Bölümler

  • Você conhece a história da doença do presidente eleito que nunca tomou posse? Que doença ele teve? Conheça a história médica por trás de um dos eventos dramáticos da política brasileira.

    Imagem da capa. Fotografia: Gervásio Baptista, 25 de marçode 1985.

    Fontes:

    BARBOSA, Marialva. O dia emque o Brasil parou: A morte de Tancredo Neves como cerimônia midiática. Comunicação& Informação, v. 7, n. 1, p. 63-79, 2004.

    BRITTO, Antônio. Assim Morreu Tancredo. L&PM, 1985.

    DIAS, Rodrigo Francisco.Tancredo Neves e a redemocratização do Brasil. Temporalidades, v.7, n. 3, p. 249-274, 2015.

    ENTIN, Carlos Eduardo. A morte de Tancredo Neves em 21 de abril de 1985. Estado de São Paulo, 21 deabril de 2020.

    MIR, Luis. O Paciente – O Caso Tancredo Neves. São Paulo: Ed. Cultura, 2010.

    MORGAN, Jeffrey; Raut, Chandrajit P. Local treatment for gastrointestinal stromal tumors, leiomyomas, and leiomyosarcomas of the gastrointestinal tract. Up todate, 2022. https://www.uptodate.com/contents/local-treatment-for-gastrointestinal-stromal-tumors-leiomyomas-and-leiomyosarcomas-of-the-gastrointestinal-tract

    PALHA, Cássia Rita Louro. Televisão e política: o mito Tancredo Neves entre a morte, o legado e a redenção. Revista Brasileira de História, v. 31, p. 217-234, 2011.

    RIBEIRO, José Augusto. Tancredo Neves: a noite do destino. Editora José Olympio, 2015.

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  • O que acontece quando um medicamento nunca antes testado em humanos provoca uma tempestade de citocinas? Como testar medicamentos com segurança? O que foi o escândalo da talidomida? Ficou curioso? Ouça o episódio.

    Fontes.:

    ATTARWALA, H. TGN1412: from discovery to disaster. Journal of Young Pharmacists, v. 2, n. 3, p. 332-336, 2010.

    GOODYEAR, Michael. Learning from the TGN1412 trial. Bmj, v. 332, n. 7543, p. 677, 2006.

    HANKE, Thomas. Lessons from TGN1412. The Lancet, v. 368, n. 9547, p. 1569-1570, 2006.

    HORVATH, Christopher et al. Storm forecasting: additional lessons from the CD28 superagonist TGN1412 trial. Nature Reviews Immunology, v. 12, n. 10, p. 740-740, 2012.

    Imagem da capa: https://www.standard.co.uk/culture/books/the-thalidomide-catastrophe-by-martin-johnson-raymond-g-stokes-and-tobias-arndt-review-a3880221.html

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  • Você sabe como o comércio de especiarias moldou a história das doenças? Ouça o episódio.

    Fontes:

    BENEDICTOW, Ole Jørgen. The Black Death, 1346-1353: the complete history. Boydell & Brewer, 2004.

    BERRIDGE, Virginia. The many endings of recent epidemics: HIV/AIDS, swine flu 2009, and policy. Centaurus, v. 64, n. 1, p. 145-154, 2022.

    BOLLET, Alfred Jay; JAY, Alfred Bollet. Plagues & poxes: the impact of human history on epidemic disease. Demos Medical Publishing, 2004.

    FERGUSON, Niall. Catástrofe. Uma história de desastres – das guerras às pandemias – e o nosso fracasso em aprender como lidar com eles. Ed. Crítica, 2021.

    MARAQTEN, Mohammed. Epidemics and Pandemics in the Ancient Near East-From Ancient Times until the Emmaus Plague: A Study of Their Impacts on Human History. Ostour: A Bi-annual Peer-reviewed Journal for Historical Studies, v. 8, n. 15, p. 72-99, 2022.

    NA, N. A. The Black Death: the great mortality of 1348-1350: a brief history with documents. Springer, 2016.

    TURNER, Jack. Spice: the History of a Temptation. Vintage, 2008.

