エピソード

  • No episódio de hoje, eu converso com a Cristiane Domingos — a Cris. Nascida em Campinas, formada em turismo e pós-graduada em eventos, ela construiu sua vida atravessando diferentes caminhos até se estabelecer nos Estados Unidos. Já foi au pair, morou em diferentes estados, trabalhou em navio… e foi no meio dessa trajetória que a maternidade encontrou um novo significado.

    Casada com o Andrew há quase 9 anos, Cris se tornou mãe da Maeve, hoje com 5 anos, através do sistema de foster care — um caminho pouco falado, cheio de camadas, incertezas e, ao mesmo tempo, profundamente transformador.

    Diferente do que muitos imaginam, o foster care tem como principal objetivo a reunificação familiar. E é nesse contexto que a maternidade da Cris começa: acolhendo, cuidando e criando vínculo com uma criança sem a garantia de que ela ficaria. Um processo que exige entrega, presença e uma capacidade enorme de amar… mesmo sem controle da história.

    Falamos sobre como funciona o sistema nos Estados Unidos, os desafios emocionais de viver entre o temporário e o permanente, o impacto de maternar sem rede de apoio e o que significa construir um vínculo que nasce no cuidado diário.

    Esse não é só um episódio sobre adoção.
    É sobre o amor que se constrói no caminho.

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    A gente se encontra no próximo episódio.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com a Carolina Farias — ou Carol Farias. Carioca, mãe do Vincent e do Thomas, zootecnista de formação e profissional da área de biotecnologia, ela vive na Bélgica desde 2012, onde construiu sua vida em família após um reencontro inesperado com o marido, anos depois de se conhecerem ainda na adolescência.

    Mas, como muitas histórias de imigração, a trajetória da Carol também foi feita de adaptações silenciosas. Entre o desafio de validar o diploma, aprender uma nova língua e se inserir no mercado de trabalho, ela viveu momentos que a fizeram repensar sua relação com carreira, maternidade e consigo mesma.

    Ao longo da conversa, ela compartilha como foi lidar com a depressão pós-parto longe da rede de apoio e a experiência de burnout em um ambiente profissional exigente — dois momentos que trouxeram sinais importantes sobre limites, saúde mental e autocuidado.

    Falamos sobre culpa materna, sobre continuar funcionando mesmo quando algo já não está bem, e sobre o processo de reconhecer esses sinais e, aos poucos, se reconstruir.

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    Giovanna

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  • No episódio de hoje, eu converso com a Emanuelle Rech — ou, como muita gente conhece, a Manu, da @manu.parentalidade.imperfeita. Nascida em Brasília, ela vive em Montréal desde 2007, é casada e mãe da Ingrid, de 11 anos. Hoje, atua como terapeuta e orientadora parental no Canadá, ajudando famílias a construir relações mais conscientes e respeitosas.

    Mas a maternidade não fazia parte dos seus planos. Por muitos anos, a Manu foi uma workaholic assumida, passou por diferentes áreas profissionais e buscava um propósito. Foi só aos 33 anos, quando decidiu tentar engravidar, que sua vida tomou um rumo completamente diferente. Dois meses depois, veio a notícia da gravidez — e, com ela, uma transformação profunda.

    Nesse episódio, falamos sobre o choque de realidade da maternidade, a culpa que nasce com o maternar, o impacto de um parto que deixou marcas e a decisão de não ter mais filhos. Também mergulhamos na experiência de criar uma filha longe da família: o estado de alerta constante, a solidão de não ter uma rede de apoio e as perguntas silenciosas que atravessam muitas mães imigrantes — “como teria sido se fosse no Brasil?”

    Ao mesmo tempo, a Manu traz uma reflexão potente sobre a parentalidade possível: menos perfeição, mais evolução. Um convite para olhar para a maternidade com mais gentileza, respeitando tanto as necessidades da criança quanto as do adulto.

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    A gente se encontra no próximo episódio.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com Camila Martins — enfermeira intensivista neonatal, mãe do Dominic e à espera do segundo bebê, e uma mulher que vive diariamente entre o conhecimento técnico e as emoções intensas do início da vida.

