Episodit

  • Estados Desunidos do Brazil 090 (S05E12) | MICHEQUE E O GRANDE PLANO DE WALDEMORT DA BOSTA NETO

    A família Bolsonaro finalmente virou aquilo que sempre prometeu combater: uma novela das nove. Só que escrita por um roteirista cansado, dirigida por um algoritmo de rede social e patrocinada por uma crise institucional.

    Neste episódio, Dudu divide o microfone com Liah para investigar se a guerra pública entre Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro é apenas uma DR de família… ou o primeiro capítulo de um plano muito maior para 2030.

    [ AOS FATOS: ] Michelle virou vítima? Flávio virou obstáculo? O PL resolveu transformar briga doméstica em estratégia eleitoral? E será que a esquerda está comemorando cedo demais enquanto alguém monta, peça por peça, uma superbancada conservadora capaz de transformar qualquer futuro governo em eterno refém do Congresso?

    Entre cortes de fumaça, marketing religioso, cálculo político e muito teatro, Beck dá uma folga merecida enquanto Liah e Dudu fazem aquilo de que o EDB mais gosta: desconfiar justamente daquilo que parece óbvio demais.

    [ AOS FATOS REQUIEM: ] O episódio ainda presta solidariedade à criadora de conteúdo Anna Temp (@euannatemp), cuja análise sobre Michelle Bolsonaro acabou atraindo a fúria organizada das patrulhas digitais. Porque, aparentemente, no Brasil de 2026, discordar da familícia continua sendo tratado por alguns como crime hediondo.

    Enquanto isso, Bolsonaro continua inelegível, Trump segue tentando reorganizar o planeta no grito, o Congresso sonha em governar sem precisar ganhar eleição para presidente… e o cidadão continua pagando a conta, o PIX e a terapia.

    [ PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: ] Será que estamos assistindo ao fim da família Bolsonaro… ou apenas ao primeiro episódio da sucessão cuidadosamente ensaiada da marca “Bolsonaro®”?

    Se essa hipótese estiver certa, talvez o verdadeiro plano nunca tenha sido vencer em 2026…

    …mas tornar 2030 inevitável.

    [ Dicas Culturais: ]

    Liah: O primeiro episódio do Ctrl Alt Liah já está no ar! Se você gostou da participação dela aqui no EDB, chegou a hora de conhecer o universo dela sem o Dudu interrompendo a cada três frases. Corpo, comportamento, música, consumo, futebol, identidade… e muito bom humor. Vai ouvir!

    Dudu: João Bosco. Sim… o verdadeiro. Não o da dupla sertaneja. O mestre da MPB completa 80 anos e inicia uma turnê comemorativa. Se existe antídoto para algoritmo, fake news e bolsonovelas familiares, provavelmente atende pelo nome de João Bosco. Prestigie enquanto ainda houver arte produzida por seres humanos.

  • CTRL ALT LIAH 001 (S01E01) | Resetando a VIDA!

    No episódio de estreia do Ctrl Alt Liah, Liah aperta o botão de reset e convida você a olhar para uma pergunta simples, mas perigosamente íntima: será que você escolhe mesmo tudo aquilo que consome… ou já tem muita coisa escolhendo você?

    Entre nutrição, música e futebol, este primeiro episódio não é sobre dieta perfeita, crítica musical ou mesa-redonda esportiva. É sobre vida real. Sobre como aquilo que comemos, escutamos, repetimos e sentimos vai moldando nosso humor, nossa ansiedade, nossos hábitos e até a forma como enxergamos quem somos.

    No Modo Corpo, Liah fala sobre alimentação para além da matemática do “pode” e “não pode”: fome emocional, cansaço, ansiedade, rotina, café como religião nacional e a diferença entre controle e consciência.

    No Modo Jogo, o futebol entra como ritual, memória e pertencimento. Porque torcer também é sentir, repetir, compensar, celebrar, sofrer — e, às vezes, transformar um resultado de domingo em termômetro emocional da semana inteira.

    No Modo Som, a música aparece como trilha invisível da vida: aquilo que nos regula, nos transporta, nos conforta, nos prende em versões antigas de nós mesmos — e, de vez em quando, diz exatamente o que a gente ainda não conseguiu explicar.

    Este é um episódio sobre perceber. Perceber o corpo. Perceber o consumo. Perceber os padrões. Perceber quando a gente está vivendo conscientemente… ou só reagindo no automático.

    Ctrl Alt Liah — o que você consome também está consumindo você.

  • Puuttuva jakso?

    Paina tästä ja päivitä feedi.

  • Estados Desunidos do Brazil 089 (S05E11) | TariFlávio

    EDB no. 089 no ar: Beck e Dudu voltam de vinheta nova, casca grossa velha e paciência institucional vencida para falar de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, Trump, tarifa contra o Brasil e essa nova modalidade de patriotismo nacional: defender a soberania brasileira direto de Washington, com legenda em inglês, milhas acumuladas e vergonha despachada na mala.

    [ AOS FATOS: ] Tem Flávio no Salão Oval, Eduardo no combo “abençoe os EUA”, Paulo Figueiredo no pacote família e Trump no modo “tarifa be like”. Enquanto a família que passou meses pedindo pressão externa agora tenta posar de bombeira diplomática, o Brasil descobre uma verdade dura: o nacionalismo bolsonarista late em português, mas abana o rabo em inglês.

    [ AOS FATOS REQUIEM: ] O episódio ainda marca a volta triunfal do CATUCADO, agora mirando o senador em roaming, o estadista de duty free, o diplomata de free shop: Flávio “TariFlávio” Bolsonaro. Tem caso Banco Master, filme do papai, áudio com banqueiro, funk do PIX feito por IA e a tentativa desesperada de transformar prejuízo geopolítico em pré-campanha presidencial. Spoiler: o PIX gritou: “Me solta, eu sou do Banco Central”.

