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  • A teoria quântica é uma das áreas mais estudadas da física, até por trazer conceitos complexos e contraintuitivos. Mas nenhuma dessas pesquisas chega perto de dizer que a quântica tem algo a ver com força do pensamento, telepatia ou algo do tipo.

    Ainda assim, o termo tem sido usado para justificar absurdos como cursos que fariam a pessoa ficar rica com “ajustes de mindset”, produtos que as que as livrariam da ansiedade e doenças, entre outras baboseiras. Cuidado!

    Neste episódio de mesacast que abre nossa pré-temporada de 2024, falamos sobre pseudociências que se valem dessa expressão – “teoria quântica” – para seguirem se propagando e enchendo os bolsos de algumas pessoas enquanto esvaziam os de outras.

    A conversa conta com as participações de Leonardo Guerini (matemático da UFSM), Gabriela Bailas (física e divulgadora científica) e Osvaldo Frota Pessoa Jr (físico e filósofo da USP).

    Este episódio da pré-temporada foi viabilizado pelo Sesc.

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  • Conhecimento científico e saberes tradicionais não são iguais – mas eles podem se aliar. E há exemplos disso, da agricultura à farmacologia. Mas até onde essa aliança vai? E a pseudociência pode se aproveitar desse debate?

    No episódio que encerra nossa temporada sobre colonialismo e racismo, trazemos casos dessa união de saberes e também desafios por trás dessa aproximação.

    Não deixe de ouvir e conte o que achou nas nossas redes!

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  • A ideia de um cientista à la Indiana Jones, que rouba artefatos e fósseis do local originário e ainda destrói boa parte do ambiente ao redor, não foi criada do nada. Por muito tempo, a arqueologia e a paleontologia tiveram praticamente só homens brancos liderando as pesquisas e as narrativas – enquanto pessoas de outras raças serviam só de guia, ou para oferecer uma aguinha naqueles ambientes inóspitos.

    Neste episódio, você vai entender por que os museus da Europa e dos Estados Unidos estão cheios de materiais arqueológicos valiosos de países colonizados. E também vai conhecer a dificuldade de pesquisadores do Sul Global em publicar artigos, principalmente se eles mexem com princípios do Norte Global. Sabe o caso do Ubirajara? Então…

    Essa temporada ainda terá mais um episódio, sobre a união entre saberes tradicionais e o conhecimento científico. Não deixe de ouvir e conte o que achou nas nossas redes!

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  • A inteligência artificial e todas as suas aplicações aparentam ser neutras – ora, uma máquina não pode ser preconceituosa. Acontece que, por trás dessa suposta imparcialidade, há diversos vieses discriminatórios, que ganharam o nome de racismo algorítmico.

    Neste episódio, o Ciência Suja revela como sistemas de computação podem ser sabotados pela discriminação, e o que pesquisadores do Brasil e do mundo estão tentando fazer para contornar esse cenário problemático.

    O relatório escrito por Pablo Nunes, e mencionado no episódio, pode ser acessado aqui: https://www.intercept.com.br/2019/11/21/presos-monitoramento-facial-brasil-negros/

    A gente tentou contato com a Clearview Brasil para entender melhor o negócio da empresa e suas operações no Brasil, mas não obteve retorno.

    Essa temporada terá mais dois episódios sobre o tema do colonialismo científico. Ainda vamos abordar o roubo de fósseis e a integração entre ciência e outros tipos de conhecimento.

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  • No Brasil, só 7,4% dos docentes de pós-graduação nas ciências biológicas, exatas e nas ciências das terras são pretos, pardos ou indígenas. Além de gerar desigualdade, essa falta de representatividade compromete a própria qualidade da produção científica.

    Neste episódio, o Ciência Suja vai falar sobre os motivos que tornaram o ambiente acadêmico pouco diverso, e também sobre como populações marginalizadas são subrepresentadas como voluntárias em diversas pesquisas, o que compromete até tratamentos médicos.

    Esta temporada terá mais três episódios que trarão o tema do colonialismo científico. Ainda vamos abordar tecnologias racistas, roubo de fósseis e como aliar conhecimentos científicos com os “tradicionais”.

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  • Uma das linhagens de célula mais usadas em pesquisas até hoje foi obtida ilegalmente de uma mulher negra com câncer. Amostras de sangue de indígenas foram vendidas sem autorização para fins de pesquisa. Homens e mulheres de populações marginalizadas foram usadas de cobaias para estudos sobre diferentes doenças e tratamentos.

    A ciência trouxe progressos incríveis para a sociedade, mas também foi afetada pelo racismo e pela falta de diversidade. No primeiro episódio da nossa temporada temática sobre colonialismo na ciência, vamos debater a ética na pesquisa científica e responder: para quem é a ciência?