    Natural do Rio Grande do Sul, a Camila construiu sua trajetória em diferentes cidades até se mudar, em 2019, para Québec, no Canadá, onde hoje vive com o marido e trabalha na UTI neonatal do CHUL. Foi nesse cruzamento entre profissão e maternidade que surgiram muitas das perguntas que atravessam esse episódio.

    Como é maternar quando você sabe demais? Como lidar com o excesso de informação — especialmente quando ela vem carregada de medo? E como separar a profissional da mãe, sem transformar cada detalhe em motivo de preocupação?

    Ao longo da conversa, falamos sobre doenças, ansiedade, comparações nas redes sociais e o impacto de viver a maternidade em uma era em que tudo parece urgente — e em que confiar na própria intuição pode se tornar um desafio.

    A Camila também compartilha sua experiência no perfil @amme.maternite, onde oferece orientações e acolhimento a outras mães, criando um espaço mais leve, acessível e humano para falar sobre saúde infantil.

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    A gente se encontra no próximo episódio.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com a Paula Freitas — neuropsicóloga, brasileira, mãe do Nilton e uma mulher que, na prática, percorre os caminhos da expatriação. Nascida em São Paulo, ela já viveu mais de três anos em Praga e hoje mora em Bruxelas, onde constrói sua vida em família ao lado do marido, Alexandre.

    Mas a história da Paula não é só sobre mudar de país.

    É sobre o que acontece quando duas grandes transformações chegam ao mesmo tempo: a maternidade e a imigração.

    Ao sair do Brasil, ela se deparou com um processo profundo de reconstrução — profissional, emocional e identitária. Entre a necessidade de revalidar seu diploma, de se adaptar a um novo idioma e de reconstruir sua carreira, veio também uma pergunta difícil e muito comum entre imigrantes: “quem sou eu agora?”

    E foi nesse mesmo contexto que ela se tornou mãe.

    Longe da rede de apoio, enfrentando o silêncio de um pós-parto sem referências conhecidas, a Paula viveu a maternidade no exterior em toda a sua intensidade — entre vulnerabilidade, solidão e uma força que se revela ao longo do caminho.

    Falamos sobre identidade, saúde mental, filhos bilíngues, maternidade longe de casa e o encontro, muitas vezes inevitável, com a própria sombra quando tudo ao redor muda.

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    A gente se encontra no próximo episódio.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com a Ana Gil — paulistana, bancária, casada com o Carlos e mãe da Laura, de 16 anos.

    Depois de uma vida inteira construída em São Paulo, a Ana decidiu atravessar o oceano com a família e recomeçar em Portugal. O que parecia, no papel, uma adaptação mais simples — pela língua e pelas semelhanças culturais — se revelou uma experiência muito mais complexa, principalmente para quem estava vivendo a adolescência no meio dessa mudança.

    Imigrar já é desafiador. Mas imigrar com um filho adolescente é outra camada.

    Falamos sobre a decisão de partir, o impacto dessa mudança na vida da Laura e os desafios que surgiram no caminho: a diferença na escola, a dificuldade de fazer amigos, a sensação de não pertencimento e a perda de identidade em uma fase em que ela ainda estava descobrindo quem era.

    A Ana também compartilha um lugar muito vulnerável da maternidade no exterior: a culpa, a solidão de não ter rede de apoio e o momento em que o corpo responde ao acúmulo emocional — mesmo para alguém que sempre se considerou forte.

    Uma conversa profunda, honesta e necessária sobre adolescência, pertencimento e os efeitos invisíveis da imigração em uma família.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com a Taynah de Oliveira Marques Tiburcio, a Tatá, da página @meumundonachina. Nascida em Natal, no Rio Grande do Norte, ela já viveu em Portugal e hoje constrói sua vida em Changsha, na China, ao lado do marido Rafael e do filho Miguel, enquanto espera a chegada do Davi.

    A maternidade da Tatá começou longe de casa, em um país com costumes, língua e formas de cuidado muito diferentes das que conhecemos no Brasil. Sem rede de apoio, ela viveu a gestação, o parto e o pós-parto atravessada por choques culturais e por práticas que desafiaram tudo o que ela acreditava sobre o próprio corpo e sobre o maternar.