    [ PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: ] Flávio foi aos EUA defender o Brasil… ou tentar limpar a pegada da família na alfândega da soberania nacional?

    [ Dicas Culturais: ]

    Beck & Dudu: Ctrl Alt Liah, o novo projeto solo da Liah na Beck Room Studios. Porque, se o Brasil travou, alguém precisa apertar o botão Reiniciar com estilo. Vem aí um podcast sobre corpo, comportamento, consumo, nutrição, música, futebol, emoção e identidade — ou seja, tudo aquilo que a gente consome… e que, às vezes, começa a consumir a gente de volta.

  • Deboche Mode Hard 004 | Silicon Reich

    O cyberpunk não aconteceu do jeito que a gente imaginava.

    As megacorporações não destruíram os governos pela força.

    Elas descobriram algo muito mais eficiente: tornar-se indispensáveis.

    No quarto episódio do Deboche Mode Hard, Beck mergulha no universo de Peter Thiel, Alex Karp e da Palantir — a empresa de vigilância e inteligência artificial que decidiu homenagear justamente o artefato maligno de O Senhor dos Anéis, responsável por corromper pessoas por meio da vigilância.

    Sem teoria conspiratória.
    Sem chapéu de alumínio.Só realidade contemporânea mesmo.

    O episódio aborda aceleracionismo, tecnofeudalismo, IA militar, soberania digital, infraestrutura crítica e a relação cada vez mais íntima entre Big Tech, governos e guerra.

    Porque talvez o verdadeiro problema do século XXI não seja a inteligência artificial enlouquecer. Talvez seja ela que funcione exatamente como os donos dela querem.

    Spoiler: O Vale do Silício deixou de querer apenas criar aplicativos. Agora ele quer reorganizar a civilização.

    OBS.: Este e todos os episódios do DMH vêm em formato de crônica, sem roteiro fechado, com humor ácido, paranoia geopolítica moderada e a desconfortável sensação de que metade disso já está acontecendo.

    Isso aqui não é um experimento social hipotético: é a descrição de um plano em andamento de distopia corporativa com CNPJ.

  • Estados Desunidos do Brazil 088 (S05E10) | A FAMÍLIA VORCANARO E A PAIXÃO DE MITO

    No mais recente episódio desta temporada do EDB, Beck, Dudu e Liah retornam ao multiverso radioativo do Caso Bolso Master — aquele lugar mágico onde banqueiro investigado, senador “privada”, filme patriótico suspeito e dinheiro público parecem fazer parte do mesmo grupo premium de WhatsApp. Porque, aparentemente, o Brasil entrou de vez na fase em que escândalo político não é mais explicado em coletiva… é explicado como thread de true crime mal escrita no Telegram.

    [ AOS FATOS: ] Tem áudio vazado, tem ONG com notas fiscais suspeitas, tem viagem bancada pelo Senado para visitar banqueiro de tornozeleira, tem produtor executivo patriótico tentando explicar “filme privado” financiado por caminhos cada vez menos privados… E o PLOT TWIST CARPADO: tem Jim Caviezel usando uma peruca que parece ter sido furtada do camarim do Beiçola em pleno Projac Cinematic Universe.

    [ AOS FATOS REQUIEM: ] Enquanto isso, pesquisas eleitorais começam a derreter candidaturas, esqueletos saem dos armários em escala industrial e surge no horizonte um novo tipo de criatura política brasileira: o influencer de indignação crônica, o streamer de colapso institucional, o coach messiânico produzido pelo algoritmo da raiva nacional.

    Porque, no Brasil de 2026, a linha entre candidato, personagem de podcast motivacional e acidente institucional já virou detalhe técnico. Ademais, no fundo, o episódio inteiro gira em torno de uma pergunta simples: quando a política vira entretenimento financiado por interesses nebulosos…

    [ PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: ] Ou o roteiro ainda é uma sátira? Ou a realidade já demitiu os roteiristas?

    [ Dicas Culturais: ]

    Beck: "Master of Puppets", do Metallica. Porque, depois desse episódio, fica impossível ouvir “Obey your master” sem pensar em lobby, banco, Brasília, Faria Lima e em algum coach patriótico vendendo milagre financeiro no LinkedIn.

    Liah: — Motocontínuo. Especialmente para celebrar o aniversário do Má e do Gui Padovani. Amor, caos emocional e, provavelmente, mais estabilidade institucional do que a de metade da política brasileira atual.

    DICA+ (PLUS) da Liah: Fiquem de olho na programação dos próximos episódios da Beck Room Studios porque, em breve, euzinha, trarei para todos e TODAS vocês o meu novo projeto! Fiquem espertos!

    Dudu: — Quer passar raiva em nível clínico? Então, assiste à reprise do megaevento da CBF só para anunciar que o Pedro ficou de fora, enquanto o “menino velho aposentado premium” continua sendo convocado, porque, aparentemente, a amizade com gente poderosa hoje vale mais do que o desempenho em campo. É quase um documentário sobre como o futebol brasileiro virou uma mistura de marketing esportivo, compadrio e relações públicas com tornozeleira moral invisível. Dá vontade de torcer pela Argentina… e pedir desculpas em espanhol.



  • No nono episódio desta temporada do EDB, Beck, Dudu e Liah mergulham naquele que talvez seja o maior crossover entre política brasileira, thriller financeiro da HBO e fanfic patriótica em IMAX já produzido neste país tropicalmente radioativo.

    Porque sim… aparentemente existiria uma negociação de aproximadamente 24 MILHÕES DE DÓLARES envolvendo: banqueiro investigado; áudios vazados; WhatsApp premium; produção cinematográfica internacional; e o ator Jim Caviezel — o próprio Jesus Cristo cinematográfico — orbitando o universo bolsonarista como se tudo isso fosse normal.

    Tem áudio vazado.
    Tem banqueiro.
    Tem senador.
    Tem “não podemos dar calote no elenco internacional”.
    E tem o momento em que todo mundo percebe que o populismo brasileiro entrou oficialmente na era IMAX.

