Episodes
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Você recomenda biológico, mas consegue explicar exatamente o que ele faz dentro do solo e na planta?
Nesse episódio, vamos destrinchar os cinco principais mecanismos de ação dos bioinsumos: antibiose, competição, parasitismo, indução de resistência e promoção de crescimento. Claro, embasamento científico e implicações práticas para o posicionamento correto de cada categoria.
Porque, sempre digo, biológico que funciona não é o mais caro, é o mais bem posicionado.
📄 Base científica:
- Barbosa et al. (2025). Biological resources driving productivity: bioinputs for sustainable plant agriculture in Brazil. Sustainable Microbiology. DOI: 10.1093/sumbio/qvaf011
- Minha dissertação de mestrado: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11146/tde-05042021-103410/publico/Isabella_Tavares_de_Oliveira_Silva_versao_revisada.pdf
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Dois talhões com a mesma análise de solo, a mesma adubação, os mesmos biológicos — e produtividades completamente diferentes. O problema quase nunca está no fertilizante.
Nesse episódio, te explico por que a física do solo determina se os microrganismos sobrevivem ou não, como compactação e falta de macroporosidade derrubam a atividade biológica mesmo com matéria orgânica presente, e por que a relação entre física e biologia é bidirecional: microrganismos também constroem estrutura do solo.
E na dica da semana: a BioAS da Embrapa — a análise que integra química, física e biologia num único Índice de Qualidade de Solo, e por que ela muda o diagnóstico da sua lavoura.
Papers utilizados:
- https://doi.org/10.15446/rfnam.v77n1.107127
- 10.7176/JNSR/14-10-01
Link do Curso, Mentoria/Consultoria:
- https://linktr.ee/bioagrotech
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Missing episodes?
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Uma bactéria brasileira capaz de controlar o percevejo-marrom pelas patas. A manchete foi impactante: mas o que a ciência realmente mostrou?
Nesse episódio, eu te explico o estudo que identificou pela primeira vez atividade entomopatogênica de Bacillus altitudinis contra Euschistus heros: a praga responsável por bilhões em perdas na soja brasileira. Como a bactéria foi isolada de solo enriquecido com quitina, por que o contato tarsal é a novidade do mecanismo de ação, e o que os números realmente significam fora do laboratório.
E por que a manchete, sozinha, pode ser mais perigosa do que útil para quem toma decisões de manejo.
Artigos de base:
- Handte et al. (2025). Potential of bacteria isolated from chitin-enriched soil against Euschistus heros (Hemiptera: Pentatomidae). Pest Management Science.
DOI: 10.1002/ps.70476
- Falcón-Piñeiro et al. (2026). Bacillus altitudinis GG-22: A novel plant growth-promoting bacterium with beneficial agronomic properties. Biotechnology Reports.
DOI: 10.1016/j.btre.2026.e00945
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O solo não é um substrato inerte — ele é um ecossistema vivo, e a ciclagem de nutrientes é o motor biológico que sustenta a fertilidade da sua lavoura.
Nesse episódio, te explico como microrganismos como Bradyrhizobium, Bacillus, Pseudomonas e fungos micorrízicos conduzem processos essenciais como fixação de nitrogênio, solubilização de fósforo e decomposição da matéria orgânica — e como os bioinsumos entram nessa equação de forma estratégica.
Na dica da semana: o trabalho da Embrapa sobre sequenciamento genético do microbioma do solo e o que essa tecnologia pode representar para o manejo agrícola nos próximos anos.
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Você produz bioinsumos on-farm e já pensou em juntar Bacillus e Trichoderma no mesmo recipiente pra economizar tempo? Parece lógico — mas a ciência mostra que não é tão simples assim.Nesse episódio, a Isabella explica por que essa mistura em confinamento compromete a viabilidade dos dois microrganismos: incompatibilidade de pH, competição por nutrientes, antagonismo metabólico bilateral e o impacto diferente que o congelamento tem sobre esporos de Bacillus e conídios de Trichoderma.Você vai entender a diferença entre misturar na calda (ok) e armazenar junto (problema), conhecer os dois caminhos possíveis — mistura on-farm com protocolo rigoroso ou formulação separada —, e sair com clareza sobre o que a literatura diz e como aplicar isso na prática.Mais um episódio com ciência de verdade pra quem leva bioinsumos a sério.
