Episodes
-
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pressionado pela queda de popularidade, demitiu na tarde desta terça-feira, 25, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, deflagrando a reforma no primeiro escalão do governo.
Para comandar a Saúde, que tem um orçamento de R$ 239,7 bilhões, Lula escolheu o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT).
A ideia é ter um perfil mais político no ministério.
Com as mudanças, que continuarão nos próximos dias, o presidente tenta impor um freio de arrumação na segunda metade de seu mandato para estancar o desgaste e se preparar para 2026, quando ele pretende disputar a reeleição.
O Ministério da Saúde é uma das principais apostas de Lula para alavancar o governo com programas emblemáticos, como o Farmácia Popular.
Na manhã desta terça, Nísia participou da última cerimônia no Planalto, com a presença de Lula. Ela assinou portarias referentes à produção de vacinas contra dengue, influenza H5N8, vírus sincicial respiratório (VSR) e também ampliação do fornecimento de insulina pelo SUS.
Fez um longo discurso, em tom de despedida, foi ovacionada pela plateia e agradeceu vários integrantes de sua equipe.
A solenidade foi marcada por um clima de constrangimento, com Lula olhando o relógio a todo instante.
Nísia pretendia pedir para falar com ele, mas, uma hora e meia depois, o próprio presidente a chamou para uma conversa reservada em seu gabinete, no terceiro andar do Planalto.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 25, Carlos Andreazza comenta sobre o pronunciamento em cadeia obrigatória de rádio e TV, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez na noite desta segunda-feira, 24.
Lula quebrou um padrão de suas aparições, deixando pouca margem de que o objetivo era socorrer-se de medidas populares às pressas em busca de uma melhora na avaliação de seu governo.
Até a noite desta segunda, Lula tinha ido ao ar outras seis vezes. Seguindo sempre a mesma lógica, comum também nos mandatos anteriores: pronunciamentos para o Dia do Trabalho, o 7 de Setembro (duas vezes) e o Natal (duas vezes), além de uma pronunciamento especial de 18 meses do mandato.
Este pronunciamento foi feito sem qualquer data comemorativa. Também foi o primeiro a dividir a rede de rádio e TV. Nas telas, durante a noite. No rádio, pela manhã no dia seguinte. Nos dois casos, no horário de maior audiência. Em especial, aquela do público mais pobre. O objetivo, mais que informar a população, era atingir mais fortemente o eleitor.
Um grupo em específico, o que pode ser notado com o uso de termos mais populares. O presidente exaltou o “Farmácia Popular” e o “Pé-de-Meia” com referência a uma “dupla sertaneja”, em um esforço para ser o menos formal possível. “Olha que legal”, disse em certo momento. “É tudo de graça”, disse em outro.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/ricardo-correa/lula-faz-pronunciamento-com-cara-de-propaganda-eleitoral-e-quebra-padroes-em-busca-por-popularidade/
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoO 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Missing episodes?
-
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre as marcas da terceira gestão de Lula e suas mais recentes declarações.
Em discurso no aniversário e 45 anos do PT, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar projeções de crescimento do mercado e afirmou que o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 3,8% em 2024 conforme projeções do Banco Central.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/lula-critica-projecoes-do-mercado-e-volta-a-prever-alta-do-pib-de-38-em-2024/
Lula lembrou que, ao sair do governo em 2010, deixou uma economia que crescera 7,5% naquele ano e que o último crescimento de 3% antes do seu terceiro governo haviam sido sob Dilma Rousseff.
Ele atribuiu os bons números da economia ao trabalho do governo, mas especialmente do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a quem atribuiu o déficit fiscal de 0,09% do PIB.
O presidente citou retomada de investimentos em infraestrutura e da atividade produtiva, a expansão do mercado de trabalho, e políticas sociais e de inclusão. Neste ponto, o presidente da República prometeu voltar à “fome zero” no País até 2026.