    Porque no fundo, o episódio inteiro gira em torno da pergunta mais importante de 2026:

    Quem está financiando o imaginário político brasileiro?

    E a resposta talvez seja mais assustadora do que engraçada.

    Ou talvez seja só engraçada MESMO de tão absurda.

    [ Dicas Culturais: ]

    Beck: 📺 The Pitt. Uma série que começa como drama hospitalar e termina parecendo estudo acadêmico sobre colapso humano em tempo real. Ou seja: praticamente Brasília, mas com mais ética profissional e menos senador mandando áudio emotivo no WhatsApp.

    Dudu: 🎬 Assistam primeiro o Flávio Rachide negando que pediu dinheiro… e depois explicando por que pediu.
    É suspense, terror psicológico, humor involuntário e vergonha alheia tudo ao mesmo tempo. Basicamente “Black Mirror: Mar-a-Lago Edition”.

    Liah: 📵 Desliguem o celular por duas horas.

  • Estados Desunidos do Brazil 086 (S05E08) | O (PARTIDO) BARBEIRO DE BRASÍLIA

    A dupla dinâmica do EDB, Beck e Dudu, neste mais recente (...e necessário episódio!!!) analisam a rejeição histórica de um indicado ao STF, a derrubada de veto presidencial e o espetáculo deprimente de um sistema político que consegue ser, ao mesmo tempo, sofisticado no cinismo e amador na execução.

    Tem erro estratégico? Tem.Tem leitura política equivocada? Tem também.

    Mas o que realmente sobra é a sensação de que Brasília virou um grande salão de barbeiro institucional — onde todo mundo corta, mas ninguém sabe exatamente o que está fazendo.

    Aqui, não tem “centro democrático”.Tem Centrão pragmático.Não tem “governabilidade”.Tem sobrevivência com maquiagem retórica.

    E o mais bonito: todo mundo sabe disso… e mesmo assim continua jogando como se fosse novidade.

    Se isso aqui ainda é democracia, ela claramente entrou no modo hard — sem tutorial e com chefão final bugado.

    É talvez o episódio mais ácido (e menos paciente) do EDB desta temporada: Beck e Dudu entram no modo catucado contínuo pra dissecar o que já pode ser considerado um clássico contemporâneo: a arte brasileira de errar com convicção — também conhecida como governar.

    E respondem, sem anestesia, algumas questões que deveriam ser proibidas de tão constrangedoras:

    • Indicação ao STF é escolha técnica… ou tentativa desesperada de agradar bancada que não se agrada com nada?

    • Senado faz sabatina… ou reality show de vaidade com voto secreto e memória seletiva?

    • E o governo foi traído… ou só esqueceu que tava jogando xadrez com gente que vende as peças?!

    [ Dicas Culturais: ]

    Dudu: 🎧 Ouve o Deboche Mode Hard, especialmente o episódio “O Fim do Direito”.

    Porque se o sistema jurídico já virou stand-up involuntário… pelo menos a gente ri antes do colapso final. E sim, Beck… isso aqui já virou spin-off da tua própria sanidade.

    Beck: 📕 O Conto da Aia, de Margaret Atwood — e a série também, se tiver estômago.

    Não é ficção, é tutorial disfarçado. Se você acha exagero… dá mais uns anos e a gente conversa.

  • Deboche Mode Hard 003 | O Fim do Direito

    O direito não acabou.

    Ele só deixou de ser protagonista — e talvez ninguém tenha percebido ainda.

    No terceiro episódio do Deboche Mode Hard, Beck parte da obra de Ugo Mattei (La fine del diritto) para explorar uma hipótese incômoda: o direito está sendo silenciosamente substituído por sistemas tecnológicos de controle, de previsão e de indução de comportamento.

    Sem teoria conspiratória. Sem romantização.

    Aqui, a análise passa por China, Estados Unidos, plataformas digitais, algoritmos e pelo colapso de pilares clássicos, como juiz, livre-arbítrio e sujeito jurídico.

    Se as decisões são previstas antes de acontecerem, o que sobra do julgamento?

    Se o comportamento é condicionado, o que resta da responsabilidade?

    E se o direito chega sempre depois… ele ainda serve pra alguma coisa?

    💥 Spoiler: talvez o problema não seja o fim do direito — mas o que o ocupa.

    🎧 Episódio em formato de crônica, sem roteiro fechado e com o nível de acidez que você já espera.

    Isso aqui não é aula.

    É desconforto organizado.

  • Estados Desunidos do Brazil 085 (S05E07) | Paranauê Pesquisas

    Tá achando que política brasileira ainda segue lógica?

    Que pesquisa eleitoral mede intenção — e não fantasia coletiva?

    Que partido cresce por ideia… e não por planilha de Excel eleitoral?

    Ah… você ainda acredita em método científico na política brasileira… que fofinho 😏

    No episódio mais caótico (e estranhamente didático) do EDB, Beck e Dudu mergulham no universo místico das Paranauê Pesquisas, onde estatística encontra capoeira, coerência tira férias e deputado troca de partido mais rápido que senha de Wi-Fi em aeroporto.

    E respondem, com aquele carinho ácido de sempre, algumas dúvidas essenciais da república freestyle:

    • Pesquisa eleitoral hoje mede voto… ou mede quem tem mais dinheiro pra parecer viável?

    • Janela partidária é instrumento democrático… ou Black Friday do Centrão com cashback em fundo eleitoral?

    • De acordo com Flávio Bolsonaro: O Brasil ainda tem soberania… ou já tá anunciado na OLX geopolítica com frete grátis pros EUA?

    • E o PL virou partido… ou franquia premium do bolsonarismo com plano de milhagem e upgrade pra 2026?

    Neste episódio, Beck e Dudu desmontam o crescimento “milagroso” do PL, o derretimento gourmet do União Brasil e o espetáculo grotesco da política externa freestyle — onde senador sobe em palco gringo pra oferecer o país em suaves prestações, com direito a bônus de intervenção internacional.