    Entre as tradições rígidas do pós-parto, as decisões difíceis no parto e os sentimentos de culpa que vieram depois, ela precisou encontrar espaço para elaborar a própria experiência, ressignificar as escolhas e reconstruir-se emocionalmente ao longo do caminho.

    Falamos sobre mudança de país, parto no exterior, pós-parto em outra cultura, maternidade sem rede de apoio e sobre o que acontece quando nossos padrões mais enraizados são colocados à prova.

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    A gente se encontra no próximo episódio.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com Suellen Vallandingham — paraense, nascida em Belém, que hoje vive na Noruega ao lado do marido Logan e da filha Elouise.

    Formada em Biologia, a Suellen não imaginava que sua vida tomaria tantos rumos diferentes depois da mudança de país. Entre aprender um novo idioma, se tornar mãe longe da rede de apoio e reconstruir sua identidade profissional, ela precisou se reinventar em várias camadas ao mesmo tempo.

    Hoje, ela empreende com uma loja de cadernos e calendários, produz conteúdo, estuda Teologia e Gestão e também atua como coordenadora de um ministério infantil. Mas essa construção não veio pronta — foi acontecendo aos poucos, com medo, adaptação e muita coragem no processo.

    Falamos sobre o peso do idioma na experiência de quem vive fora, a sensação de não pertencimento, as escolhas que a maternidade exige quando se está longe da família e o que significa recomeçar em um lugar completamente novo.

    Uma conversa honesta sobre identidade, fé, maternidade e os caminhos que a gente constrói — mesmo quando eles são diferentes do que um dia imaginamos.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com Nathalia Foz. Ela nasceu em Santos, já viveu na Espanha, na Nova Zelândia e em Portugal, e hoje mora em Montreal, no Canadá, com o marido Philippe e o filho Lourenzo, de 6 anos.

    Foi no Canadá que a maternidade da Nathy ganhou um novo contorno: o Lourenzo recebeu o diagnóstico de autismo ainda pequeno. A partir dali, começou uma jornada intensa de incertezas, descobertas e muita resiliência — tudo isso vivendo no exterior e sem rede de apoio por perto.

    A Nathy compartilha o impacto do diagnóstico, os anos de espera sem saber se o filho seria verbal, os desafios emocionais e práticos dessa caminhada e também as decisões difíceis que precisou tomar para garantir as terapias de que o Lourenzo precisava. Em meio a tudo isso, ela se reinventou profissionalmente e encontrou no empreendedorismo uma forma de sustentar o tratamento do filho.

    Falamos sobre autismo, maternidade no exterior, culpa, força, amor e reinvenção — e sobre como cada pequena conquista pode carregar um significado imenso.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com a Patricia Toussie — ou, como muitos a conhecem, a ⁠Paty Nyorquina⁠. Paulistana, ela vive há 24 anos em Nova York, é casada com o David e é mãe do Sam, da Nancy e do Daniel. Hoje, trabalha como guia de turismo e planejadora de viagens na cidade que nunca dorme. Mas essa não foi sua primeira versão.

    Durante muitos anos, a Paty se dedicou integralmente à maternidade e à vida na comunidade judaica em que está inserida — uma rotina intensa, marcada por tradições, expectativas sociais e uma presença constante na escola e na vida dos filhos. Como tantas mulheres imigrantes, ela construiu sua família longe da própria rede de apoio, equilibrando cultura, religião e identidade em outro país.

    Foi só aos 40 anos, depois de uma longa pausa profissional, que ela decidiu se reinventar. Começou no Instagram quando quase ninguém “mostrava a cara”, enfrentou julgamentos, foi contra a maré — e precisou acreditar nela mesma antes que os outros acreditassem.

    Falamos sobre imigração, pressão social, coragem, fé, redes sociais e a possibilidade real de recomeçar — mesmo quando parece tarde demais.

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    Giovanna

  • No episódio bônus de hoje, eu recebo uma convidada muito especial: a minha mãe, Laura. Ela mora em São Paulo, enquanto eu estou em Montreal e meu irmão em Sydney. Três vidas espalhadas pelo mundo e uma mãe que aprendeu a amar, cuidar e acompanhar tudo à distância.