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoO 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Uma plataforma de educação médica de última geração, dotada de inteligência artificial, que cria mais de 300 clínicos e centenas de pacientes virtuais, com a qual futuros médicos podem interagir em salas de aula e laboratórios, melhorando sua performance no atendimento e tendo contato com casos mais raros nem sempre presentes no dia a dia da profissão - e como ela vem evoluindo em mais de 100 universidades em todo o mundo, inclusive na preparação dos dados clínicos interoperáveis entre os modais público e privado de atendimento de saúde. O Start Eldorado desta semana fala de educação, medicina e inovação com Manoel Canesin, CEO do Paciente 360, e com Vivian Alessandra Silva Maia, diretora de Operações Digitais e Novos Negócios da Inspirali, o maior ecossistema de educação médica do País, parceiro de dezenas de universidades privadas e com mais de 40 mil alunos. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, com a apresentação de Daniel Gonzales, em FM 107,3 (para toda a Grande SP), site, aplicativo, canais digitais e assistentes de voz.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre o futuro do ex-presidente Jair Bolsonaro, indiciado e denunciado, depois do longo parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O colunista comenta também sobre a delação do tenente-coronel Mauro Cid, delator no inquérito que investigou esquema envolvendo Bolsonaro (PL) em uma tentativa de Golpe de Estado, e suas diversas nuances, inclusive uma declaração de que o ex-chefe do Poder Executivo federal pediu levantamento de valores de presentes recebidos de autoridades da Arábia Saudita.
O esquema da entrada ilegal de joias sauditas no País por Bolsonaro foi revelado em março de 2023 pelo Estadão.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 20, Carlos Andreazza fala o julgamento do ex-presidente Bolsonaro, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar ainda este ano a possível ação penal resultante da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, evitando que o caso se arraste até 2026, ano das eleições presidenciais.
Embora fatores possam influenciar o tempo de tramitação, a expectativa é que a mobilização da própria Corte e precedentes do Mensalão, como a possibilidade de testemunhas serem ouvidas por juízes federais, acelerem o andamento do processo e julgamento.
A denúncia da PGR contra Bolsonaro e outros 33 acusados pela tentativa de golpe de Estado após a vitória de Lula nas eleições de 2022 foi recebida nesta terça-feira pelo relator do caso, Alexandre de Moraes.
Agora, o ministro deve abrir um prazo de 15 dias para a manifestação dos denunciados.
Encerrada essa etapa, o caso será submetido a julgamento colegiado, que deve ocorrer na Primeira Turma do STF.
Nesse momento, os ministros decidirão se a ação penal será aberta, levando o ex-presidente ao banco dos réus.
Caso isso ocorra, o processo avança para a fase de instrução, com a coleta de provas e depoimentos, seguida do julgamento final.
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, o programa diário no canal do Estadão trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre a denúncia do procurador geral da República, Paulo Gonet, contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, Gonet denuncia Bolsonaro como ‘líder’ de plano golpista.
Procurador-geral da República enviou ao Supremo Tribunal Federal denúncia contra o ex-presidente e mais 33 aliados, inclusive generais, por plano golpista para se manter no poder após a derrota nas eleições de 2022.
As penas em caso de condenação podem ultrapassar 43 anos de prisão, defesa diz que acusações são ‘precárias’ e que não há provas contra o ex-presidente.
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, o programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 18, Carlos Andreazza fala sobre a carta aberta divulgada no domingo, 16, pelo advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, que faz críticas à terceira gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente da presidência da República.
O texto diz que o petista governa sem fazer política e é bem diferente do Lula que esteve entre 2003 e 2010 no exercício do cargo.
“O Lula do terceiro mandato, por circunstâncias diversas, políticas e principalmente pessoais, é outro. Não faz política. Está isolado. Capturado.” diz Kakay.
O colunista fala ainda sobre a inabilidade do governo do petista em melhorar a imagem do presidente, que sofre uma inédita impopularidade entre seus próprios aliados e eleitores e não sabe o que fazer ante a novidade da desaprovação entre os seus.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 17, o colunista Carlos Andreazza comenta a desaprovação de Lula que aumentou de 34% para 41% em dois meses, segundo levantamento do Instituto Datafolha divulgado nesta sexta-feira, 14.