    Mapa do espalhamento da peste bubônica: https://www.britannica.com/event/Black-Death/Cause-and-outbreak

    Imagem da capa: O Triunfo da Morte (1562). Pieter Brueghel, o velho. Óleo sobre tela,17cm x 162 cm. Museo do Prado, Madrid.

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  • Uma tragédia nos Estados Unidos da América que começou com a influência da indústria farmacêutica. Ficou curioso? Ouça o episódio.

    Fontes:

    EVANS, William N.; LIEBER, Ethan MJ; POWER, Patrick. How the reformulation of OxyContin ignited the heroin epidemic. Review of Economics and Statistics, v. 101, n. 1, p. 1-15, 2019.

    OLFSON, Mark et al. Trends in Intentional and Unintentional Opioid Overdose Deaths in the United States, 2000-2017. Jama, v. 322, n. 23, p. 2340-2342, 2019.

    PORTER, Jane; JICK, Hershel. Addiction rare in patients treated with narcotics. The New England journal of medicine, v. 302, n. 2, p. 123, 1980.

    QUINONES, Sam. Dreamland: The true tale of America's opiate epidemic. Bloomsbury Publishing USA, 2015.

    STRATTON, Timothy P. et al. Ethical dimensions of the prescription opioid abuse crisis. The Bulletin of the American Society of Hospital Pharmacists, v. 75, n. 15, p. 1145-1150, 2018.

    VADIVELU, Nalini et al. The opioid crisis: a comprehensive overview. Current pain and headache reports, v. 22, n. 3, p. 16, 2018.

    Wide-ranging online data for epidemiologic research (WONDER). Atlanta, GA: CDC, National Center for Health Statistics; 2021. Available at http://wonder.cdc.gov.

    Imagem: Sono (1771). Jean Bernard Restout. Óleo sobre tela, 96,5 x 129,5 cm. Cleveland Museum of Art, Cleveland.

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  • Você acredita que já houve gente que acreditou em criminosos natos? Você sabia que já se tentou regenerar criminosos contumazes por meio de operações plásticas? Ficou curioso? Ouça/veja o episódio.  

    Referências  Código Penal Brasileiro. Decreto Lei 2.848 de 7 de dezembro de 1940. 

    LEWISON, Edward. An experiment in facial reconstructive surgery in a prison population. Canadian Medical Association Journal, v. 92, n. 6, p. 251, 1965.  LOMBROSO, Cesare. O homem delinquente. Editora Edijur, 2020.  

    PEARL, Sharrona. Change Your Face, Change Your Life? Prison Plastic Surgery as a Way to Reduce Recidivism. Journal of the History of Medicine and Allied Sciences, 2022.  

    THOMPSON, Kevin M. Refacing inmates: A critical appraisal of plastic surgery programs in prison. Criminal Justice and Behavior, v. 17, n. 4, p. 448-466, 1990.

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  • Você sabia que a Cruz Vermelha surgiu a partir de uma batalha? Quem criou o símbolo e por quê? O que a Cruz Vermelha significa? Ficou curioso? Ouça o episódio.

    Fontes:

    ABREU, Marcelo Echart De. O Serviço de Saúde do Exército Brasileiro. Revista de Medicina Militar, v. 29, p. 1284–1286, 2001.

    DUNANT, Henry. Memória de Solferino. Genebra: Comitê Internacional da Cruz Vermelha, 2016.

    HUTCHINSON, John F. Champions of Charity: War and the Rise of the Red Cross. New York: Routledge, 1996.

    MOEBIUS. História de uma ideia: O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho desde 1859 até os dias atuais. Genebra: Comitê Internacional da Cruz Vermelha, 2009.

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  • Uma doença terrível. Genialidade. Generosidade. Ficou curioso? Ouça. (Também disponível em video no Youtube)

    Fontes

    IBSEN, Bjørn. From anaesthesia to anaesthesiology. Personal experiences in Copenhagen during the past 25 years. Acta anaesthesiologica Scandinavica. Supplementum, v. 61, p. 1, 1975.

    IBSEN, Bjørn. The Anæsthetist’s Viewpoint on the Treatment of Respiratory Complications in Poliomyelitis during the Epidemic in Copenhagen, 1952. Journal of the Royal Society of Medicine, v. 47, n. 1, p. 72–74, 1954.

