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O carrossel da guerra não pára. Estamos semana, houve troca de bombardeamentos e a habitual promessa de acordo de paz das sextas-feiras, com Trump a dá-lo por garantido e os iranianos a não confirmarem nem desmentirem. Até no caos há padrões. O que fugiu ao padrão foi a explicação da ex-ministra da administração interna sobre o que a levou a demitir-se; em resumo: diz ter percebido que não tinha qualificações para A função. Demorou a perceber, mas talvez leve outros titulares de cargos públicos se sintam inspirados por este exemplo e venham a tirar ilações, oportunamente. Entretanto, começou - sem trégua olímpica - o mundial de futebol com a perspectiva de um duelo Ronaldo - Messi se tudo correr sem surpresas nem sobressaltos. Pode ser que carrossel da bola tire protagonismo por algum tempo ao carrossel da guerra.
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Donald Trump cancelou o ataque desta noite ao Irão porque parece que, pela milionésima vez, um acordo está quase quase a ser assinado. O Irão, como de costume, diz que não. Trump também diz que o estreito de Ormuz não está encerrado. O Irão, como de costume, diz que não. Por cá a Prestação Social Única vai hoje a debate no Parlamento. Que partido vai votar ao lado do governo? A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 11 de junho.
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A CGTP fala numa adesão em massa, já o Governo refere-se ao mesmo tema com o termo residual. Contra o pacote laboral, uma nova greve geral fez-se sentir um pouco por todo o país, ficando até marcada por uma manifestação que resultou em desacatos com as forças de autoridade. Qual foi, afinal, a real adesão dos portugueses à greve?
Em cima da mesa de debates está também os contornos da nova prestação apresentada por Montenegro (a PSU) e o, provável, encontro entre os Presidentes em Guerra, Zelensky e Putin.
Ouça o comentário de Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes na versão podcast do programa Eixo do Mal, emitido na SIC Notícias a 4 de junho.
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Últimos Dias de Salazar. Com José Filipe Costa, Jorge Mota e Vera Barreto, entramos numa cápsula negra do tempo Temos também terror com hype, o filme iraniano A Mulher e o Seu Filho, a série Widows Bay e o FICS.
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Isto não é um lançamento de um livro mas vai haver comentário político e, quiçá, algumas farpas. Tiveram início buscas da Polícia Judiciária à sede do Partido Socialista no Rato, bem como em várias juntas de freguesia socialistas. Há suspeitas de esquemas fraudulentos de contratação, quer de empresas de socialistas, quer de militantes. Inclusivamente, o atual assessor de imprensa do líder do PS, José Luís Carneiro, foi um dos detidos. Tudo isto logo numa altura em que as sondagens aparentavam ser animadoras para o partido.
Ouça o comentário de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes na versão podcast do programa Eixo do Mal, emitido na SIC Notícias a 28 de maio.
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Há uma magna questão a inquietar a época estival que se aproxima: onde vamos poder plantar o chapéu de sol na praia? Outra pergunta que surgiu, de repente, sem que déssemos por ela: como havemos de chamar ao português se deixarmos de lhe poder chamar língua portuguesa? E ainda mais um sobressalto: como manter a compostura nas redes sociais quando se têm responsabilidades públicas? Questões candentes mas que empalidecem, naturalmente, quando se torna necessário redefinir o conceito de cessar-fogo. Trump, no papel de lexicógrafo-chefe, contribuiu esta semana para tornar a definição compatível com aquilo que se está a passar no Médio Oriente. O raio do estreito é que não há maneira de voltar a abrir-se para aliviar o sufoco económico do mundo.