A “crise do Pix” e a alta no preço dos alimentos ajudam a explicar a queda da popularidade do presidente, que tem apostado na comunicação do governo para reverter a imagem ruim.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/aprovacao-lula-cai-para-24-pior-marca-todos-mandatos-pesquisa-datafolha-nprp/
Segundo o instituto, 32% acham que o governo está regular, três pontos porcentuais a mais do que em dezembro do ano passado, na penúltima pesquisa. Foram ouvidas 2.007 eleitores entre os dias 10 e 11, em 113 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoO 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
-
A inteligência artificial e a inovação transformando a realidade no atendimento privado de saúde no País em destaque nessa edição do Start Eldorado, que recebe Maurício Cerri, superintendente de Tecnologia e Inovação no sistema Unimed, uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, e membro da Comissão de Saúde Digital da Associação Médica Brasileira (AMB). A plataforma investe em inovação no planejamento de produtos e relações com seus 20,9 milhões de clientes, por meio do lançamento de um programa e várias iniciartivas na área, além do investimento recente na criação de 3 healthtechs, por meio de um hub de inovação, com investimento de mais de R$ 100 milhões, no ano passado. O Start vai ao ar na Eldorado FM todas as quartas-feiras, às 21h, com a apresentação de Daniel Gonzales, em FM 107,3 (para toda Grande SP), site, aplicativo, canais digitais e assistentes de voz.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula, que disse nesta quinta-feira 13, que incluiu ovos de ema – há dezenas dessas aves no Palácio da Alvorada, onde ele mora – em sua dieta. Lula afirmou que pretende experimentar ovos de jabuti.
Ele deu a declaração enquanto defendia as pesquisas por petróleo no litoral do Amapá.
Lula afirmou que se preocupa com o meio ambiente, mas que isso não o impede de querer pesquisar reservas de petróleo na Margem Equatorial, no mar ao norte do Brasil.
“Vê se os Estados Unidos estão preocupados. Vê se a França, a Alemanha, a Inglaterra estão preocupados. Eles exploram o quanto puderem”, disse o presidente da República.
“Então só nós que vamos comer pão com água? Não! A gente também gosta de pão com mortadela. A gente gosta de coisa boa”, disse Lula.
Foi nesse momento que o petista começou a falar sobre ovos.
Saiba mais: https://www.estadao.com.br/politica/l...
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 13, o colunista Carlos Andreazza comenta sobre a piora na avaliação popular do presidente Lula.
Integrantes da base aliada pressionam por mudanças na equipe de Lula nos ministérios e também nas lideranças de governo, mas com popularidade em queda é difícil encontrar alguém disposto a assumir o papel de articulador político.
O petista está cercado apenas de correligionários no Palácio do Planalto, com isso só ouve a voz do próprio partido e não tem noção do termômetro real do Congresso e das ruas. Essa avaliação tem sido feita nos bastidores por integrantes da base aliada, que pressionam por mudanças na equipe de Lula nos ministérios e também nas lideranças de governo. Os dois cargos mais visados, nesse caso, são o do ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e de José Guimarães (líder na Câmara).
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/coluna-do-estadao/lula-padece-do-mesmo-mal-de-bolsonaro-na-articulacao-politica/
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoO 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 12, o colunista Carlos Andreazza comenta sobre as estratégias do governo Lula para tentar angariar popularidade até as eleições de 2026. Muitas medidas que, segundo o colunista, são “parafiscais”.
A retomada do circuito radiofônico de Lula da Silva é, sem dúvida, parte da estratégia para tentar estancar a queda de popularidade. Mas as primeiras entrevistas do ano mostram o presidente perdido ao avaliar a inflação, o problema que atualmente mais aflige a população. A tática tem sido a de terceirizar responsabilidades, com argumentos que colocam o governo como vítima da alta de preços, e não como um de seus principais causadores, numa narrativa absolutamente desconectada da realidade.