    Tem análise? Tem.

    Tem indignação? Também.

    Mas principalmente: tem a constatação de que a democracia brasileira entrou no modo aleatório com DLC pago em fundo eleitoral.

    Aqui, ideologia é opcional.

    Coerência é item fora de linha.

    E projeto de país… bom… esse tá em manutenção desde 1500.

    Se rir ainda é resistência, esse episódio é praticamente um ato revolucionário com trilha de capoeira e som de caixa registradora.

    Ouve aí, engole seco e compartilha com aquele amigo que ainda acha que pesquisa eleitoral é fotografia — e não filtro de Instagram com viés ideológico.

    Quer ajudar?

    Faz aquele PIX simbólico cheio de sarcasmo e desespero pra ⁠⁠⁠[email protected]⁠⁠⁠.

    Cada centavo é combustível pra manter o deboche em funcionamento — porque se depender da política brasileira, nem a ironia vai fechar as contas.

    [ Dicas Culturais: ]

    Dudu: Aproveita que acabou a quaresma, vai pro boteco, enche a cara, se sinta rico por algumas horas… e já que é pra cometer erro estatístico, faz um PIX pra [email protected] — pelo menos esse retorno é garantido!

    Beck: Segunda temporada de The Pitt (HBO MAX). Drama hospitalar que evolui pra estudo de colapso humano em tempo real — basicamente o SUS emocional da política brasileira, só que com roteiro melhor.

  • Estados Desunidos do Brazil 084 (S05E06) | MASTER SYSTEM

    Achou que crise bancária era só número vermelho em planilha?

    Que fraude financeira termina em relatório técnico e coletiva de imprensa?

    Que o sistema funciona como deveria?

    Ah… você ainda tá jogando no modo tutorial.

    No episódio mais 8-bit da temporada, Beck, Dudu e Liah transformam o escândalo do Banco Master em um videogame institucional brasileiro — com fases, chefes, power-ups… e um possível “Game Over” democrático piscando no canto da tela.

    O protagonista? Um banqueiro com acesso nível desbloqueado premium: Congresso, Planalto e — aparentemente — orbitando também o Judiciário.

    Fase 1: Congresso.

    Lobby gourmet, jantar estratégico e helicóptero de Fórmula 1 como Uber Black da República.

    Fase 2: Executivo.

    Reuniões “institucionais” que parecem seminário da ONU… mas às vezes são só tentativa elegante de resolver uma bomba financeira.

    Fase 3: STF.

    O chefão final. Onde proximidade não é crime — mas também não ajuda na confiança pública.

    No meio disso tudo: mensagens, encontros, conexões e aquela sensação desconfortável de que a República funciona mais como clube VIP do que como sistema impessoal.

    O ponto não é só o escândalo.

    É o mapa.

    Porque quando dinheiro, política e poder institucional começam a circular no mesmo ecossistema… o problema deixa de ser jurídico e vira estrutural.

    Spoiler: o jogo ainda não chegou na fase mais perigosa.

    A delação. E quando banqueiro aperta “Start” nessa fase… Brasília inteira entra em modo sobrevivência.

    [ Dicas Culturais: ]

    Dudu: BEKS Bar, Rua Brasílio Itiberê, 3645, Curitiba.

    Olha… depois de um episódio sobre banqueiro, STF e lobby de helicóptero, a única instituição que ainda me passa confiança é um bar.

    E não é qualquer bar — é o BEKS. Coincidência com “Beck”? Eu acho que não. Eu chamo isso de política pública afetiva. 🍻

    Então faz o seguinte: vai lá, toma uma, hidrata o fígado e tenta entender a República com um copo na mão. Porque se nem o Beck resolve Brasília… pelo menos o BEKS resolve você.

    Liah: “Bem Desejar-te o Mal”, da banda Motocontínuo. Uma homenagem póstuma ao Rodrigo, amigo querido da Liah e integrante da banda. Aqui a dica não vem com cinismo, vem com afeto, memória e saudade. Às vezes a cultura também é isso: um jeito bonito de não deixar alguém ir embora de vez.

    Beck: “Como as Democracias Morrem”, de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt. Um livro que Beck já lia desde o mestrado e que, pelo visto, continua sendo menos ficção que o noticiário brasileiro. A tese é simples: democracia quase nunca morre com tanque na rua; ela vai apodrecendo por dentro, quando elites políticas e institucionais passam a orbitar perto demais umas das outras. Ou seja: leitura perfeita pra depois desse episódio — caso você queira confirmar que o Brasil não está exatamente inventando a roda, só sabotando o eixo.

  • Estados Desunidos do Brazil 083 (S05E05) | LEVANTA-TE E ANDA, DISSE A CIÊNCIA BRASILEIRA!

    “Levanta-te e anda.”

    Dessa vez não foi pastor berrando no microfone. Foi ciência brasileira trabalhando em laboratório público.

    No episódio mais constrangedor para o negacionismo gourmet, Beck e Dudu analisam a descoberta da Polilaminina, pesquisa da cientista Tatiana Sampaio, da UFRJ, que pode revolucionar o tratamento de lesões medulares.

    E claro: se tem avanço científico no Brasil, tem política mal resolvida no meio.

    A pesquisa quase foi interrompida por cortes de verba.

    Patentes internacionais se perderam no limbo da austeridade.

    Universidade pública, chamada de “antro ideológico” por muita gente, entrega uma das maiores esperanças médicas da década.

    Enquanto isso, os mesmos que sucatearam ciência agora tentam pegar carona no sucesso. E o algoritmo ajuda quem grita mais alto — não necessariamente quem investiu.

    O episódio é sobre esperança, mas também sobre memória.

    Porque ciência não nasce de milagre. Nasce de financiamento, política pública e estabilidade institucional. E cortar verba não é só economia. Às vezes é atraso de décadas.