Links: https://linktr.ee/bioagrotech
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Artigos utilizados:
https://doi.org/10.1007/s00449-021-02597-5
https://doi.org/10.1007/s43994-025-00247-0
https://doi.org/10.1186/s13068-025-02635-4
https://doi.org/10.3390/agronomy14122776
https://doi.org/10.1007/s00253-023-12687-x
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"Isabella, fale sobre a relação dos biológicos com a pressão dos bicos injetores" - essa pergunta de um ouvinte virou este episódio essencial uma dúvida recorrente no campo. Baseado em estudo recente da UFSM que testou 7 microrganismos em pressões de 0 a 4 bar, Isabella Tavares revela como a pressão de pulverização pode eliminar até 92% da viabilidade de alguns biológicos antes mesmo deles saírem do bico. Descubra por que Bacillus thuringiensis mantém 109% de viabilidade a 4 bar enquanto Bradyrhizobium perde 92%, por que estruturas de resistência (esporos) tendem a aguentar mais pressão mas isso não é regra absoluta, e como a cepa específica do produto faz toda diferença no resultado. Isabella compartilha casos reais de consultoria onde ajustar pressão foi a diferença entre sucesso e fracasso, explica as bases científicas por trás das diferenças entre fungos e bactérias, e dá orientações práticas: máximo 2 bar para inoculantes, 2,5 bar para entomopatogênicos, 3 bar para Trichoderma. Conhecimento técnico baseado em ciência para evitar o erro de aplicar biológico com a mesma pressão do químico. Mas lembrando, a CEPA importa muito e o produto formulado também! Escuta o episódio pra entender melhor,
Link artigos:
https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/469039/1/28075.pdf
https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1183119/1/Atas-e-Resumos-2025.pdf
O resumo da UFMS se chama: Viabilidade de microrganismos em diferentes pressões de pulverização em sistema de inoculação de sementes por gravidade"
Link Mentoria, Consultoria e Curso: https://linktr.ee/bioagrotech
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Conheça o Bacillus mojavensis, uma bactéria descoberta nos desertos mais áridos do mundo que hoje revoluciona a agricultura como agente de biocontrole e promotor de crescimento. Desde sua descoberta em 1994 no deserto de Mojave, essa espécie provou ser um sobrevivente nato, tolerando temperaturas extremas, alta salinidade e condições que matariam outros microrganismos. Com 90% de eficácia contra Verticillium e capacidade de aumentar em 37% a biomassa das plantas, o B. mojavensis combina biocontrole potente com promoção de crescimento através da produção de acetoin e 2,3-butanediol. Esse episódio detalha como essa resistência natural aos estresses extremos faz dele uma das apostas mais promissoras para agricultura sustentável em regiões desafiadoras.
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Azospirillum foliar na soja realmente funciona? Nesse episódio, te respondo essa dúvida com dados de campo reais, baseados em um artigo científico conduzido no Brasil por três safras seguidas. Você vai entender como a aplicação foliar de azospirillum no estágio V4 impacta a nutrição da planta, a fotossíntese, a nodulação e a produtividade — chegando a 5 sacas por hectare na soja. Além disso, a gente destrincha o que acontece com o microbioma do solo quando a gente usa consórcios bacterianos, e como isso explica os resultados que vemos na lavoura. E na Dica da Semana: quantas doses de Azospirillum usar no ciclo da soja — e qual a janela certa pra não desperdiçar produto. Esse episódio é pra quem quer tomar decisão com base em ciência, e entender de uma vez por todas a utilizar esse microrganismo tão importante.
Link do artigo: https://link.springer.com/article/10.1186/s40793-024-00595-0
Link do Curso de Manejo Biológico na Soja: www.manejobiologico.com.br
Acesso ao Grupo VIP e episódios: https://linktr.ee/bioagrotech
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Toda semana as mesmas perguntas chegam: "Posso misturar biológico com químico?", "Qual o melhor timing pra biofungicida?", "Meu produto não funcionou, o que foi?". Neste episódio especial de FAQ (Frequent Asked Questions), Isabella Tavares responde as 10 dúvidas técnicas mais frequentes sobre biológicos agrícolas com base em anos de experiência prática no campo. Desde compatibilidade e ordem de mistura no tanque até quando o produto não funciona, você vai receber respostas diretas e aplicáveis para usar hoje mesmo na sua lavoura.
Abordamos timing ideal de aplicação, condições climáticas, como identificar produtos de qualidade, doses corretas, e os erros mais comuns que fazem biológicos "não funcionarem".
Cada resposta é baseada em ciência e experiência real de campo, sem enrolação. Se você trabalha com biológicos ou quer começar a usar, este episódio é essencial para evitar erros caros e garantir eficácia. Conhecimento técnico em linguagem simples, do laboratório direto para o campo.
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Descubra o potencial revolucionário das leveduras na agricultura brasileira! Neste episódio, Isabella Tavares apresenta dados científicos surpreendentes sobre como Saccharomyces cerevisiae e outras leveduras estão transformando a nutrição e proteção de plantas. Através do fascinante mecanismo da rizofagia, plantas conseguem literalmente "digerir" células de levedura para absorver nutrientes de forma mais eficiente.