    LASSEN, H C A. The Epidemic of Poliomyelitis in Copenhagen, 1952. Proceedings of the Royal Society of Medicine, v. 47, n. 1, p. 67–71, Jan 1954.

    WEST, John B. The physiological challenges of the 1952 Copenhagen poliomyelitis epidemic and a renaissance in clinical respiratory physiology. Journal of applied physiology (Bethesda, Md. : 1985), v. 99, n. 2, p. 424–432, Ago 2005.

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  • Você sabia que Sigmund Freud foi anatomista? Por que ele prescreveria cocaína para um amigo? Qual sua relação com Paris? Ficou curioso? Ouça o episódio.

    Imagem: Ilustração de Alison Bechdel. Kahr, Bret; Bechdel, Alison. Cofee with Freud. London and New York: Routledge, Taylor and Francis Group, 2018.

    Fontes:

    BENMOUSSA, Nadia; CHARLIER, Philippe; REBIBO, John‐David. Historical Vignette: Attempted treatment of Sigmund Freud's oral squamous cell carcinoma by vasectomy (Steinach Operation) in 1923. Andrology, v. 8, n. 3, p. 688-690, 2020.

    FREUD, Sigmund et al. The origins of psycho-analysis: Letters to Wilhelm Fliess, drafts and notes: 1887-1902. 1954.

    FREUD, Sigmund; MEURER, Jose Luis. Publicações pré-psicanalíticas e esboços inéditos. Imago, 1990.

    HARDT JR, Orlando. Dezenove semanas em Paris. Jornal de Psicanálise, v. 51, n. 95, p. 213-228, 2018.

    MARKEL, Howard. An anatomy of addiction: Sigmund Freud, William Halsted, and the miracle drug cocaine. Vintage Books, 2012.

    SCHUR, Max. Freud: Living and dying. 1972.

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  • Qual a relação entre o Imperador brasileiro deposto e a história da neurologia? O que úteros inquietos tem a ver com esses dois personagens? Ficou curioso? Ouça o episódio.

    Imagem da capa: Une leçon clinique à la Salpêtrière (1887). André Brouillet. Óleo sobre tela, 290cm x 430cm. Universidade Paris Descartes, Paris.

    Fontes

    GOMES, Marleide da Mota. The decline of Dom Pedro II’s empire and health: neurophatogenic implications. Arquivos de Neuro-Psiquiatria, v. 65, n. 4b, p. 1260–1265, Dez 2007.

    MAINES, R. P. The technology of orgasm. The John Hopkins University Press, p. 1–13, 1999. The Johns Hopkins University Press.

    SCHWARCZ LM. As barbas do Imperador. São Paulo: Compainha das Letras, 1998:48, 420, 432, 433, 494, 503, 513, 529-538.

    TEIVE, Hélio A Ghizoni e colab. Charcot and Brazil. Arquivos de Neuro-Psiquiatria, v. 59, n. 2A, p. 295–299, 2001a.

    TEIVE, Hélio A.G. e ARRUDA, Walter O e WERNECK, Lineu C. Rosalie: the brazilian female monkey of Charcot. Arquivos de Neuro-Psiquiatria, v. 63, n. 3a, p. 707–708, Set 2005.

    TEIVE, Hélio Afonso Ghizoni e colab. “ Flâneur neurologique in paris” – A guide to pinpointing the houses of famous neurologists in the late XIX century. Journal of Clinical Neuroscience, v. 52, p. 32–36, 1 Jun 2018.

    Transcrições dos diários de d. Pedro II (1840 – 1891). Disponível online em: https://museuimperial.museus.gov.br/diarios/. Acesso em 05 dez 2021.

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  • Na estreia da série "O que está se passando na sua cabeça", vamos tentar entender como chegamos até o entendimento atual do funcionamento do cérebro e conhecer a incrível história de um médico que tentou descobrir onde está a consciência. 

    Imagens citadas:

    Gravura ilustrando a saída da alma pela boca. Do livro “Grandes Heures” de Rohan, 1430-1435. Livro das Horas, c. 1500, Paris. Sharon Price-James. http://digital.library.mcgill.ca/penfieldfonds/browse.php?p=099&f=31&records_per_page=15

    Imagem de um espermatozoide com seu respectivo “homúnculo”. De . J. Anisson, 1969. (originalmente 1694). https://www.journalfuerkunstsexundmathematik.ch/2014/05/23/headfarm-note-le-petit-animal/

    Fontes:

    ARISTÓTELES. De Anima. São Paulo: Editora 34, 2006. 360p

    ARISTÓTELES. Sobre a Alma. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 2010.

