Episoder
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Levar energia limpa e economia para pequenas e médias empresas que não têm placas solares próprias. Este é propósito do novo serviço de energia por assinatura Copel Solar, que neste episódio é explicado em detalhes pelo engenheiro Carlos Diego do Valle Pedroso.
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Neste episódio, conversamos com Lincoln Rodrigo Mendes e Rafael Cassiolato de Freitas, responsáveis pelo projeto de uma usina fotovoltaica construída para consumo próprio da Copel em Ponta Grossa, região Centro-Sul do Paraná.
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Manglende episoder?
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Estudantes de graduação em Engenharia Mecânica do Centro Universitário UniSenai, em Londrina, iniciaram o desenvolvimento de um sistema de automação da limpeza periódica recomendada para placas solares. O GDCast acompanhou a apresentação de resultados da primeira etapa do projeto "Cactus Clean", orientado pelo funcionário da Copel e docente da instituição, Fábio Rodrigo Milanez. São entrevistados os estudantes André Siqueira de Jesus, Caio Rodrigues, João Vitor Parreira e Rodrigo Margarido. Além deles, falam os representantes da empresa parceira Bono, Valéria Lopes (coordenadora de Marketing) e Eduardo Schmitt (coordenador de Engenharia).Veja como está o piloto: https://youtube.com/watch?v=9GepxWLYT_w&feature=shared
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Este episódio do podcast da geração distribuída entrevista Giovanni Weigert. Responsável por gerenciar questões fundiárias e ambientais na área de geração e transmissão da Copel, ele relata os desafios do licenciamento ambiental em empreendimentos solares.
Conheça os fatores determinantes na definição do modelo de licenciamento para cada empreendimento e em que casos pode entrar a participação do IPHAN, para proteção do patrimônio histórico e artístico nacional.
A legislação comentada pode ser acessada aqui:
Licenciamento de plantas solares no Paraná - https://tinyurl.com/ycyn5k9a
Instrução normativa do Iphan - https://tinyurl.com/rjczha2y
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O GDCast visita os projetos de pesquisa e desenvolvimento na área de Elétrica da Universidade Federal do Paraná, em um grande evento de educação e ciência ocorrido em Curitiba. A Reunião Anual da SBPC movimentou o campus politécnico da universidade, com a participação de 44 mil pessoas, em uma semana de atividades.
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Neste episódio, vamos visitar uma planta solar de 5MW na Zona Norte de Londrina, no momento de finalização da implantação para conexão à rede da distribuidora de energia.
Entrevistados: Fabiano Domingues (Copel/Curitiba), Douglas Mendes da Costa (Tecart/Cascavel) e Carlos Milanese (BF/Londrina).
Produção, apresentação e edição do podcast: Rakelly Calliari
Fotos: Jade Sagara Gongora
Identidade visual: Rodolfo Abilhoa
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Prestes a ultrapassar a fonte eólica na composição da matriz elétrica brasileira, a geração solar segue reivindicando melhores condições no âmbito legislativo para seu crescimento.
A coordenadora da Absolar no Paraná, Liciany Ribeiro, é nossa convidada para falar sobre os impactos da Lei 14.300/2022 ao setor, e conta por que a batalha não terminou.
Por se tratar de um assunto bastante técnico, a gente disponibiliza aqui um glossário que pode ajudar com alguns termos:
Alternativa 5: Ao longo das discussões em torno da formatação do Marco Legal, em 2019 a Aneel lançou uma consulta pública na qual trazia a chamada ‘Alternativa 5’. Neste cenário, o excedente de energia seria compensado com apenas o equivalente da TE, que na maioria dos casos representa menos de 40% do custo total de energia (sem tributos).
B Optante: Trata-se de uma categoria de grandes consumidores com geração local que, nos termos do Marco Legal, poderão optar por faturar como Grupo B quando a potência nominal total dos transformadores for igual ou inferior a 112,5 kVA.
Lei 14.300/2022: Também conhecida como Marco Legal da Geração Distribuída, foi publicada em janeiro deste ano a fim de dar maior lastro legal a questões até então regidas por uma Resolução Aneel. Ainda carece de regulação sobre diversos pontos, mas já trouxe mudanças, entre as quais destacam-se a ampliação de tamanho dos projetos considerados minigeração; a flexibilização da geração compartilhada via consórcio e afins; e a instituição gradativa de cobrança pelo uso da infraestrutura disponibilizada pela distribuidora.
TUSD Fio B: Essa taxa refere-se ao pagamento do antes isento Fio B, parte da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição (TUSD). De acordo com o Marco Legal, a partir de 2023 a cobrança inicia em 15% e aumenta a cada ano, até 2030.
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Oferecer energia renovável e gerar economia para pequenas e médias empresas por meio do aluguel de unidades geradoras remotas foi a solução testadas pela Copel e a startup paranaense Nex Energy, durante o programa de inovação aberta Copel Volt. Neste episódio, a gente conhece a experiência num bate-papo com o presidente da Nex, Juliano Lenzi, e o gerente de Gás, Biomassa e Serviços na área de novos negócios da Copel, Ricardo Rothstein.
Para saber mais, acesse: https://copelvolt.nexenergy.com.br
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Você sabe o que é a Perovskita? Neste episódio, a pesquisadora Silvia Letícia Fernandes fala sobre esta promessa de flexibilidade e baixo custo para a geração fotovoltaica.
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Além das belezas naturais, agora quem visita o Parque Barigui, em Curitiba, tem mais uma atração a conhecer: um complexo que gerencia geração solar e hídrica, a fim de testar o funcionamento de pequenas gerações próprias de energia elétrica operando em conjunto. O arranjo, resultado de um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento financiado pela Copel e executado pela Universidade Federal do Paraná, é o tema do nosso papo neste episódio.
Participam conosco o professor Alexandre Rasi Aoki (UFPR) e o gestor Fabrício Tabarro (Copel).
Conheça a página do projeto: https://sway.office.com/4NnRzuQhR7SDTGfx?ref=Link
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Um programa lançado há cinco meses para incentivar a instalação de geração solar e a biomassa em propriedades rurais paranaenses já colhe os primeiros resultados e busca disseminar as vantagens da #GD para a sustentabilidade e a competitividade do agronegócio. Até o momento, já foram acatados 1.640 projetos de instalação, com financiamento dos juros e uma parceria que envolve o governo do Paraná, órgãos técnicos e mais de 400 empresas cadastradas para o atendimento aos produtores. Quem explica como funciona o Renova PR é o coordenador do programa, engenheiro agrônomo Herlon Almeida.
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Em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, todos os dias 10 toneladas de resíduos orgânicos deixam de ir para o aterro do município, para servir de matéria-prima na produção de biogás e energia elétrica. O secretário do Meio Ambiente, André Pitella, é o convidado do GDCast para contar sobre a experiência, iniciada neste ano.