orgasmens historia

  • 00:51:06

    01-03-2017 #0 EN HISTORIA - Cero en Historia Javier Cansado - Programa Completo 0

    · Ilustres Ignorantes JAGV

    JAGV#0 EN HISTORIAEn el primer episodio de "Cero en Historia", el maestro de ceremonias Joaquín Reyes y los concursantes habituales Silvia Abril, Raúl Cimas, Sara Escudero y J.J. Vaquero, cuentan con un juez excepcional, el gran Javier Cansado."Cero en Historia" es un panel cómico que nos descubre que la historia es apasionante, sorprendente y divertida. Con humor y una mirada fresca y libre, Joaquín Reyes como maestro de ceremonias y Silvia Abril, Raúl Cimas, Sara Escudero y J.J. Vaquero como concursantes."Cero en Historia" rememora momentos que cambiaron la Historia, anécdotas increíbles pero ciertas, inventos, objetos y personajes míticos. Cada programa tendrá un juez diferente, próceres de la categoría de Javier Cansado, Elvira Lindo, Santi Millán o Juanma López Iturriaga que impartirán justicia con los criterios que consideren oportunos."Cero en Historia" se juega en cinco rondas de pruebas, al final de las cuales el juez decide quién es el ganador: 'El Fotomatón' especula acerca de la historia que encierra una fotografía, 'Veraz o falaz' plantea cuál de dos historias inverosímiles realmente ocurrió, 'Continuará' reta a imaginar el desenlace de una historia planteada por un vídeo protagonizado por gente de la talla de Al Capone, 'Trampantojo mierder' consiste en adivinar los "cuerpos extraños" introducidos en un cuadro histórico, mientras que en 'Cachivaches imposibles' conoceremos los objetos más locos que en su día alguien inventó y usó.En este programa todos los espectadores, cuñados incluidos, pueden jugar durante 50 minutos a ser detectives de la historia. Porque "Cero en Historia" es una apuesta por "la democratización del saber".El plató, con una puesta en escena sorprendente y original, se ha construido en el Parador Nacional del Castillo de Sigüenza, Guadalajara, una joya medieval de nuestro patrimonio histórico.#0 EN HISTORIA JAGV

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  • 00:14:03

    La mejor elección de la historia Donald Trump vs Hillary Clinton

    · Tu Vida Ahora

    Tu Vida Ahora La mejor elección de la historia Donald Trump vs Hillary Clinton Pensamos que es el mejor elección que jamás ha habido porque da, a un segmento grande de la población de este planeta, una oportunidad de descubrir que nunca se trató de la elección de todos modos. Los republicanos no crean tu realidad, y los demócratas no crean tu realidad. Pensamos que es la mejor elección que jamás ha habido y su resultado es irrelevante. Ellos no crean tu realidad, tú lo haces, pero puedes introducir un montón de resistencia en tu vibración encontrando esto aquí y allá o todo para hacer oposición. Ellos no son el vórtice por donde fluye tu Bienestar. Ellos tienen una influencia ínfima sobre lo que te sucede. Tu relación con tu propio vórtice, el ubicarte en tu modo receptivo; eso es lo que influencia lo que te llega. Entrada La mejor elección de la historia Donald Trump vs Hillary Clinton publicada por Patricia • Tu Vida Ahora

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  • 00:16:46

    Teologia de Boteco | A Historia da Igreja Cristã, Introdução – #041

    · Crentassos Produções Subversivas

    Olá galera... Sei que faltei com vcs no dia 25 e realmente, peço que perdoem Mas grazadeus, consegui colocar esse EP no ar, pois já a muito tempo queria começar esse projeto... É um formato novo, um tipo de "curso" sobre a historia da igreja em podcast, baseada num curso que ouvi a muito tempo atrás (ouça o original aqui). Não tenho nenhuma pretenção académica ou teológica aqui... Não sou teólogo, sou apenas um curioso, e espero que esse projeto, caso vá pra frente, possa fazer outros curiosos sobre esse tema... Mas para continuar, eu gostaria de saber se vcs estão de fato interessando nesse tipo de material, e para isso, peço que coloquem nos comentários aqui... Dicas, correções e outras colaborações são muito bem vindas... Aguardo vcs por lá :) Já a algum tempo eu conheci um curso que estava disponível gratuitamente, em áudio, sobre um assunto que despertou muito minha curiosidade: A historia da igreja. Ouvi muitas vezes esse curso e pesquisei muito sobre os tantos temas citados ali pela voz com um forte sotaque de catarinense do professor Juliano Heyse (perdoe-me se pronunciei seu nome de forma errada), que fala durante muitas horas a uma plateia, numa igreja batista, a respeito dos caminhos que o povo de Deus trilhou, desde o fim do novo testamento até nossos dias. O áudio não tinha qualquer tipo de tratamento, foi simplesmente gravado e disponibilizado na internet e com esse gesto simples de um homem com muita sabedoria e muita boa vontade, acabei me apaixonando por esse assunto e assim, hoje, depois de alguns anos, tentarei produzir aqui, tomando o trabalho do professor Juliano e a coleção História ilustrada do cristianismo de Justo L. González, uma serie de áudios relacionados a este tema, tendo sempre a consciência da minha limitação. Em alguns momentos, pode até soar como cópia idêntica em outros acrescentarei alguma informação que eu recolhi ao longo das minhas leituras ou dicas de grandes amigos teólogos, sociólogos, filósofos, historiadores. Ainda que contando com a vital ajuda dessas pessoas (e outras muitas, direta ou indiretamente) esse programa não tem outra pretensão que não seja despertar sua curiosidade sobre os tantos assuntos que irei tratar por aqui, mais que qualquer coisa, o meu objetivo é que você continue de onde eu parei nunca tomando as minhas palavras como verdade final, mas como plataforma de lançamento para que você procure saber mais, discutir mais, conversar mais, e até utilizar os comentários do post onde esse áudio será disponibilizado como espaço de dialogo e debate para crescer como cidadão e também como cristão e nessa salada de ideias e opiniões, que possam florecer argumentos sérios e inegáveis para que juntos possamos construir uma igreja mais saudável para as gerações que nos sucederão… História da Igreja Cristã Introdução “Talvez não exista nada que tenha denegrido tanto a glória de Deus como a história do Seu povo na Igreja. Por isso, vou tratar deste assunto sobre O APRENDER DA HISTORIA. O famoso dito de Hegel faz-nos lembrar que ‘O que aprendemos da história é que não aprendemos nada da história’. Ora, no que se refere ao mundo secular, essa é uma verdade indubitável. A história da raça humana mostra isso claramente. A humanidade, em sua loucura e estupidez, sempre repete os mesmo erros. Não aprende, e se nega a aprender. Mas não aceito isso como sendo próprio do cristão. O meu ponto de vista é que o cristão deve aprender da história, que, por ser cristão, seu dever é fazer isso, e deve animar-se a fazê-lo”. (…) o meu argumento é que, para nós, é sempre essencial suplementar a nossa leitura teológica com a leitura da história da igreja. (…) Senão, corremos o perigo de nos tornar abstratos, teóricos e acadêmicos em nossa visão da verdade; e, de relacioná-la com os aspectos práticos da vida diária, logo estaremos em dificuldade”.  Uma figura importante aqui no inicio desse caminhada é o doutor David Martyn Lloyd-Jones,

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  • 84º Podcast Mises Brasil - Moacir José da Silva

    · Mises Brasil

    Apesar de embrionários, os estudos da Escola Austríaca no Brasil tem se desenvolvido de uma maneira extremamente interessante, rica e descentralizada. Há professores e estudantes de diversas regiões do país utilizando o instrumental teórico Austríaco na economia, no direito, nas relações internacionais e na história. Sim, também na história, como o leitor/ouvinte deste site pode constatar neste Podcast com o professor e pós-doutor Moacir José da Silva, da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O professor Moacir, que se classifica como um historiador Austríaco e já participou do encontro da Sociedade Mont Pelerin, explica nesta entrevista o que é a Escola Austríaca de História e qual o seu diferencial em relação às escolas tradicionais. “A Escola Austríaca de História vê a história a partir do indivíduo e suas ações fazendo a história a partir de valores morais subjetivos. A Escola Austríaca aplicada à economia apresentou soluções que, na verdade, transcenderam a área específica de economia em termos de conhecimento, o que foi reconhecido pelo próprio Hayek no discurso em que recebeu o Prêmio Nobel. Existe uma Escola Austríaca de História, que não leva esse nome, e talvez possamos desenvolver estudos utilizando esse nome”.Graduado em história, mestre em economia, doutor em Engenharia de Produção e Sistemas e pós-doutor em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo (USP), Moacir atua com pesquisador catedrático da área de história econômica na UEM, onde estuda principalmente a Escola Austríaca e a sua aplicação no estudo da história. Neste podcast, ele explica o que é e como trabalha o historiador Austríaco. Ele também falou sobre os estudos desenvolvidos no departamento de história, sobre o seu livro História Econômica I, em que trata a origem e o declínio do feudalismo sob a perspectiva Austríaca, e que faz parte de uma coleção de 43 livros coordenada por ele e escrita por professores da UEM.