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Completaram-se três meses da guerra que não ata nem desata; mas o estreito continua entupido e a aflição da economia mundial cresce a cada semana que passa. Nós, por cá, enquanto isso, vamo-nos entretendo com mega-operações do Ministério Público; polémicas em torno do SIRESP à espera que ele volte a ser necessário e a falhar; e com o modo como o Presidente da República tirou o retrato à acção do Governo no rescaldo do comboio de tempestades, deixando-o mal na fotografia. Mas nada bateu em eloquência e azedume a rubrica mensal de Passos Coelho na apresentação de mais um livro. Só lhe faltou dizer quem são os “prostitutos sem carácter” que alvejou, depois de um encontro cheio de sorrisos e cumplicidade com André Ventura
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Num espaço de cowork em Lisboa, há um conjunto de mesas ocupadas por linhas, agulhas e pedaços de tecido com desenhos a preto e branco. À volta, um grupo de pessoas na casa dos 30 e 40 anos tenta aprender a bordar.
Cada uma tem um kit já preparado: pano, agulha, linhas. E, ao lado, uma “avó” explica por onde começar, corrige pontos, sugere ideias, elogia progressos.
O ritmo é lento. Há chá, há bolachas. E há conversa que rapidamente vai para lá do bordado.
O cenário podia pertencer a outra época. Mas não.
Este workshop é organizado pela The Manual Break, uma associação criada precisamente com essa ideia: abrir espaço, na rotina, para fazer coisas com as mãos — e, ao mesmo tempo, criar contexto para isso acontecer em grupo.
A premissa é simples: parar um pouco, desligar de um dia-a-dia fragmentado, e dedicar tempo a uma actividade manual.
Este não é um caso isolado. Nos últimos anos, em Portugal, têm-se multiplicado iniciativas deste género: workshops, encontros informais, cursos, eventos pontuais e até retiros dedicados a práticas como cerâmica, costura, bordado ou carpintaria. Em muitos casos, com listas de espera.
Ao mesmo tempo, há sinais de que estas práticas estão a ganhar nova visibilidade.
Plataformas como a Etsy têm registado um aumento na procura por produtos têxteis feitos à mão, com o croché e o tricô a surgir como tendências em crescimento, em particular entre públicos mais novos.
Mas este fenómeno vai além da estética.
Durante grande parte do século XX, estas eram actividades de necessidade: fazia-se roupa, reparavam-se peças, produziam-se objectos para uso quotidiano.
Hoje, surgem em contextos muito diferentes — como forma de lazer, de descanso, de expressão criativa.
Mas Como Assim?
O que leva cada vez mais pessoas a procurar este tipo de actividades?
Porque é que surgem agora e por que razão atraem tantas pessoas que cresceram longe destes saberes?
E o que é que isto nos diz sobre a forma como estamos a ocupar — ou a tentar recuperar — o nosso tempo livre?
Neste episódio, partimos de um destes workshops para tentar perceber o que está por trás deste regresso às coisas feitas com as mãos.
E, no caminho, aprendemos a bordar. E a tricotar.
Siga o podcast #ComoAssim e receba cada episódio quinzenalmente, à quarta-feira, no Spotify, na Apple Podcasts ou noutras aplicações para podcasts.
Conheça os podcasts do PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para [email protected].
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Ascender. Mogging. Mewing.
Durante anos, estas palavras circularam em comunidades fechadas da internet. Hoje, aparecem em vídeos virais no TikTok e no Instagram — ao lado de conselhos de ginásio e rotinas de “auto-desenvolvimento”.
Chamam-lhe looksmaxxing: a ideia de que qualquer homem pode melhorar a sua vida, o seu estatuto e as suas relações, se conseguir melhorar a aparência.
À primeira vista, parece apenas mais uma versão do velho discurso do “investe em ti próprio”. Mas rapidamente escala para algo diferente. Há vídeos a ensinar a injectar substâncias sem supervisão médica, a consumir estimulantes para perder peso ou até a martelar ossos da cara para mudar o formato do maxilar.
Para o cirurgião plástico Rúben Malcata Nogueira, este tipo de práticas não resiste a qualquer validação clínica. No consultório, diz, já se vêem as consequências de outras modas vindas das redes sociais. “Quando avançamos com uma cirurgia, estamos a fazer uma alteração definitiva. Não é algo que se possa testar como uma moda”, explica.
