Episodes
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Tereza Cristina conversa com André e Gabriel sobre trajetória, samba e o que ela chama de sensibilidade preta na música brasileira. A partir da sua história no subúrbio carioca, do lugar da religiosidade na sua arte e da relação com o legado do samba, ela reflete sobre como esses elementos se traduzem em criação e em posicionamento artístico. A conversa também passa pela pandemia, pelas redes sociais e pelo lugar político do artista negro brasileiro.
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Dois dos críticos de cinema mais respeitados do Brasil sentam com André e Gabriel para discutir os dilemas do ofício. A conversa passa pela relação entre crítica e ativismo, pela pressão de democratizar sem perder o rigor, pelo fenômeno dos influenciadores de cinema e pela forma como a crítica especializada tem lidado — ou não — com o cinema negro brasileiro. O episódio também aborda a Letterboxização da crítica e o futuro dos festivais.
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Cleber Eduardo, curador de referência no circuito de festivais brasileiro, conversa com André e Gabriel sobre os bastidores da seleção de filmes. A conversa aborda os critérios de curadoria, a pressão por representatividade dentro dos festivais, a relação entre circuito de festivais e mercado, e como o streaming tem mudado as dinâmicas de seleção e exibição. O episódio também discute o futuro dos festivais de cinema no Brasil.
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Babu Santana conversa com André e Gabriel sobre três décadas de carreira no cinema e na televisão. Ele fala sobre os personagens que aceitou e os que recusou, sobre como a indústria mudou nesse tempo, sobre o que a interpretação de Tim Maia revelou a ele como ator e sobre o que o Big Brother disse sobre performance e realidade. A conversa também toca na relação entre exposição midiática, identidade e trabalho artístico.
Este podcast é feito em parceria com o Itaú Cultural
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Andrea Ormond, pesquisadora especializada em comédia cinematográfica brasileira, debate com André e Gabriel o gênero que mais vende ingresso no país. A conversa analisa o boom das comédias populares nos anos 2010, o fenômeno "Money Chanchadas", a passagem dos influencers para o cinema e a relação da crítica com esse tipo de produção. O episódio também discute o que a comédia brasileira diz sobre o humor político e sobre os impasses do cinema contemporâneo.
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Cavi Borges, distribuidor e um dos maiores conhecedores do mercado de cinema brasileiro, conversa com André e Gabriel sobre como um filme chega até o público — e por que tantos não chegam. A partir da sua experiência com a Cavideo e com salas de cinema, ele analisa o crescimento das bilheterias em 2024, o impacto do streaming na distribuição independente, o fenômeno do cinema gospel e os desafios estruturais que ainda travam o cinema nacional.
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Filha do maestro Laércio de Freitas, Thalma construiu um caminho próprio como cantora, compositora, atriz e produtora. Neste episódio ela fala sobre o que significou encontrar sua própria identidade artística, como viveu a exposição das novelas e o que aprendeu com o nomadismo — entre Brasil, EUA e o mundo. A conversa também toca na questão da autoria, na experiência de ser mulher negra numa indústria majoritariamente branca, e no que ainda falta conquistar.
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O crítico Heitor Augusto e a produtora Tatiana Carvalho Costa debatem com André e Gabriel o estado atual do cinema negro brasileiro. Os quatro analisam o que define um 'filme negro', como o cinema negro tem se movimentado em termos de bilheteria, distribuição e festivais nos últimos anos, e o que ainda precisa mudar para que essas produções cheguem de verdade ao público negro do Brasil. O episódio também discute o papel das plataformas de streaming nesse cenário.
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Neste episódio, André e Gabriel recebem dois dos artistas mais inventivos da música brasileira contemporânea: Juçara Marçal e Tiganá Santana. A conversa aborda como a ancestralidade africana atravessa seus processos criativos, a tensão entre tradição e experimentação, o papel dos terreiros e da espiritualidade na música negra atual, e o que significa descolonizar o som. Os dois também falam sobre como lidar com a expectativa de representar a cultura afro-brasileira.
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No primeiro episódio do Blecaute, André Felix e Gabriel Martins recebem a atriz, dramaturga e diretora Grace Passô. A conversa percorre sua trajetória no teatro e no cinema, o processo de criação de obras como Pour Elise e Vaga Carne, e as diferenças entre representar e ser representada. Grace também fala sobre colaborações artísticas fora da sua zona criativa habitual, sobre o que significa ser uma artista intelectual que também coloca o corpo em cena, e sobre o estado do cinema negro brasileiro hoje.