Joué
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O ano de 1999 foi o último da era do famoso Pagode 90. Mas a análise vai muito além do que uma simples data. O ano de 99 tem números que mostram muito mais e nos ajudam a entender porque, nos anos seguintes, o pagode caiu no Brasil. O Sambacast traz números, curiosidades e debate o tema.
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Estreamos o Sampa News falando do carnaval de Santos. Os temas são: o carnaval passado, futuro do sambódromo, a ordem dos desfiles e impressões sobre os enredos.
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Hoje relembramos o desfile da Tom Maior de 2016, quando comemorou os 50 anos de carreira de Milton Nascimento.
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Saudações, pessoas!
Pintou livro novo de Mark Fisher no ar, traduzido no Brasil?
Então pintou programa no Viracasacas, a casa do #Markessismo em nosso país! Já está em pré-venda no site da Autonomia Literária - confira AQUI - a edição brasileira da coletânea de artigos "O Estranho e o Sinistro" (The weird and the eerie) que colocará no mercado mais ideias desse pensador tão importante, que tanto amamos e que tanto - mas tanto! - tem a nos dizer sobre o mundo atual. O psicanalista, pesquisador, craque no pensamento de Fisher e tradutor da obra, Rodrigo Gonsalves chega junto com nosso já vetera Amauri Gonzo, jornalista, vocalista, fisheriano e fera do mercado editorial brasileiro, para uma conversa sobre o que podemos esperar dessa obra onde o autor traz para a reflexão questões que não deveriam estar lá...ou, estando, parecem não pertencer à ideia correta que temos do que estamos vendo. Há algo errado, aqui? Dê play sem medo! (ou com algum medinho, vai!).
Escute os colóquios FISHER E OS FISHERIANOS, conduzido pelo Amauri nas redes do CriseCriseCrise, via vídeo ou em formato podcast --> confira!
Pai-Fundador e apresentador: Felipe Abal
Outro apresentador: Gabriel Divan
Apresentador que está em missão secreta: Carapanã
Capas que vocês adoram: Gui Toscan
Edição de Áudio que nunca falha: Ingrid Dutra
A Mestra dos Instagrams: Dani Boscatto
Música de abertura: Dog Fast by mobigratis -
Nesta edição do podcast cinematório café, nós conversamos com a diretora Ursula Rösele sobre o filme "Abre Alas" (2025), primeiro longa dirigido por ela. Filmado em Belo Horizonte, o documentário é um retrato sensível sobre experiências femininas e se propõe como espaço de escuta e acolhida de sete mulheres, entre 53 e 85 anos de idade, para que elas contem as histórias de suas vidas.
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Confira a minutagem em que cada assunto é abordado:
00:02:53 - As origens de "Abre Alas"00:08:54 - Chegando às sete personagens00:17:51 - Os contrastes entre Walkíria e Lorena00:23:30 - Os espelhos no cenário00:28:22 - As cenas entre os depoimentos00:36:45 - As músicas do filme00:41:04 - Influências e referências00:44:15 - Próximo projeto00:45:57 - O filme como um renascimento
Em "Abre Alas", Ursula trabalha com variações de um mesmo cenário, composto por espelhos que multiplicam e revelam as muitas facetas dessas mulheres vindas de diferentes contextos socioeconômicos. Diante da câmera, elas compartilham vivências, revisitam escolhas e, por vezes, arriscam confissões.
O filme entrou em cartaz nos cinemas em 11 de dezembro de 2025, em um momento em que o Brasil enfrenta um aumento alarmante da violência contra as mulheres. Um novo dado do Conselho Nacional de Justiça diz que acontece um feminicídio a cada 44 minutos no nosso país. Manifestações massivas sobre o assunto tomaram as ruas de várias cidades brasileiras poucos dias antes do lançamento do documentário. Assim, é interessante pensar como o filme nasce como gesto de escuta e cuidado, mas também se mostra uma forma de resistência, de memória coletiva de mulheres, de reivindicação do direito à vida.
Premiado no Femina 2025 – Festival Internacional de Cinema Feminino, “Abre Alas” é produzido por Ursula Rösele e Simone Martins, por meio da Sanar Produções, com distribuição da Embaúba Filmes. A fotografia é da Jenny Cardoso, a direção de arte é da Rimenna Procópio e a montagem é da Beatriz Pomar.
O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.
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Saudações pessoas!
A professora e multitarefas Ana Paula Salviatti - historiadora, economista, estudante de filosofia e manda-chuva do Kanal Marx - está conosco novamente, para falarmos da tendência para a primavera-verão 2025 que parece ser, ora vejam: o 'marxismo cultural'!
De recuperações incessantes das lições marxianas e marxistas, passando pelo "comunismo" do "cara" do momento - o prefeito eleito de Nova Iorque, Zohran Mamdani - uma aula sobre defender questões básicas de humanidade e de economia não predatória pensando que esse, sim, poderia ser o normal da vida. Deve, aliás. Falando nisso, tinha um fera que pensou essas coisas, certa vez.
