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  • Quando engravidou no ano passado, nossa apresentadora Thaís Manarini se deparou com muitas informações desencontradas sobre o parto. E com duas perguntas: por que o Brasil é um dos países com maior número de cesáreas? E por que há tantas queixas de violência obstétrica?

    Neste episódio, ela mescla sua experiência pessoal com o que há de ciência suja por trás desses pontos. E conta como o machismo e o modelo de negócio que envolve os partos inflam interesses que não tem nada a ver com o bem-estar da mãe e do bebê.

    Acesse o site do Ciência Suja para ter acesso ao conteúdo extra do episódio: https://www.cienciasuja.com.br/

    Toda a segunda temporada do podcast Ciência Suja tem o apoio do Instituto Serrapilheira, que promove a pesquisa e a divulgação científica nacional. Saiba mais em: https://serrapilheira.org/

    Playlist da hora do parto da Thaís: https://open.spotify.com/playlist/2hBGHWme2d1sxjsuVdeLxY?si=d1ffcf7f44ef46fa

    Playlist da golden hour (a primeira hora após o nascimento):

    https://open.spotify.com/playlist/5hnoLNY7rVIJnkEGU8yDKw?si=70b03f26d7ba4f0a

    Livros indicados (ao comprar no links abaixo, parte do dinheiro das vendas é destinado para o nosso podcast):

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  • De um lado, Eduardo Pazuello e Ricardo Salles eleitos. Do outro, Capitã Cloroquina e a médica do movimento antivacina de fora… O voto dos brasileiros no primeiro turno das eleições de 2022 levou em conta a ciência e as políticas públicas negacionistas que se multiplicaram nos últimos anos?

    Em um episódio especial, os diretores do Instituto Questão de Ciência (Natalia Pasternak, Marcelo Yamashita, Carlos Orsi e Paulo Almeida) respondem a essa pergunta sobre diferentes aspectos. E também apontam o que devemos fazer como sociedade para incluir mais a ciência nas decisões públicas e nas eleições que estão por vir.

    Esse mesacast é feito em parceria com o Observatório de Políticas Científicas, que tem o apoio do Instituto Serrapilheira. Ele disponibiliza dados públicos sobre ciência, acompanha projetos de lei na área e produz conteúdos que se aprofundam nos desafios de políticas públicas no país, entre outras atividades. Para saber mais, acesse: https://observatorio.iqc.org.br/

    Negacionismo & Desafios da Ciência, o livro mais recente de Carlos Orsi: https://amzn.to/3VgnbXQ

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  • Candidaturas negacionistas ameaçam o meio ambiente, a saúde e a própria democracia. E não faltam políticos com essa pegada.

    Neste episódio feito especialmente para as eleições de 2022, mergulhamos na ciência política e em fatos recentes para mostrar como populismo e negacionismo científico andam de mãos dadas. Jair Bolsonaro, Ricardo Salles, Capitã Cloroquina… entenda o que está por trás dessa onda de políticos que defendem as pseudociências.

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    Segundo episódio do podcast Tempo Quente, que fala do Evaristo de Miranda: https://open.spotify.com/episode/7AdCGFYysQRzOJTuiQj0nO?si=833gwQdISs-BZnNd28txRQ

    Reportagem do UOL, de autoria de Rubens Valente, sobre os efeitos do negacionismo promovido por Evaristo de Miranda: https://noticias.uol.com.br/colunas/rubens-valente/2022/01/25/estudo-controversias-falsas-politica-meio-ambiente.htm

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  • A homeopatia é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina como uma especialidade. Ela faz parte da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, do SUS. Ela é ensinada em algumas faculdades. E, ainda assim, não há qualquer comprovação científica de que ela funcione para além de um placebo.

    Neste episódio, a microbiologista Natalia Pasternak (IQC), o físico Marcelo Yamashita (IQC) e o químico Luiz Carlos Dias (Unicamp) discutem os riscos de seguirmos dando tanta bola para essa prática, que nega conhecimentos já clássicos da ciência – e que, sem eles, não teríamos criado vacinas ou enfrentado pandemias, por exemplo.

    Esse mesacast é feito em parceria com o Observatório de Políticas Científicas, que tem o apoio do Instituto Serrapilheira. Ele disponibiliza dados públicos sobre ciência, acompanha projetos de lei na área e produz conteúdos que se aprofundam nos desafios de políticas públicas no país, entre outras atividades. Para saber mais, acesse:

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  • Cientistas que precisam largar seus experimentos para fugir ou pegar em armas, cortes de financiamento, destruição de centros de pesquisa… A guerra na Ucrânia mostra como os conflitos armados sabotam a ciência. Ao mesmo tempo, essa e outras guerras também catalisaram descobertas e avanços científicos – embora de forma muitas vezes antiética.