    Depois de tantos anos compartilhando a rotina comigo, ela precisou reinventar a maternidade quando eu fui morar fora. A presença virou saudade, o cuidado virou chamada de vídeo e o orgulho passou a atravessar oceanos.

    A gente conversa sobre o dia da minha partida, os medos que ela nunca contou, as alegrias e os desafios de ser mãe — e avó — de longe, e também sobre como ela transformou a própria vida depois que os filhos foram embora.

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    A gente se encontra na próxima temporada.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com ⁠Bianca Mello⁠ — mãe do Noah, grávida de uma menina, pediatra formada no Brasil e, hoje, uma mãe imigrante construindo uma nova vida no sul de Portugal.

    Depois de anos atuando como pediatra e cuidando do Noah dentro de uma rede de apoio no Brasil, a Bianca precisou adaptar o seu maternar a uma realidade completamente nova: outro país, outra cultura, outro sistema de saúde e um dia a dia sem a mesma base familiar de antes. Entre consultas que funcionam de um jeito diferente e rotinas que vão sendo reconstruídas na prática, ela descobriu que gestar e criar filhos no exterior é um exercício constante de presença, flexibilidade e coragem.

    Falamos sobre o que realmente importa na saúde infantil, como navegar o sistema de saúde quando tudo é novo, quais sinais merecem atenção — e como recursos simples, como sol, natureza, movimento, rotina e suplementação, podem fortalecer o cuidado cotidiano das famílias que vivem no exterior.

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    A gente se encontra no próximo episódio.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com a Fernanda Pregnolato Zerbinati, que carrega na mala uma vida marcada por movimento, intensidade e escolhas feitas com o coração aberto. Nascida em São Paulo, ela já morou na Holanda, na Austrália, na Itália e hoje cria seus dois meninos, Noah e Liam, em London, no Canadá.

    A Fê viveu muita coisa em pouco tempo: um amor que chegou rápido, um casamento que aconteceu antes do mundo reabrir, uma maternidade que a convidou a mergulhar no presente — mesmo quando a vida parecia correr mais rápido do que ela. E foi justamente nesse ritmo acelerado que ela descobriu algo precioso: que presença é decisão diária, e que quality time nasce da intenção, não da perfeição.

    Falamos sobre a intensidade como força transformadora, sobre memórias afetivas que viajam com a gente, sobre criar filhos longe da família e sobre como a maternidade na imigração pode abrir espaço para vínculos novos, mais leves e mais nossos.

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    A gente se encontra no próximo episódio.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, converso com Tathi Yumi — mãe do Leonardo, de quase 11 anos, e brasileira que trocou São Paulo por Singapura. Depois de 18 anos no mundo corporativo, ela deixou planilhas, reuniões e relatórios para atravessar oceanos, se reinventar como criadora de conteúdo e viver a maternidade em um país totalmente diferente. Entre escola nova, idiomas desconhecidos e a rotina do dia a dia, a Tathi conta como foi se redescobrir como mãe, mulher e profissional — e como cada recomeço foi moldando uma nova versão dela mesma.

    Falamos sobre maternidade com um filho pré-adolescente, sobre a adaptação a outra cultura, sobre saudade e descobertas. Uma conversa sobre coragem, identidade e a arte de se reinventar longe de casa.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, converso com ⁠Bruna Maier⁠, mãe solo de três filhos com pais, idiomas e culturas diferentes, vivendo em Malta há mais de 15 anos. Entre julgamentos, recomeços e arrependimentos — incluindo o choque de uma laqueadura que mudou seus planos — Bruna fala com sinceridade sobre o que significa criar filhos fora do roteiro tradicional.

    Falamos sobre maternidade solo, diferenças culturais entre os filhos, adaptação, amor e os caminhos que a vida abre quando a maternidade acontece longe de casa. É uma conversa honesta, intensa e cheia de afetos que atravessam fronteiras.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com a ⁠Nathalia Aliberti⁠ — engenheira de alimentos, mãe da Rebeca e uma brasileira que já chamou três países de casa: Emirados Árabes, Qatar e agora, Alemanha. Foi em Doha, no meio da pandemia, que ela viveu um dos momentos mais intensos da maternidade: o parto da filha, sozinha, sem o marido e sem falar o idioma local.