    Esta temporada terá ainda mais quatro episódios que trarão o tema do colonialismo científico por diferentes ângulos. Entre eles: representatividade na ciência, tecnologias racistas, roubo de fósseis, apagamento de descobertas e como aliar conhecimentos científicos com os “tradicionais”.

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  • A quarta temporada do Ciência Suja estreia no dia 26 de outubro! Pela primeira vez, será uma temporada temática, com foco no colonialismo e no racismo na ciência. Ética, falta de representatividade, algoritmos racistas… Saiba mais no nosso trailer.

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  • Tem plástico na embalagem de alimentos, nos brinquedos de crianças, em copos descartáveis e até nas bitucas de cigarro. E, apesar da propaganda, a verdade é que os grandes produtores e as indústrias que mais usam plástico não estão adotando as melhores práticas para evitar que esse material se acumule e cause estragos ambientais graves.

    Neste episódio, vamos mostrar como há um discurso pseudocientífico por trás do abuso de plástico. E como a reciclagem, embora positiva, não dá conta do recado sozinha - nem de perto.

    O episódio conta com as participações de Paula Johns (diretora executiva da ACT - Promoção da Saúde), Ítalo Braga (oceanógrafo da Unifesp) e Vitor Pinheiro (do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

    A intertemporada de 2023 tem o apoio da ACT - Promoção da Saúde, que atua na defesa de políticas de saúde pública. O podcast Ciência Suja como um todo é financiado pelo Instituto Serrapilheira, que promove a ciência e a divulgação científica do Brasil.

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  • Se cada 10% dos hectares que cultivam folhas de tabaco produzissem vegetais diversos, poderíamos ter um acréscimo de 857,2 mil toneladas de alimentos para enfrentar a fome. Essa constatação de uma nota técnica da ONG ACT - Promoção da Saúde mostra a importância de debater o cultivo do fumo no Brasil, que ainda é associado a práticas que colocam em risco os agricultores.

    No quarto mesacast - o primeiro da intertemporada de 2023 -, especialistas revelam como a indústria do tabaco criou um contexto que favorece longas jornadas de trabalho e que dificulta a migração dos fumicultores para o cultivo de vegetais que ajudariam na alimentação da população brasileira. E que também se vale de ciência suja para justificar certas práticas. Outros fatores que emperram, no campo, o enfrentamento à insegurança alimentar serão discutidos.

    O episódio conta a nutricionista Nayara Cortes Rocha, o economista Valter Palmieri Jr (autor de uma nota técnica publicada pela ACT) e o engenheiro Marcelo Moreno (Fiocruz).

    A pré-temporada de 2023 tem o apoio da ACT - Promoção da Saúde, que atua na defesa de políticas de saúde pública. O podcast Ciência Suja como um todo é financiado pelo Instituto Serrapilheira, que promove a ciência e a divulgação científica do Brasil.

    A nota técnica da ACT - Promoção da Saúde: https://actbr.org.br/uploads/arquivos/Nota-Tecnica---Quanto-de-alimento-saudavel-poderia-ser-produzido-no-Brasil-se-diversificasse.pdf

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  • Óleo de coco para evitar a aids, dieta cetogênica para vencer o câncer, dióxido de cloro para tratar micose de unha e melanoma... Tem um médico no Brasil que fala esses e outros absurdos há décadas, e que também já estimulou, por meio de seus conteúdos, pessoas a abandonarem tratamentos consagrados pela ciência, inclusive para doenças graves.

    Seu nome é Lair Ribeiro – e ele faz dinheiro até hoje com cursos, livros e outros conteúdos que podem colocar a vida de brasileiros em risco. No último episódio da terceira temporada, traçamos o perfil desse médico, e mostramos como ele influencia negacionistas e desinformadores.

    Este episódio foi produzido com o apoio do programa Disarming Disinformation, do International Center for Journalists (ICFJ), e financiado pelo Instituto Serrapilheira. O Disarming Disinformation é um esforço global de três anos com financiamento principal do Scripps Howard Fund.

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  • De um lado, uma Guerra às Drogas que já dura décadas - e que só ajudou a atrasar pesquisas sobre efeitos da maconha e a prender e matar pessoas, principalmente as pobres e pretas. Do outro, uma onda de indicar substratos da cannabis para os mais variados fins terapêuticos, mesmo sem embasamento científico sólido em parte dos casos.

    O cenário sobre a maconha – tanto a medicinal quanto a para uso adulto – é o tema deste episódio, que recebeu uma bolsa da Fundação Gabo e da Open Society Foundations, como parte do Fundo de Investigações e Novas Narrativas sobre Drogas. Uma coisa é certa: a ciência e a ética precisam ser mais incluídas nos debates.

