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Toda marca ocupa um espaço na cabeça do cliente, mesmo quando não escolhe conscientemente.
No episódio #303 do Foodness Talks, Rafael Cuba (@rafaelcubamancebo )mergulha em algo que parece óbvio, mas poucos negócios de alimentação fazem de verdade: definir o segmento de atuação, entender profundamente o público e construir um posicionamento claro. Isso não é exercício de marketing. É decisão estratégica.
A conversa passa pela armadilha de tentar vender pra todo mundo e como isso, na prática, significa não vender pra ninguém de verdade. Pelo processo de encontrar o recorte certo de público, seja por comportamento, hábito de consumo ou preço. E por como essas escolhas orientam tudo o que vem depois: os diferenciais do negócio, a comunicação, a experiência e a forma como a marca se apresenta, no digital e no mundo físico.
Porque antes de comunicar bem, é preciso saber exatamente pra quem você está falando.
Esse episódio é um oferecimento de @searafoodsolutions, @goomer_br e @rispostabr
E se quiser saber mais sobre o MAP, clica nesse link:
https://typebot.co/map-marketing-bx492nf
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Tudo começa com um sonho. A vontade de colocar talento e criatividade no mundo, de criar algo do zero, de transformar uma paixão em negócio.
Mas na prática, ter um restaurante é muito menos glamouroso do que qualquer um de nós imaginou. Tem uma hora em que o chef precisa virar dono de negócio e esse é um dos maiores desafios da jornada: deixar de fazer aquilo que te motivou a começar pra garantir que o que você construiu continue de pé.
No episódio #302 do Foodness Talks, Adriano de Laurentiis(@adrianodelaurentiis ), do Cais(@restaurantecais ) , fala sobre a diferença entre a coisa e a ideia da coisa. Sobre o dia a dia de negociação constante que ninguém conta quando você ainda está sonhando. Sobre o momento em que o negócio começa a se distanciar de quem você é e o que fazer quando isso acontece.
Uma conversa honesta sobre sonho, realidade e o que é preciso pra se reapaixonar pelo que você escolheu construir.
Esse episódio é um oferecimento de @searafoodsolutions, @goomer_br e @rispostabr
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Missing episodes?
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Crescer é o sonho de muita gente. Mas transformar um negócio em um modelo replicável vai muito além de abrir novas unidades.
Franquear exige método, processos, cultura, indicadores e, principalmente, clareza sobre o que realmente faz aquele negócio funcionar.
Porque antes de multiplicar lojas, é preciso multiplicar conhecimento. E é exatamente sobre isso que vamos falar hoje: como estruturar um negócio para crescer de forma organizada, sem perder essência, qualidade e aquilo que fez as pessoas se apaixonarem pela marca desde o começo.
Pra esse papo nossa convidada é a Roberta Khatib (@robertakhatib), da Dona Baunilha (@donabaunilhadoceria).Esse episódio é um oferecimento da @searafoodsolutions, @goomer_br e rispostabr
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O setor de bares e restaurantes está mudando e quem entende isso antes sai na frente.
No episódio #300 do Foodness Talks, Ricardo Garrido, da CiaTC, um dos nomes mais respeitados da cena de hospitalidade do Brasil, fala sobre o que está moldando o futuro do setor: novos perfis de consumo, operações mais inteligentes e uma relação diferente entre marca, gente e experiência.
A conversa passa por pontos que todo gestor precisa ter no radar. As pessoas estão fazendo curadoria de como saem e quando saem, querem uma experiência que justifique cada decisão. Isso exige restaurantes mais atentos, mais flexíveis e mais leves na operação, capazes de se adaptar sem perder identidade. Simplificação e eficiência não são sobre fazer menos, são sobre fazer o que realmente importa, com menos ruído e mais resultado.
E no centro de tudo isso, está gente. Investir em cultura e nas pessoas que fazem a experiência acontecer todos os dias continua sendo o movimento mais estratégico que um negócio de alimentação pode fazer, independente do quanto a tecnologia avance.
Esse espisódio é um oferecimento da @searafoodsolutions, @rispostabr e @goomer_br
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Todo mundo esperava que a NRA 2026 fosse o ano das grandes rupturas tecnológicas. O que a gente encontrou foi algo mais sofisticado e mais humano.