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E a BLACK FRIDAY da INSIDER que chega com TUDO, TUDO MESMO? Entre no site (AQUI) e aproveite a maior promoção da HISTÓRIA da Insider com o cupom VIRACASACAS! Possibilidades de soma de cupons e ofertas inacreditáveis!
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Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1995 para revisitarmos um dos filmes mais marcantes e chocantes da década: o suspense policial "Se7en - Os Sete Crimes Capitais" (Se7en), dirigido por David Fincher e estrelado por Brad Pitt, Morgan Freeman, Gwyneth Paltrow e Kevin Spacey.
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Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast:
00:00:00 - Introdução
00:04:59 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora?
00:20:25 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades
00:46:42 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais
01:00:26 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas
01:14:38 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia
01:30:17 - Música de Encerramento
Escrito por Andrew Kevin Walker, "Se7en" tem como protagonistas Somerset (Freeman), um detetive a uma semana da aposentadoria, e Mills (Pitt), um jovem investigador ansioso por assumir o posto do veterano. Eles acabam formando uma dupla não planejada para resolver o caso de um serial killer meticuloso que mata suas vítimas de acordo com os sete pecados capitais: gula, avareza, soberba, preguiça, luxúria, inveja e ira.
No podcast, além da nossa análise, você conhece diversas curiosidades sobre o filme -- que foi indicado ao Oscar de Melhor Montagem, teve uma excelente bilheteria e chegou a ter uma proposta de continuação, mas que se transformou em um projeto muito diferente, 20 anos depois.
O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco.
Pegue seu distintivo, vista um sobretudo e aperte o play para revisitar "Se7en" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez.
O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.
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Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "Closer (Precursor)" (1994), de Nine Inch Nails, e "The Hearts Filthy Lesson" (1995), de David Bowie. Todos os direitos reservados aos artistas.
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Na coluna dessa semana Carapanã discute a maneira como a imprensa, no Brasil e mundo afora, cobriu as ameaças de Donald Trump ao Brasil. -
A placa – e as imagens – que ficaram de outra existência.
No primeiro ato: a vida e a história por trás de uma placa. Por Bárbara Rubira.
No segundo ato: um enquadramento errado e uma nova foto. Por Carolina Moraes.
A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep130
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Palavras-chave: Gilda, Curitiba, carnaval, transgeneridade, Antônio Gaudério, jornalismo, fotojornalismo
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Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "Nosferatu" (2024), de Robert Eggers, diretor de "A Bruxa", "O Farol" e "O Homem do Norte". A nova versão do clássico do horror de 1922 traz no grande elenco Lily-Rose Depp, Nicholas Hoult, Willem Dafoe e Bill Skarsgård.
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Um dos grandes filmes de terror de todos os tempos, o "Nosferatu" de 1922 foi realizado por F.W. Murnau como uma adaptação não autorizada do livro “Drácula”, de Bram Stoker. Antes de retornar às telas nesta nova versão, agora, mais de 100 anos depois, o longa já havia ganhado uma refilmagem em 1979: “Nosferatu: O Vampiro da Noite”, com direção de Werner Herzog.
No filme de Robert Eggers, o ator Bill Skarsgård, mais conhecido por viver o palhaço assassino Pennywise, em “It – A Coisa”, interpreta mais um vilão memorável, o Conde Orlok. Lily-Rose Depp e Nicholas Hoult dão vida a Ellen e Thomas Hutter, o casal assombrado pelo antigo vampiro da Transilvânia. E quem os ajuda na cruzada contra essa figura demoníaca é o Professor Albin Eberhart von Franz, papel de Willem Dafoe.
No podcast, nós analisamos a releitura de "Nosferatu" feita por Eggers, que, assim como em seus filmes anteriores, aborda temas como sexualidade reprimida, tabus da masculinidade e medos profundos e históricos da humanidade.
Sentam-se à mesa conosco neste podcast para discutir "Nosferatu":
- Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder";
- Renné França, professor, crítico, diretor do filme “Terra e Luz”, autor do curso Cinema de Ação e do livro “Cine Killer“;
- Matheus Monteiro, crítico, roteirista, cineclubista e professor, autor do Cinegrafia.
O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.
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O Futeboteco recebe hoje o jornalista e influenciador Caio Capita para o episódio 217 do podcast Tomando Uma.
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Rodolfo Gomes
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DIREÇÃO:
Lucas Henrique
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PRODUÇÃO:
João Rodrigues
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Eu e meu marido decidimos conhecer uma casa de swing, era a nossa primeira vez em um vale night de casais. Uma garçonete nos atendeu e mostrou todos os ambientes da casa, quando voltamos para a nossa mesa, ví um jovem alto e forte chegando, ele não teve vergonha e ficou me secando, mas eu sabia que ele não era o único. Me sentir desejada aumentou o meu tesão e eu estava desejando o toque do meu marido, levei ele para um quarto e enquanto a gente estava nas preliminares, percebi que eu era o espetáculo da noite.
