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  • O DILEMA DAS REDES mostra que a manipulação de dados está mais presente do que gostaríamos que estivesse. Nada é tão espontâneo assim na internet e mesmo o conteúdo que aparentemente decidimos por vontade própria consumir, passa por uma séria de cruzamento de dados e cálculos algorítmicos que pode ir muito além da escolha do assistir. Redes Sociais estão mudando os rumos do planeta, e essa alegação passa longe de ser meramente alarmista ou distópico, e o objetivo de “O dilema das redes” é fazer com seu espectador entenda isso sem precisar se debruçar em artigos acadêmicos ou livros sobre privacidade digital.  

    Roteiro, Narração, Edição e Montagem: Fernando Machado

    Fontes:
    https://shifter.sapo.pt/2020/09/dilema-redes-sociais-pos-realidade/
    http://www.minutopsicologia.com.br/postagens/2015/02/06/a-psicologia-por-tras-do-facebook/  

    Trilha sonora: Pitty - Admirável Chip Novo | Instrumental - https://www.youtube.com/watch?v=OwDpg8HRANY

  • Recentemente a cineasta Lilly Wachowski participou de uma live no canal Netflix Film Club onde revelou que seu filme Matrix de 1999 se trata de uma alegoria sobre sua transição de gênero. Mesmo antes deste anúncio, Matrix já se mostrava um filme repleto de alegorias, que como toda boa obra cinematográfica deve ser, se abre às mais diversas leituras a partir das experiências do seu público.  

    Durante essa live, Lilly diz o seguinte sobre o tema da transexualidade em Matrix: “O mundo não estava preparado para isso. O mundo corporativo não estava pronto”, e ela conclui seu raciocínio do seguinte modo: “Nós existíamos em um espaço no qual palavras não faziam sentido, então sempre vivemos em um mundo de imaginação. Por isso nos aproximamos da ficção científica e da fantasia. Sempre gostamos de criar os nossos mundos. Isso também nos libertou como cineastas”.  

    Essa frase final, nos libertou como cineastas diz mais sobre toda a carreira e as obras de Lana e Lilly Wachowski do que somente sobre Matrix e sobre isso que falaremos nesse episódio.

    Roteiro, Edição e Montagem: Fernando Machado Narração: Marina Oliveira Arte da Capa: Fernando Machado

    Ouça o podcast do Plano-Sequência sobre Lana e Lilly Wachowski.: 


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    Referências:

    Why The Matrix Is a Trans Story According to Lilly Wachowski | Netflix 

    Diretora afirma que ‘Matrix’ é sobre pessoas trans e reforça pioneirismo do clássico de Hollywood -

    INSPIRE-SE NO GUARDA-ROUPA DE ‘MATRIX’ ENQUANTO ESPERA PELO QUARTO FILME DA SAGA 

    O CINEMA DAS WACHOWSKI: ANOTAÇÕES EM FRAGMENTOS:

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  • Em DESTACAMENTO BLOOD Spike Lee se vale da história não contada para criar uma estória a ser vista. É um filme que incomoda, que tira o espectador do conforto e convida-o a confrontar suas próprias crenças. Se em Faça a Coisa Certa Spike Lee parte da estória comum para mostrar a tensão racial dos EUA dos anos 80, e em Infiltrado na Klan ele faz o oposto partindo de uma história real dos anos 70 para mostrar a tensão racial nos EUA de hoje, em Destacamento Blood ele mescla a duas formas de se contar uma história que infelizmente se apresenta atemporal. História e estória se misturam nessa bomba relógio chamada Spike Lee.

    Texto original: https://www.plano-sequencia.com/destacamento-blood-critica/

  • Neste ensaio contextualizamos as históricas manifestações pelos direitos civis com o cinema blaxploitation para entendermos como "Faça a Coisa Certa" (Do The Right Thing) de Spike Lee se tornou um marco no cinema e nos movimentos dos direitos do povo afro-americano e dos pretos no mundo todo, e como isso se concatena com o cenário atual de protestos pós assassinato de George Floyd.  

    Roteiro, Narração, Edição e Montagem: Fernando Machado

    Material de pesquisa:  
    https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/06/02/A-den%C3%BAncia-da-viol%C3%AAncia-policial-na-obra-de-Spike-Lee  

    https://darkside.blog.br/o-que-e-blaxploitation-veja-5-exemplos-de-filmes-do-genero/  

    https://deadline.com/2014/05/no-cannes-do-why-spike-lee-nixed-do-the-right-thing-silver-anni-for-black-fest-fete-729355/  

    Vídeo-Ensaio - https://youtu.be/-dc1_M9T7r8

  • Recentemente a Netflix disponibilizou em seu catálogo a produção da ESPN - Arremesso Final - sobre o multicampeão time do Chicago Bulls dentre 1991 e 1998, período onde o time venceu 6 campeonatos da NBA em 8 disputados, carregando consigo a marca de um dos melhores times de basquete de todos os tempos.
     