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  • Não que seja motivo para orgulho, mas o Brasil tem um negacionismo climático para chamar de seu. O que molda esse movimento verde-amarelo e no que ele consiste?

    A repórter Meghie Rodrigues e o climatologista Alexandre Araújo investigaram os principais atores do negacionismo climático brasileiro para contar essa história. De entidades que se popularizaram na ditadura – como a TFP – a setores da economia nacional, você vai entender quem coloca lenha na fogueira que está aquecendo o planeta.

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    Referências

    A “meada” do negacionismo climático e o impedimento da governamentalização ambiental no Brasil - Jean Carlos Hochsprung Miguel

    Revista Sociedade e Estado – Volume 37, Número 1, Janeiro/Abril 2022

    https://www.scielo.br/j/se/a/wCDHY4RdNWSBZC5m6Q7fpBx/?format=pdf&lang=pt

    O fabulador oculto - Bernardo Esteves

    Revista piauí, edição 174 - março de 2021

    https://piaui.folha.uol.com.br/materia/o-fabulador-oculto/

    Agronegócio banca palestras que espalham mito de que aquecimento global pelo homem é fraude - Juliana Gragnani

    BBC Brasil, 18 de novembro de 2021

    https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59310009

    Evaristo de Miranda, guru ambiental de Bolsonaro, se aposenta da Embrapa - Giovana Girardi

    Folha de São Paulo, 10 de janeiro de 2023

    https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2023/01/evaristo-de-miranda-guru-ambiental-de-bolsonaro-se-aposenta-da-embrapa.shtml

    Negacionismo climático cristão - Renan William dos Santos

    46° Encontro Anual da Anpocs - Campinas, 2022

    https://www.encontro2022.anpocs.com/arquivo/downloadpublic?q=YToyOntzOjY6InBhcmFtcyI7czozNToiYToxOntzOjEwOiJJRF9BUlFVSVZPIjtzOjQ6Ijk3NjgiO30iO3M6MToiaCI7czozMjoiMDc1MDY4OTZiZjUzNmEyODE4ZjdmMGI2NDQxYmE4M2EiO30%3D

  • A síndrome da alienação parental é reconhecidamente uma pseudociência. E pior: uma pseudociência com bases machistas e misóginas – e criada por um médico que fazia pouco caso da pedofilia. Ainda assim, ela embasou uma lei no Brasil, que está em vigor desde 2010 e já provocou uma série de estragos.

    Neste episódio produzido pela divulgadora científica Bibi Bailas, você vai conhecer os podres da síndrome da alienação parental, e como eles estão avançando sobre o Judiciário e as famílias brasileiras (em especial as mães e crianças).

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    A íntegra da nota técnica do CFP, de setembro de 2022: https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2022/08/SEI_CFP-0698871-Nota-Tecnica.pdf

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  • O crescimento exponencial de diagnóstico de transtornos psiquiátricos e o aumento na prescrição e venda de remédios para essas mesmas condições levantou o sinal de alerta: estamos hipermedicalizando o cérebro?

    Neste episódio, separamos os casos reais de transtornos daqueles que são resultado de conflitos de interesse, desvios do método científico e erros na prática clínica.

    O roteiro e a apuração dessa história são de Lívia Inácio, com supervisão da equipe do Ciência Suja.

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    REFERÊNCIAS

    Para se aprofundar no tema:

    Série

    Take Your Pills: https://www.netflix.com/br/title/80117831

    Livros

    Anatomia de uma Epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental, Robert Whitaker

    Fundamentos do Diagnóstico Psiquiátrico: Respondendo às Mudanças do DSM-5, Allen Frances

    Medicalização em Psiquiatria, Paulo Amarante

    The Emperor’s New Drugs: Exploding the Antidepressant Myth, Irving Kirsch

    Voltando ao Normal, Allen Frances

    Artigo

    Epidemia de doença mental, Márcia Angell, Revista Piauí https://piaui.folha.uol.com.br/materia/a-epidemia-de-doenca-mental/

    Caso esteja em sofrimento psíquico, não se medique sem prescrição médica. Busque ajuda especializada. Separamos abaixo alguns lugares onde é possível encontrar apoio.

    CAPSOs Centros de Atenção Psicossocial são unidades de apoio à saúde mental geridas pelo Sistema Único de Saúde e, portanto, são gratuitas. O tratamento oferecido nos CAPS leva em conta a história de cada sujeito e é multidisciplinar, ou seja, conta com psicólogos, psiquiatras, enfermeiros e outros diferentes profissionais. Você pode procurar a unidade mais próxima da sua casa.

    UBS

    As unidades básicas de saúde também podem ajudar. Mantidas pelo SUS, oferecem um atendimento que enxerga o usuário com base em seu contexto social, familiar e territorial. Busque a UBS mais próxima da sua casa.

