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  • Depois da derrota nas Copas de 50 e 54, autoridades do esporte concluem que o fracasso de nossa Seleção reside no fato dela ser “muito negra”. Mas em 58, o primeiro título da amarelinha vem justamente pelos pés de um menino preto. Um menino que ousou ser Rei.

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    FICHA TÉCNICA

    Pesquisa, roteiro e apresentação Thiago André

    Edição de Som: Caio Santos

    Desenho de Som: Janaína Oliveira

    Trilha Original: Jonatas Cristino

    Redes sociais e Gerência da comunidade: Carolina Ferreira

    Identidade Visual: Raimundo Britto

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    BIBLIOGRAFIA

    GUEDES, S.L. Que “povo brasileiro” no campo de futebol?. Revista Razón y Palabra, n.69, 2009.

    MENDES, Fábio. Campeões da Raça: os heróis negros da copa de 1958. São Paulo: Shuriken Produções, 2018. 272 p.

    SILVA, Ana Paula. Pelé e o complexo de vira-latas: discursos sobre raça e modernidade no Brasil. 217 f. 2008. Tese (Doutorado em Ciências Humanas – Antropologia Cultural) – Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008.

  • Mesmo sendo um homem de muitas vitórias Barbosa teve que lidar para o resto da vida com a culpa. A eterna culpa de ser um homem negro vivendo no Brasil.

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    Trilha Original: Jonatas Cristino

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    BIBLIOGRAFIA

    ABRAHÃO, Bruno Otávio de Lacerda; SOARES, Antônio Jorge. O que o brasileiro não esquece nem a tiro é o chamado frango de Barbosa: questões sobre o racismo no futebol brasileiro. Movimento, v. 15, n. 2, p. 13-31, abr./jun. 2009.

    MACIEL, Alexandre Vinicius Nicolino. Preto não traz confiança: Moacir Barbosa do Nascimento e a Síndrome de Goleiros negros no Brasil. Epígrafe, v. 9, n. 1, p. 83-101, 2020.

    MUYLAERT, Roberto. Barbosa: um gol que silencia o Brasil. 2ed. São Paulo: Bússola, 2013.

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  • Leônidas da Silva foi o primeiro grande ídolo da Seleção Brasileira. Desses que inspira o futebol das crianças, que vende camisa, brinquedo e vira enfeite de rua em época de Copa do Mundo. Ele chegou rápido ao topo do Mundo, mas jamais se esqueceu de onde veio.

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    BIBLIOGRAFIA

    RIBEIRO, André. Diamante eterno: biografia de Leônidas da Silva. São Paulo: Gryphus, 2000.

    ROCHA, Everardo; CORBO, William. O CRAQUE DA BOLA EO MUNDO DOS BENS: FUTEBOL E CONSUMO NA IMAGEM PÚBLICA DE LEÔNIDAS DA SILVA. Sociologia & Antropologia, v. 7, n. 3, p. 799-823, 2017.

    MACHADO, Felipe Morelli. REBELDIA OU RESISTÊNCIA? LEÔNIDAS DA SILVA O ‘DIAMANTE NEGRO’E O ‘TRIUNFO’DO FUTEBOL BRASILEIRO NA COPA DO MUNDO DE 1938. Projeto História: Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados de História, v. 38, 2009.

  • Jogadores negros já foram proibidos de vestir a camisa da seleção. Quando não puderam proibir, decidiram embranquecer. Quando não puderam embranquecer, fizeram de tudo para segregar. Quando não puderam segregar, fizeram de tudo para silenciar.

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    Pesquisa, roteiro e apresentação Thiago André

    Edição de Som: Caio Santos

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    BIBLIOGRAFIA

    Abrahão, B. O. D. L. & Soares, A. J. G. (2009). O elogio ao negro no espaço do futebol: entre a integração pós-escravidão e a manutenção das hierarquias sociais. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 30(2), 9-23.

    CURI, Martin. Arthur Friedenreich (1892–1969): a Brazilian biography. Soccer & Society, vol. 15, n. 1, p. 19-28, 2014.