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    Roteiro, Narração, Edição e Montagem: Fernando Machado
    Identidade Visual: Marina Oliveira
    https://www.behance.net/marinaoliveira  
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    Material de pesquisa:  
    https://veja.abril.com.br/esporte/caso-westbrook-e-o-racismo-historico-na-nba/
    https://www.espn.com.br/nba/artigo/_/id/6986736/do-silencio-de-jordan-a-uma-geracao-de-ativistas-os-astros-da-nba-que-tambem-querem-jogar-fora-de-quadra
    https://time.com/5831431/the-last-dance-michael-jordan-harvey-gantt/
    https://www.uol.com.br/esporte/basquete/ultimas-noticias/2020/04/30/chorao-e-10-iguais-a-ele-desafetos-atacam-jordan-sobre-fala-em-serie.htm

  • Poucas técnicas cinematográficas são tão apreciadas entre os cinéfilos quanto o plano-sequência. Mas afinal, o que é e para que serve um plano-sequência? Existe diferença entre plano-sequência, plano-longo e plano-estático? Como essa técnica é utilizada em 1917? É sobre isso que trataremos nesse episódio.  

    Vídeo Original.: O que é plano-sequência e qual a sua função em 1917?

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    Roteiro, Narração, Edição e Montagem: Fernando Machado
    Identidade Visual: Marina Oliveira   
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    Ouça-nos no Spotify:   

    Referências e citações:
    1917, por Pablo Villaça:
    “1917” reduz o filme de guerra a desafio estético, por Pedro Strazza:
    A fisionomia da guerra, por Luis Carlos Jr.
    24 planos-sequência de tirar o fôlego, por Fábio Rockembach. 

  • Parasita é um dos filmes mais comentados no ano de 2019. O filme de Bong-Joon-hoo é uma ácida, divertida e poderosa crítica social que expõe a fragilidade da nossa sociedade desigual. Nesse vídeo comentamos sobre algumas simbologias presentes no filme.

    "CONTÉM SPOILERS"

     Roteiro, Narração, Edição e Montagem: Fernando Machado

    Identidade Visual: Marina Oliveira

    https://www.behance.net/marinaoliveira

    Trilha Sonora:

    Rodelinda "Io t'abbraccio" de Haendel par Jeanine de Bique & Tim Mead @ Opéra de Lille

    https://www.youtube.com/watch?v=Rh-qWSWNeYg

  • Desde sua primeira exibição no Festival de Veneza, Coringa vem pautando críticas e debates entre cinéfilos quanto a possível irresponsabilidade de uma obra em influenciar negativamente pessoas vulneráveis. Mas será que Coringa é realmente irresponsável? Qual o papel da violência no filme? E o filme, é bom? Análise com SPOILERS

    Neste vídeo vamos abortar a narrativa e estrutura do filme e tentar criar um paralelo entre Coringa e outras obras para entendermos onde entra a responsabilidade do filme em como as pessoas reagirão a ele.

    Roteiro, Narração, Edição e Montagem: Fernando Machado

    Identidade Visual: Marina Oliveira

    https://www.behance.net/marinaoliveira

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    Trilha Sonora:

    Música: Dark Piano - Sociopath 

    Artista: Lucas King

    https://www.youtube.com/watch?v=VagES3pxttQ

    Música: Charisma

    Artista: Tom Browne

    Álbum: Funkin' For Jamaica

    Licenciado para o YouTube por

    SME (em nome de Legacy Recordings) e 1 associações de direitos

  • É muito provável que no momento em que você estiver ouvindo esse episódio sobre Privacidade Hackeada da Netflix, o YouTube esteja coletando diversos dados seus e correlacionando-os com palavras chaves desse conteúdo como "privacidade", "Netflix" e "documentário". Se você estiver aqui por ter clicado em algum link do Facebook essa coleta será ainda mais intensificada. E não fique assustado pensando que seu computador ou celular está sendo hackeado ou invadido, por que isso é mais comum do que você imagina.

    What is the Cambridge Analytica scandal? 