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  • 21 de Diciembre

    · Evangelio del dia y comentario

    SHALOM! ES EL SALUDO DE LA IGLESIA QUE DESPIERTA EN NOSOTROS HIJOS SUYOS LA ENCARNACION DE LA VIDA NUEVA SEMBRADA POR LA PREDICACIONEl Señor viene a visitarnos. Y siempre viene a nosotros en una carne bien concreta. El seno purisimo de Maria, tabernáculo de la presencia de Dios entre nosotros. Siempre es Ella que nos visita, embajadora del amor de Dios. Es Ella que nos donael Señor, oculto en Sus castas entrañas. Ella es la imagen más fiel de la historia de salvación que Dios ha preparado para cada hombre. Por nosotros. Desde siempre. Y hoy. Y mañana. Para siempre.Dios encarnado, Dios acostado en el seno de una mujer, Dios descendido a nuestra vida, Dios que visita e impregna nuestras horas. Dios encarnado en nuestras carnes encaminadas en la historia. Maria es el espejo fiel de lo que cada día ocurre en nuestras pobres vidas. En nosotros ya está sembrado el milagro de una vida celestial, como lo fue Juan para Isabel. Ahora mismo está vivo en nosotros algo que nuestras fuerzas, nuestras obras, nuestros deseos no han tenido el poder de engendrar. Estériles somos, como cada hombre, incapaces de darnos vida, y de donarla. Estériles para acoger a la Gracia. Cómo Isabel intuimos de llevar algo maravilloso, pero necesitamos una visita porque el milagro de Gracia brote en un canto de alabanza.Vivimos el amor de Dios dentro de nosotros, a menudo sentimos de ello todo el alcance sobrenatural, justo como una mujer embarazada vive cada cosa de modo particular, como agarrada por una presencia interior, misteriosa que le pertenece y, al mismo tiempo, les escapa. Y nosotros con Isabel necesitamos Maria. Y Maria es la Iglesia, Su saludo que resuena en el profundo es el anuncio que nuestro corazón espera incesantemente. La Palabra capaz de desataren nosotros lo que, desde siempre, la Gracia ha sembrado. La Palabra que mueve en nosotros la Vida en un brinco de alegría. Es el anuncio que despierta la alegría: Dios se ha hecho carne en nuestra carne, justo en los hechos que nos visitan para implicarnos, nuestra historia de cada día, Maria, el misterio de nuestra vida encerrado en la dulce niña de Nazaret. En la historia el eco del anuncio de la Iglesia.Y es verdad que fuera no de la Iglesia hay salvación, porque en cada instante de la historia que corre dentro de cada rincón de la tierra resuena la Palabra, única, de salvación, Cristo Jesús, escondido en el seno virginal de Maria, Madre de la Iglesia y Madre nuestra. La Iglesia, con su voz, abraza el universo en espera de la salvación. La historia es el tabernáculo del Hijo encarnado. Desde aquel día en Nazaret cuando Dios ha depuesto Su semilla en el seno de Maria, nada ya es lo mismo. Toda la historia, pasada, presente y futura ha sido inundada de una Gracia nueva y todas las cosas han sido renovadas, y el Señor, el Emmanuel, ha tomado morada en cada instante del tiempo.Todo de nosotros pues, milagrosamente, ha sido santificado, salvado, rescatado. El misterio escondido a los ángeles ha sido desvelado, el hombre es salvo. La vida ya no es una carrera hacia la muerte. El Cielo se ha entreabierto frente a cada hombre. Cada existencia, también la que aparece más destruida por el pecado, también la que huele de muerte, todas ya están listas para ser salvadas. Escribió san Gregorio de Nisa: "El hombre que, entre los seres, no cuenta nada, que es polvo, hierba, vanidad, cuando es adoptado por el Dios del universo como hijo, llega a ser familiar de este Ser, cuya excelencia y grandeza nadie puede ver, escuchar y comprender. ¿Con qué palabra, pensamiento o impulso del espíritu se podrá exaltar la sobreabundancia de esta gracia? El hombre sobrepasa su naturaleza: de mortal se hace inmortal, de perecedero imperecedero, de efímero eterno, de hombre se hace dios". (Sobre las beatitudes, Sermón VII).Un anuncio, una palabra, la visita de Maria y lo que estuvo perdido será rescatado. Los pasos veloces de la Hija de Sión sobre la cima de las montañas de Judas son los pasos urgentes de los apóstoles de cada tiempo. Los pasos de los acontecimientos mismos que abrazan cada hombre en un saludo de Paz son la revelación del proyecto de Dios. "En efecto yo sé los pensamientos que medito por vosotros", dice el Señor: "pensamientos de paz y no de mal, para daros un futuro lleno de esperanza" (Ger. 29,11).¡Shalom! El saludo de Maria que despierta la alegría en el seno de Isabel. ¡Paz! El saludo de Maria que despierta la alegría que ya hemos olvidado entre las tristezas de lo que pensamos como perdido irremediablemente. La alegría de la resurrección de todo lo que murió en nosotros. La resurrección de la esperanza. Nuestra historia de hoy, y de cada día, nos llega, rescatada, al corazón por el saludo de Maria. "La maternidad de la Iglesia es reflejo del amor solícito de Dios, del que habla el profeta Isaías: "Como una madre consuela a un hijo, así os consolaré; en Jerusalén seréis consolados" (Is 66, 13). Una maternidad que habla sin palabras, que suscita en los corazones el consuelo, una alegría íntima, un gozo que paradójicamente convive con el dolor, con el sufrimiento. La Iglesia, como María, custodia dentro de sí los dramas del hombre y el consuelo de Dios, los mantiene unidos a lo largo de la peregrinación de la historia. A través de los siglos, la Iglesia muestra los signos del amor de Dios, que sigue obrando maravillas en las personas humildes y sencillas" (Benedicto XVI, 11 febrero 2010). Y todo se ilumina, el pasado nos ha preparado a este encuentro, y es eso lo que de veras cuenta. También las debilidades, también los pecados brillan de una luz nueva en el escuchar la voz de Maria. La misma del Hijo resucitado: ¡Paz a vosotros! Sì, nuestra carne, nuestra historia son la morada de Dios, el Cielo sobre la tierra porque todo lo que de nosotros pertenece a la tierra llegue, un día, al Cielo.

