エピソード
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O historiador, antropólogo e etnólogo cabo-verdiano Arlindo Mendes, lançou a 14 de Setembro na cidade da Praia, na Livraria Pedro Cardoso que é também a sua editora, o livro "Ritual de Apanha de Espírito em Santiago de Cabo Verde", tema da sua tese defendida em 2008 na Universidade de Pau, aqui em França, dedicada aos rituais fúnebres em Santiago, ele começa por referir em que consiste este ritual.
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Nesta edição de Artes, vamos falar com Paulo Flores, músico, autor e compositor angolano,com quem nós,nos encontramos,recentemente em Lisboa,no decurso da última edição do conhecido festival Rock in Rio, que pela primeira vez consagrou uma programa especial a Africa.Com Flores abordamos questões relativas à evolução da sua música,bem como o lugar dos artistas africanos na cena internacional do século vinte e um.
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エピソードを見逃しましたか?
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O Museu Nacional do Rio de Janeiro, que ardeu no domingo passado, não tinha seguro sobre o património e também não tinha equipas para combater possíveis incêndios.
O maior museu de História Natural da América Latina tinha assinalado em Junho o seu bicentenário, reunia cerca de 20 milhões de peças de valor incalculável e uma biblioteca com mais de 530 mil títulos.
Em poucas horas foi destruída toda a colecção de etnologia indígena, incluindo vários povos desaparecidos, foi destruída a biblioteca do sector de Antropologia bem como o mais antigo fóssil humano Lucy. Uma perda irreparável como aponta a arqueóloga brasileira Cris Amarante. -
Nesta edição de Artes consagrada a música híbrida e plural, nós fomos ao encontro de Carlos Nobre, aliás Pacman, ou mais simplesmente Carlão. Ex-membro da antiga banda portuguesa Da Weasel, colectivo de influências e estéticas musicais, sem dúvida fundamlental para os novos caminhos musicais explorados pelo artista português,que RFI encontrou no decurso da última edição do Rock in Rio.
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O magazine Artes desta quarta-feira esteve à conversa com Anísio Páscoa, docente da Universidade Pedagógica na cidade da Beira e também um conceituado artista plástico. Confira aqui.
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Na nossa edição de hoje de Artes vamos explorar o universo de dois artistas, músicos e compositores angolanos que encontramos em Lisboa no decurso da última edição de Rock In Rio. Eles chamam-se A'Mosi Just a Label (Jack Nkanga) e Nástio Mosquito.
Duas facetas musicais e duas abordagens sui generis da arte musical e uma filosofia existencial, a qual a música está estreitamente associada na sua dimensão criativa e espiritual. -
3.6 Hz é um espectáculo de dança contemporânea, obra do coreógrafo francês Didier Boutiana.
A performance, depois de ser exibida na passada sexta-feira em Maputo, no Centro cultural franco-moçambicano, chegará em Novembro à Ilha francesa da Reunião.
3.6 Hz é uma performance concebida pelo coreógrafo Didier Boutiana, oriundo da ilha francesa da Reunião, onde o projecto será exibido também em Novembro próximo.
Boutiana, da companhia Soul City, foi popularizado internacionalmente em torno de ritmos do hip-hop, nomeadamente.
Já Lauriane Schulz, encarregada de projectos culturais e de cooperação entre Moçambique e a ilha da Reunião, no centro cultural franco-moçambicano de Maputo, explicou-nos como surgiu este projecto de dança contemporânea.
José Jalane, um dos três bailarinos moçambicanos do projecto, comentou a forma como este tomou corpo.
Ouça aqui a reportagem em torno de 3.6 Hz ! -
Decorreu esta quarta-feira uma sessão de leitura em torno do escritor moçambicanos Ungulani Ba Ka Khosa no centro cultural português do Instituto Camões. O encontro foi dinamizado pelo escritor Eduardo Quive que nos falou da importância da obra de Ba Ka Khosa na literatura moçambicana.
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O nosso convidado é o realizador português Marco Amaral, cuja curta-metragem "3 Anos Depois", está a ser exibida na mostra "Leopardos de Amanhã", em competição internacional.
O filme conta o encontro de uma mãe com o seu filho João, que ela abandonou e deixou com a avó, e a sua tentativa de reconquistar o rapaz. Para isso, leva consigo uma bola de futebol, mas João nesses três anos deixou de gostar de jogar futebol.
Marco Amaral quis saber com o seu filme se, no momento do regresso da mãe Ana, ela ainda é considerada como mãe pelo seu filho que, abandonado com cerca de três anos, tem agora por volta de seis. Não lhe interessa as questões legais mas simplesmente as reacções afectivas.
Há também na curta a figura de um cão desaparecido, Golias, que teria ficado sem o afecto do seu dono, o menino João, como João ficou sem o carinho da sua mãe.