    ARISTÓTELES; MESQUITA, António Pedro. Obras completas de Aristóteles. 2004.

    BLAKESLEE, Sandra; BLAKESLEE, Matthew. The body has a mind of its own: How body maps in your brain help you do (almost) everything better. Random House Incorporated, 2007.

    BRANDÃO, Ricardo; COSTA, Marcos. Naturezas funções, paixões e ações da lama e do corpo segundo Santo Agostinho. Ágora Filosofica. Ano, v. 9, 2009.

    DENNETT, Daniel C. Consciousness explained. Little, Brown, 2017.

    DESCARTES’S, René. The treatise of man (De homine) by rené descartes. JR Coll Physicians Edinb, v. 39, p. 375-6, 2009.

    GUENTHER, Katja. Between Clinic and Experiment: Wilder Penfield's Stimulation Reports and the Search for Mind, 1929–55. Canadian Bulletin of Medical History, v. 33, n. 2, p. 281-320, 2016.

    HARTSOEKER, Nicolaas. Essay de dioptrique. J. Anisson, 1969.

    KEMPF, Damien; GILBERT, Maria Leilani. Medieval Monsters. Londres: British Library, 2015.

    PENFIELD, Wilder e RASMUSSEN, Theodore. The cerebral cortex of man. New York: The Macmillan Company, 1950.

    PENFIELD, Wilder; FEINDEL, William. The Mystery of the Mind: A Critical Study of Consciousness and the Human Brain: with Discussions by W. Feindel Et Al. Princeton University Press, 1975.

    QUINTANA, Mário. Caderno H. Globo Livros, 1994.

    ROQUE, Maria Isabel. Dar corpo à alma: representações na iconografia medieval. Gaudium Sciendi. Lisboa: Universidade Católica Portuguesa, n. 6, p. 200-227, 2014.

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  • O que se pode aprender com uma necrópsia? Aliás, é necrópsia ou necropsia? Como elas surgiram? Ficou curioso? Ouça o episódio.

    Imagem: A autópsia (Ou, E ela tinha um coração). Enrique Simonet, 1890.

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  • O que é o amor? Como ele acontece? Como nossos corpos mudam? Ficou curioso? Ouça o episódio.

    Fontes

    ACEVEDO, Bianca P. et al. Neural correlates of long-term intense romantic love. Social cognitive and affective neuroscience, v. 7, n. 2, p. 145-159, 2012.

    DARBY, Robert. The masturbation taboo and the rise of routine male circumcision: a review of the historiography. Journal of Social History, v. 36, n. 3, p. 737-757, 2003.

    KELLOGG, John Harvey. Plain facts for old and young. IF Segner, 1882.

    KREUDER, Ann‐Kathrin et al. How the brain codes intimacy: The neurobiological substrates of romantic touch. Human Brain Mapping, v. 38, n. 9, p. 4525-4534, 2017.

    SCHULTZ, Willibrord Weijmar et al. Magnetic resonance imaging of male and female genitals during coitus and female sexual arousal. Bmj, v. 319, n. 7225, p. 1596-1600, 1999.

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  • Quem criou o acesso venoso profundo? Por que um homem colocaria um cateter no próprio coração? Qual a relação entre o tratamento da tuberculose e a punção de veia subclávia? Ouça. 

    Fontes: Referências na descrição do episódio "Direto na veia"

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  • Você sabe como surgiram as injeções venosas? Quem foi o Ringer? Como surgiram os acessos venosos centrais? Ouça.

    Fontes:

    (Aubinac, 1952; Barsoum & Kleeman, 2002; Dauphin et al., 2003; English et al., 1969; Forssmann, 1929; Freund & Ayalon, 1974; Gow et al., 2017; Konner, 2005; Latta, 1832; LEE, 1981; MacGillivray, 2009; J. L. Peters, 2009; Joseph L. Peters et al., 1982; The Nobel Prize in Physiology or Medicine 1956 - NobelPrize.Org, n.d.; Zerati et al., 2017)

    Aubinac, R. (1952). L’injection intraveineuse sous-claviculaire. Presse Med, 60, 1456–1457.