    CVVDisponível 24 horas, o Centro de Valorização da Vida é um serviço telefônico prestado por voluntários que auxilia pessoas em sofrimento mental por meio da escuta. Você pode ligar para o número 188.

    PROFISSIONAIS

    Na iniciativa privada, você pode buscar por psicólogos, psiquiatras e outros profissionais habilitados a compreender e tratar sua condição. É aconselhável conhecer a abordagem de cada especialista e também seu histórico antes de agendar uma consulta.

  • No começo do século 20, um suposto tratamento para gerar vitalidade e bem-estar foi usado para “corrigir” supostos defeitos de minorias. Pessoas LGBTQI+, mulheres que não se enquadravam nos costumes da época e indivíduos pobres foram usados inclusive como cobaias de experimentos e cirurgias bizarras, que envolviam costurar genitais de macacos em humanos. Essa é a opoterapia (ou organoterapia), uma prática eugênica que infelizmente ganhou bastante espaço no Brasil.

    Nesse episódio, você vai ver como um legista brasileiro chegou a ser elogiado pelo ditador italiano fascista Benito Mussolini por causa da opoterapia. E onde essa mesma ciência desaguou nos dias de hoje.

    O roteiro e a apuração dessa história são de Isabela Lobato, com supervisão da equipe do Ciência Suja.

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  • O Brasil, que já foi referência mundial em vacinação, hoje está entre os dez países com mais crianças sem NENHUMA dose dos imunizantes infantis básicos, ao lado de Congo, Paquistão, Índia… Isso segundo a Organização Mundial da Saúde.

    No episódio de estreia da terceira temporada, investigamos redes profissionais de desinformação antivacina, com foco em um grupo específico, que ganhou palco durante a pandemia: o Médicos Pela Vida (MPV). Entre teorias de conspiração e vendas de passaporte vacinal falso, revelamos uma ligação clara entre antivaxxers e movimentos de extrema direita e até neonazistas.

    Este episódio faz parte de uma série de reportagens sobre a vacinação no Brasil apoiada pelo Pulitzer Center. O primeiro conteúdo especial sobre o assunto foi publicado na VEJA SAÚDE, da Editora Abril: https://saude.abril.com.br/medicina/a-batalha-pela-vacinacao/

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  • A terceira temporada do Ciência Suja chega no dia 27 de abril com histórias inacreditáveis de mau uso da ciência - com o pano de fundo da desinformação. Quer saber mais? Ouça o trailer!

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  • Estudos recentes corroboram que alimentos ultraprocessados estão relacionados a doenças, ao ponto de gerarem 57 mil mortes prematuras por ano no Brasil. Ainda assim, é mais barato comprar um refrigerante do que um suco integral. Por quê?

    Neste mesacast que fecha a pré-temporada de 2023, mostraremos como a indústria de ultraprocessados se vale de lobby, propaganda enganosa e má ciência para conquistar isenções tributárias e outras vantagens que barateiam seus produtos. Quem paga o preço? Os produtores de alimentos saudáveis, que são onerados além da conta, e a população, que precisa arcar com os subsídios e o impacto na saúde.

    O episódio conta com a engenheira química Marília Sobral Albiero, coordenadora do programa de Alimentação Saudável da ACT; Leandro Rezende, epidemiologista da Universidade Federal de São Paulo (a UNIFESP), e Eduardo Nilson, biólogo e pesquisador da Fiocruz. Ambos são do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo, mais conhecido como Nupens.

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    Referências do episódio

    https://www.fsp.usp.br/site/noticias/mostra/38818

    https://actbr.org.br/post/dossie-big-food-como-a-industria-interfere-em-politicas-de-alimentacao/19378/

    https://blog.actbr.org.br/noticias/dossie-big-food-revela-como-a-industria-atua-contra-politicas-de-alimentacao/3621

    https://actbr.org.br/uploads/arquivos/Tributacao-de-bebidas-adocadas-no-Brasil.pdf

  • Os aditivos ajudam a mascarar aromas ruins, a conferir sabores agradáveis ao cigarro e até a potencializar o efeito da nicotina. Em resumo, eles favorecem a dependência, principalmente de jovens (os vapes contêm aditivos aos montes). Apesar de a Anvisa ter criado uma regulamentação que proíbe o uso dessas substâncias em 2012, até hoje ela não foi implementada graças a jogadas políticas e jurídicas da indústria do tabaco.

    Neste mesacast, a advogada Adriana Carvalho, diretora jurídica da ACT - Promoção da Saúde, o biólogo André Silva, expert da OMS, e a epidemiologista Valeska Figueiredo, da Fiocruz, revelam a ciência suja dos aditivos usada pela Big Tobacco para promover seus produtos.

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