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  • 17 Diciembre

    · Evangelio del dia y comentario

    UNA LARGA HISTORIA DE AMOR EXSTENDIDA EN LAS RAMAS DE LA CRUZUna historia. Y una vida. Dios con su pueblo, sin cansarse, con renovada misericordia, con paciencia, con eterno amor. En Cristo corre esta sangre divina y es una cosa sola con la sangre humana de sus hermanos. Correr a reacio el camino de la semilla de Jesús es descubrir la intensidad y la profundidad de su amor. Desde siempre con los suyos, de generación en generación, de momento en momento. Abraham, el principio engastado en una promesa. David, la promesa que se revela como misericordia. El destierro, la deportación, la promesa que refleja fidelidad hasta dentro del abismo del fracaso. Son rostros, personas, pecados, heroísmos, la tierra de que ha sido traido el pueblo, y el Espíritu Santo insuflado en los antepasados, carne y Espiritu a conducir, misteriosamente, la historia.El mismo término usado por Mateo para definir la genealogía - ghénesis - lo encontramos en el primero capítulo de la Carta de Santiago: "Quién no lleva a la práctica la palabra, se parece a un hombre que observa su propia cara, - a la letra - la forma de su ser en un espejo", (1 Gc. 1,23). He aquí, la historia del Pueblo está toda en esta Palabra. Llamado a mirar Dios, a entregarse a su promesa colmada de amor fiel, ha desatendido constantemente la escucha y la obediencia y se ha encontrado a contemplar su propia cara, la forma de su ser corrompido, inconsistente, vacío. Es la quiebra de cada presunción religiosa, la elección olvidada en el orgullo.¿Y no es este nuestra misma situación? Cuántas horas perdidas a contemplarnos al espejo, obligados a sacudir contra nuestra ignorancia y necedad y aquel sentido de insatisfacion, de no solucionado, de efímero que se destiñe en cada instante, cada relación, cada acto. Es el triunfo de la carne sujeta a la mentira. Pero es justo aquí que Dios ha decidido plantar su tienda. En esta carne votada a la muerte, nuestra carne surgida por una promesa y condenada a la nada. Aquí llega el amor apasionado de Dios, en esta próxima Navidad, en este día que nos es entregado. Aquí dónde somos, como somos, frutos amargos de una historia de amor.Dios es bueno, Dios es misericordioso, Dios está enamorado de cada uno de nosotros. El poeta francés Charles Péguy escribió: "Hace falta reconocerlo, la genealogía carnal de Jesús es espantosa. Pocos hombres han tenido quizás a muchos antepasados criminales, y así criminales. Particularmente así carnalmente criminales. Es en parte lo que da al misterio de la encarnación todo su valor, toda su profundidad, un retroceso espantoso. Todo su ímpetu, toda su carga de humanidad. De carnal. Cuanto menos por una parte, y por una gran parte." Hay Abraham en nuestra historia, la promesa que nos ha dado vida; hay David, la elección y el pecado perdonados mil veces; hay el destierro, aquello de cada día vivido sin amor. Y hay aquéllos rostros que nos dicen la fidelidad de Dios: Isaac, lo imposible que Dios muchas veces ha realizado en nuestra vida; Jacob, la astucia vuelcada em humildad por la Cruz de cada día; Rut, la extranjera y pagana mojadas como por la Gracia, como nuestros pensamientos y criterios a menudo mundanos, capturados por la misericordia infinita; Salomón, el triunfo de la locura divina, las muchos nuestras obras muertas, fruto de compromisos y pecados, reengendradas por el perdón que transforma el mal en bien; y los mil otros rostros, hasta a Josè, hasta a Maria, la Iglesia nuestra Madre que nos ha adoptado conociéndono la profundidad de nuestro corazón, y que nos ha criado con ternura hasta a hoy.Por Maria, la Iglesia, entramos a hacer parte de una familia santa, dónde "ya no somos extranjeros ni huéspedes, pero nos hemos convertido en conciudadanos de los santos y parientes de Dios, construidos sobre el fundamento de los apóstoles y los profetas, teniendo como piedra angular el mismo Cristo Jesús" (Ef. 2,18-20). Somos familiares de los santos, de los amnistiados. Familiares de Caín, rescatado en el cumplimiento de una promesa que revuelve cada justicia humana. Los estudios recientes en efecto hacen remontar las orígenes familiares de Jesús hasta a Caín, el primer asesino de la historia, el que dará carne al pecado de sus padres. La soberbia heredada se traduce en celos y mueve la mano al homicidio. Sin embargo sobre este pecado, el primero visible a ojo desnudo, la materialización de aquella origen pecaminosa que ha desfigurado a la inocencia de Adán y Eva, sobre el camino votado a la muerte, Dios ha puesto una señal, una Tau, imagen de la Cruz. La "señal de Caín", el amor de Dios infiltrado hasta dentro de la angustia y el miedo de la muerte, la que asedió y tronchò a Caín. "Entonces Dios después del diluvio obró con sabiduría y con paciencia ... Entre todos los pueblos de la tierra, (Gen10), eligió Sem y su posteridad, (Gen 10, 21 -31). De la posteridad de Sem eligió la familia de Taras, padre de Abraham, (Gen 11, 27 -32). De los hijos de Taras eligió a Abraham, (Gen 12, 1 -3), y su descendencia, Isaac y Jacob. De los doce hijos de Jacob eligió la tribu de Judas, (Gen 49, 8 -12). De la tribu de Judas eligió la semitribù de los Cainiti (o Qainiti o Qeniti o Qenizziti), con Kaleb, cuya tierra está en la 'parte montañosa', con capital Hebron y comprendia la Belén de Kaleb, (Jos 14, 6 -159; de estA semitribù o dan, eligió la familia de Ishaj, (Yesshe), y de los ocho hijos de Ishaj eligió David (1Sam 16,1 -12), sobre el que poses su Espíritu divino omnipotente y mesiánico, (1 Sam 16,13). De David por fin e irreversiblemente hizo nacer en la carne,( Mt 1, 1; Rm 1,3), por la sola Maria Siempre Virgen, sin concurso de hombre, (Mt 1,16), el Hijo de Dios, Hijo de Abraham, Jesúcristo, el Redentor", (Tommaso Federici, 24 de junio, 23 de septiembre, 25 de diciembre: fechas históricas). Dios ha cumplido su promesa, la señal puesta sobre la frente de Caín se ha hecho carne y carne crucificada. A Belén, en el corazón de la tierra de los descendientes de Caín, en el pesebre aparece el amor capaz de salvar a cada Caín de la historia.Hasta a hoy, el cumbre de una generación de amor, justo en nuestra tierra, mojada por la sangre de nuestros hermanos, todos los que no hemos cuidado y que, estrechos en la envidia, hemos asesinado en nuestro corazón. Hoy, en el amor hecho carne brilla toda nuestra historia, cada rincón es purificado, cada lugar, cada instante, cada rostro refleja una luz celestial, el resplandor de la misericordia que rescata y santifica la carne votada al pecado y a la muerte. Hoy, Jesús es engendrado en nosotros por el Espíritu Santo, porque aprendemos, de Abraham hasta Maria, el principio y el cumplimiento de nuestra historia, a escuchar la Palabra, la Buena Noticia y a obedecer y apartar la mirada de nuestra debilidad y fijarse en el rostro misericordioso de El que puede darnos vida y vida eterna.

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  • 31 de Mayo. Visitación de la Virgen María