Rui Martins, presente no local, entrevistou o realizador português Marco Amaral. -
Depois do documentário, o disco. Um grupo de jovens, de várias nacionalidades e que adoptaram o cante alentejano em Paris, vai gravar o seu primeiro disco. Os Cantadores de Paris viajam de 28 de Agosto a 11 de Setembro, sob a batuta do ensaiador Carlos Balbino.
Nesta entrevista, Carlos Balbino, ensaiador do primeiro grupo de Cante Alentejano de Paris, fala da nova aventura dos Cantadores.
O Rancho de Cantadores de Paris nasceu, em 2016, com a criação de uma peça de teatro da companhia Rêves Lucides e, desde então, o grupo criou também uma escola de Cante Alentejano na capital francesa. Os "Cantadores de Paris" já estiveram na RFI, em Fevereiro de 2017, para cantar algumas das músicas do seu repertório.
A acompanhar a passagem do grupo dos estúdios da RFI, estiveram o realizador Tiago Pereira e técnica de som Ana Paula Silvestre que durante dez dias filmaram o grupo a actuar em locais emblemáticos da capital francesa. Das filmagens, rodadas no âmbito do projecto "A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria", nasceu o documentário "Os Cantadores de Paris", que esteve DocLisboa, em Portugal. -
Joseph Antonio Emidy nasceu na Guiné, em 1775, foi escravo e tornou-se num violinista de renome cuja fama tem atravessado os séculos. Quase duzentos anos depois, os músicos continuam a prestar-lhe homenagem. Neste programa, conheça "o homem que tinha um dom", nas palavras do actor Flávio Hamilton.
Em criança, Joseph Antonio Emidy foi vendido por mercadores portugueses, enviado para o Brasil e depois para Portugal, onde foi violinista na Orquestra da Ópera de Lisboa. Seguiram-se alguns anos a tocar violino a bordo de um navio da Marinha Britânica durante as Guerras Napoleónicas.
Aos 25 anos, conquistou a liberdade e tornou-se professor de violino na Cornualha, na Grã-Bretanha. Fundou as primeiras sociedades filarmónicas orquestrais do Reino Unido, foi director de uma orquestra e compôs vários concertos e sinfonias cujos manuscritos não chegaram aos dias de hoje.
Morreu em 1835, com 60 anos, depois de se ter tornado numa figura de proa da vida musical inglesa nas primeiras décadas do século XIX.
Quase duzentos anos depois, os músicos continuam a prestar-lhe homenagem.
Em França, foi lançado, em Junho, um disco baseado no espectáculo ainda em digressão “The Emidy Project – a odisseia de um escravo músico”, do anglo-nigeriano Tunde Jegede.
O actor cabo-verdiano Flávio Hamilton cruzou-se com a história de Joseph Antonio Emidy, em 2010, quando colaborou com o violinista australiano Jon Rose num espectáculo encomendado pela Fundação de Serralves, no Porto. "Violino Escravo - A true story of a slave violinist" era o nome do projecto.
Ocasião para ficar a conhecer odisseia de um escravo que atravessou oceanos até conseguir a sua liberdade graças à música. “Um homem que tinha um dom. Um dom, pelos vistos, divino”, conta Flávio Hamilton, neste programa. -
Francis Smith é o pintor português que mais presença teve na primeira metade do século. Um artista chave para perceber o diálogo artístico do século passado entre França e Portugal como nos explica o historiador de arte português Jorge da Costa
Francis Smith que vai estar exposto em Lisboa a partir de Maio de 2019, na galeria do millennium BCP. -
Celebram-se os 20 anos da assinatura do Acordo de Amizade e Cooperação, símbolo dos laços e da relação histórica existentes entre as cidades de Lisboa e Paris.
Uma efeméride que lembra a proximidade das duas cidades através dos seus s artistas que se exprimem num programa cultural cruzado.
As cantoras portuguesas Sara Tavares, Capicua e Mariza actuam a 18 de Julho em Paris, num espectáculo gratuito, no âmbito do festival Paris L'Éte como descreveu Hermano Sanches Ruivo, Vereador socialista dos assuntos europeus, na Câmara de Paris. -
A reedição do Livro do desassossego acaba de ser publicada em francês pela mão da editora da Christian Bourgois
Segundo a catedrática de Literatura Teresa Rita Lopes “não há apenas um Livro do Desassossego, mas três Livros do Desassossego, que dão voz e palavras a três autores distintos: o jovem artista Vicente Guedes, decadente “dandy” e “blasé”; o frio Barão de Teive, dono de uma surpreendente austeridade de pensamento e de linguagem, e Bernardo Soares que, apesar de ser um simples ajudante de guarda-livros da baixa lisboeta, se tornou o semi-heterónimo pessoano mais conhecido e reconhecido, desde que se manifestou pela primeira vez, em 1929”.
Em Paris, encontramo-nos a tradutora francesa Marie-Hélène Piwnik que nos contou como foi traduzir Fernando Pessoa. -
"Infância" é a mais recente exposição do museu de arte moderna e contemporânea Palais de Tokyo, em Paris. A mostra é construída através de um conto com várias leituras que se dirigem tanto a crianças como adultos.