Quer ouvir todos os detalhes picantes dessa história? Não seja tímido, coloque o seu fone e aperte o play!
Conto erótico narrado. Locução: @soulinanakamura
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Hoje o Futeboteco recebe o treinador Vagner Mancini para o episódio 199 do podcast Tomando Uma.
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Eu sou uma mulher completa, mando, controlo e humilho, tudo que meu maridinho precisa e qualquer homem sonha em ter. Promete guardar um segredinho? Pra mim é muito mais excitante ele não saber, que quando ele sai de casa, eu transformo a janela do nosso apartamento no palco do meu espetáculo em plena luz do dia e o tesão de saber que eu tenho um público me assistindo, me da ainda mais vontade de explorar cada curva do meu corpo, com a intimidade que só eu tenho.
Quer ouvir todos os detalhes picantes dessa história? Não fique tímido, é só apertar o play!
Conto erótico narrado. Locução: @ouveamalu.
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Essa minha aventura policial safada aconteceu quando eu saí sem meu marido saber. Estava com vestido bem apertado dançando, e notei ele me olhando. Ele usava uniforme, e amo homens de uniforme. Começamos a conversar e a nossa troca de olhares revelou nossa intenção. Ele me levou para a viatura onde começamos a nos pegar. Eu sabia o quanto ele estava desejando meu corpo, mas o safado falou que mulheres casadas ele só comia o cuzinho e ele queria deixar sua marca pra meu corninho notar. E eu descobri que realmente gosto de homens fardados.
Conto erótico narrado. Locução: @ouveamalu.
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Troquei contato com motorista de aplicativo outro dia e decidi que ia dar uma chance. Me chamou para sair e eu coloquei um vestidinho preto que deixava os meus peitos quase saltando para fora. Ele foi me buscar e começamos a nos beijar no carro, ele começou a me tocar passando as mãos pelo meu corpo e vendo meus peitos ficarem durinho e ele não demorou a descobrir que eu estava sem calcinha. Fomos para a minha casa e ele me mostrou todas suas habilidades. Foi uma noite de muita loucura e de muito tesão e claro eu dei 5 estrelas.
Conto erótico narrado. Locução: @ouveamalu.
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Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "Ainda Estou Aqui" (2024), dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres. O longa-metragem é o representante do Brasil no Oscar 2025.
- Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio
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Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, "Ainda Estou Aqui" foi escrito por Murilo Hauser e Heitor Lorega a partir do livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva. O filme conta a história da família do escritor durante a ditadura militar brasileira, nos anos 1970.
A protagonista é a mãe de Marcelo, Eunice Paiva, papel de Fernanda Torres. Quando seu marido, o ex-deputado Rubens Paiva, vivido por Selton Mello, é levado subitamente por agentes do exército para prestar um depoimento, Eunice inicia uma busca incessante pelo paradeiro dele, ao mesmo tempo em que precisa sustentar sozinha seus cinco filhos (interpretados por Valentina Herszage, Barbara Luz, Luiza Kosovski, Guilherme Silveira e Cora Mora).
Quem se senta à mesa conosco neste podcast para discutir "A Substância" é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder".
O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.
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Este episódio contém trechos das músicas: "É Preciso Dar um Tempo", Erasmo Carlos; e "Jimmy, Renda-se", Tom Zé. Todos os direitos reservados aos artistas.
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O episódio “A alma das ruas”, inspirado em João do Rio, foi apresentado ao vivo no palco da Flip no dia 11 de outubro de 2024. Mas para quem não conseguiu assistir, a gente preparou essa versão especial, gravada em estúdio. E mesmo que você tenha assistido ao vivo, vale a pena ouvir esse episódio – porque tem história aqui que não saiu lá.
No primeiro ato: desmontando o pé-de-moleque de Paraty. Por Vitor Hugo Brandalise.
No segundo ato: olhe pra baixo. Por Évelin Argenta.
No terceiro ato: adota minha rola. Por Paula Scarpin.
No quarto ato: o nome da rua. Por Natália Silva.
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Existem muitas formas de esbarrar com uma boa história. E a gente quer saber: como você conheceu os podcasts da Rádio Novelo? É só clicar no link pra responder: https://radionovelo.com.br/responda
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Palavras-chave: Flip, Paraty, acessibilidade, patrimônio histórico, tombamento, bueiros, Rio de Janeiro, pombos, pombas, pombo-correio, adota minha rola, feminicídio, violência contra a mulher
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Como salvar um filme e como decifrar um caderno.
No primeiro ato: um casal numa guerra contra o mofo, o fogo, e o esquecimento. Por Glênis Cardoso.
No segundo ato: um caderninho de gastos e o mundo dentro dele. Por Keli Freitas.
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