    · Evangelio del dia y comentario

    POR MEDIO DE LA IGLESIA NUESTRA MADRE CRISTO NOS VISITA HACIENDO BAILAR DE ALEGRÍA NUESTRA VIDADios viene a visitarnos. Y siempre se acerca a nosotros por medio de una carne concreta, el seno refino de Maria, tabernáculo de la presencia de Dios entre nosotros. Siempre es Ella que nos visita, embajadora del amor de Dios. Siempre Ella nos dona a Dios mismo, oculto en sus castas entrañas. Ella es la imagen más fiel de la historia de salvación que Dios ha preparado para cada hombre. Para nosotros, desde siempre. Y hoy, y mañana. Dios encarnado, Dios acomodado en el seno de una mujer, Dios descendido a nuestra vida, Dios que visita y empapa nuestras horas. Dios encarnado en nuestras carnes encaminadas en la historia. Maria es el espejo fiel de lo que cada día ocurre en nuestras pobres vidas. En nosotros ya está sembrado el milagro de una vida celeste, como lo fue Juan para Isabel. Ahora mismo está vivo en nosotros algo que nuestras fuerzas, nuestras obras, nuestros deseos no han tenido el poder de engendrar. Estériles somos, como cada hombre, incapaces de darnos vida, y de donarla. Estériles para acoger a la Gracia fecunda de Dios.Cómo Isabel intuimos pero necesitamos una visita, para que el milagro de Graca se abra en un canto de alabanza. Vivimos dentro del amor de Dios hacia nosotros, a menudo sentimos de ello todo el alcance sobrenatural, justo como una mujer embarazada vive cada cosa de manera particular, como agarrada por una presencia interior, misteriosa que le pertenece y, al mismo tiempo, la evita. Con Isabel necesitamos de Maria. Y Maria es la Iglesia, su saludo que repica en la profundidad es el anuncio que nuestro corazón espera sin pose, la Palabra capaz de desatar en nosotros lo que, desde siempre, la Gracia ha sembrado. La Palabra que mueve en nosotros la Vida en un brinco de alegría. Es el anuncio que despierta la alegría: Dios se ha hecho carne en nuestra carne, justo en los hechos que nos visitan para implicarnos, nuestra historia de cada día. Maria es el misterio de nuestra vida encerrado en la dulce Niña de Nazaret, porque en la historia vibra el eco del anuncio de la Iglesia. Y es verdad que fuera de la Iglesia no hay salvación, porque en cada instante de la historia que corre en cada rincón de la tierra repica la Palabra, única, de salvación, o sea Cristo Jesús, escondido en el seno virginal de Maria, Madre de la Iglesia y Madre nuestra. Con su voz, la Iglesia abraza el universo en la espera de la salvación, mientras que la historia se vuelve en tabernáculo del Hijo encarnado.Desde aquel día a Nazaret, cuando Dios ha depuesto su semilla en el seno de Maria, nada ha sido igual. Toda la historia, pasada, presente y futura, ha sido inundada por una Gracia nueva, y todas las cosas han sido renovadas, porque el Dios, el Emmanuel, ha tomado morada en cada instante del tiempo. Todo de nosotros, pues, ha sido santificado milagrosamente, salvado, rescatado. El misterio escondido a los ángeles ha sido desvelado, el hombre es salvo. La vida no es una carrera hacia la muerte. El Cielo se ha entreabierto delante de cada hombre, y por esto, cada existencia, también la que aparece más destruida por el pecado, también la que huele de muerte, está ya lista para ser salvada. Un anuncio, una palabra, la visita de Maria y lo que estuvo perdido será rescatado. Los pasos veloces de la Hija de Sión sobre la cima de las montañas de Judas son los pasos urgentes de los apóstoles de cada tiempo. Los "pasos" de los acontecimientos mismos que abrazan cada hombre en un saludo de Paz, son la revelación del proyecto de Dios: "En efecto yo sé los pensamientos que medito por vosotros", dice Dios: "pensamientos de paz y no de mal, para daros un futuro y una esperanza", (Jer. 29,11).¡Shalom! El saludo de Maria que despierta la alegría en el seno de Isabel, y desvela a todo evento el amor escondido, en cada persona que corre a nuestro encuentro. Shalom nos anuncia la mujer, también cuando algo está echándonos a la cara. Shalom nos anuncia al marido, también cuando, esclavo del perfeccionismo, vuelve a casa y querría el mundo a sus pies. Shalom nos anuncia al hijo que no se digna de una mirada, inmerso en los tentaculos de su smartphone. Shalom nos anuncia al colega que trama hipócritamente a nuestras espaldas. Shalom nos anuncian las análisis retiradas a la consulta. Shalom nos anuncia la Bolsa que se derrumba, el empleado de gasolinera que expone el precio de la gasolina. Shalom nos anuncian los instantes que nos esperan, visitan y abrazan. Shalom mientras para el mundo todo significa una declaración de guerra, y armas y cólera, la rebelión, la indignación, los sentimientos de justicia, las envidias, los celos, el odio. Paz nos dice a la historia, dónde y cuando por el mundo es guerra. Paz porque en la carne ha descendido Dios y todo ya es divino, parte misteriosa de un Cielo que no conocemos pero que podemos empezar a experimentar. ¡Paz! El saludo de Maria que profetiza y adelanta el saludo del Hijo a los apóstoles asustados, el saludo de Aquel que ha vencido el pecado y la muerte y ha destruido el muro que separaba la humanidad de Dios y de su Reino: ¡Paz!, el saludo con el cual el Cielo viene a visitarnos para atraernos en la vida nueva de los beatos, prenda y garantía sobre la tierra de la suerte que nos espera. ¡Paz! El saludo de Maria que despierta la alegría que ya hemos olvidado entre las tristezas de lo que pensamos como perdido irremediablemente, la alegría de la resurrección de todo aquél que murió en nosotros. La resurrección de la esperanza. Nuestra historia de hoy, y de cada día, llega al corazón por el saludo de Maria. Y todo se ilumina, el pasado nos ha preparado a este encuentro, y es es lo que de veras cuenta. También las debilidades, en el escuchar la voz de Maria hasta los pecados brillan de una luz nueva, la misma que resplandece sobre el rostro del Hijo resucitado: Él se ha hecho pecado, y sobre aquel pecado clavado para siempre sobre la Cruz, ha brillado la misericordia. ¡Paz a vosotros! nuestra carne, nuestra historia son la morada de Dios, el Cielo sobre la tierra porque todo lo que pertenece a la tierra de nosotros llegue, un día, al Cielo. Pertenecemos a Jesús como a Maria, con Maria, Mujer humilde ebria de alegría, que canta las maravillas de Dios, en la alegría que mana de la verdad.Maria, una virgen de Nazaret, nada más, nada diferente deseado. En Ella estamos cada uno de nosotros tal como pintado en la mente de Dios, antes de cada inhalación mortífera de soberbia original. Su humillación nos atrae en la verdad que nos constituye criaturas en todo dependientes del Creador. Su seno virginal es todo lo que de nosotros le pertenece al Creador. Sus entrañas maternas son la gruta pobre, desnuda, de ningún valor que se conviene - la única - al Dios que se hace hombre. Su humillación acoge hoy cada fragmento divino que está sembrado en nosotros, en el corazón, la mente, el cuerpo que nos han sido donados para servir y entregarse, y que yace esclavo del tirano que nos ha enseñado el orgullo con las palabras de la mentira. Maria es la electa que ha resumido en si a cada criatura perdida, inmaculada por los manchados, humilde para los soberbios, verdadera por los falsos. Y Dios ha mirado su humillación, los ojos misericordiosos del Padre han fijado en Ella su primer proyecto, un hijo, una hija y el abandono total entre los brazos del amor.Maria nos acoge en su humillación, y nos conduce en el Magnificat de la criatura que existe en el Creador y que vive para el Creador. Dios mira la humillación de Maria como ha mirado el pueblo gemente bajo el yugo del Faraón. Y cuida de Ella, y, en Ella, de todos nosotros esclavos de la mentira. Maria visita hoy nuestra vida, sobre el umbral de nuestras horas, porque con Ella podemos acoger al Salvador. Maria nos conduce a la verdad de nuestra condición y nos enseña a gritar, a esperar, a acoger. Maria nos enseña el vacío que nos invade, nos enseña a no tener miedo de ello, a aceptar lo que somos, a dejar cada sueño, cada deseo a la voluntad de Dios para nosotros. Maria nos acoge y nos ayuda a abrirnos a la Gracia, al estupor frente a las maravillas de la misericordia de Dios preparadas para cada uno de nosotros. Maria es nuestra Madre y nos enseña y acompaña a donarnos a cada persona y en cada ocasión; en el fondo somos sus hijos, nuestros ojos se parecen a los suyos, son dibujados y creados para ver Dios en cada instante: su Shalom, el anuncio que escichamos en la Iglesia, los reconduce a su resplandor. Maria nos llama, nos ayuda a dejar que sean dispersados los soberbios pensamientos anidados en nuestros corazones; qué Dios haga vacías nuestras manos llenas de falsas riquezas para llenarle de sus dones incorruptibles; qué semos volcados hoy desde los tronos del poder, de la arrogancia, de los vanos sueños de gloria. Maria nos conduce en el camino de conversión que constituien la vida y el tiempo que nos han sido donados. Maria nos abraza hoy como abrazó Isabel, y nos une a su canto de alabanza, aquello para el cual hemos sido creados. La alabanza de pobres, humildes criaturas que, instante después de instante, estan colmadas de Gracia por el propio Creador. Maria nos acompaña hoy, en la verdad y en la alegría, llenos de estupor y de regocijo.