    Filho, M. R. (1947/2003). O negro no futebol brasileiro. Rio de Janeiro: Mauad

    Santos, J. M. C. M. (2011). Rio de Janeiro e o campeonato sul-americano de futebol de 1919: “a América do Sul corre atrás de uma bola”. Materiales para la Historia del Deporte, 9, 82-102.

  • Todos sabem quem foi Leônidas da Silva, Domingos da Guia, Pelé, mas poucos saberiam dizer quais os nomes das mulheres negras que foram pioneiras no futebol feminino. Quando decidi pesquisar a trajetória das mulheres negras no futebol percebi que havia pouca coisa escrita sobre elas.

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    Pesquisa, roteiro e apresentação Thiago André

    Edição de Som: Caio Santos

    Sonorização: Janaína Oliveira

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  • Em um mundo de relações mediadas pela imagem é importante para o fortalecimento da comunidade negra olhar para si de maneira mais generosa. Mas não dá para fazer isso usando referências de beleza que não foram feitas para nós.

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    Participação: Raisa Inocêncio e Nathalia Grillo Cipriano

    Pesquisa, Roteiro e Edição de som: Thiago André

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    Fotografia da capa: Helen Salomão

    Arte Gráfica: Suzane Lopes / Movimento1989

    Trilha sonora: Blue Dot Sessions

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  • Depois do assassinato de Malcolm X, Martin Luther King carrega o fardo quase solitário de ser uma liderança negra global nos anos mais turbulentos da nação. Isso faz dele um alvo vulnerável, suscetível aos ataques do FBI.

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    Pessoal, olha essa oportunidade excelente para pessoas negras que ouvem o História Preta. Já estão abertas as inscrições para a segunda geração do programa de trainee Liderança Negra da Bayer. São vagas para diversas regiões do país com foco na inclusao e DESENVOLVIMENTO de uma nova geração de lideranças negras abrindo espaço para um ambiente cada vez mais plural e inovador.

    Esse é um programa pensado na história de pessoas. Pessoas reais, de origens diversas, que podem contribuir com um novo olhar para construção de um futuro com saúde para todos e fome para ninguém.

    Inscreva-se em ciadetalentos.com.br/traineeliderancanegra e torne-se a próxima liderança na Bayer.

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    Sonorização: Janaína Oliveira

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    BIBLIOGRAFIA

    CARSON, Clayborne (Org.). A Autobiografia de Martin Luther King Jr. Rio de Janeiro, Zahar, 2014.

    FARIA, J. P. M. O FBI de John Edgar Hoover: História e Historiografia. Anais do VI Encontro de Estudos dos Estados Unidos, 2019, pp. 39-56.

    GARROW, David J. The FBI and Martin Luther King, Jr. New York: Penguin Books, 1988.

    Martin Luther King Jr. FBI File

  • Depois de experimentar profundas transformações intelectuais e políticas, Malcolm X rompe com antigos aliados do passado e vislumbra um novo futuro. Mas irá pagar caro por isso.

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    BIBLIOGRAFIA

    CARSON, Clayborne. Malcolm X: The FBI File. New York: Skyhorse, 1991

    HALLEY, Alex e Malcolm X. The autobiography of Malcolm X. New York: Ballantine Books, 1987.HAMILTON
    MARABLE, Manning. Malcolm X: Uma Vida de Reinvenções. Companhia das Letras, 2013, Edição Kindle

  • Na Marcha sobre Washington Martin Luther King faz um discurso histórico e se consolida como símbolo de esperança. Para o FBI, ele deixa de ser apenas um pastor para se tornar o negro mais perigoso da América.

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    BIBLIOGRAFIA

    CARSON, Clayborne (Org.). A Autobiografia de Martin Luther King Jr. Rio de Janeiro, Zahar, 2014.

    FARIA, J. P. M. O FBI de John Edgar Hoover: História e Historiografia. Anais do VI Encontro de Estudos dos Estados Unidos, 2019, pp. 39-56.

    GARROW, David J. The FBI and Martin Luther King, Jr. New York: Penguin Books, 1988.