Com resultados comprovados de 47% mais biomassa radicular, 23% mais perfilhos na cana e capacidade de reduzir em 25% o uso de fertilizantes químicos, as leveduras emergem como o bioinsumo esquecido da agricultura sustentável.
Isabella detalha aplicações práticas, compatibilidades, doses recomendadas e como implementar essa tecnologia de baixo custo em diferentes culturas, revelando por que as leveduras podem ser o próximo grande salto dos biológicos no campo brasileiro.
Artigos:
https://www.maxapress.com/article/doi/10.48130/fia-0024-0016
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39695904/
https://www.researchgate.net/publication/273223410_Yeast_as_a_Biofertilizer_Alters_Plant_Growth_and_Morphology
Curso de Manejo Biológico na Soja: www.manejobiológico.com.br
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ChatGPT, Claude, Manus, Gemini. Você provavelmente já ouviu falar. Mas como essas ferramentas entram de verdade na rotina de quem trabalha com biológicos no campo? Nesse episódio, Isabella Tavares mostra aplicações práticas e acessíveis — sem drone, sem sensor, sem investimento pesado.
Da interpretação de laudo de solo à montagem de planos de manejo, da leitura rápida de artigos técnicos ao primeiro olhar sobre sintomas em campo. Com honestidade sobre o que a IA faz bem, onde ela erra, e por que o julgamento técnico continua sendo seu. Inclui um prompt pronto para você testar hoje mesmo.
Prompt:
PROMPT PARA COPIAR E ADAPTAR
"Atue como um agrônomo especialista em biológicos. Vou te fornecer informações sobre uma propriedade e preciso que você me ajude a estruturar um programa de manejo com insumos biológicos. Contexto: [descreva a cultura, o estádio fenológico, o objetivo — proteção contra fungo X, promoção de crescimento, inoculação, etc.]. Resultado de análise de solo: [cole os dados principais]. Produtos que tenho disponíveis: [liste os produtos ou os microrganismos que você quer trabalhar]. Me ajude a organizar a sequência de aplicação, os pontos de atenção de compatibilidade e os critérios para avaliação de resultado."
Adapte os campos entre colchetes com as informações reais do seu cliente.
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A buva já apresenta resistência confirmada a glifosato, 2,4-D e herbicidas do grupo ALS. O produtor aplica mais, gasta mais — e ela continua lá. Nesse episódio, Isabella Tavares conta a história do primeiro herbicida produzido por fermentação microbiana do mundo, surgido em 1984 a partir de um Streptomyces japonês, e como esse caminho levou ao glufosinato que o mercado usa até hoje. Depois, apresenta uma descoberta recente de pesquisadores da Embrapa e da USP: uma bactéria do solo da Caatinga — o Streptomyces sp. Caat 7-52 — que produz um composto chamado albocyclina, capaz de inibir a germinação da buva em doses baixas, com seletividade para soja, feijão e algodão. É o primeiro relato de atividade fitotóxica dessa molécula no mundo, publicado na revista Pest Management Science. Ainda não é um produto comercial — mas entender de onde vêm as próximas ferramentas é parte do trabalho de quem quer estar na frente.
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Você aplica o biológico certinho e o resultado não vem. Antes de culpar o produto, precisa entender uma coisa: biológico é ser vivo — e ele pode estar morrendo dentro do tanque antes de chegar na planta.
Nesse episódio eu explico os três tipos de incompatibilidade que mais sabotam resultados no campo: química, física e biológica. Com exemplos práticos de Bacillus, Trichoderma, Beauveria bassiana, Metarhizium anisopliae e Baculovírus.
O que você vai aprender:
— Por que cobre é inimigo quase universal dos biológicos
— Como o pH da calda pode matar seu produto antes da aplicação
— Quais combinações entre biológicos funcionam — e quais evitar
— Por que a cepa e a concentração mudam tudo
🎙️ Bioagrotech | Por Isabella Tavares
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Neste episódio, Isabella Tavares apresenta um panorama completo do gênero Methylobacterium — com ênfase na espécie Methylobacterium symbioticum — e explica o que a ciência mais recente diz sobre o uso dessa bactéria no manejo agrícola.
Você vai entender quem é essa bactéria rosada que habita naturalmente a filosfera das plantas, como ela age via fitormônios, ACC deaminase e priming metabólico, e o que os estudos de campo mostram de resultado — incluindo quando o efeito é mais expressivo e quando é mais variável.
O episódio também responde uma dúvida recorrente: aplicação aérea funciona? E traz um posicionamento prático sobre como integrar o M. symbioticum ao manejo junto com o Azospirillum, sem confundir os nichos de cada um.