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  • 00:09:28

    Monument 4: "I varje monument finns en bild av framtiden"

    · OBS

    Ibland rivs monumenten över despoter och diktatorer, ibland får de stå kvar. Och ibland blir det Bruce Lee och Frank Zappa som får stå staty. Dan Jönsson resonerar kring välta och ovälta monument. Jag har alltid undrat varför aktivisterna som ockuperade almarna i Kungsträdgården 1971 inte också passade på att välta en staty. Kanske handlade det helt enkelt om ovanligt svenska och fredliga aktivister; almstriden är väl ändå så nära vi här i Sverige har kommit en sådan där revolutionär torgockupation som nästan alltid brukar sluta med att ett eller annat monument välts överända - och bara några meter från de där almarna stod Johan Peter Molins Karl XII-staty. Ett givet vandaliseringsobjekt. Men inget hände: när ockupanterna avtågade från Kungsträdgården efter sin lysande seger såg torget ut precis som det alltid hade gjort. Inte bara almarna, utan också Karl XII-statyn stod kvar. Aktivisterna hade chansen att välta den, men tog den inte. Vad jag vet tänkte de inte ens tanken.Det finns förstås förklaringar. En annan tid, ett annat Sverige. Men ändå, Molins Karl XII-staty är antagligen Sveriges skadligaste monument, älskat av nationalister och nynazister där det står och proklamerar permanent krig i öster, som det har gjort nu i snart hundrafemtio år. Statyn sägs vara rest till minne av de döda vid Poltava, och inte mig emot, jag undrar bara om det inte finns bättre sätt att minnas dem än att hylla den blodbesudlade envåldshärskaren som drev dem i döden? Med sitt sublimerade, storsvenska revanschbegär ger Karl XII-statyn kropp åt all den irrationella ryssnoja som alltid satt sin prägel på den politiska debatten i det här landet, inte minst just nu, och jag är säker på att Sverige skulle vara ett både bättre och fredligare land utan den.Ta bort den, säger jag. Ta för den delen också gärna bort John Börjesons statyer över Karl X Gustav i Malmö och Karl XII:s general Magnus Stenbock i Helsingborg, två klockrena exempel på kränkande, imperialistiska monument - det sistnämnda, Magnus Stenbocksstatyn i Helsingborg, rest till minne av det fältslag 1710 där den svenska ockupationsmakten slutgiltigt befäste kontrollen över Skåne efter flera decenniers krigande och till priset av åttatusen människors liv. Stenbocksstatyn har varit omdebatterad, runt millennieskiftet lades en motion i Helsingborgs kommunfullmäktige om att riva den. Men motionen röstades ner, och själv misstänker jag att likgiltigheten delvis kan förklaras av att de flesta idag inte vet särskilt mycket om vem Magnus Stenbock var. Om den grymma massakern generalen ledde vid Helsingborg. Om nöden och repressionen som blev följden av Karl XII:s vanvettiga krigsäventyr.Men i grunden är det nog en fråga om hur man ser på historien. För några år sedan, när fullmäktige i Stockholm röstade ner en liknande motion om Molins Karl XII-staty, fick historikern Dick Harrison rycka ut i DN och förklara vilket skrattretande förslag det var: statyn är enligt Harrison en del av vår historia, och vi kan inte förneka den. Det har han förstås rätt i på sätt och vis. Men jag skulle vilja komma med en retorisk motfråga: vad menar Harrison med "vår historia"? Vem är "vi", vems historia är det som kommer till uttryck i dessa krigiska monument? Förresten, finns det verkligen en svensk historia, som vi alla är nödsakade att hålla fast vid? Är "historien" inte snarare bara ett av många spår, är inte det vi just nu kallar för "historien" bara det tillfälliga resultatet av en berättelsernas kamp, en kamp som till stor del förs med hjälp av just symboler, konst, arkitektur och som i varje stund kan växla över i ett helt annat spår, en helt annan berättelse? Och är det inte just väldigt historielöst att påstå något annat?Men kanske är vi lite historielösa i Sverige? Kanske har svensk historieskrivning alldeles för länge präglats av en osund samsyn, en sorts historisk saltsjöbadsanda ifråga om vad som är viktigt och relevant nog för att bilda stommen i den nationella berättelsen? I Sverige välter vi inga monument; kanske beror det på att vi saknar blick för laddningen, konflikterna? I många andra länder, där man i modern tid har varit med om krig, ockupation och stora omvälvningar, är detta tvärtom självklarheter. Monumentvältandets historia är en upprorens historia. Varje monument står som symbol över en strid, och dess segrare. Varje monument gestaltar en världsbild. En berättelse. En historia. Och varje historia pekar som bekant i sin tur mot en fortsättning. I varje monument finns därför en bild av framtiden.Jag tror det är det här vi har svårt att förstå. När nationalisterna i de baltiska och östeuropeiska länderna efter kommunismens fall rev ner statyerna av Lenin och andra socialistiska hjältar ville de inte bara radera den historia som statyerna stod för, utan också tanken på en framtida återkomst för de kommunistiska idéerna. När IS, Islamiska Staten, demolerar de arkeologiska världsarven i Mesopotamien är det heller inte monumentens konsthistoriska betydelse som är det viktiga; det man vill utplåna är den eklektiska, mångkulturella framtid som ligger i förlängningen av denna historieskrivning. Vore det bara för historien skulle nog varken Lenin eller Assurnasirpal ha någon starkare laddning är vad, säg, Magnus Stenbock har för helsingborgarna. Men historien är aldrig bara historia.Det är därför monumenten är politiska. Det säger mycket om den politiska kulturen i ett land hur det behandlar sina monument. Vilka som rivs, vilka som blir kvar. Vad som kommer istället. Att Leninstatyerna revs i Östeuropa är varken mer eller mindre betydelsefullt än att monumenten över Franco i Spanien i många fall fortfarande står kvar. Det säger också någonting att ett av de första monumenten som restes i Litauens huvudstad Vilnius efter självständigheten var en staty av Frank Zappa. I Prag var det Michael Jackson som fick äran. Och för tio år sedan restes en staty över karateskådespelaren Bruce Lee som ett fredsmonument i Mostar i Bosnien. Varken Lee, Jackson eller Zappa har förstås någon som helst historisk koppling till de här städerna. Snarare får man se det som en sorts antihistoriska proklamationer. Projektioner av en postpolitisk framtid där den globala populärkulturen ersatt kommunismen som internationalistisk ideologi.Därför har jag svårt att se våra svenska krigarmonument som bara ett okontroversiellt kulturarv. Karl XII i Kungsträdgården pekar inte mot det förflutna, utan mot framtiden. I hans symboliska hand är och förblir Sverige ett land som ännu drömmer om fornstora dar, ett land där militären och framför allt krigsindustrin fortfarande har ett avgörande inflytande på den förda utrikespolitiken. Man kan förstås tycka att det är så det ska vara, det är inte det jag diskuterar här - men det är naivt att påstå att det bara är ett gemensamt arv det handlar om. Det gemensamma arvet är något vi har rätt att acceptera eller avvisa, något som formas och omformas genom ständiga konflikter och motsättningar, i forskning, debatter, monument, och som i gengäld formar oss: vår syn på vårt förflutna, vår identitet, vår framtid. Har Molins Karl XII en plats där? Det kanske han har, trots allt - vi välter ju inte monument i Sverige, och möjligen går det att försvara statyn utifrån någon sorts historisk vidsynthetsprincip - men i så fall skulle jag för min del gärna vilja höra argumenten. Den riktigt skadliga historien är alltid den som ingen diskuterar.Dan Jönsson, kritiker och författare

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  • 01:40:07

    Ep.10: Historia de Barcelona

    · La Morsa Era Yo Arquitectura

    El primer episodio de La morsa era yo Arquitectura se publicó justo a las puertas de las Jpod13. Un episodio apresurado que narraba la historia de Madrid, la ciudad donde se celebraron, con la intención de rendir homenaje a los miembros de la organización. Las Jpod, jornadas de podcasting, son la cita ineludible para los que estamos metidos en este mundillo. Hay que estar si nada importante lo impide. Las de este año se celebran en Barcelona muy pronto, el fin de semana que viene. Y con la misma intención que hace un año, homenajear a quienes van a hacer posible un nuevo encuentro, nos apetecía contarles la historia de Barcelona, su ciudad. Obviamente desde un punto de vista arquitectónico, de cómo fue creciendo desde su fundación. Sumario 0:00:00 Cita de La ciudad de los arquitectos de Llàtzer Moix 0:01:03 Presentación 0:05:50 Promo Jpod14Bar 0:07:38 Historia de Barcelona 1:29:34 Despedida y formas de contacto Evolución de Barcelona en imágenes Barcelona Romana Barcelona Medieval Barcelona en 1806 Ensanche de Cerdá de 1859 Barcelona vista desde satélite Enlaces de Interés 48 Open House Barcelona Historia de Barcelona (Wikipedia) Historia de Barcelona (astrogea.org) Planos y referencias de Barcelona Medieval Plan Cerdá (wikipedia) Guía de Arquitectura de Barcelona Edificios representativos de Barcelona Guía de Historia Urbana Luces y sombras del urbanismo de Barcelona Plano interactivo Barcelona BIG TIME BCN Fundación Joan Miro Colegio Oficial de Arquitectos de Catalunya COAC Mercado Santa Catarina Créditos Todas las canciones incluidas en este episodio en el momento de su publicación, se distribuyen bajo licencia Creative Commons: A longa marcha, Grampoder, álbum Golf Whiskey Mafia, Rebel Spell, álbum Mafia (sintonía del podcast de las Jpod14Bar) Suscripción Feed | iTunes | iVoox | Spreaker También te recomendamos que escuches el Micropodcast de La Morsa Era Yo.