    Cambridge Analytica Uncovered: Secret filming reveals election tricks - 

    Trilha Sonora:

    "The Hacker" -- Heartbeat Soundtrack 

  • Ainda que “Bacurau” pareça um filme feito para o nossos dias, ele retrata uma situação que sempre existiu, não só no Brasil, mas no mundo todo, onde grupos poderosos passam por cima dos mais vulneráveis em nome de um progresso que só perpetua seus privilégios. “Bacurau” resiste, não apenas a um Brasil que mata seu povo com tiros a esmo nas favelas do país. Resiste, não apenas a um Brasil que mata seu povo de fome e finge que nada acontece. Resiste, não apenas a um Brasil que mata seu povo pelo preconceito, pelo racismo, pela machismo e pela homofobia. Resiste, não apenas a um Brasil que mata seu povo ao promover uma guerra às drogas onde o preto pobre morre mas o branco rico continua comprando sua droga sem grandes incômodos. Mas também resiste a um Brasil que quer acabar com a cultura, tirando a voz desse povo que não quer e nem vai se calar. “Bacurau” resiste, por que nós também resistimos.

    Roteiro, Narração, Edição e Montagem: Fernando Machado

    Ouça-nos no Spotify

    Materiais utilizados no episódio:

    #12: "Bacurau" parte 2 (sem spoilers) - Kleber Mendonça Filho, cineasta

    O novo cinema de terror no Brasil: Diretores e produtores debatem preconceito, bilheteria e identidade nacional: 

    Bacurau é um filme de resistência, defendem os diretores Kleber Mendonça e Juliano Dornelles: 

    Trilha Sonora:

    Música: "Réquiem para Matraga" /  Artista: Geraldo Vandré

    Música: "Night"  / Artista: John Carpenter

    Música: "The Thing"  / Artista: The City of Prague Philharmonic Orchestra / Compositores: Ennio Morricone

  • O que é amor nos filmes de Wong Kar-wai? O amor não é apenas o mais nobre do sentimentos. Ele também é o mais complexo, e é nessa complexidade que o diretor chinês Wong Kar-wai ampara suas obras para trazer algo a mais deste sentimento tão universal.

    Roteiro, Edição e Montagem: Fernando Machado

    Narração: Pedro Tobias

    Identidade Visual: Marina Oliveira

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    Referências:

    O Estilo de Wong Kar-Wai, por .: http://www.rua.ufscar.br/o-estilo-de-wong-kar-wai/

    Dias Selvagens, por Filipe Furtado.: http://www.contracampo.com.br/84/critdiasselvagens.htm

    PLANO-SEQUÊNCIA #021 – Wong Kar-wai..: https://www.plano-sequencia.com/plano-sequencia-021-wong-kar-wai/

    Créditos de Imagens:

    Entrevista com Wong Kar Wai: https://www.youtube.com/watch?v=aAVdJlBetT4

    In the Mood for Love Dresses: https://www.youtube.com/watch?v=aFKQlx06ufM&t=

    In The Mood For Love: Frames Within Frames: https://www.youtube.com/watch?v=01E5otZCpqw&t=

  • Para o cineasta iraniano Abbas Kiarostami, um filme deve criar uma relação de confiabilidade entre o público e a arte. Desta forma para a apreciação de suas obras o espectador deve se entregar ao que é visto em tela se permitindo divagar na história contada, preenchendo as lacunas que estão fora da mis-en-scène. 

    Seus filmes não apresentam uma estrutura sólida e impecável. Muito pelo contrário. Suas obras se apresentam de forma enfraquecida, muitas vezes expostas para que o público não se sinta como meros espectadores passivos a serviço das mentiras que cinema nos conta.

    Roteiro, Edição e Montagem: Fernando Machado

    Narração: Pedro Tobias

    Identidade Visual: Marina Oliveira

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    Referências:

    A diluição do autor na trilogia de Koker de Abbas Kiarostami: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8133/tde-20082012-113651/pt-br.php

    PLANO-SEQUÊNCIA #018 – ABBAS KIAROSTAMI..: https://www.plano-sequencia.com/o-cinema-de-abbas-kiarostami/

  • Apesar de serem obras bem diferentes entre si, é fácil criarmos um paralelo entre "Olhos que nos condenam" e o documentário "A 13ª Emenda" que também foi produzido e distribuído pela Netflix. Em "A 13ª Emenda", Ava nos mostra como o Sistema Carcerário Norte Americano escraviza o negro periférico baseando-se em um brecha encontrada na 13ª emenda da constituição dos Estados Unidos.

    Roteiro, Narração, Edição e Montagem: Fernando Machado

    Identidade Visual: Marina Oliveira

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    Materiais utilizados no episódio:

    Promotora que condenou inocentes por estupro cai em desgraça após série 'Olhos que condenam' - https://oglobo.globo.com/cultura/revista-da-tv/promotora-que-condenou-inocentes-por-estupro-cai-em-desgraca-apos-serie-olhos-que-condenam-23723634

    PODCAST CINEM(AÇÃO) #323: OLHOS QUE CONDENAM, VOZES QUE (NÃO) SE CALAM: https://cinemacao.com/2019/06/15/podcast-cinemacao-323-olhos-que-condenam-vozes-que-nao-se-calam/

  • Essa semana chega aos cinemas o novo filme da diretora brasileira Gabriela Amaral Almeida: "A Sombra do Pai", filme que conta a história de uma criança que é obrigada a virar o adulto da casa porque seu pai está doente e, sua mãe, morta. Isso naturalmente cria uma inversão na ordem natural das coisas. A infância se transforma em saga, e a paternidade frustrada em condenação.

