estar aqui conversando com homens e mulheres, que durante 580 dias ficaram aqui, me mandando ‘bom dia Lula’, gritaram ‘boa tarde, Lula’, gritaram ‘boa noite, Lula’. Não importa se estivesse chovendo, não importa se estivesse 40 graus, não importa se estivesse zero graus, todo santo dia vocês eram o alimento da democracia que eu precisava para resistir."

    No dia seguinte, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC foi mais combativo e crítico ao governo. O ataque que se baseou nos três principais pilares que sustentam o atual Governo: o próprio Bolsonaro, a quem acusou de "governar para as milícias"; Sérgio Moro, apontado como um "canalha", e Paulo Guedes, da economia, acusado de ser um "demolidor de sonhos".

    A reação de Bolsonaro veio pelo Twitter:

    "Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos. Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa.". Ou seja, aplicou a famosa teoria do "não dar palco pro outro dançar".

    E não foi só desse lado do tabuleiro que as peças do xadrez se moveram. Nessa mesma semana, Jair anunciou sua saída do PSL. Após vários atritos com o presidente do partido, Luciano Bivar, e outros membros do grupo. E mais: comunicou a criação de uma nova legenda: a Aliança Pelo Brasil.

    O que a gente quer hoje é entender o que essas movimentações significam para o cenário político do país. Vamos observar a polarização se acirrar ou o jogo vai mudar? A decisão do STF é resultado das instituições funcionando, ou é mais uma movimentação política irresponsável? Quem são as forças disputando o jogo político, quais são suas propostas e táticas para dominar o discurso público e as intenções de voto?

    Conversamos com Juca Kfouri e Reinaldo Azevedo para entender melhor. Vem com a gente!

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  • Políticos perseguidos, artistas silenciados, estudantes assassinados. Centenas de pessoas, homens e mulheres, torturados e desaparecidos.

    Se eu te disser que um regime oferece isso, provavelmente você não vai querer.

    Mas parece que, quando a corda aperta, e a gente fica com medo, essa é uma alternativa que nos passa segurança.

    Tanto é que, democraticamente, como nação, escolhemos formar uma política militarizada: militar na Presidência, militares nos ministérios, no Congresso; militares frequentemente nas ruas, exercendo papel de polícia nos Estados. Colocamos no poder uma família que constantemente referencia e exalta o regime militar e seus oficiais.

    Como um país sem memória temos um longo passado pela frente.

    Nossa proposta hoje é, junto com Joana Monteleone, historiadora e pesquisadora da Comissão da Verdade, Lucas Vilalta, coordenador do Instituto Vladmir Herzog e Rodrigo Basilio, também historiador e professor, relembrar uma parte fundamental da História do Brasil. Comparar memórias com fatos e dados sobre a época pra tentar entender porque o autoritarismo parece ser a ferramenta mais confiável para alguns no arsenal de soluções. Será que temos mesmo um passado glorioso para invocar em tempos de angústia e incertezas?

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    CAPA

    A capa dessa semana traz uma foto do Arquivo Nacional/Correio da Manhã, PH FOT 01996.005.

  • Manchetes sobre eleições, protestos e tensões políticas na América do Sul parecem não param de aparecer em tudo quanto é lugar. E fica difícil acompanhar tantos fatos em tanto volume. Tá preocupante? Tá ruim de entender? Tem muito assunto? A gente, hoje, ajuda você junto com os nossos convidados: Lucas Berti, jornalista, repórter de relações exteriores do Brazilian Report e co-criador da newsletter Giro Latino, Sebastian Ronderos, Cientista político colombiano, professor e pesquisador em ideologia e análise do discurso pela Universidade de Essex, na Inglaterra e Paula Ramon, jornalista, correspondente da AFP News Agency em São Paulo. Embarca nessa com a gente!

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

  • Esse episódio é um conteúdo extra e faz parte da série — Mamilos e a Cultura Brasileira. No primeiro episódio falamos sobre Bacurau, uma importante peça do cinema brasileiro. Hoje vamos falar sobre as histórias e inspirações do álbum AmarElo com Emicida. Vem com a gente!

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    Você pode ouvir AmarElo em todas as plataformas digitais. Confira mais em www.emicida.com.br

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    CAPA

    A capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.

  • Até pouco tempo os animais não humanos tinham função clara em nossas vidas: Gatos caçavam ratos; cães caçavam ou rastreavam a caça, até participavam de guerras protegendo as tropas, serviam como guardas, puxavam trenós e similares, proporcionavam calor, serviam como alimento, etc. Não havia esse elo como nos dias de hoje; tanto é que no século XVII, quando os cães de guarda e de pastoreio chegavam a uma idade avançada, que já os impedia de desempenharem de forma satisfatória suas funções, eram sacrificados por enforcamento ou afogamento.