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  • 01:00:00

    009 Ágora Historia Ocio Antigua Roma

    · Agora Historia Oficial

    En el programa de esta semana de Ágora Historia en Gestiona Radio trataremos los siguientes temas: - Hablaremos sobre el ocio en la antigua Roma, siendo la sociedad más ociosa de la Historia, llegando a haber más días de ocio que días laborables. Para hablarnos sobre el ocio en Roma entrevistamos a Jesús Cepeda Ruiz, Doctor en Historia antigua por la UNED - Universidad Nacional de Educación a Distancia, y especialista en temas de historia de la mujer en el mundo antiguo. - Damos la bienvenida a Isabel Margarit, directora de la Revista Historia y Vida, que cada mes nos hablará sobre los temas más relevantes en torno a la Historia que recoge la revista. - En la sección "La Historia en imágenes", Alfonso Benito nos contará la historia en torno a una imagen muy conocida. Para terminar David Benito y Gema García Ruipérez nos traen las principales noticias acaecidas en torno a la Historia. Síguenos en Facebook: www.facebook.com/agorahistoriaprograma Síguenos en Twitter: https://twitter.com/agorahistoria www.agorahistoria.com

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  • 00:54:59

    HISTORIA SOM VERKTYG, VAPEN OCH VILLOSPÅR

    · Konflikt

    Konflikt denna vecka handlar om statligt påbjuden glömska i Kambodja och rysk revidering av historien i nationens intresse. Dessutom samtal om hur samtidens politiska mål styr historieskrivningen också hos oss och om Museet för glömska - nytt intiativ i kritiken av hur berättelsen om Irak formas.Lördag 22 september I den dagliga rapporteringen formas vår historia och den som kontrollerar historien, kontrollerar ju som bekant samtiden, och därmed kanske också framtiden. Det här är en sanning som synts genom en mängd olika regeringars agerande, världen över.Vi har till exempel i somras bråket om den ryska akademins översyn av landets viktigaste historieböcker, där man ville mjuka upp bilden av Stalins grymheter och dämpa bilden av Sovjetunionen som förlorare av det kalla kriget. Minns spänningarna mellan Kina och Japan, för ett par år sedan, när de japanska läromedlen förskönade ockupation och åtföljande massakrer i Kina under 1930- och 1940-talen men se också ett Kina som har ett järngrepp om sin egen historia och ofta glömmer dess offer.Ett annat exempel nära i tiden är den franska kontroversiella lagen som uppmanar franska historielärare att i undervisningen om kolonialtiden betona den franska kolonialismens positiva rollOm vi går österut i Kambodja nämns inte de röda khemerernas skräckår i landets skolböcker.Pol Pots andreman ställs nu inför rätta. I onsdags arresterades Noun Chea, broder nummer två, och Pol Pots närmaste man under de röda khmerernas skräckvälde i slutet av 70-talet. Nu hoppas många att tribunalen mot de åldrande ledarna för de röda khmererna äntligen ska leda till försoning och upprättelse i landet.Men frågan är hur Kambodjas befolkning ska kunna gå vidare efter skräckåren utan tillgång till sin egen historia? Petra Quiding besökte Kambodjas huvudstad Phnom Penh och träffade flera kambodjaner som alla hade sin egen, lilla grymma del av den stora historien att berätta. Hon intervjuade Niamh Hanafin, kommunikations- och mediekonsult som efter många års arbete i Kambodja, la  fram sin studie om kambodjaners historiekunskap inom Malmö Högskolas program ”Communication for Development”. Studien visar att många kambodjaner fortfarande, 28 år efter kriget, är okunniga om vad som faktiskt hände mellan åren 1975 och 1979. Trots att man uppskattar att 1,7 miljoner människor dog. Idag redogörs de fyra åren med ett par rader i skolböckerna. Där står att ”Den 19 april 1975 möttes Kommittén för Det demokratiska Kampuchea för att byta namn på landet och efter detta massakrerades många kambodjaner”.Problemet är, säger Hanafin, att många inom dagens stat och förvaltning, både offer och bödlar, delar behovet att glömma.  Konsekvensen är att rädslan och våldet därför fortplantas till Kambodjas unga.Länk till Malmö Högskolas hemsida där du så småningom kan läsa Niamh Hanafins avhandling ”Unaswered questions and empty spaces: The challenge of communicating history and memory in post-genocide Cambodia”http://www.mah.se/Länk till tribunalen, ECCC, i Kambodjas officiella hemsidahttp://www.eccc.gov.kh/Diskussionen i studion hålls med Peo Hansen, statsvetare och docent vid Tema Etnicitet, Linköpings universitet och Eskil Franck, nyutnämnd chef för myndigheten Forum för levande historia. Forum för levande historia har i uppdrag att medverka till att demokratin stärks och att insikten om alla människors lika värde ökar framförallt med utgångspunkt av lärdomar från förintelsen men nu också genom att visa upp kommunismens brott mot mänskligheten i forna Sovjetunionen, Kina och Kambodja. I Ryssland har president Vladimir Putin visat sig mindre villig än sin föregångare att rensa ut Rysslands sovjetiska förflutna från historien. Han har hävdat att vilka brott den forna kommunistregimen än gjort sig skyldig till, så utgör den trots allt en viktig del av Rysslands historia och har spelat en stor roll i utformandet av dagens ryska samhälle. Det senaste exemplet som vållat debatt är införandet av nya läromedel för ämnena historia och samhällskunskap i den ryska skolan. En dag före president Putins träff med utvalda historielärare i somras presenterades en ny nationell manual för lärare i ämnet historia och Putin talade om vikten av historieundervisning som gör ryska skolelever stolta över fosterlandet och debatten gick igång. På den oberoende radiostationen Echo Moskvy debatteras det häftigt under rubriken ”Historiens lektioner – är det myter eller sanningen som formar medborgaren?” I ena ringhörnan historikern och journalisten Nikolaj Svanidze och i den andra Aleksandr Prochanov, chefredaktör för den ultranationalistiska tidningen ”Zavtra” ,”Morgondagen”. Svanidze skäller på det läger som enligt honom gör rysk historia till en återvändsgränd som alltid slutar i terror och nya Gulag. Prochanov välkomnar en utrensning av liberala lögner och lovprisar Stalins utrensningar och får i en omröstning efter programmet stöd av nästan hälften av lyssnarna. Alexander Semyonov, redaktör för den historiska facktidskriften Ab Imperio, tycker inte det är konstigt. Folk i allmänhet är trötta på en debatt som pågått ända sedan Sovjetunionens sammanbrott om olika tolkningar av historien och om det politiska spelet kring de komplikationerna, säger Alexander Semyonov. De nu aktuella nya statliga manualerna för historieundervisningen erbjuder just det, en väg till en enkel nationell självkänsla igen, säger Semyonov.Det är livsviktigt att bearbeta konflikter, menar Johan Galtung, den världsberömde norske freds- och konfliktforskaren. Till exempel finns det fortfarande risk för nya konflikter på Balkan, eftersom historien inte har bearbetats av alla parter och han är inte säker på att rättegångar av västerländsk sort, som i Kambodjas fall, är den rätta vägen att gå för att uppnå försoning. Istället berättar han om Rwandas Gacaca tradition, en talad tradition för konfliktlösning som tar vid där den traditionella, internationella domstolen tar slut och där förövaren ställs inför sina medmänniskor, öppet.Länk till freds- och utvecklingsinstitutet Transcendhttp://www.transcend.org/Museer brukar av tradition vara platser som ska hjälpa oss att minnas det förgångna. Men nästa vecka öppnar ett nytt museum i Norrköping, ett museum om vad det är som får oss att glömma. Idén till ”Museet för glömska” som mer liknar ett konstprojekt än ett traditionellt museum föddes ur frustrationen över nyhetsrapporteringen om kriget i Irak. Samhällsvetaren och frilansskribenten Erik Berggren, är en av initiativtagarna till projektet. I ett samtal med Konflikts reporter Daniela Marquardt, beskriver han krigsrapporteringen som en maskin som producerar glömska. http://www.museetforglomska.se/ Länk till Erik Berggrens essä i DN: Medier utan minne (publicerad 2006-07-30)http://www.dn.se/DNet/jsp/polopoly.jsp?d=&a=562861Programledare: Petra QuidingProducent: Mikael Olssonkonflikt@sr.se

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  • 00:33:22

    18. #ORGASMENSDAG

    · Noel & Ludwig

    Det är orgasmens dag och killarna firar detta genom att Noel får testa på yrket som sexolog och Ludde övar på sin danska. Det pratas också om oron föräldrar måste ha och om vita lögner.