    Neste episódio, mergulhamos na história de diferentes batalhas para apontar a relação delas com a ciência. E para discutir como isso tem a ver com os brasileiros.

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    Toda a segunda temporada tem o financiamento do Instituto Serrapilheira.

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  • Por trás das supostas boas intenções da constelação familiar está um método machista, homofóbico… e sem qualquer evidência científica de eficácia. Ainda assim, essa prática ganhou espaço no Judiciário brasileiro em diferentes instâncias – às vezes travestido sob o nome de direito sistêmico.

    No quarto mesacast em parceria com o Observatório de Políticas Científicas, do IQC, discutimos os riscos da constelação familiar, que também já ganhou acesso ao SUS. Nossos convidados são os advogados Mateus de França (IFESP) e Marina Guagliariello (UFRGS) e o jornalista Carlos Orsi (editor-chefe da Revista Questão de Ciência).

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  • A crise dos opioides dos Estados Unidos não é uma fatalidade: ela foi causada com base em muita ciência suja e um olhar para o dinheiro acima de tudo. Qual o risco de essa epidemia migrar para o Brasil?

    Para responder essa questão, resgatamos a história desse problema de saúde pública, que já matou mais de 600 mil pessoas só nos Estados Unidos. Uma coisa é certa: o braço internacional da farmacêutica que disparou a crise dos opioides já está no nosso país. E, pelo visto, está tentando repetir a estratégia que provocou tantos estragos na América do Norte.

    Materiais para se aprofundar:

    Livro Empire of Pain: https://amzn.to/3CKmKy2

    (ao comprar o livro, parte do valor é revertido para o Ciência Suja)

    Documentário O Crime do Século, da HBO: https://www.hbomax.com/br/pt/series/urn:hbo:series:GYFpkwAgST26nJQEAAACG

    Série Dopesick, da Star+

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  • Horários dos postos de saúde, falta de campanhas, percepção de risco reduzida, movimento antivacina… Há, hoje, diferentes razões que motivam as quedas sistemáticas nas taxas de imunização da população brasileira.

    Esse é o tema do terceiro mesacast em parceria com o Observatório de Políticas Científicas, do IQC. Os médicos Juarez Cunha, Renato Kfouri e Isabella Ballalai (todos da Sociedade Brasileira de Imunizações) e a microbiologista Natalia Pasternak, do IQC, revelam os desafios atuais para alcançar as metas de cobertura e para debelar o negacionismo – inclusive o que ocupa cargos públicos.

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  • A cobertura vacinal no Brasil para diferentes imunizantes já foi melhor. Mas se há um local onde as taxas estão críticas, é no Acre. Nossa equipe viajou até Rio Branco para entender o que está acontecendo e para contar como o movimento antivacina brasileiro está ressoando de lá para o resto do Brasil, estimulado por figuras já conhecidas do nosso podcast.

    Este episódio foi apurado e produzido em parceria com o Instituto Questão de Ciência.

    Leia a versão da reportagem em texto no site da Revista Questão de Ciência: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/dossie-questao/2022/08/18/o-ovo-da-serpente-raizes-do-movimento-antivacina-no-brasil

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    Um livro para se aprofundar no assunto:

    The Doctor Who Fooled The World (em inglês), de Brian Deer: https://amzn.to/3JVvpPQ

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  • Corpo especulado é uma série sobre a conflituosa e não tão científica relação entre a ciência e o corpo feminino, produzida em parceria pela revista AzMina e o podcast 37 Graus. Para escutar, procure Corpo especulado ou 37 Graus no seu tocador de podcast favorito.

  • O Legislativo, tanto por propor leis quanto pelo seu papel fiscalizador, exerce uma função essencial sobre o andamento e o desenvolvimento da ciência. Mas poucos são os deputados e os assessores acostumados a tomar decisões com base em evidências confiáveis – pelo contrário, muitas vezes é no Legislativo que certas pseudociências ganham corpo.

    No segundo mesacast em parceria com o Observatório de Políticas Científicas, do IQC, o psicólogo e advogado Paulo Almeida, o advogado constitucionalista Roberto Dias e o técnico legislativo Alexandre Cruvinel debatem os meandros das decisões tomadas no congresso, quando o assunto é ciência. Lobby, audiência pública, populismo pseudocientífico… Teve de tudo!