    De meados do século XX pra cá muita coisa mudou. Os animais domesticados passaram a ser chamados de animais de estimação. E realmente passamos a estimá-los e isso por vários motivos.

    Pais com filhos em crescimento estão valorizando cada vez o relacionamento das crianças com animais como parte de seu desenvolvimento cognitivo e social. Mas também, há cada vez mais casais jovens buscando ter animais de estimação, entre outros motivos, como símbolo de conexão do casal. Pessoas que moram sozinhas muitas vezes fazem essa opção para terem companhia. Pessoas idosas também, além de terem com quem trocar afeto a qualquer momento.

    São intermináveis os estudos sociais que mostram o benefícios de se conviver com animais de estimação: sua companhia carinhosa reduz os níveis de estresse e depressão, ajuda no desenvolvimento imunológico das crianças, da aquela força pra manter o corpo em forma, já que vc não só brinca com ele mas também o leva pra passear. Criar um bicho em casa ajuda a reduzir a pressão sanguínea, o colesterol e o nível de triglicérides. Consequentemente, servem de prevenção contra ataques do coração e AVC. E estudam comprovam que alguns animais podem ajudar a detectar hipoglicemias e até câncer em seus donos.

    Essa relação tão longa quanto intensa é pauta até de um ciência, a chamada antrozoologia que estuda a interação entre pessoas e animais e trata assuntos como: a história da domesticação animal, a construção social dos animais e o que significa ser animal, as percepções e crenças humanas em relação a outros animais, a avaliação crítica do abuso e exploração de animais dentre outros assuntos.

    Os números retratam a transformação dessa relação. De acordo com dados levantados pelo IBGE e atualizados pela inteligência do Instituto Pet Brasil, em 2018 foram contabilizados no país 54 milhões de cães; 40 milhões de aves; 24 milhões de gatos; 19 milhões de peixes e pouco mais de 2 milhões de répteis e pequenos mamíferos.

    A estimativa total chega a cerca de 140 milhões de animais de estimação. Isso quer dizer que a cada duas casas brasileiras, uma tem um bicnhinho.

    Se estamos falando de novos conceitos de família uma certeza já está posta: nos tornamos famílias multiespécies! E como toda família, tem muito amor, mas também muitos problemas.

    Já está muito claro que os animais fazem bem aos humanos, mas o contrário pode não ser verdade sempre. Não estamos falando aqui de maus tratos, mas sim da a objetalização dos animais a serviço do nosso narcisismo. Para o mestre em Psicanálise e Psicopatologia Luis Nassif “Humanizar os animais é tentar fazê-los responsabilizar por algo que nem nós humanos gostaríamos de nos ocupar. Sim, ao reproduzir toda a sorte de cuidados, preocupações e sentimentos não estamos só tentando domesticar um animal, é nossa própria falta de civilidade e agressividade que está sendo colocada à prova. Sim, precisamos transformar os bichos em humanos por levarmos nossa espécie muito a sério. Os animais de estimação são merecedores do nosso profundo respeito e afeto, tanto que deveríamos poupá-los de nossas neuroses.”

    É para conversar sobre a nossa relação com nossos bichinhos que hoje vamos conhecer histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas por seus animais de estimação.

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  • Militância e ativismo são metodologias usadas para o mesmo fim: agir em conjunto para interferir nas normas. Porém, tratam-se de metodologias diferentes e, portanto, produzem efeitos diferentes em quem as usa. Não precisa pensar muito para perceber a aproximação entre as palavras militância e militar. Militar requer disciplina. Isso envolve regras rígidas, controle, padronização, repetição, hierarquia e regularidade.

    O militante é aquela pessoa que se convence de que não adianta se mobilizar em apenas alguns momentos, mas permanentemente. Dedica parte do seu dia a dia a se organizar com outros para conquistar apoio a uma causa, seja uma mudança local em seus bairros, seja uma transformação global como a luta ambiental – ou ambas as coisas de forma articulada. Um exemplo são partidos políticos, sindicatos, movimentos religiosos e torcidas organizadas.

    Em contrapartida, ativistas como o Movimento Passe Livre em 2013, feministas, coletivos negros, protetores de animais, e outros diversos têm preferido arranjos descentralizados, nos quais a liderança e as decisões são partilhadas entre muitos. Eles vêm usando as novas tecnologias de comunicação e informação para dar corpo a suas ações e têm na ideia de redes seu modelo organizativo estratégico. Neles a importância da agência, da criatividade e das necessidades singulares imediatas são reconhecidas e valorizadas.

    A internet amplificou muito o alcance desses grupos, mas nos últimos anos, o cenário está mais difícil. Antes de 2014, o que você postava em uma página do Facebook aparecia automaticamente para mais de 12% de seus curtidores. Quem produzia mensagens relevantes mobilizava uma base, atraía cada vez mais seguidores e organicamente conseguia criar uma onda que podia varrer toda a rede. A partir de 2014, esse número passou para cerca de 6%. Em 2016, o número de pessoas para quem a postagem é entregue chegou a 2% e continua reduzindo. E essa é a tendência das outras redes sociais.