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  • 00:28:49

    Ligga med P3 - Relationsanarki, v 13

    · Ligga med P3

    Veckans podd handlar både om orgasmer och relationsnormer! Matilda läser högt ur orgasmens skapelseberättelse och sexologen Charlotte Makboul reder ut om en tjej kan få orgasmöverdos av att käka Viagra. Därefter berättar serietecknaren Karolina Bång om sitt liv som relationsanarkist, Robert svarar på fråga om antidepptabletter och fantastiska Rebecca Vinterbarn Elg läser den orgasmpoetiska sexnovellen Efter stängning.

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  • 23 de Diciembre (Novena de Navidad)

    · Evangelio del dia y comentario

    LA SINFONIA DE AMOR QUE DESATA LA LENGUA PARA RECONCILIARNOS CON DIOS Y CON LOS HERMANOSEl Profeta, él último, el más próximo al Salvador. Un nombre nuevo, Juan, Dios de Misericordia. Las entrañas de amor a las que todo anhelamos. Qué es nuestra vida si no una continua búsqueda de misericordia, de un amor que nos acoja en su seno sin condiciones, tal como somos. Un amor que no presente cuentas que pagar, por el que no tenerse que maquillar. Un amor que nos haga libres de ser exactamente lo que somos. Nadie en nuestra parentesco lleva este nombre. La carne no lo preve.Las relaciones, todo, se quebrantan sobre el límite severo de la carne. Tenemos de ello la experiencia, a menudo dolorosa. Todos nosotros somos frutos de una historia concreta, hecha de personas, de encuentros, de acontecimientos. Como la historia del Pueblo de Israel, el electo incapaz de resistir a la prueba de la libertad. El Pueblo infiel. Una historia de esclavitud y liberaciones, de adúlterios y perdones. Como nuestra vida. Una línea recta sobre las huellas de una promesa. Más aun, un camino tenaz hasta el Prometido, el Mesías, el Salvador. El Hijo que cumplirá, con su carne, la Ley que nuestra carne ha hecho irrealizable. Juan es el umbral de la esperanza, la puerta entornada sobre el cumplimiento de cada promesa.Su nacimiento del seno estéril de Isabel es la señal. Isabel. Israel. Toda su historia en aquel regazo, estéril viña sin fruto. Como nuestras existencias, untan de esfuerzos y batallas, duras contiendas para conseguir un puño de moscas. Y un milagro. La vida dónde estuvo la muerte. Como al principio de la historia, Isaac de Abraham y Sara, mustios patriarcas frente a la vida. Una historia de salvación iniciada con el milagro que profetizó de ello el cumplimiento.Así nuestra vida. Un milagro de amor el nuestro aparecer en el mundo. Y luego sufrimientos, endulzados a veces por alegrías y consuelos, y un sentido de imperfección que hacer apretar el corazón. Y allí, en su fondo más íntimo, una promesa y una esperanza. El amor. Algo siempre nos ha dicho que existe el amor, que somos hechos de amor, nacidos para amar y ser amados. Un milagro. Hizo falta por nosotros y para cada hombre un milagro. Juani, la misericordia de Dios. No la hemos conocida en la carne, no hay ni trazas y huellas en la historia del mundo. La misericordia es un nombre nuevo, y atrae la mirada a posarse sobre Cristo. Es Juan, la Palabra de Dios por nosotros hoy. Habla a nuestro corazón y nos anuncia la buena noticia que se acaba nuestra esclavitud. A las relaciones malsanas clavadas a los compromisos, al dar y tener de cada nuestra relación. A la amistad que nos da siempre la cuenta que pagar. A las cosas, los bienes, a los cuales, postrados, pedimos una pizca de poder, de prestigio para imantar cariño y consideración. La feroz esclavitud al pecado, matriz de cada dolor.Pero resuona hoy, a los umbrales de esta Navidad, un nombre nuevo, Juan, un nombre que es una historia que agarrar para recomenzar a esperar. Juan, la mano de Dios sobre de él, el sello de la nueva y eterna alianza. Por él hoy podemos mirar nuestra vida con ojos diferentes. Dios ha exaltado en nosotros, como en Isabel, Su misericordia. El ha bajado sobre nuestra esterilidad y ha hecho de ella un prodigio de fecundidad. Juan como nuestro corazón sediento de amor. Juan, el íntimo de nosotros que le anhela a Cristo. La misericordia esperada y deseada, aquì està, y es por nosotros. De gratis. Hoy se cumplen nuestros días del parto y todo de nosotros brilla de luz nueva. Cada instante del pasado transfigurado en el milagro del amor de Dios.Nada es imposible a Dios, ninguna esterilidad serà jamás privada del ser transformada en fecundidad, ningún pecado serà jamás sin perdón. Nuestra historia nos ha conducido a este hoy de Gracia y de alegría. Todo en nosotros ha preparado el encuentro con la misericordia de Dios. Quedamonos asombrados, y nosotros también guardamos en el corazón los prodigios de Dios. Cómo Juan, crecemos y nos reforzamos en el Espíritu. Nos espera una misión maravillosa. Cuando y como Dios querrá. Dónde Él ya ha pensado. Anunciar al Mesías, él esperado de las gentes.Desde el seno materno nos ha llamado, hoy lo revela. Somos amados, salvados, rescatados, perdonados. Nuestra vida, una maceta de misericordia por el mundo. Qué temor, que alegría. ¿De verdad, "Qué llegará a ser este niño?"¿, que será nuestra vida? Serà sin duda una perfecta sinfonía de amor. El origen de los nombres de las siete notas musicales en efecto tiene relación justo con Juan el Bautista. Do, Re, Mi, Fa, Sol, La, Si, cada uno de estos nombres es cojido de la primera sílaba de los siete versos de la primera estrofa del himno litúrgico "Ut queant laxis", que fue compuesto en honor del Bautista. Guido de Arezzo, quien al que debemos el renglón musical y el nombre de las notas en Occidente, se valió de este himno a objetivo didáctico. Aplicando al texto del himno una nueva melodía, puso en resalto al principio de cada verso, la sucesión de las actuales notas musicales,Ut, Do, Re, Mi, Fa, Sol, La. La primera sílaba de cada verso inicia subiendo de tono con respecto de aquella anterior, constituyendo así la moderna escalera ascendiente.Ut queant laxisResonare fibrisMira gestorumFamuli tuorumSolventa pollutiLabii reatumSancte Johannes.El Ut, se volvió luego en Do. El medieval Ut quedó en cambio en Francia, dónde todavía es usado; el Si, S J Sancte Johannes, también ello por influjo del himno a San Juan, vino probablemente introducido al final del Cuatrociento.Nuestra vida como la de Juan, es destinada pues a ser una obra de arte, un himno eterno al amor de Dios. Cada instante como una nota musical a señalar la obra divina en nuestra pobre carne. Una escalera que, paso después de paso, nos conducirá al Cielo. ¿Qué será de nosotros? cuántas veces repica en nuestro íntimo esta pregunta. Hoy nos es dada la respuesta. Un hombre y un nombre nuevo, Juan. Para decirnos que todo es santo, todo será maravilloso, nada se descartará. El Señor, día tras día, nos revelará como y dónde sus notas de amor darán Vida y alegría a nuestra vida. Sin miedo pues, en la aventura que Dios nos ha preparado. Su mano sobre nosotros, siempre, hasta al Cielo.