No episódio #299, a gente traz os principais aprendizados da maior feira de foodservice do mundo, A NRA Show em Chicago, com um olhar especial para o tema que dominou as palestras: inteligência artificial na prática, com resultado real, aplicada à operação de restaurantes.
O problema não é falta de dado, é falta de clareza. Sistemas isolados, relatórios conflitantes e análises lentas travam a tomada de decisão. A IA entra não pra gerar mais dados, mas pra transformar dado em ação. Relatórios automáticos, identificação de irregularidades e resumos executivos já são realidade e economizam horas por semana de gestão.
A decisão final é sempre do gestor. Todas as soluções de IA que passaram pela NRA apontam na mesma direção: a tecnologia organiza, aponta e acelera. Mas quem tem contexto, interpretação e visão do negócio é o humano. IA é conselheiro, não chefe.
Enxergar esse movimento e traduzir pro nosso mercado é exatamente o trabalho que a gente do Foodness foi fazer em Chicago, e isso só é possivel graças aos nossos parceiros @searafoodsolutions, @ifoodparaparceiros e @stone
E esse episódio é um oferecimento da @searafoodsolutions, @goomer_br e rispostabr -
Construir marca no delivery não é só sobre comunicação. É sobre modelo de negócio.
Nas plataformas, você compete por preço, velocidade e decisão rápida. Se não tem estratégia, você vira mais um na prateleira.
Marca forte no delivery vem de clareza: O que você vende, pra quem, com qual margem e com qual consistência.
Cardápio pensado, operação ajustada, precificação correta e posicionamento bem definido.
Porque no fim, não é sobre aparecer mais. É sobre ter um negócio que se sustenta e cresce saudável nesse formato e estrutura.
Bruno Kormes (@brkormes)- Papila Deli, (@papiladeli)conta da como começaram uma marca que virou referência no delivery.Esse episódio é um oferecimento de
@searafoodsolutions , @goomer_br e @rispostabr -
Crescer pode ter vários formatos.
Tem cozinha ociosa, equipe subutilizada, estrutura parada em alguns horários…E, mesmo assim, a primeira resposta ainda é “vamos abrir outra unidade”.
Otimizar a operação é enxergar melhor o que você já tem
e transformar capacidade ociosa em nova fonte de receita.
É abrir novas frentes com inteligência: novos canais, novos formatos, novos usos…
Sem necessariamente aumentar custo na mesma proporção.Porque no fim, não é sobre fazer mais.
É sobre fazer melhor com o que já está na sua mão e extrair o máximo da sua operação antes de sair expandindo.Nesse episódio conversamos com a Gisela Schmitt fundadora do Gastromar em Paraty.
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Crescer é fácil. Difícil é crescer sem se perder no caminho.
Porque expansão não é só abrir mais unidades , é garantir que o que fez seu negócio dar certo continue vivo, mesmo quando tudo não está mais no seu controle.
Valores não podem ficar no discurso.
Essência não pode depender da presença do dono.
E posicionamento não pode se diluir a cada nova casa.Expandir de verdade é transformar cultura em processo,
decisão em padrão e identidade em algo que escala.Mas o processo é desafiador e começa exigir novas habilidades dos fundadores e gestores.
Porque no fim, não é sobre quantas unidades você tem.
É sobre quantas delas continuam sendo, de fato, o seu negócio.E pra falar sobre os desafios dessa jornada de dar o proximo passo recebemos Gabi e Karina Barreto, do Futuro Refeitorio pro nosso episódio #296 do Foodness Talks.
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Tendências não surgem do nada. Elas começam em mercados mais maduros, ganham consistência, provam resultado e depois se espalham. O intervalo entre o que acontece lá fora e o que chega aqui é uma janela. E quem sabe usá-la sai na frente.
No episódio #295, a gente fala sobre como viajar é investimento pra construir repertório, como a cobertura da NRA, a maior feira de foodservice do mundo, em Chicago, com a Jessica Montes, Head de Marketing da Seara Food Solutions, pra traduzir o que está acontecendo de mais relevante no mundo e o que, de fato, faz sentido pro nosso mercado.
A gente fala sobre como ler tendências com método e não só com curiosidade, sobre o que observar numa feira pra além dos produtos e lançamentos, sobre como encurtar o caminho entre o que acontece lá fora e as decisões do seu negócio aqui.
Porque no fim do dia, não é sobre o que é novo. É sobre o que funcionae como aplicar isso na sua operação.