O rosto mais visível deste fenómeno é Clavicular, um jovem norte-americano que transformou estes métodos numa espécie de manual. Mostra resultados, vende programas e apresenta-se como prova de que o método funciona.
Clavicular não tem uma base de seguidores muito diferente de muitos outros criadores. Ainda assim, parece estar em todo o lado — nas redes sociais, na imprensa internacional, no feed de quem nunca o procurou.
Há centenas de milhares de vídeos associados ao seu nome a circular online e, juntos, acumulam milhares de milhões de visualizações.
A sensação de omnipresença não é acidental. E ajuda a explicar como uma subcultura que nasceu em fóruns marginais se tornou, em poucos meses, parte do conteúdo que chega a milhões de jovens.
Para Tiago Rolino, que tem investigado diferentes masculinidades no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, o “looksmaxxing” não cria uma nova masculinidade. Amplifica uma antiga: competitiva, hierárquica, centrada na comparação entre homens.
Neste episódio do podcast Como Assim, mergulhamos no fenómeno do “looksmaxxing” e procuramos perceber que impacto pode estar a ter nos nossos jovens.
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O ministro da segurança interna de Israel decidiu partilhar com o mundo os actos de humilhação que cometeu contra estrangeiros sequestrados em alto mar, em águas internacionais. O presidente dos Estados Unidos obteve, para si e para a sua família, imunidade “para sempre” face a investigações do fisco. Embaraçado com um elogio do chefe da diplomacia norte-americana, o ministro dos negócios estrangeiros português argumenta que a frase não era literal. Nada disto são meros pormenores; alguns exemplos, apenas, de episódios de um mundo em que já nada parece inverosímil. Nem mesmo um Portugal maior, como promete Luís Montenegro. “Um Portugal” não quer dizer que seja este, claro.
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Trump nem sequer leu até ao fim a resposta do Irão. A trégua na guerra está em “respiração assistida” e o mundo de respiração suspensa, à espera de um milagre que faça com que o petróleo volte a fluir pelo estreito de Ormuz, evitando um cenário de racionamento, um dia destes. Enquanto isso, Passos Coelho voltou a zurzir Montenegro, recusando as “histórias da carochinha” do João Ratão de São Bento. E o PCP voltou a ser zurzido por ter publicado, a propósito da morte de Carlos Brito, uma mensagem de ‘apesar’, uma espécie de voto de pesar contrariado. Tudo isto na semana em que o primeiro-ministro foi a Fátima acender uma velinha e em que o governo ainda espera um milagre para poder aprovar o pacote laboral.
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O governo diz que quer ser reformista, agora é o o Tribunal de Contas que está contra. Israel recebeu de forma ignominiosa os ativistas das flotilhas, o que levou Luís Montenegro a sugerir a suspensão da cooperação comercial da União Europeia com o estado israelita. Xi Jinping recebeu Trump e logo a seguir Putin. O estreito de Ormuz continua fechado e o plano americano, com o apoio de Israel, de colocar Ahmadinejad no poder iraniano falhou, revelou o “The New York Times”. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 21 de maio.
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Xi Jinping podia ter puxado os galões e citado o soft power de Confúcio ou então o mais aguerrido Sun Tzu, mas escolheu evocar, perante Trump, evocar o general e historiador grego Tucídides, que, a propósito da Guerra do Peloponeso, afirmou que a guerra foi inevitável porque a potência estabelecida, Esparta, se sentiu ameaçada pela potência emergente, Atenas. Terá Trump percebido o recado? Por cá, sem acordo na concertação social, o pacote laboral vai até à Assembleia da República e o governo vai ter de procurar entendimentos, com o Chega à espreita. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 14 de maio.
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Enquanto se aguarda pela resposta do Irão ao memorando americano, Trump diz que o acordo está próximo. No entanto, já nos habituámos a acordos quase fechados à beira do fim-de-semana — os mercados adoram —, que não se concretizam. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 7 de maio.