    Quer manter o EDB vivo e independente?

    Depois de ouvir, faz aquele PIX consciente para: [email protected]

    Cada centavo ajuda a manter microfone ligado e algoritmo desligado.

    Porque opinião a gente já tem. O que falta é patrocínio.

    [ Dicas Culturais: ]

    Dudu: Fica em casa, maratona o EDB ou qualquer série no streaming, economiza depois do verão e do carnaval e transforma parte dessa economia em PIX quaresmeiro. Se o Estado corta verba, a gente não precisa cortar ironia.

    Beck: Um passeio 0800. Vai à praia, faz uma caminhada, sobe uma trilha, pisa na areia, conversa com gente de verdade. Fica offline. Desliga o feed e liga o mundo real. Ciência precisa de laboratório — mas você precisa de natureza. E isso ainda é de graça.

  • Estados Desunidos do Brazil 082 (S05E04) | ACADÊMICOS DO BERRANTE UNIDO

    Achou que o Carnaval tinha acabado?

    Que depois da quarta-feira de cinzas vinha só boleto e detox?

    Que escola de samba não pode homenagear presidente em ano pré-eleitoral?

    Ah… que pureza democrática a sua.

    No episódio mais radioativo da temporada, Beck e Dudu destrincham o caso da Acadêmicos de Niterói — a escola que homenageou Lula, cutucou a boiada, foi rebaixada e conseguiu transformar tamborim em crise democrática.

    E aí a pergunta não é se pode. É por que dói tanto quando pode.

    • Carnaval virou palanque ou sempre foi — só que agora o enredo não agradou o curral certo?

    • Dinheiro público no samba é “escândalo”… mas renúncia fiscal pra igreja-comitê é “valor cristão”?

    • A zoeira acertou a extrema-direita… ou só empurrou conservador moderado direto pro colo dela?

    • Desde quando a LIESA virou tribunal eleitoral com bateria e mestre-sala?

    Tem número de subvenção, tem análise fria, tem risco eleitoral real e tem aquela constatação amarga: no Brasil, guerra cultural agora desfila na Sapucaí.

    Spoiler: o desfile foi folia. O pós-carnaval é estratégia.

    Quer manter o deboche funcionando?

    Se você riu, pensou ou ficou desconfortável (ótimo sinal), faz aquele PIX simbólico cheio de ironia para: [email protected]

    Cada centavo é combustível pra manter o EDB independente — porque patrocínio ideológico costuma vir com manual de silêncio.

    Ajuda aí. Não dói. Só no ego de quem prefere berrar a debater. Se puder, dê 5 estrelinhas no Spotify e nos siga pra não deixar esse –o nosso carnaval do EDB– morrer.

    [ Dicas Culturais : ]

    Dudu: Procurem no seu streaming os compactos dos melhores desfiles — Leci Brandão, Conceição Evaristo, Rita Lee, Carolina Maria de Jesus, Mestre Ciça. Carnaval também é memória, literatura, música e identidade. Ver antes de opinar ainda não paga imposto.

    Beck: Ou então vá direto ao essencial: o samba do King Size do Rio (2011). Um homem, um delírio, um reinado autoproclamado e zero coerência. Prova viva de que nem todo samba precisa fazer sentido — basta sobreviver à internet. Não deixe esse meme morrer.

  • Deboche Mode Hard 002 | TACO, FAFO e o Fim da Fantasia

    O mundo mudou.

    E não foi para melhor.

    No segundo episódio do Deboche Mode Hard, Beck volta ao modo mais ácido possível para fazer o que quase ninguém tem coragem de fazer em 2026: chamar as coisas pelo nome.

    Aqui não tem fantasia institucional, não tem respeito automático aos tratados internacionais e não tem paciência com o teatro geopolítico.

    Falamos de:

    • O colapso prático do Direito Internacional Público

    • O “grande acordo informal” entre EUA, China e Rússia

    • Trump entre o TACO (Trump Always Chickens Out) e o FAFO (Fuck Around and Find Out)

    • Polônia estocando ouro e países se preparando pro pior

    • China em silêncio estratégico, Taiwan no horizonte e tecnologia como arma

    • Putin com carta branca e a OTAN virando PowerPoint• Davos como teatro caro de um sistema morto

    • Macron, Ray-Ban, discurso duro e prática mole• Alemanha crescendo 0,2% e a UE negociando por medo

    • O discurso histórico de Mark Carney e a verdade dita na cara do mundo.

    Se quiser ver: acesse nesse link do Youtube:

    Fonte: The Journal – In full: Canadian Prime Minister Mark Carney's speech at the World Economic Forum in Davos. [ https://www.youtube.com/watch?v=izDAOvHz5Wc ]

    • Energia, soberania e o fim da ilusão de que “as regras protegem alguém”

    💥 Spoiler: O Direito Internacional não foi assassinado.Ele foi abandonado.

    🎧 Episódio longo —eu sei, sorry—, sem roteiro fechado, em formato de crônica geopolítica — do jeito que o mundo tá exigindo ser explicado.

    📌 Curtiu? Segue o podcast, dá ⭐⭐⭐⭐⭐, compartilha e, se puder, fortalece a produtora independente com um PIX simbólico.

    Crítica é livre. Deboche também.

    Isso aqui não é conforto.

    É diagnóstico!

  • Estados Desunidos do Brazil 081 (S05E03) | WAR: Edição Casa Branca 2026

    Você achou que 2026 ia começar devagar?

    Achou que Trump tinha aposentado a Doutrina Monroe?

    Achou que “paz” ainda não vinha com tarifa, pedágio e ameaça embutida?

    Pois é… alguém apertou o botão errado e o mundo entrou em modo WAR.

    No episódio 81 do EDB, Beck e Liah assumem a bancada num clima de ressaca geopolítica: Dudu saiu de cena, a realidade acelerou e o roteiro teve que correr atrás do noticiário com o cadarço desamarrado.