    Martin Luther King Jr. FBI File

  • Malcolm e Martin nunca se apresentaram como antagonistas. Mas à medida que ambos ficam mais conhecidos, a imprensa passa a instigar o conflito entre eles e o embate parece inevitável.

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    Você sabia que tem muita coisa que os livros de ciência não contaram para gente na escola sobre o corpo feminino? Aliás, você já parou pra pensar no que define um corpo feminino? Essa pergunta pode ser muito mais complexa do que parece. Acaba de estrear Corpo Especulado, uma série sobre a conflituosa e não tão científica relação entre ciência e o corpo feminino. No episódio mais recente, que é o segundo episódio, elas contam como um sujeito chamado J. Marion Sims, considerado “o pai da ginecologia moderna”, usou mulheres negras escravizadas como cobaias de seus questionáveis experimentos científicos. E também tentam desvendar onde estão as mulheres que contribuíram para a história da ginecologia.

    Corpo Especulado é um podcast feito por mulheres incríveis e é uma parceria entre o podcast 37 Graus e a revista AzMina. Ouça “Corpo Especulado” em todas as plataformas de áudio.

    OUÇA AGORA: https://pod.link/1637689025 e https://pod.link/1434967916

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    BIBLIOGRAFIA

    CARSON, Clayborne. Malcolm X: The FBI File. New York: Skyhorse, 1991

    HALLEY, Alex e Malcolm X. The autobiography of Malcolm X. New York: Ballantine Books, 1987.HAMILTON
    MARABLE, Manning. Malcolm X: Uma Vida de Reinvenções. Companhia das Letras, 2013, Edição Kindle

  • Depois de passar por uma série de violências raciais, Malcolm Little se converte ao Islã e dá seus primeiros passos como Malcolm X, uma das principais lideranças negras de seu tempo.

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    Corpo Especulado é um podcast feito por mulheres incríveis e é uma parceria entre o podcast 37 Graus e a revista AzMina. Ouça “Corpo Especulado” em todas as plataformas de áudio.

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    BIBLIOGRAFIA

    CARSON, Clayborne. Malcolm X: The FBI File. New York: Skyhorse, 1991

    HALLEY, Alex e Malcolm X. The autobiography of Malcolm X. New York: Ballantine Books, 1987.HAMILTON
    MARABLE, Manning. Malcolm X: Uma Vida de Reinvenções. Companhia das Letras, 2013, Edição Kindle

  • Quando uma mulher negra chamada Rosa Parks se recusou a dar seu lugar no ônibus para um homem branco, fez nascer uma das lideranças mais importantes do século 20.

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  • Entre os anos 50 e 60, os Estados Unidos experimentaram uma revolução racial. O debate em torno de raça se tornou uma questão urgente, mas um quebra cabeças de difícil solução. No âmago da nação emergiram duas lideranças negras de visões completamente distintas e conflitantes.

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    Se você curte o História Preta, vai gostar de ouvir o Projeto Querino - podcast documental apresentado pelo meu xará Tiago Rogero, produzido pela Rádio Novelo e apoiado pelo Instituto Ibirapitanga.

    O Projeto Querino é fruto de uma pesquisa histórica densa que explica a formação do Brasil a partir de um olhar afrocentrado. É um podcast para entender cada ponto da contribuição negra na formação do Brasil. Todos os oito episódios já estão disponíveis!

    Ouça o Projeto Querino em todas as plataformas de áudio digital e também no site projetoquerino.com.br

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    BIBLIOGRAFIA

    CARSON, Clayborne (Org.). A Autobiografia de Martin Luther King Jr. Rio de Janeiro, Zahar, 2014.

    FARIA, J. P. M. O FBI de John Edgar Hoover: História e Historiografia. Anais do VI Encontro de Estudos dos Estados Unidos, 2019, pp. 39-56.

    HALLEY, Alex e Malcolm X. The autobiography of Malcolm X. New York

    MARABLE, Manning. Malcolm X: Uma Vida de Reinvenções. Companhia das Letras, 2013, Edição Kindle

  • Entre os anos 50 e 60, os Estados Unidos experimentaram uma revolução racial. O debate em torno de raça se tornou uma questão urgente, mas um quebra cabeças de difícil solução.