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Há troca de tiros, mas o cessar-fogo continua em vigor, garante Donald Trump. Até porque Marco Rubio já deu por terminada a operação Fúria Épica. Trump anunciou também a suspensão do projecto de escoltar petroleiro pelo estreito de Ormuz. A ideia durou dois dias. Mais demoradas mas igualmente infrutíferas foram, por cá, as reuniões da Concertação Social. Sem acordo, a proposta do governo para alterar a lei laboral vai agora ser discutida no Parlamento. Ao que tudo indica para ser chumbada. O Chega exigiu como moeda de troca para a aprovação uma diminuição da idade da reforma. Com isso conseguiu indispor boa parte da direita e até Passos Coelho reagiu à ideia de Ventura com rispidez. Ríspido foi também o presidente do Chega relativamente ao ministro da administração interna. Luís Neves não esteve com eufemismos na condenação dos casos de tortura por parte de polícias em duas esquadras de Lisboa, ao que o Ventura considerou que o ministro fomenta uma atitude anti-polícia. Porquê? Por dizer que comportamentos de bandido por parte de homens fardados é intolerável.
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“Confesso que já não sei como abrir o 'Eixo do Mal' nestes tempos de guerra contínua”, admite Aurélio na abertura do programa de hoje. Clara Ferreira Alves, Daniel Oliveira, Pedro Marques Lopes e Luís Pedro Nunes analisam esta semana a pressão de Donald Trump sobre a economia iraniana (com impactos que se fazem sentir à escala global), o alegado atentado de que terá sido alvo e a receção ao rei britânico. “E ainda dizem que a terceira idade é uma pasmaceira”.
Por cá, Luís Montenegro lançou um PTRR. Sabe para que serve? Os comentadores explicam tudo. Ouça aqui o programa em podcast. Esta emissão foi para o ar a 30 de abril, na SIC.
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Vai passar a ser necessário, a quem queira fazer humor, ter licença de porte de piada. Emitida por Donald Trump, naturalmente. O presidente norte-americano não a concede ao humorista Jimmy Kimmel. Talvez tenha sido, uma piada, aliás, suspeitam Trump e a porta-voz da Casa Branca, a desencadear o desvario do homicida incompetente que viajou da Califórnia a Washington com a intenção, falhada, de matar gente da administração americana num jantar de gala. Enquanto isso, a guerra continua em modo de pausa. Mas com o estreito de Ormuz duplamente bloqueado não há paz para o preço dos combustíveis. À escala doméstica, o deputado socialista que virou as costas ao presidente da Assembleia da República conseguiu pôr na ordem do dia, apesar da atitude controversa, o tema da transparência na actividade política. E o coro da casa de pessoal do conselho de ministros, a cantar o hino nacional, deu solenidade ao anúncio de uma chuva de milhões, onde há de tudo menos calendário.
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Veja também em youtube.com/@45_graus
Maria João Afonso é professora universitária e investigadora na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, atualmente apresentada. Doutorou-se em Psicologia Diferencial e Inteligência Humana. A sua investigação centra-se na construção, adaptação e validação de instrumentos de avaliação psicológica — incluindo a normalização portuguesa do MMPI-2-RF e MMPI-A-RF —, no estudo das diferenças individuais, na história e epistemologia da Psicologia e no desenvolvimento e aconselhamento de carreira.
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Índice:
(0:00) Introdução
(4:50) O que mede o QI?
(29:01) O “Factor G” e o que é a inteligência
(48:34) Quem é bom a Português, é mau a Matemática? | Savantismo. | Filme Rain Man
(59:53) O que está por trás da inteligência? | Darwinismo | Inteligência enquanto adaptação | hipótese do cérebro social
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Paolo Sorrentino. Temos o regresso em grande do realizador de A Grande Beleza e A Mão de Deus. Há ainda um novo capítulo da Múmia, um thriller com ecos de Kubrick e um documentário ibérico.
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Pós-Abril em Abril. Discutimos o retrato das FP-25, com sons da entrevista ao realizador Ivo Ferreira e ao actor Ivo Canelas. Temos ainda um drama francês, uma sequela de terror e a série médica que ganhou quase tudo.
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