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  • 00:39:33

    Ep.22: Historia de Zaragoza

    · La Morsa Era Yo Arquitectura

    Desde que grabamos La morsa, siempre que ha habido unas jornadas de podcasting hemos dedicado un episodio a contar la historia de la ciudad donde se celebran. Este año la organización nos propuso que lo hiciésemos justo allí, contar la historia de Zaragoza en directo ante el público asistente. Echamos de menos a Cristina y a Deco que no pudieron acercarse. Ojalá la próxima vez nos podamos juntar el equipo al completo. Acostumbrados a la comodidad de grabar cada uno desde su casa se unió el reto de condensar en 40 minutos todo lo sucedido a una ciudad prerrománica. Disculpad los nervios iniciales, los errores, y un fuerte abrazo a todos los que asististeis in situ o a través del streaming. Muchas gracias a la organización de las X Jornadas de Podcasting por su confianza, y a Radio Podcastellano que se encargó de todo el apartado técnico y la retransmisión tanto de audio como de vídeo. Y muy especialmente gracias a Darío Marcos Guinea autor de Breve historia del urbanismo de Zaragoza en el que nos hemos basado y las imágenes expuestas. Nos lo habéis puesto muy fácil. Desde las X Jornadas de Podcasting, Historia de Zaragoza Sumario 0:00:00 Promo Radio Podcastellano 0:00:17 Presentación del directo 0:00:57 Cita de Darío Marcos Guinea del libro Breve historia del urbanismo de Zaragoza 0:02:09 Introducción 0:04:20 Historia de Zaragoza hasta la Edad Media Mapa de Europa según Estrabón siglo I aC Formación de la cuenca hidrográfica del Ebro Principales pueblos prerromanos en el valle del Ebro Entorno de Salduie, confluencia de ríos y pueblos Salduie en su período de Romanización siglo I aC CaesarAugusta siglo III CesarAugusta siglo VIII 0:09:16 Desde la Saraqusta musulmana hasta el siglo XV Incursión de árabes y bereberes en el año 711 Saraqusta siglo IX Saraqusta siglos X-XI Saragoça siglos XII-XIII Saragoça siglos XIV-XV 0:16:53 Zaragoza Siglos XVI a XIX Vista de la ciudad de Anton Van der Wyngaerde en 1563 Primera representación planimétrica de la ciudad, alrededor de 1610 Plano de Carlos Casanova de 1764 sXVIII Destrozos ocasionados por los Sitios Plano de Zaragoza 1865 Estaciones de ferrocarril a mediados de siglo Estaciones de ferrocarril y nuevos crecimientos a principios del siglo XX Plano por Dionisio Casañal en 1880 Panorama desde la Torre del Pilar 0:26:05 Zaragoza Siglos XX y XXI Evolución demográfica Casco histórico, propuestas de reforma, alineación o apertura de nuevas vías Ciudad histórica a día de hoy Plano de Zaragoza, Dionisio Casañal, 1899 Foto aérea de 1932 Plan general del ensanche de 1933 Plan general de ordenación urbana de Zaragoza, por Yarza, 1957 Plan general de ordenación urbana, por Larrodera, término municipal. 1968 Esquema del tráfico en 1997 Plan General de Ordenación 1999 Urbanización Arcosur Urbanización Arcosur Estación Intermodal Expo Agua 2008 Anillo Verde 2008 Fragmento de Zaragoza Fragmento de Zaragoza Fragmento de Zaragoza 0:37:52 Despedida y formas de contacto CréditosTodas las canciones incluidas en este episodio y en el momento de su publicación se distribuyen bajo licencia Creative Commons. A longa marcha, Grampoder, álbum Golf Whiskey The Perfect Show, de Monotone, álbum  En Blanco Suscripción Feed | iTunes | iVoox | Spreaker

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  • 01:34:19

    Especial: 'Roma, de la leyenda a la historia'

    · ::Más allá de la historia::Los Misterios nos miran

    Audio especial en el que unimos las tres semanas que hemos dedicado a la historia de Roma en la sección "Más Allá de la historia" del programa Los Misterios nos miran". SINOPSIS: “Roma, de la historia a la leyenda” Los siglos pasan, pero el recuerdo imborrable de un pueblo que llegó a tener uno de los mayores imperios jamás conocidos, perdura y perdurará por siempre (aunque nos olvidemos de ello), en nuestras lenguas, nuestras obras de ingeniería, nuestro arte, nuestras costumbres, creencias, organización del tiempo, en las leyes y el derecho. En todos y cada uno de los aspectos de nuestra vida, la herencia de Roma, juega un papel importantísimo. Conocer la Historia y leyendas de Roma, es conocernos a nosotros mismos más que nunca. En esta edición dividida en dos partes conoceremos desde el origen hasta la creación de la mítica ciudad que dio nombre a toda la posterior civilización, Roma.Cristóbal Martínez es licenciado en Historia y Máster en educación convirtiéndole así en nuestro profesor particular de historia. Siempre buscando en el pasado temas poco conocidos o tratados en los medios, es uno de los más ortodoxos del equipo. A pesar de su reciente incorporación poco a poco se ha ido haciendo un hueco en el equipo y ahora dirige la sección “Más allá de la historia”, un apartado dónde se adentra en los secretos de algunos momentos históricos con un prisma diferente a lo habitual. VIAS DE CONTACTO: WEB: losmisteriosnosmiran.com EMAIL: programa@losmisteriosnosmiran.com TWITTER: @misteriosmiran FACEBOOK: facebook.com/misteriosnosmiranPodéis encontrar más información en el siguiente artículo: http://losmisteriosnosmiran.com/roma-de-la-leyenda-a-la-historia/

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  • 00:36:13

    Más Allá de la historia: 'Roma, de la historia a la leyenda parte 3'

    · ::Más allá de la historia::Los Misterios nos miran

    SECCIÓN DEL PROGRAMA 91 DE LOS MISTERIOS NOS MIRAN QUE PODÉIS ENCONTRAR AQUÍ: http://www.ivoox.com/programa-91-misterios-del-norte-pais-vasco-con-audios-mp3_rf_3210907_1.htmlSECCIÓN MÁS ALLÁ DE LA HISTORIA: “Roma, de la historia a la leyenda parte 3” Y con este audio llegamos a la tercera y última parte por este impresionante recorrido que hemos realizado a lo largo de la historia del inicio de Roma. Los siglos pasan, pero el recuerdo imborrable de un pueblo que llegó a tener uno de los mayores imperios jamás conocidos, perdura y perdurará por siempre (aunque nos olvidemos de ello), en nuestras lenguas, nuestras obras de ingeniería, nuestro arte, nuestras costumbres, creencias, organización del tiempo, en las leyes y el derecho. En todos y cada uno de los aspectos de nuestra vida, la herencia de Roma, juega un papel importantísimo. Conocer la Historia y leyendas de Roma, es conocernos a nosotros mismos más que nunca. En una sección dividida en tres partes conoceremos desde el origen hasta la creación de la mítica ciudad que dio nombre a toda la posterior civilización, Roma. Cristóbal Martínez es licenciado en Historia y Máster en educación convirtiéndole así en nuestro profesor particular de historia. Siempre buscando en el pasado temas poco conocidos o tratados en los medios, es uno de los más ortodoxos del equipo. A pesar de su reciente incorporación poco a poco se ha ido haciendo un hueco en el equipo y ahora dirige la sección “Más allá de la historia”, un apartado dónde se adentra en los secretos de algunos momentos históricos con un prisma diferente a lo habitual. VIAS DE CONTACTO: WEB: losmisteriosnosmiran.com EMAIL: programa@losmisteriosnosmiran.com TWITTER: @misteriosmiran FACEBOOK: facebook.com/misteriosnosmiran

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    Historia som marknadsföring

    · Vetenskapsradion Historia

    Det går att tjäna pengar på historia. Detta har svenska företag nu börjat inse, som i allt större utsträckning använder företagets egen historia i marknadsföringen. - Historia är helt klart något som blir allt viktigare för att stärka det egna företagets identitet, och för att skapa förtroende hos konsumenterna, berättar Helena Donar, marknadsdirektör på Arla Foods, som redan aktivt arbetar med att kommunicera sin historia såväl internt som extern. På Centrum för Näringslivshistoria, organisationen som hjälper svenska företag att bevara och kommunicera sin historia, tror man att historia kommer att bli allt viktigare i framtiden och nu vill man också utreda hur mycket pengar som företag faktiskt kan tjäna på detta. - Det handlar i första hand om immateriella värden när vi talar om historia i marknadsföringen, berättar Alexander Husebye, vd för Centrum för Näringslivshistoria. Men det här också en fråga om reda pengar. Vetenskapsradion Historia uppmärksammar också att det nu i dagarna är exakt 300 år sedan Sverige förlorade sina sista besittningar i Balticum, och frågar hur svenskt Baltikum egentligen kom att bli, och hur svenskt det är ännu idag. - Svensktiden i Estland brukar ju målas i ljusa färger av esterna själva, och det är helt klart att många av de reformer som svenska kungar införde på 1600-talet fortfarande präglar vårt grannland i öster, berättar Torkel Jansson, historieprofessor vid Uppsala universitet. Programledare är Tobias Svanelid.

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