Leia a coluna: https://www.estadao.com.br/opiniao/lula-razoavelmente-perdido/
Difícil convencer a audiência de que a inflação está “razoavelmente controlada” diante do avanço dos preços de alimentos. Levantamento divulgado no fim de janeiro pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou aumentos significativos em itens como leite longa vida (18,83%), carne (25,25%), óleo de soja (29,22%) e café torrado (39,6%). Todos esses produtos integram a cesta básica, ou seja, ao menos em teoria são imprescindíveis a todas as famílias.
Tampouco é irretorquível o discurso sobre a seriedade com que o governo Lula da Silva trata a estabilidade inflacionária. Por óbvio, efeitos climáticos extremos têm prejudicado a agricultura e a pecuária com reflexos nos preços, mas considerável parcela dessa escalada se deve, como é notório, a uma demanda que cresce acima da capacidade econômica do País. Esse sobreaquecimento, por sua vez, é causado por políticas de governo sustentadas na expansão de gastos e no incentivo desmesurado ao crédito.
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoO 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 11, o colunista Carlos Andreazza comenta novas promessas do presidente Lula voltadas ao crédito para a população; governo deve anunciar iniciativas a prefeitos ainda nesta semana.
De acordo com ele, quando o dinheiro começar a circular no País, ninguém vai comprar dólar. “Vamos começar a anunciar mais programas porque eu quero mais crédito para o povo”, disse, em cerimônia de anúncios de medidas sobre segurança hídrica na cidade de Paramirim, na Bahia.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/lula-programa-credito-circulacao-dinheiro-dolar
Para Andreazza, Lula exibiu um dos motores por meio dos quais deseja dobrar a aposta e manter a galinha voando, como se águia, até 2026: “Eu quero mais crédito para o povo”. Crédito sobretudo via bancos estatais. Crédito estatal, para forjar demanda. Padrão.
E explicou por que é correto afirmar que seu governo tolera a inflação e mesmo opera com ela: “Na hora que o dinheiro começa a circular na mão das pessoas, vocês vão comprar comida. Vão comprar roupa. Vão comprar material escolar. E vocês vão melhorar a vida da cidade de vocês.”
Desenhou. É o projeto Dilma, em Dilma III, para Dilma IV. Jorrar bilhões na praça, encharcar a indução ao consumo, atravessar 25 pedalando e fantasiando o sobreaquecimento da economia de desenvolvimento orgânico – e chegar forte, competitivo, a 26, para então fazer o diabo e reivindicar, pela reeleição que será também do Parlamento, uma PEC Kamikaze; como teve Bolsonaro. Está escrito.
Leia a coluna: https://www.estadao.com.br/politica/carlos-andreazza/governo-lula-investe-pesado-no-projeto-dilma/
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoO 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 10, o colunista Carlos Andreazza comenta a situação em que o presidente Lula enfrenta uma piora em sua avaliação popular.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/coluna-do-estadao/lula-padece-do-mesmo-mal-de-bolsonaro-na-articulacao-politica/
Integrantes da base aliada pressionam por mudanças na equipe de Lula nos ministérios e também nas lideranças de governo, mas com popularidade em queda é difícil encontrar alguém disposto a assumir o papel de articulador político.
O petista está cercado apenas de correligionários no Palácio do Planalto, com isso só ouve a voz do próprio partido e não tem noção do termômetro real do Congresso e das ruas. Essa avaliação tem sido feita nos bastidores por integrantes da base aliada, que pressionam por mudanças na equipe de Lula nos ministérios e também nas lideranças de governo. Os dois cargos mais visados, nesse caso, são o do ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e de José Guimarães (líder na Câmara).
Para dois ex-ministros do Centrão, atualmente com mandato parlamentar, o “pessoal do PT” não tem coragem de falar o que Lula precisa ouvir de críticas ao governo. Como consequência, o presidente conduz a política de forma errônea, não consegue fidelidade da base na Câmara e no Senado, e vê a popularidade despencar de forma vertiginosa. Pesquisa Quaest mostrou que a desaprovação de Lula chegou a 49% e superou aprovação pela primeira vez em janeiro.