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  • Principalmente a partir da segunda metade do século 20, o criacionismo perdeu espaço nas escolas dos Estados Unidos. Para tentar reverter esse cenário, pesquisadores ligados a ideais religiosos mais fundamentalistas inventaram o tal design inteligente. Segunda eles, a Teoria da Evolução – uma das teorias com maior respaldo de evidências de diferentes campos, da arqueologia à genética – apresenta buracos que só poderiam ser preenchidos pela existência de um Ser Superior, ou um “designer inteligente”.

    Mas não: no segundo episódio da segunda temporada, expomos como esse criacionismo repaginado deturpa fatos científicos com o único objetivo de impor ideais fundamentalistas do Cristianismo e acabar com a laicidade do Estado – o que, paradoxalmente, ameaça justamente a tolerância religiosa. E, infelizmente, essa pseudociência parece ter terreno fértil no Brasil.

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    Livros para se aprofundar no assunto:

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  • Uma falsa cura do câncer chegou a virar lei no Brasil. Um parecer que defendia o fim da prescrição da cloroquina para pacientes com Covid-19 foi vetado pelo Ministério da Saúde. A constelação familiar se infiltrou no Judiciário brasileiro. Como evitar que charlatanices como essas virem políticas públicas? E, por outro lado, de que maneira incorporar as evidências científicas em diferentes setores e instâncias da administração pública?

    Na estreia da parceria entre o podcast Ciência Suja e o Observatório de Políticas Científicas do IQC, a microbiologista Natalia Pasternak, o psicólogo e advogado Paulo Almeida e a cientista política Natalia Koga (IPEA) discutem esses pontos e os passos que devemos trilhar para levar evidências científicas de qualidade para os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Sempre trazendo uns casos de ciência suja porque ninguém é de ferro.

    O Observatório de Políticas Científicas, que tem o apoio do Instituto Serrapilheira, disponibiliza dados públicos sobre ciência, acompanha projetos de lei na área e produz conteúdos que se aprofundam nos desafios de políticas públicas no país, entre outras atividades. Para saber mais, acesse: https://observatorio.iqc.org.br/

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    Esses mesacasts têm a produção da jornalista Clara Marques, com apoio da equipe do Instituto Questão de Ciência. Edição: Pedro Belo. Apresentação: Theo Ruprecht.

  • O que um médico especialista em emagrecimento de Brasília, uma empresa de tratamento para calvície dos Estados Unidos, uma família poderosa do Amazonas e uma farmacêutica chinesa sem produtos aprovados no mercado têm em comum? A vontade de promover mais uma droga "milagrosa" contra a Covid-19.

    No primeiro episódio da nova temporada do Ciência Suja, contamos a história da proxalutamida, um remédio experimental para câncer de próstata que foi testado irregularmente no país. Conversamos com médicos, pesquisadores, familiares de vítimas, jornalistas e viajamos para o norte do país para contar a história do estudo cheio de falhas suspeitas, que registrou o alarmante número de quase 200 mortes. Mais de um ano depois, a história segue sem explicações — e ninguém foi punido.

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  • Estamos de volta! A segunda temporada do Ciência Suja chega no dia 21 de julho com 7 novas histórias absurdas de mau uso da ciência pra contar - e o impacto delas na política. Quer saber mais? Ouça o trailer!

  • Depois de pouco mais de dois anos e 660 mil mortos na pandemia causada pelo vírus Sars-CoV-2, o Ministério da Saúde anunciou o fim da emergência em saúde pública de importância nacional. Apesar da alta taxa de vacinação e da queda no ritmo de transmissões, casos e mortes, a decisão do governo gerou preocupação entre epidemiologistas, virologistas, médicos e especialistas. Nesse último episódio da intertemporada, pretendemos responder uma pergunta importante: e aí, acabou a pandemia?

    Para isso, convidamos dois profissionais que acompanharam de perto a pandemia: o professor Julio Croda, infectologista que foi diretor do Departamento de Imunizações e Doenças Transmissíveis (DEIDT) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde de 2019 a 2020, e a epidemiologista Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo e presidente da Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose.

    A intertemporada do Ciência Suja tem o apoio da ACT - Promoção da Saúde.Livro para aprofundar o assunto (a cada compra na Amazon por este link, o Ciência Suja ganha uma porcentagem da venda que ajuda a manter nosso projeto de pé):Coronavírus: explorando a pandemia que mudou o mundo (Atila Iamarino e Sonia Lopes): https://amzn.to/3LpnGcJ

  • A ciência não está descolada do que acontece na sociedade. Se há machismo na sociedade, ele também se estende ao ambiente científico. Embora representem 33% de todos os pesquisadores do mundo, mulheres ocupam apenas 12% das academias nacionais de ciência. Elas também recebem apoios financeiros menores e têm carreiras mais breves.