Esse episódio é um oferecimento da @searafoodsolutions, @goomer_br e @risposrabr
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Marketing que funciona não é só sobre atrair cliente.
É sobre sustentar o negócio.Estratégia sem operação alinhada vira promessa vazia.
E fornecedor mal gerido vira custo escondido.No fim, tá tudo conectado: o que você comunica, o que você entrega e com quem você constrói isso.
Gestão boa é quando essas três pontas conversam e fazem o resultado aparecer.
E pra gente falar disso no episódio de hoje Leo Spigariol, CEO da Artisano, fundador da agencia Vshhh e um dos especialistas que vai estar no MAP de MKT que acontece em Julho.
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No episódio de hoje, a gente vai falar sobre crescimento.
Expandir um negócio pode parecer o próximo passo natural, mas sem estrutura, clareza e processo, isso vira um dos caminhos mais rápidos pra perder dinheiro e qualidade.
Crescer exige organização, método e, principalmente, consciência do porquê expandir.
E hoje a gente vai explorar justamente isso: como começa o processo de expansão, o que sustenta esse crescimento e o que precisa estar pronto antes de dar o próximo passo.
E pra isso converso com Telma Shimizu do Aizome
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As novas escalas de trabalho do nosso segmento vem sendo cada vez mais discutidas e necessarias.
5x 2, 4x3 são viáveis? A verdade é que pra funcionar isso exige muito mais do que boa intenção, é preciso estratégia aplicada ao seu modelo de negócio.
E pra aprofundar nesse tema, a gente recebe a Isabela Raposeiras, do Coffee Lab que vem estudando e aplicando esse modelo na prática, trazendo uma visão realista sobre o que precisa acontecer pra viabilizar essa mudança sem comprometer o negócio.
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Marca não é só estética, nome bonito ou feed organizado. É percepção, consistência e, principalmente, a forma como o negócio se posiciona e entrega valor em cada detalhe.Recebemos pro nosso episodio #291 o Cadu Evangelisti sócio fundador do Brica , que vem construindo uma marca com personalidade, proposta clara e que traduz tudo isso através de experiência, produto e comunicação.
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O Food Hall não é uma praça de alimentação repaginada. É um modelo de negócio com lógica própria, desafios únicos e um potencial gigante pra quem entende como operá-lo com estratégia.
No episódio #290 do Foodness Talks, Gabriel Bereohff, diretor de operações do Mané Mercado, entra fundo em tudo que faz esse modelo funcionar na prática — e o que separa um Food Hall que encanta e funciona do que só ocupa espaço.
A gente fala sobre a ascensão desse modelo como tendência real de consumo e por que ele veio pra ficar, sobre como encantar o cliente vai muito além do cardápio e começa no treinamento do time, sobre o desafio de equalizar operações de cozinhas completamente diferentes dentro de um mesmo espaço e garantir que todos os operadores tenham resultado, e sobre tomar decisões com base no que o dado do cliente revela — não no que o time acha que tá funcionando.
É sobre como construir uma operação de alta performance que escala sem perder a conexão com o público. -
Uma das maiores vitórias de um fundador é quando a cultura deixa de ser algo escrito na parede e passa a ser o sistema de defesa e crescimento do próprio time. A gente acredita que a cultura não é um conceito abstrato, mas o alicerce que cria negócios economicamente sustentáveis.
No episódio #289 - Cultura Forte, negócio sustentável, conversamos com a Luana Sabino, chef fundadora dos restaurantes Metzi e Atzi em SP, que fala de como construiu um ambiente de cultura forte pra que ela pudesse se dedicar a estratégia da gestão. -
Um equipamento de ponta não vai salvar o seu resultado se você não souber o que fazer com ele. É bastante comum os negócios de alimentação investirem em equipamentos sem entender o contexto e o benefício real.
A tecnologia só impacta o resultado quando existe:
Alimentação de dados: a IA e os sistemas precisam de insumos reais para gerar inteligência.
Uso integral das funcionalidades: não adianta ter um forno de alta tecnologia se você só usa a função básica.
Alinhamento estratégico: você investe no que o seu negócio de fato precisa para escalar ou melhorar o produto final.
Inovação em A&B não é sobre ter o "gadget" do momento, é sobre ter o equipamento certo que, aliado a uma gestão técnica, transforma o seu processo em eficiência e o seu insumo em valor agregado.