    O tema central é a tentativa de Trump de vender ao planeta uma Doutrina Monroe 2.0, versão Donroe: um conceito velho passado no liquidificador, servido com gelo, ego inflado e ameaça tarifária. Groenlândia, expansionismo, Conselho da Paz pago em dólar e veto exclusivo do Donald — porque paz, desde que seja do jeito dele.

    Entre Banco Master pincelado no aquecimento, Trump jogando WAR com o planeta, OTAN entrando em colapso lógico e diplomacia virando pedágio, o EDB faz o que sabe melhor: explicar o absurdo global com didatismo, sarcasmo e zero paciência institucional.

    As perguntas que só o EDB faz:

    • Doutrina Monroe 2.0 é política externa ou delírio com maquininha de cartão?

    • Conselho da Paz é diplomacia ou clube VIP com pedágio de 1 bilhão?

    • Quando o mundo vira tabuleiro, quem vira peça descartável?

    Tem ironia pesada, cultura pop aplicada à geopolítica e aquele momento em que você ri… e depois percebe que não era piada.

    💸 Quer ajudar?

    R: Faz aquele PIX simbólico cheio de deboche e esperança pra [email protected].

    Cada centavo é gasolina no tanque da sátira — porque se depender dos poderosos, nem regra vai ser subsidiada.

    [ Dicas Culturais: ]

    Beck:

    IDK I Just Work Here — Durry

    A trilha sonora perfeita do realismo capitalista em modo automático.

    O mundo colapsa, o sistema não cai, o boleto vence amanhã — e você segue trabalhando.

    Liah:

    Mogiana Collective — Átomo

    Uma obra potente, sensível e politicamente carregada, inspirada no discurso de Dilma Rousseff sobre a ditadura.

    Música como memória, coragem e resistência.

  • Deboche Mode Hard 001 | O Direito Internacional Público morreu.

    Neste episódio inaugural do Deboche Mode Hard, o Beck estreia sem persona, sem verniz e quase sem roteiro. Aqui não tem conforto intelectual, nem diplomacia de PowerPoint. Tem crônica geopolítica, cinismo bem aplicado e deboche em estado bruto.

    Partindo da captura de Nicolás Maduro pelos EUA no início de 2026, o episódio sustenta uma tese simples e inconveniente: o Direito Internacional Público não entrou em crise — ele morreu. E o atestado de óbito foi assinado por quem tem mais porta-aviões.

    Ao longo do episódio, Beck mistura memória pessoal (Model UN, vocação diplomática abortada, Direito no lugar de RI), análise geopolítica sem anestesia e comparações incômodas: Venezuela, EUA, China, Rússia, Europa, Colômbia, Brasil, OTAN, Bretton Woods, dólar, poder bruto e a fantasia civilizatória das “regras do jogo”.

    Se tratado internacional resolvesse alguma coisa contra superpotência, esse episódio não existiria. Mas existe. E é longo. Mais longo do que os próximos. Porque é o primeiro. Porque o mundo mudou. E porque fingir normalidade virou mau-caratismo analítico.

    ⚠️ Avisos importantes:

    — Episódio mais longo que o padrão do programa

    — Linguagem explícita, cinismo e deboche em escala industrial

    — Não recomendado para quem ainda acredita que a ordem mundial funciona por consenso

    Produção independente da Beck Room Studios com edição e mixagem por Thiago Cury da Calamar Áudio.

    Quer ajudar a produtora?! Então, você pode através do endereço PIX: [email protected] .

    Ouça, discorde, critique — mas não diga que não foi avisado.

  • Estados Desunidos do Brazil 080 | Trump tá podre de verde ou de Maduro?!

    Primeiro episódio pra valer do Estados Desunidos do Brazil em 2026.

    A Doutrina Monroe envelheceu mal.

    Trump decidiu ressuscitá-la no modo imperialista com um tweet, helicópteros e algemas — e o mundo entrou, em 2026, oficialmente em modo hard.

    Neste episódio, Beck e Dudu desmontam a captura cinematográfica de Maduro, o delírio de “América para os americanos” em pleno 2026 e o risco real de transformar força em regra internacional.

    Entre Groenlândia ameaçada, OTAN constrangida, Europa recalculando rota e aliados virando descartáveis, o EDB pergunta o que ninguém quer responder:

    – Doutrina Monroe é estratégia ou fetiche imperial mofado?

    – Trump quer estabilidade global ou só mais tempo no salão de baile da Casa Branca?

    – Quando a força substitui o direito, o que sobra da ordem mundial?

    Geopolítica pesada, sarcasmo histórico e ironia sem anestesia — do jeito que 2026 começou.

    Mande seu áudio (até 90s): WhatsApp (21) 972 067 707

    Ajude o podcast: [email protected]

    Dicas Culturais:

    • Guerra Civil (filme)

    • Clair Obscur: Expedition 33 (game)

    • Orgulho Latino — podcast da Emi Pandolfo

    Estados Desunidos do Brazil voltou com 220v, sem estabilizador e sem paciência pra império podre.

  • Estados Desunidos do Brazil 079 | 'Beckstreet' back; AGAIN!

    A quinta temporada do Estados Desunidos do Brazil começa como manda o figurino: nova vinheta, zero freio e a dupla dinâmica intacta. O Dotô Beck retorna com bisturi jurídico em mãos, enquanto o pitaqueiro profissional Dudu entrega análises tão precisas quanto irresponsáveis — do jeitinho que o público gosta.

    Entre gargalhadas e ironias, a bancada celebra (repetidas vezes, e cada vez com mais gosto) a prisão do Bolsonaro, passeia pelas bizarrices geopolíticas do início de 2026 — incluindo a captura de Maduro na Venezuela pelo Trump — e costura tudo com o humor ácido, cínico e politicamente incorreto que virou marca registrada do EDB.

    Se você achou que 2025 foi caótico… wait for it.

    Beckstreet’s back. Again.