    Entre medos, descobertas e recomeços, Nathalia percebeu — só depois — que havia se virado em inglês, e mais do que isso, havia encontrado uma força que nem sabia que tinha. 🌍

    Falamos sobre vulnerabilidade, sobre o que é se tornar mãe longe de tudo o que é familiar, e sobre como seguir criando raízes mesmo quando o chão muda o tempo todo.

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  • No episódio de hoje, eu converso com ⁠Leslie Pinheiro⁠ — dentista de formação, professora de yoga por escolha e poliglota por paixão. Em 2018, ela saiu do Brasil com o marido e os dois filhos rumo a Portugal, e pouco tempo depois, a vida os levou para a Bélgica. Foi lá que o francês, aprendido para ajudar as crianças na escola, virou o fio condutor de uma nova história.

    De uma língua vieram outras — inglês, italiano, alemão — e, com elas, novas formas de enxergar o mundo e de se sentir parte dele. Leslie compartilha como o amor pelas palavras abriu portas, amizades e caminhos — e como aprender línguas também é aprender sobre si mesma.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, converso com Adriana Barros, pedagoga e mãe do Matteo, que nos conta como é perder a própria independência ao se mudar para outro país — e descobrir, nesse caminho, novas camadas de si mesma.

    No Brasil, Adriana vivia de forma independente: trabalhava, tomava decisões e construía sua rotina. Na Croácia, tudo mudou: o idioma se tornou barreira, a rotina se reorganizou e até o casamento precisou se reinventar. Entre amor, maternidade e adaptações culturais, ela compartilha os desafios de reencontrar-se como mulher e mãe em um lugar onde tudo é novo e como é possível transformar a dependência em aprendizado e crescimento.

    Falamos sobre os altos e baixos de se reconstruir longe de casa, os vínculos que se transformam em colo e como a maternidade e o recomeço nos convidam a olhar para dentro, mesmo quando tudo lá fora parece estranho.

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    Compartilhe esse episódio com alguém que também está recomeçando longe de casa. Vamos espalhar esse colo por aí.

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  • No episódio de hoje, eu converso com a ⁠⁠⁠Ray Florentino⁠⁠⁠ — mulher negra, mãe, imigrante e consultora criativa de moda e comunicação.

    Paulistana, ela vive há quase dez anos na Polônia, onde criou seus dois filhos — Lucca e Lara — entre duas culturas, dois idiomas e uma infinidade de recomeços.

    Ray fala sobre o que é maternar em um país majoritariamente branco, sobre as conversas que o racismo exige dentro de casa e sobre o desejo de criar filhos com orgulho da própria história.

    Falamos também sobre o desafio de se reinventar longe do Brasil, de carregar a própria cor como identidade — e de encontrar pertencimento onde, à primeira vista, parecia não haver espaço pra ele.

    🎧 Esse é um episódio sobre coragem, amor e reconstrução.

    E sobre o poder de continuar sendo quem se é — mesmo quando o mundo muda de idioma, de paisagem e de tom de pele ao redor.

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    Giovanna

  • No episódio de hoje, eu converso com a Fernanda Caroline — brasileira de Dourados, mãe do Mathias e da Caterina, esposa do René e cidadã do mundo.

    Ao longo de 20 anos morando fora, ela já viveu em diferentes países, conheceu culturas diversas e hoje mora na Arábia Saudita, um destino pouco comum para brasileiros. Entre mudanças a cada 3 a 5 anos, filhos que nasceram em países distintos e a pergunta “de onde você é?” sem resposta fácil, Fernanda compartilha como é maternar sem fronteiras.

    Falamos sobre maternidade multicultural, identidade, viver o presente para não se perder no futuro e o desafio de criar filhos que pertencem a muitos lugares — e a lugar nenhum ao mesmo tempo.

    Esse episódio é pra você que já se perguntou como equilibrar raízes e asas, certezas e recomeços. 🫶

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