    Quer que mais gente tenha acesso a seu conteúdo no Facebook? Pague. Hoje quem não paga pelo conteúdo está fadado a ter uma visibilidade quase nula. Vai abrir um canal no YouTube? Hoje em dia, as chances de se tornar relevante sem se enquadrar nas regras da rede são mínimas. Você até posta o que quiser, mas seu conteúdo não vai passar na “cláusula de barreira”.

    Nesse cenário, influenciadores, que conversam com um grande público aumentam sua relevância pois oferecem uma forma de continuar alcançando as pessoas de forma orgânica. Mas não é uma tarefa fácil, eles estão expostos a constante escrutínio, sobrevivendo em um ambiente CANCELAMENTOS. Já falamos aqui sobre a pobreza das conversas que acontecem em 280 caracteres, com os incentivos dos algoritmos para a lacração. Nesse contexto, como já dizia Dilma Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder.

    Eu já fui cancelada, a Cris já foi cancelada. Essa semana uma das grandes discussões de cancelamento girou em torno da história de que Raul Seixas entregou Paulo Coelho para os torturadores da ditadura. Na velocidade do som, o músico foi cancelado por uma horda. Chegou ao ponto do próprio Paulo Coelho defender o amigo: é admirável quem consegue proteger os seus mesmo sob tortura. Mas não existe honra em julgarmos pessoas do quentinho dos nossos sofás sem compreender os contextos.

    No final das contas, militância ou ativismo de sofá, funcionam? Qual é o impacto desse tipo de articulação na política e na cultura, e no atendimento de metas concretas de curto, médio ou longo prazo? Pra conversar sobre isso reunimos três perfis de mulheres que apoiam causas em redes sociais.

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  • O que dá legitimidade a quem tá exercendo o poder? A quem faz as escolhas por nós?

    Existem muitas respostas, mas uma delas depende das regras do jogo. As regras do jogo precisam estar montadas de um jeito que todo mundo tenha voz. Que quem tem mais dinheiro não seja mais representado do que quem não tem. Que quem é mais famoso, tem mais microfone, não fale mais alto. Que quem mora nos grandes centros não seja o único a ser escutado.

    Esse é um desafio que existe no mundo todo. Democracias maduras como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Canadá, discutem como evitar que quem já está no poder use a máquina para se perpetuar e evitar as mudanças que o povo aspira. Como evitar que candidatos negociem o bem público por recursos de empresas para se reelegerem indefinidamente.

    Recentemente mudamos a regra do jogo pra tentar diminuir o impacto do poder financeiro na definição das eleições: agora empresas não podem mais doar para campanhas.

    Mas se a grana não vem da lógica do mercado, vem da lógica pública. Hoje temos o Fundo Partidário financiando campanhas e partidos. E como distribuir esse dinheiro de forma a garantir que pessoas que nos representem tenham uma chance justa de concorrer? Já conversamos aqui no Mamilos sobre isso no programa 116 Distritão e Fundo Partidário. A regra hoje é de que o fundo é distribuído de acordo com a representação que os partidos já tem na câmara. Essa regra usa as escolhas do povo como critério pra definir destinação de verba: se esse partido foi mais votado, é pq ele representa as pessoas, então merece mais do que um outro, recém aberto. A falha nesse sistema é que privilegia os mesmos políticos de sempre. Que são grandes exatamente porque se beneficiaram das regras antigas.

    É justo isso? Como podemos fazer ficar justo?

    Legitimidade também depende do quanto as pessoas que estão nos representando cumpriram as regras acordadas. Não tem problema nenhum pegar a bola com a mão. No basquete todo mundo faz. Mas no futebol não pode. Quem ganha o campeonato fazendo gol de mão pode até levantar a taça, mas não convence a torcida. Desculpa aí Maradona.

    Essa semana voltou a ocupar as manchetes um caso de quebra de regra do segundo maior partido na Câmara dos deputados. Uma apuração da Folha de São Paulo desvendou um esquema de candidatas laranjas do PSL em Minas Gerais que desviaram recursos do fundo partidário para financiar, por meio de caixa dois, as campanhas do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, e do presidente Jair Bolsonaro. Ou seja: mesmo levantando a bandeira da honestidade, como todos levantam, o partido burlou a regra do jogo.

    Quais regras foram quebradas? Qual é o impacto e a importância disso?

    Nossa missão hoje é conversar sobre os desafios que democracias enfrentam nesse processo para fazer a vontade do povo se manifestar em representantes que tenham legitimidade e sejam reconhecidos por seus eleitores.

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