  • O Beck continua de férias e a gente não sabe se ele tá sem grana pra voltar ou se deram alguma coisa esquisita pra ele fumar e ele decidiu estender mais um pouco.

    Enquanto isso, Emi e Dudu começam a apresentar alguns sintomas de coceira... talvez seja uma Derrite, ou qualquer outra coisa que incomode a sociedade...

    Em mais um episódio "pocket" no tempo, mas recheado de conteúdo irreverente e relevante, Emi e Dudu driblam as brotoejas que o Congresso Nacional vem causando no povo e se debruçam sobre as trapalhadas e falcatruas que o relator de bolso do cara de mexerica velha fez no PL Anti-facção .

    O projeto, que inicialmente era para melhorar a vida da sociedade, foi até mesmo apelidado de PEC da Bandidagem 2.0, ao ganhar uma emenda que enfraquece os poderes da Polícia Federal para investigar políticos e grandes empresários!

    O Brasileiro realmente não tem um dia de paz!

    O Tarcínico de Freitas exportou essa alergia diretamente da Secretaria de Segurança Pública de SP para a Câmara, somente para executar mais essa maldade, com apoio dos grandes caciques políticos do parlamento e suas respectivas bençãos!

    Entre inflamações de ironia e reações alérgicas de deboche, o EDB em catorze minutos ainda trouxe algumas informações de bastidores que vão deixar você empolada ou empolado!

    Quanto ao Beck, fiquem em paz que já temos uma solução para que ele consiga retornar das férias: Demos a ideia dele jogar uma pedra na viatura de brinquedo do Mickey e o Carrot Trump, após enviar o moço para uma curta temporada em Guantânamo, financiar a passagem do profexô numa aventura inusitada a bordo de um teco-teco, com escalas em San Juan, Havana, Santo Domingo, Caracas, Manaus, Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e finalmente, após umas 78 horas de voo, sua residência.

    Porém, se vocês doarem um pix para [email protected] a gente vai poder pagar uma passagem de classe sub-econômica e trazê-lo nas asas da Panair do Brasil.

    Mande o seu recado pro EDB! Mas como faço isso?!

    R: Envie aquele áudio de até 90 segundos pro WhatsApp ⁠(21) 972 067 707⁠⁠! Vale tudo: piada sobre o clã, imitação do Bolsolavo de Carvalho, ou a sua sugestão de porão de navio para o Beck voltar descascando batatas! .

    E se você não mandar? R: Não quer mandar não manda! Mas se tem um pinguinho de vergonha na cara, segue a gente e dá 5 estrelinhas no Ixpotifái!

    Quer ajudar? R: Faz aquele PIX simbólico cheio de deboche e esperança pra ⁠[email protected]⁠.

    Cada centavo é gasolina no tanque da sátira — porque, se depender dos políticos, nem a ironia vai ser subsidiada.

    [ Dicas Culturais : ]

    Dica da Emi :

    Série The Newsroom.

    mostra o quanto a mídia influencia nas eleições de

    forma muito detalhada, e também as perseguições sofridas por quem é progressista no meio jornalístico. Disponível na HBO.

    Dica do Dudu:

    Estreou a turnê do Álbum “Eu apenas queria que

    você soubesse” da querida e talentosíssima Sandra Pêra , em homenagem aos 80 anos do Gonzaguinha, pai de sua filha, Amora Pêra, que produz a obra e participa da música que leva o mesmo nome do disco. A estreia foi dia 13 de novembro no Teatro Rival, no Rio de Janeiro numa apresentação emocionante! Fiquem ligados nas redes sociais da Sandra Pêra, onde geralmente são divulgadas as datas dos próximos shows!

    [ Créditos: ]

    Estados Desunidos do Brazil – S04E30 – NÃO ME IRRITE, DERRITE!!!

    Apresentado por Emi Pandolfo & Dudu Dumont

    Pré-Produção por Emi Pandolfo & Dudu Dumont

    Pós-Produção e Edição por Thiago Cury da Calamar Áudio

    Uma produção da Beck Room Studios

  • Emi Pandolfo e Dudu Dumont tomaram de vez os meios de produção ou o Beck tá escondido em algum cativeiro, sendo ameaçado de ter que escutar toda a discografia do Sertanejo Universitário enquanto não der um aumento para seus Trabalhadores?

    Há quem diga que ele está tirando umas férias num bangalô nas Ilhas Maldivas, mas talvez seja invenção de algum Comunista invejoso!

    Em mais um episódio curtíssimo, Emi e Dudu analisam o que podem ser os últimos dias do home office penal do Çeu Jayr Bolsonaro e os outros personagens do Núcleo Crucial do golpe, a visita técnica que o Xandão mandou fazer na Papuda para a escolha da cela do ex-presidente e a possibilidade de rolar apenas um “pequeno pedágio” no sistema carcerário antes de retornarem ao “home prision office”.

    Cheio de moral, o Moraes ainda fez uma visitinha pessoalmente ao Hell de Janeiro pra entender melhor a merd…digo, Mega-Operação do (des)governador Cla-Cla-Cla Claudio Ca-ca-c..Castro .

    E saindo do Narco-estado para o Fasci-estado, nossos co-hosts ofenderam com categoria acadêmica os envolvidos na confusão pré-eleitoral que está acontecendo em SantaCataReich para saber quem serão os candidatos a representantes do gado bozolóide daquele estado!

    Entre goles de ironia e brindes de deboche, o EDB em menos de quinze minutos ainda trouxe algumas informações sobre o Véio Palooza, que ganhou um “Plot Twist” e o Hang, apesar de se inspirar na moça da tiarinha (alguém já tentou dizer pra ela o quanto aquilo é cafona?!?!?) e ter processado meio mundo, dessa vez ele é que teve de abrir o cofre verde-amarelo e pagar uma indenização! Sabem pra quem???

    Perguntas que não querem calar e fazemos aqui no Puxadinho da Beck Room:

    •Qual vai ser o número da cela do Bolsonaro? 13, 17 ou 22?