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoO 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Inteligência Artificial e suas aplicações e relações com o mundo do trabalho em destaque nesta edição do Start Eldorado, que recebe Candida Moraes, head de Recursos Humanos da HP Brasil, para uma conversa sobre o estudo global HP 2024 Work Relationship Index, que trouxe números novos. O Brasil é o segundo país no mundo que mais utiliza IA no trabalho - e atualmente, 82% dos trabalhadores brasileiros se valem de ferramentas de IA, como o ChatGPT, Copilot e geradores de imagens como o DALL-E, representando um aumento significativo em relação aos 46% do ano anterior. Dentre os brasileiros, 84% dos trabalhadores acreditam que a IA pode acelerar suas carreiras, mas 31% dizem que suas empresas não oferecem treinamento adequado - e metade dos trabalhadores que não utilizam IA temem que suas funções possam ser substituídas por essa tecnologia. O Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, com a apresentação de Daniel Gonzales, em FM 107,3 (para toda Grande SP), site, aplicativo, canais digitais e assistentes de voz. Até lá!
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 07, o colunista Carlos Andreazza comenta declarações do presidente Lula sobre inflação e consumo da população. Para o presidente, se as pessoas pararem de comprar produtos caros, o vendedor terá de baixar o preço para que seu produto não estrague.
“Uma das coisas mais importantes para a gente poder controlar o preço é o próprio povo. Se você vai ao supermercado e desconfia que tal produto está caro, você não compra. Se todo mundo tiver a consciência e não comprar aquilo que acha que está caro, quem está vendendo vai ter de baixar para vender, porque, senão, vai estragar.”
Lula concedeu entrevista às rádios Metrópole e Sociedade, da Bahia, nesta quinta-feira, 6. Segundo ele, é preciso “educar” as pessoas para trocarem produtos caros por baratos e não serem “extorquidas”. “Esse é um processo educacional que nós vamos ter que fazer com o povo brasileiro. É necessário que a gente faça isso. O povo não pode ser extorquido. A pessoa sabe que a massa salarial cresceu, que o salário aumentou, aí aumenta o preço. Não, é preciso ter responsabilidade.”
O presidente da República defendeu que o agronegócio brasileiro produza mais alimentos para que o preço da comida seja barateado. E negou qualquer possibilidade de fazer um congelamento de preços para evitar novos aumentos dos alimentos.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/lula-inflacao-menor-bolsonaro/
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoO 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Gustavo Junqueira, empresário, líder estratégico do agronegócio, de infraestrutura e finanças, sócio da Bela Vista Agropecuária e ex-secretário estadual de Agricultura de SP. Durante a conversa, o fazendeiro e executivo fala sobre a economia verde, destacando as inovações e os desafios que envolvem o setor agrícola.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 06, o colunista Carlos Andreazza comenta a situação econômica do governo Lula e seu plano político para 2026.
A equipe econômica do governo Lula da Silva elencou sua lista de prioridades para os próximos dois anos. A exemplo do pacote fiscal, que gerou tanta expectativa quanto frustração, a ponto de ser chamado de “pacotinho”, a agenda econômica também já pode ser tratada no diminutivo.
São, ao todo, 25 propostas, o que já demonstra uma perigosa combinação entre incoerência e otimismo. Afinal, quem tem 25 prioridades não tem nenhuma, sobretudo quando 15 delas dependem da aprovação de um Congresso com o qual o governo precisa negociar cada projeto individualmente.
A lista é encabeçada pelo fortalecimento do arcabouço fiscal de forma a garantir, ao mesmo tempo, a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), desemprego e inflação baixos e estabilidade da dívida. Em primeiro lugar, é bastante simbólico que o fortalecimento do arcabouço não passe, nem superficialmente, por medidas de corte de gastos.
Leia a coluna completa: https://www.estadao.com.br/opiniao/depois-do-pacotinho-a-agendinha/
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.
Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoO 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
- Show more