"Cambeck" é um dos filmes projectados da autoria do artista angolana Binelde Hyrcan. No ecrã vemos quatro crianças instaladas num carro de areia que brincam aos adultos como nos explica Binelde Hyrcan. -
No programa Artes desta semana vamos fazer uma viagem poético-literária às Ilhas de Cabo Verde e o Festival da Literatura-Mundo do Sal, com o poeta caboverdiano, Filinto Elísio.
Filinto Elísio Correia e Silva, escritor multifacetado, é sobretudo Poeta, um esteta, um pensador, um dos grandes nomes das Letras das Ilhas de Cabo Verde.
Estamos perante um pensador que brinca com letras de alfabetos, mas também com discursos científicos, pois, é matemático, formado em Gestão de Empresas e Biblioteconomia, fundador da Academia de escritores caboverdianos e da Editora Rosa de Porcelana.
O seu 11° livro será publicado em fins deste ano ou começos do próximo e da sua obra destacamos, alguma da sua Poética, "Do lado de cá da rosa, Zen Limites, Vasculhando o U ou O inferno do riso."
"O poeta não está limitado a nada! Nem a balizas nacionais, nem a balizas ideológicas, nem a nenhum tipo de baliza, portanto, como poeta, sou um homem livre, completamente livre, e se calhar, radicalmente livre!"
O auto-retrato poético de Filinto Elísio que nos fala da sua obra, mas também, do Festival da Literatura-Mundo que acaba de ter lugar na ilha do Sal, Cabo Verde. -
No programa Artes desta semana vamos fazer uma viagem poético-literária às Ilhas de Cabo Verde e o Festival da Literatura-Mundo do Sal, com o poeta caboverdiano, Filinto Elísio.
Filinto Elísio Correia e Silva, escritor multifacetado, é sobretudo Poeta, um esteta, um pensador, um dos grandes nomes das Letras das Ilhas de Cabo Verde.
Estamos perante um pensador que brinca com letras de alfabetos, mas também com discursos científicos, pois, é matemático, formado em Gestão de Empresas e Biblioteconomia, fundador da Academia de escritores caboverdianos e da Editora Rosa de Porcelana.
O seu 11° livro será publicado em fins deste ano ou começos do próximo e da sua obra destacamos, alguma da sua Poética, "Do lado de cá da rosa, Zen Limites, Vasculhando o U ou O inferno do riso."
"O poeta não está limitado a nada! Nem a balizas nacionais, nem a balizas ideológicas, nem a nenhum tipo de baliza, portanto, como poeta, sou um homem livre, completamente livre, e se calhar, radicalmente livre!"
O auto-retrato poético de Filinto Elísio que nos fala da sua obra, mas também, do Festival da Literatura-Mundo que acaba de ter lugar na ilha do Sal, Cabo Verde. -
François Moutin reputado contrabaixista da cena jazz francesa e Kavita Shah jovem cantora americana publicaram recentemente o álbum " Interplay", uma síntese das possibilidades resultantes da interacção entre o contrabaixo e a voz . Os dois artistas repetem a experiência efectuada por Sheila Jordan, veterana do jazz vocal, há 50 anos. François Moutin e Kavita Shah que estarão presentes nos festivais de Verão, explicaram-nos as particularidades de um encontro marcado pela sensibilidade, a improvisação e o lirismo.
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Depois de 12 anos de gestação, a 23 de Outubro de 2015, foi inaugurada a casa do Artista, na cidade da beira, Moçambique. Uma referência na cultura do país por onde já passaram grandes nomes das artes moçambicanas.
Todavia, três anos depois de ser inaugurada, a Casa do Artista, na cidade da Beira em Moçambique continua sem poder usufruir da totalidade do espaço cedido à associação. As traseiras do edifício continuam ocupadas pelo Direcção provincial de Finanças amputando assim a conclusão do projecto cultural.
Confira aqui a entrevista a Maria Pinto de Sá, presidente da Casa do Artista.
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Nesta edição de Artes vamos explorar os caminhos, os rítmos e a humanidade que levaram Nicola Son a interessar-se pela rica e plural cultura brasileira. Artista francês e parisiense , que se deixou impregnar pela diversidade brasileira acaba de publicar o EP 4/2 gravado com quatro produtores rerpresentando quatro sensibilidades e quatro capitais do vasto Brasil, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte.
Antes ele publicou os álbuns Parioca(2010 João Del), "Nord Estin"(2013 Joao Del) e "Sampathique"(2016 João Del). Escutaram as faixas "Nordestin", "Tu Verras"(Claude Nougaro) "Sampathique","Amanhã Já Era"( Ep. 4/2), "Desamparados"(Ep. 4/2) "Samba Saravah"(Pierre Barouh) e "Toi"(Ep.4/2).
Veja aqui o vídeo integral da entrevista de Nicola Son na RFI.