    Participaram desse bate-papo o Diego Quaglia do ArteCines, a Naomi Tarumoto do Jornalismo Junior e a Jéssica Reinaldo do Dellirium Nerd.

    Esperamos que vocês gostem do bate-papo e agora fiquem com a entrevista.
     

  • Apesar da baixa qualidade de 1964: O Brasil Entre Armas e Livros, podemos extrair dele uma lição muito importante sobre o que são documentários e que histórias eles contam. Segundo Bill Nichols, crítico de cinema e teórico americano conhecido por seu trabalho pioneiro como fundador do estudo contemporâneo do documentário em seu livro “Introdução ao documentário” de 2012, “para cada documentário, há pelo menos três histórias que se entrelaçam: a do cineasta, a do filme e a do público”. 

    Roteiro, Narração, Edição e Montagem: Fernando Machado

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    Materiais utilizados:

    O Problemas de 1964: https://www.canalmeio.com.br/2019/04/04/os-problemas-de-1964-entre-armas-e-livros/

    Negacionismo: https://www.cartacapital.com.br/politica/o-negacionismo-historico-como-arma-politica/

    Vídeo Original.: https://youtu.be/fRsa6-v-4Ok

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  • É muito comum encontrarmos na história do cinema, cineastas que trabalham seus personagens quase que como extensões de suas angústias, decepções, memórias e até amores. Para citar um que já teve vídeo canal, Guillermo del Toro transpõe para a tela muito de suas percepções de mundo por meio da fantasia, resgatando memórias de uma infância conturbada.   

    Esse tipo de associação entre arte e artista é muito comum e quando bem utilizada resulta em obras cheias de sentimento e pessoalidade, fazendo com que o espectador sinta todas as emoções que o cineasta tenta passar. Mas isso não deve ser encarado como regra a ser seguida por todos. Um artista pode manter uma certa distância de sua obra sem tirar delas suas emoções. Este é o caso do diretor mexicano Alfonso Cuarón.   

    Roteiro, Edição e Montagem: Fernando Machado 

    Narração: Pedro Tobias 

    Identidade Visual: Marina Oliveira https://www.behance.net/marinaoliveira   

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    Ouça o podcast do Plano-Sequência.: https://www.plano-sequencia.com/podca...   

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    Créditos Adicionais:  

    Harry Potter & The Prisoner of Azkaban: Why It's The Best https://www.youtube.com/watch?v=3hZ_Z... (Nerdwriter)  
    Films of Alfonso Cuarón https://www.youtube.com/watch?v=KrWzC...   

    Trilha Sonora:
    Artista: King Crimson
    Música: The Court of the Crimson King
    Álbum: In The Court of the Crimson King
    Ano: 1969
     

    Publicado originalmente como vídeo-ensaio em:  https://www.youtube.com/watch?v=xAO0EL1Q6kA 

  • O medo é um dos temas mais utilizados no cinema de horror até por ser matéria-prima de sensações que outros gêneros não costumam abarcar. No entanto, existem diversas formas de se explorar esse sentimento como pelo uso de elementos sobrenaturais, medo do desconhecido ou metáforas. Nesse sentido, "Nós", novo filme de Jordan Peele não é nada inovador ao trazer para si a temática base do cinema de horror, inclusive se apropriando de vários signos pertencentes  ao gênero, porém o fazendo com inteligência.

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    Publicado originalmente como vídeo-ensaio em:  https://www.youtube.com/watch?v=EkZPFN9ZwGQ&t= 

  •  Eu tenho certeza que você já se impressionou com alguma cena em slow-motion, seja em um filme, uma série, clipe musical e até jogo de video-game. Mas vem cá, você já se perguntou “para que serve o slow motion”?    

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    Publicado originalmente como vídeo ensaio em:  https://www.youtube.com/watch?v=vJNkVQrY3L8&t= 

  • O que faz um cineasta ser indicado ao Oscar? No episódio de hoje: O Cinema de Alfonso Cuarón.   

    Nessa série de 5 episódios abordaremos os 5 diretores indicados ao Oscar 2019.  

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    Publicado originalmente como vídeo-ensaio em: https://www.youtube.com/watch?v=3KEQ5TgpAg0

  • O que faz um cineasta ser indicado ao Oscar? No episódio de hoje: O Cinema de Adam McKay.   

    Nessa série de 5 episódios abordaremos os 5 diretores indicados ao Oscar 2019.  

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