    • Numa oitiva do Gov. Claudio Castro, caso o Xandão resolva esquentar a chapa dele, o bicho iria gaguejar tanto que o depoimento iria durar mais ou menos que o voto do Fux?

    • E o boteco da democracia continua aberto! Mesmo entre bolso-golpistas, o que se discute são eleições, mas se acabar todo mundo preso, será que dá pra leiloar a tiarinha pra ajudar na fiança?

    Tem sarcasmo sem metanol, ironia política e deboche em cerveja com ou sem glúten! .

    Quanto ao Beck, fiquem tranquilos… ele está vivo e consciente, mesmo após o último surto tendo que ouvir 10 horas seguidas de sertanejo! Estamos apenas na dúvida para a próxima sessão… se colocamos Gusttavo Lima ou Jorge & Mateus pra ele ceder e dar logo esse aumento!

    Mande o seu recado pro EDB! Mas como faço isso?! R: Envie aquele áudio de até 90 segundos pro WhatsApp ⁠(21) 972 067 707⁠⁠! Vale tudo: piada sobre o clã, imitação do Bolsolavo de Carvalho, ou a sua sugestão de qual outro tipo de chantagem e t0rtur4 para o Beck soltar logo os trocados! .

    E se você não mandar? R: Não quer mandar não manda! Mas se tem um pinguinho de vergonha na cara, segue a gente e dá 5 estrelinhas no Ixpotifái!

    Quer ajudar? R: Faz aquele PIX simbólico cheio de deboche e esperança pra ⁠[email protected]⁠.

    Cada centavo é gasolina no tanque da sátira — porque, se depender dos políticos, nem a ironia vai ser subsidiada.

    [ Dicas Culturais : ]

    Dica conjunta da Emi e Dudu:

    Ouçam TUDO o que o nosso já saudoso Lô Borges produziu! Mesmo as canções que não tiveram tanto alcance midiático. Ele criou muita coisa e muito além das pérolas musicais que tiveram um sucesso estrondoso. Lô teve mais de cinquenta anos de uma carreira maravilhosa e criativa! Viva Lô Borges!

    [ Créditos: ]

    Estados Desunidos do Brazil – S04E29 – A Cela do Jumito já tá pronta?!

    Apresentado por Emi Pandolfo & Dudu Dumont

    Pré-Produção por Emi Pandolfo, Dudu Dumont & Cesar Beck

    Pós-Produção e Edição por Thiago Cury da Calamar Áudio

    Uma produção da Beck Room Studios

  • Neste episódio, Emi e Dudu assumem o balcão do caos do EDB pra servir o drink mais indigesto da temporada: uma dose de hipocrisia internacional, um gole de intervenção e uma pitada de “pede pra sair” judicial.

    Ah, e o Beck? Foi enquadrado que nem ministro do Supremo — tomou voto de censura da própria bancada e, desta vez, literalmente… pediu pra sair.

    Achou que o bar ia fechar depois de um TARIFAÇO?!

    Pensou bem que o clã Bolsonaro ia aceitar a saideira em silêncio em Santa Catarina?!

    Tú REALMENTE ACREDITOU que o Min. F***s tinha pedido a conta da 1ª tuma do STF, tipo assim, …de boas?!?

    [ Spoiler etílico: ] O BraZil virou um boteco institucional — e nosso garçom já pediu demissão!!! 🍻😏

    Entre helicópteros sobrevoando favelas, motociatas com déficit cognitivo e SantaCataReich em modo spin-off do bolsonarismo raiz, o EDB serve a crítica política no copo americano da sátira: sem gelo, sem filtro e com o amargor da realidade brasileira.

    As perguntas que só o EDB tem coragem de fazer:

    • Fux é ministro ou advogado de defesa do apocalipse?

    • Santa Catarina virou bunker, seita ou documentário (acho que nem sabem o que isso significa por lá, hein?!) do Brasil Paralelo?

    • E o bar da democracia: ainda abre fiado ou já virou franquia da Beck Room?

    Tem sarcasmo destilado, ironia política e deboche com teor alcoólico acima da média*.

    *Deboche sem moderação!

    *Se for pra rir, então beba!

    Enquanto Trump e Lula disputam quem é o messias mais performático, Flávio Bolsonaro pede intervenção gringa pela Baía de Guanabara e um tal de "MINISTRO FO**-SE" tenta se defender de um “pede pra sair” histórico do decano, porém, ainda supremopoderoso Min. Gilmar Mendes — o novo mixólogo decano (ou seria decantador?!) do Supremo.

    Mande o seu recado pro EDB! Mas como faço isso?! R: Envie aquele áudio de até 90 segundos pro WhatsApp (21) 972 067 707⁠! Vale tudo: piada sobre o clã, imitação do Gilmar, ou a sua tese sobre o Fux pedindo demissão por WhatsApp.

    E se você não mandar? R: Então continue acreditando que o STF é neutro, que o Bolsonaro é perseguido e que o Alckmin é emocionante. Boa sorte, Mr. Muuuuuu. A Alexa tá só esperando um dono menos gado.

    Quer ajudar? R: Faz aquele PIX simbólico cheio de deboche e esperança pra [email protected].

    Cada centavo é gasolina no tanque da sátira — porque, se depender dos políticos, nem a ironia vai ser subsidiada.

    [ Dicas Culturais : ]

    Episódio pocket é sem dicas culturais; inclusive aquelas dicas… de bolso!

    [ Créditos: ]

    Estados Desunidos do Brazil – S04E28 – Dois Presidentes, o Clã Bolsonaro e um Fu**s entram num bar

    Apresentado por Emi Pandolfo & Dudu Dumont

    Pré-Produção por Emi Pandolfo, Dudu Dumont & Cesar Beck

    Pós-Produção e Edição por Thiago Cury da Calamar Áudio

    Uma produção da Beck Room Studios