No episódio de hoje, Sandro Giovanonne, fundador da Matura Meat, traz um choque de realidade: investir em tecnologia, seja uma câmara de dry age, um forno combinado ou inteligência artificial, exige maturidade de gestão, porque aí sim o investimento pode trazer resultado!
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Abrir uma nova linha de faturamento fora do salão parece tentador, mas o catering é um jogo muito mais de logistíca e planejamento do que só comida.
A diferença entre o caos e o lucro em um evento de grande porte está no processo anterior à entrega que tem muitas etapas:
Kits e Bags: Proteínas e molhos porcionados e prontos para a finalização técnica.
Temperatura Controlada: Uso de tecnologia (como termocirculadores) para garantir padronização em larga escala.
Hotboxes e Montagem: Uma estrutura onde o erro humano é minimizado pelo método.
Quando a produção está organizada e a logística dominada, o comercial ganha segurança para vender volumes que antes pareciam impossíveis. O catering não é uma extensão do restaurante; é uma unidade de negócio que exige gestão de fluxo.
Com logística controlada fica mais fácil planejar a escala. E trazer um faturamento que vai ser bonito de olhar na última linha do DRE!
Nesse episódio conversamos com o Onildo Rocha chef do Cozinha Roccia, em João Pessoa, do Abaru e do Notiê , no Espaço Priceless, em São Paulo, que conta pra gente a sua experiência de expandir do restaurante para os eventos. -
A administração vale 60% do negócio. Fácil.
O episódio de hoje traz uma reflexão incômoda, mas necessária para quem deseja escalar ou atrair investimento: a comida é o motivo que faz o cliente ir ao restaurante, mas a gestão é o que faz o negócio poder existir.
Quando fundos de investimento entram na jogada, a régua muda e os números passam a ser o guia pois eles são absolutos.
O erro de muitos chefs e donos de restaurante é focar 100% no produto e 0% na gestão do negócio.Se a comida é excepcional, mas o resto da operação é ineficiente, o cliente esquece o que comeu.
A experiência é um ecossistema: o serviço, o tempo, o ambiente, o administratitvo e o financeiro precisam estar em sintonia.
O restaurante que se torna um grande negócio é aquele que entende que a cozinha atrai, mas é a gestão estratégica que mantém as portas abertas e o investidor interessado. Sem gestão, a comida vira apenas um detalhe em um negócio fadado a ser esquecido.
Hoje conversamos com o André Mifano, chef fundador do Donna, que hoje atua muito mais como gestor. -
O tema de hoje nem sempre aparece no cardápio, mas sustenta tudo o que acontece dentro e fora da cozinha: ética.
E pra fazer um resumo simples: ética é o conjunto de princípios e valores que orientam nossas escolhas sobre o que é certo ou errado.E vamos abordar várias perpectivas: ética no jornalismo gastronômico, na forma como se critica, se recomenda e se influencia. Ética no uso dos ingredientes, da origem ao desperdício. Ética nas relações de trabalho, na valorização da mão de obra e no impacto social que cada operação gera.
E pra falar desse assunto com a gente, Luiza Fecarotta, jornalista especializada em gastronomia,curadora gastronômica e colaboradora em veículos como Valor Econômico, Paladar, no Estado de S.Paulo, e Revista Elle.
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Gestão tática de Marketing
No marketing de performance, o deu errado é apenas o primeiro passo do ajuste.Fazer a gestão tática de marketing em A&B não é sobre esperar por uma ideia genial que vai salvar o mês, mas sobre o rigor da troca e da repetição. Se um criativo não performou ou uma abordagem falhou, o jogo não acaba; ele recomeça com uma nova variável.
A performance voltada para o faturamento real exige resiliência tática. É desafiador? Sim. As ideias parecem esgotar? Frequentemente. Mas o diferencial de quem vende mais está na disciplina de:
Trocar o criativo: Testar novas linguagens visuais e ganchos;
Mudar a abordagem: Ajustar a oferta para entender o que o público realmente valoriza;
Cultura do 1% melhor a cada dia: Entender que a campanha de amanhã precisa performar um pouco melhor que a de hoje.
Marketing sem teste é palpite. Não adianta desistir no primeiro erro; a inteligência da campanha é construída justamente na análise do que não funcionou.
Nesse episódio conversamos com o Marcelo Cruz, sócio e Head Marketing do Foodness que conta pra gente como os ajustes rápidos são fundamentais pro sucesso das campanhas. - Show more