    Barsoum, N., & Kleeman, C. (2002). Now and Then, the History of Parenteral Fluid Administration. American Journal of Nephrology, 22(2–3), 284–289. https://doi.org/10.1159/000063775

    Dauphin, A., Cazalaa, J.-B., Pradeau, D., Chaouky, H., & Saince-Viard, D. (2003). Les solutés de perfusion : histoire d’une forme pharmaceutique majeure née à l’hôpital. Revue d’histoire de La Pharmacie, 91(338), 219–238. https://doi.org/10.3406/pharm.2003.5515

    English, I. C. W., Frew, R. M., Pigott, J. F. G., & Zaki, M. (1969). Percutaneous cannulation of the internal jugular vein. Thorax, 24(4), 496–497. https://doi.org/10.1136/thx.24.4.496

    Forssmann, W. (1929). Die Sondierung des Rechten Herzens. Klinische Wochenschrift, 8(45), 2085–2087. https://doi.org/10.1007/BF01875120

    Freund, H., & Ayalon, A. (1974). Percutaneous internal jugular vein cannulation. Israel Journal of Medical Sciences, 10(6), 674–675. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/4853574

    Gow, K. W., Tapper, D., & Hickman, R. O. (2017). Between the Lines: The 50th Anniversary of Long-Term Central Venous Catheters. Journal of the Association for Vascular Access, 22(4), 165–177. https://doi.org/10.1016/j.java.2017.10.004

    Konner, K. (2005). History of vascular access for haemodialysis. Nephrology Dialysis Transplantation, 20(12), 2629–2635. https://doi.org/10.1093/ndt/gfi168

    Latta, T. (1832). Relative to the treatment of cholera by the copious injection of aqueous and saline fluids into the veins. Lancet, 2, 274–277.

    LEE, J. A. (1981). Sydney Ringer (1834?1910) and Alexis Hartmann (1898?1964). Anaesthesia, 36(12), 1115–1121. https://doi.org/10.1111/j.1365-2044.1981.tb08698.x

    MacGillivray, N. (2009). Dr Thomas Latta: the father of intravenous infusion therapy. Journal of Infection Prevention, 10(1_suppl), S3–S6. https://doi.org/10.1177/1757177409342141

    Peters, J. L. (2009). The History of Central Venous Access. In Central Venous Catheters (Issue 1818, pp. 1–13). Wiley-Blackwell. https://doi.org/10.1002/9780470750186.ch1

    Peters, Joseph L., Belsham, P. A., Garrett, C. P. O., & Kurzer, M. (1982). Doppler ultrasound technique for safer percutaneous catheterizatlon of the infraclavicular subclavian vein. The American Journal of Surgery, 143(3), 391–393. https://doi.org/10.1016/0002-9610(82)90118-0

    The Nobel Prize in Physiology or Medicine 1956 - NobelPrize.org. (n.d.). Retrieved May 11, 2021, from https://www.nobelprize.org/prizes/medicine/1956/summary/

    Zerati, A. E., Wolosker, N., Luccia, N. de, & Puech-Leão, P. (2017). Cateteres venosos totalmente implantáveis: histórico, técnica de implante e complicações. Jornal Vascular Brasileiro, 16(2), 128–139. https://doi.org/10.1590/1677-5449.008216

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  • Como foi possível fazer uma vacina sair da Europa e chegar às Américas no século XIX, se não existiam refrigeradores? Ouça esta história incrível.

    Fontes

    COOK, S. F. “FRANCISCO XAVIER BALMIS AND THE INTRODUCTION OF VACCINATION TO LATIN AMERICA.” Bulletin of the History of Medicine, vol. 11, no. 5, 1942, pp. 543–560. JSTOR, www.jstor.org/stable/44440723. Accessed 3 May 2021.

    MARK, CATHERINE, and JOSÉ G. RIGAU-PÉREZ. “The World's First Immunization Campaign: The Spanish Smallpox Vaccine Expedition, 1803–1813.” Bulletin of the History of Medicine, vol. 83, no. 1, 2009, pp. 63–94. JSTOR, www.jstor.org/stable/44448715. Accessed 3 May 2021.