Referências científicas utilizadas neste episódio:
Quemada, M. et al. (2026) — European Journal of Agronomy https://doi.org/10.1016/j.eja.2025.127887
Jarecki, W. (2025) — Agronomy https://doi.org/10.3390/agronomy15122681
Poorniammal, R. et al. (2026) — Agronomy https://doi.org/10.3390/agronomy16050494
Roodi, D. et al. (2020) — PeerJ https://doi.org/10.7717/peerj.9514
Correa-Flores, P. & Sánchez-Yáñez, J.M. (2026) — Open Access Journal of Sciencehttps://doi.org/10.15406/oajs.2026.09.00289
Rai, J.P., Goyal, S.K. & Singh, A.K. (2026) — Poonam Shodh Rachna https://doi.org/10.56642/psr.v05i02.002
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Como convencer o produtor a usar biológicos?
"Isso é água de batata."
"Aqui é Nordeste, 40°C, biológico morre."
"Demora muito, eu quero resultado agora."
Nesse episódio você aprende a desconstruir essas 3 objeções mais comuns
E uma dica da semana sobre: Técnica dos 4 Ds (Diagnóstico, Demonstração, Dados, Diferencial)
Com argumentos técnicos que funcionam no campo! 🌱
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Fungos Endofíticos e Suas "Armas Químicas"
Fungos que vivem DENTRO da planta (raiz, caule, folhas) sem causar doença.
E produzem metabólitos secundários - compostos que protegem contra pragas e doenças:
• Destruxinas (Metarhizium) → matam lagartas
• Beauvericina (Beauveria) → antifúngica
• Lipopeptídeos (Bacillus) → antimicrobianos
• Enzimas (Trichoderma) → degradam invasores
Como protegem:
✅ Inseto come folha → ingere fungo → morre
✅ Produzem toxinas dentro da planta
✅ "Vacinam" planta (ISR)
Aplicação: TS/sulco
UMA aplicação = proteção 60-90 dias. Mas pra entender melhor, leia o artigo e escute o podcast!
Baseado em artigo científico - Journal of Pest Science 🔬🌱
Link: https://www.researchgate.net/publication/398958774_Fungal_endophytes_and_their_secondary_metabolites_for_crop_protection
Clique aqui e acesse todos os links do BioAgroTech: https://linktr.ee/bioagrotech?utm_source=linktree_profile_share<sid=2a7cd684-7967-480f-97cc-778dfee36c38
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Como saber se o inseto morreu por biológico?
Você aplicou Metarhizium. 7 dias depois, inseto morto. Mas não tem fungo verde. Funcionou?
Nesse episódio você aprende a identificar:
- Beauveria = micélio BRANCO (algodão)
- Metarhizium = micélio VERDE (mofo verde)
- Baculovírus = lagarta LIQUEFAZ (geleca)
- Bt = mais difícil de observar
E se não esporulou? Não significa que não funcionou. Clima seco (umidade <70% e alta temperatura) ou extremo frio impede esporulação.
Sinais visuais + teste do câmara úmida.
Salva pra consultar no campo! 🔬🌱
Link grupo VIP: https://repositorio.usp.br/item/003024772
Link dissertação de mestrado: https://repositorio.usp.br/item/003024772
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Bacillus methylotrophicus: o que você precisa saber.
Nesse episódio você vai aprender:
• Taxonomia (já foi considerado B. amyloliquefaciens)
• Principais cepas comerciais (CNCM I-5140, FZB24)
• Modo de ação (antibiose, competição, ISR, promoção de crescimento)
• Papers recentes publicados
Por que várias empresas estão lançando produtos com essa espécie? Aperta o play! 🔬🌱
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Biológicos no milho: protocolo completo do plantio à colheita.
Nesse episódio você vai aprender:
- Azospirillum para economia de N (até 30-40 kg/ha)
- Controle de lagarta-do-cartucho (Bt, Baculovírus)
- Manejo de cigarrinha e percevejo com Metarhizium e Beauveria
- Controle de doenças foliares (cercospora, ferrugem)
- Timing crítico, compatibilidade e erros comuns
Milho tem pressão de Spodoptera intensa. Biológicos entram como aliados no MIP.
Aperta o play! 🌽🌱
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Biológicos no Algodão: Protocolo Completo do Plantio à Colheita
Algodão é cultura de alta tecnologia com pressão intensa de pragas e doenças o ano todo. Manejo integrado com biológicos reduz custo, previne resistência e mantém produtividade.
Nesse episódio, você vai aprender:
🌱 PROTEÇÃO DESDE O PLANTIO
Como usar biológicos no tratamento de sementes e sulco pra proteger raiz e garantir stand inicial saudável.
🐛 CONTROLE DE PRAGAS-CHAVE
Bicudo, complexo de lagartas, mosca-branca. Quando aplicar, como integrar com químicos, timing crítico pra cada praga.
🍂 MANEJO DE DOENÇAS FOLIARES
Ramulária e outras doenças. Estratégia preventiva com biológicos. Como economizar aplicações químicas.
Aperta o play! 🌱
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