    Neste episódio, a nossa apresentadora Thaís Manarini se junta à microbiologista Natalia Pasternak (IQC), à física Sonia Guimarães (ITA) e à jornalista Chloé Pinheiro (a nova integrante do @cienciasuja) para discutir o impacto do machismo na academia, na divulgação científica e nas próprias descobertas da ciência.

    A intertemporada do Ciência Suja tem o apoio da ACT - Promoção da Saúde

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    E leia também os livros escritos pela Natalia Pasternak:

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  • Pense em uma empresa que GANHA dinheiro de quem FORNECE um produto para ela e que, além de ainda poder VENDER esse produto, NÃO PAGA a equipe interna que realiza o controle de qualidade. Parece absurdo?! Pois é assim que funciona parte considerável do mercado de publicação de artigos científicos. Os pesquisadores muitas vezes pagam para poder publicar seus estudos em um periódico científico, que ainda vende a assinatura para os membros da comunidade científica. E quem faz a revisão dessas pesquisas (a chamada revisão por pares)? Via de regra, CIENTISTAS VOLUNTÁRIOS. Não é à toa que a Elsevier, uma das maiores editoras de periódicos científicos do mundo, registra margens de lucro entre 30 e 40%, com um faturamento anual de 17,9 bilhões de reais.

    Mas o problema é que esse modelo de negócio está prejudicando a ciência. Revistas predatórias vêm se multiplicando, pesquisadores estão ficando sem acesso a estudos ou não conseguem bancar a publicação de descobertas importantes… Neste episódio da intertemporada, trouxermos Altay de Souza (podcast Naruhodo), Carlos Orsi (Revista Questão de Ciência) e Helena Nader (Academia Brasileira de Ciências) para discutir esses assuntos e apontar soluções para o futuro.

    A intertemporada do Ciência Suja tem o apoio da ACT - Promoção da Saúde.

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    O Mundo Assombrado pelos Demônios (Carl Sagan): https://amzn.to/3IdcVIU

  • Diversionismo, lobby junto a políticos, publicidade tendenciosa… boa parte da indústria dos alimentos incorporou técnicas de negacionismo científico para continuar promovendo produtos que hoje são comprovadamente danosos para a saúde populacional. Sim, falaremos dos alimentos ultraprocessados, do que eles representam para a nossa saúde e quais as estratégias atuais de seus fabricantes para evitar tributações e outras regulações.

    No segundo episódio da intertemporada do Ciência Suja, participam da conversa a socióloga Paula Johns, do Comitê Gestor da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável e diretora geral da ACT - Promoção da Saúde; a nutricionista Laís Amaral, do Programa de Alimentos do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec); e a também nutricionista Luiza Antoniazzi, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da Universidade de São Paulo.

    Este episódio e a intertemporada do Ciência Suja têm o apoio da ACT - Promoção da Saúde.

    Dicas de leitura sobre o assunto (ao comprar pelos links abaixo, o Ciência Suja fica com uma porcentagem da venda que nos ajudar a manter o projeto de pé):

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  • Na década de 1990, vários documentos secretos da indústria do tabaco foram revelados. Eles mostravam como essas corporações agiam para deliberadamente distorcer a ciência e enganar a população – tudo para evitar maiores limitações aos seus produtos. Desde então, essas mesmas empresas vêm projetando uma imagem de que mudaram de atitude, mas isso é apenas uma fachada.

    Na estreia da nossa intertemporada, convidamos Stella Bialous (professora da Universidade da Califórnia em São Francisco/EUA), Mariana Pinho (coordenadora do Projeto Tabaco da ACT - Promoção da Saúde) e Silvana Turci (responsável pelo Observatório para o Monitoramento das Estratégias da Indústria do Tabaco) para um debate sobre as táticas atuais dessa indústria.

    Da lavoura aos laboratórios de pesquisa, passando pelo congresso nacional e pela pandemia de Covid-19, saiba o que a indústria do tabaco tem feito para evitar maiores regulações sobre produtos que, hoje, matam 8 milhões de pessoas ao ano. Essas estratégias, aliás, foram apontadas no Índice Global de Interferência da Indústria do Tabaco 2021 – e o Brasil caiu no ranking, infelizmente.

    Este episódio e a intertemporada do Ciência Suja têm o apoio da ACT - Promoção da Saúde.

    Leia a versão brasileira do Índice de Interferência da Indústria do Tabaco 2021: https://bit.ly/IndiceInterferencia2021

    Compre o livro Roucos e Sufocados, mencionado no episódio: https://amzn.to/3pShekI (ao comprar por esse link, o Ciência Suja fica com uma porcentagem que nos ajuda a manter o projeto de pé)

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