    TUELLS, José; TORRIJOS, JL Duro. La lista de Balmis, agosto de 1803. Vacunas, v. 12, n. 3, p. 111-117, 2011.

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  • Você acha que as epidemias causam brigas e confusão? Você nem imagina o quanto. Ouça o episódio.

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  • Você sabia que um dos maiores carrascos nazistas morreu de causas naturais, no Brasil? Você sabe o que ele fez? Você conhece a saga para identificar sua ossada? Ouça o episódio.

    Fontes:

    GUTERMAN, Marcos. Nazistas entre nós: a trajetória dos oficiais de Hitler depois da guerra. Editora Contexto, 2016.

    HELMER, R. P. Identification of the cadaver remains of Josef Mengele. Journal of Forensic Science, v. 32, n. 6, p. 1622-1644, 1987.

    POSNER, Gerald L.; WARE, John. Mengele: A História completa do Anjo da Morte de Auschwitz. Editora Cultrix, 2019.

    TV Globo. Jornal Nacional / 1995 e programa Fantástico

    TV DW. Documentário 2019.

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  • Qual foi a grande conquista de Joseph Lister? Por que ele mudou a história da cirurgia para sempre? Qual a relação entre esgotos fétidos e a cirurgia? Ficou curioso? Ouça.

    Fontes: Antes da Operação. Henri Gervex. Óleo sobre Tela. https://en.m.wikipedia.org/wiki/File:P%C3%A9an_and_his_surgery_class_before_operation.jpg
    BONNIN, J. G.; LEFANU, W. R. Joseph Lister 1827-1912: a bibliographical biography. The Journal of bone and joint surgery. British volume, v. 49, n. 1, p. 4-23, 1967.
    HOLLINGHAM, Richard. Blood and guts: a history of surgery. Macmillan, 2009.
    LISTER, Joseph. On a new method of treating compound fracture, abscess, etc. The Lancet, v. 90, n. 2291, p. 95-96, 1867.
    NEWSOM, S. W. B. Pioneers in infection control—Joseph Lister. Journal of Hospital Infection, v. 55, n. 4, p. 246-253, 2003.
    PITT, Dennis; AUBIN, Jean-Michel. Joseph Lister: father of modern surgery. Canadian Journal of Surgery, v. 55, n. 5, p. E8, 2012.

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  • Por que o médico residente se chama médico residente? Como o ensino da cirurgia se desenvolveu? Você gostaria de ser operado por um médico residente? Ficou curioso? Ouça o episódio.

    Fontes

    FINEBERG, Steven J. et al. Outcomes of cervical spine surgery in teaching and non-teaching hospitals. Spine, v. 38, n. 13, p. 1089-1096, 2013.

    LAVERNIA, Carlos J.; SIERRA, Rafael J.; HERNANDEZ, Ruben A. The cost of teaching total knee arthroplasty surgery to orthopaedic surgery residents. Clinical Orthopaedics and Related Research®, v. 380, p. 99-107, 2000.

    LINDER, Stuart A.; MELE, Joseph A.; CAPOZZI, Angelo. Teaching aesthetic surgery at the resident level. Aesthetic plastic surgery, v. 20, n. 4, p. 351-354, 1996.

    MARKEL, Howard. An anatomy of addiction: Sigmund Freud, William Halsted, and the miracle drug cocaine. Vintage Books, 2012.

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  • Você já ouviu falar em parteiras na manjedoura? Por que os leprosos são chamados de lazarentos? Quem identificou o bacilo da lepra? Ficou curioso? Ouça o episódio..........

    Imagem: A Natividade (1434-35). Jacques Daret. 59,5 x 53 cm. Museo Nacional Thyssen-Bornemisza, Madrid.

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    Evangelhos Apócrifos. Tradução e introdução de Urbano Zilles. 3ª Edição. Porto Alegre: EDIPUCRS. 2004….

    FRILINGOS, Christopher A. Jesus, Mary, and Joseph: Family Trouble in the Infancy Gospels. University of Pennsylvania Press, 2017…..

    HOERNI-JUNG, Helene. Maria: imagem do feminino. Editora Pensamento, 2000......

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