    No âmago da nação emergiram duas lideranças negras de visões completamente distintas e conflitantes.

  • O História Preta nasceu para falar de nós, e não de mim. Mas hoje eu vou abrir uma exceção. Só dessa vez eu vou contar um pouco da minha história. Ela tem tudo a ver com o porque resolvi criar o História Preta, e do porque eu conto as histórias que conto.

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    CURSO

    Como criar boas histórias: técnicas narrativas para transformar fatos reais em histórias interessantes.

    No próximo mês, nos dias 16 e 17 de Julho, vou compartilhar as técnicas de contação de histórias que aprendi e apliquei nesse podcast que você está ouvindo. Vou abrir meus roteiros, e mostrar pra você como transformo histórias e acontecimentos reais e em uma narrativa atraente, cativante e interessantes para quem vai ouvir. Se você quer dar aulas melhores, expor boas apresentações ou fazer um podcast como esse aqui, clique no link GARANTIR MEU LUGAR

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    Pesquisa, Roteiro e Edição de som: Thiago André

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    Trilha sonora: Blue Dot Sessions e Epidemic Sound

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  • Depois de sobreviver à Ilha das Cobras, João Cândido é inocentado de seus crimes e expulso da Marinha. Agora precisa encontrar meios de viver com dignidade, mas longe do mar.

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    FICHA TÉCNICA

    Participação: Álvaro Pereira Nascimento, (Professor da UFRRJ e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq)

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    Bibliografia

    CARVALHO, J.M. 1998. Os bordados de João Candido. In J.M. Carvalho, ed. Pontos e Bordados: escritos de história e política Belo Horizonte: Editora da UFMG.

    MOREL, E. A revolta da chibata. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1986.

    NASCIMENTO, Á.P. JOÃO CÂNDIDO, O MESTRE SALA DOS MARES: TRABALHO E COTIDIANO NA VIDA MARÍTIMA DOS MARINHEIROS DA BELLE ÉPOQUE. Almanack, 2019.

    ----. Cidadania, cor e disciplina na revolta dos marinheiros de 1910. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008.

  • O Ministro da Marinha prepara uma manobra jurídica para punir marinheiros já perdoados. Prevendo o pior, fuzileiros e marinheiros da Ilha das Cobras articulam uma nova Revolta.

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    Acaba de chegar na nosso loja os produtos e camisetas da temporada "O Samba das Pretas"!

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    FICHA TÉCNICA

    Participação: Álvaro Pereira Nascimento, (Professor da UFRRJ e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq)

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    Bibliografia

    MOREL, E. A revolta da chibata. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1986.

    NASCIMENTO, Á.P. JOÃO CÂNDIDO, O MESTRE SALA DOS MARES: TRABALHO E COTIDIANO NA VIDA MARÍTIMA DOS MARINHEIROS DA BELLE ÉPOQUE. Almanack, 2019.

    ----. Cidadania, cor e disciplina na revolta dos marinheiros de 1910. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008.

  • Os marinheiros assumem o comando dos navios e a situação adversa faz de João Cândido o Almirante Negro. Mas sua experiência de homem do mar não poderia prever o revide preparado pelo governo.

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    Bibliografia

    MOREL, E. A revolta da chibata. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1986.

    NASCIMENTO, Á.P. JOÃO CÂNDIDO, O MESTRE SALA DOS MARES: TRABALHO E COTIDIANO NA VIDA MARÍTIMA DOS MARINHEIROS DA BELLE ÉPOQUE. Almanack, 2019.

    ----. Cidadania, cor e disciplina na revolta dos marinheiros de 1910. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008.

  • Cansados de serem ignorados em suas queixas, os marinheiros partem para ofensiva e aumentam o tom do discurso. Uma carta deixada debaixo da porta do comandante pode ser o sinal de algo muito pior.

    TRANSCRIÇÃO

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    FICHA TÉCNICA

    Participação: Álvaro Pereira Nascimento, (Professor da UFRRJ e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq)

    Pesquisa, Roteiro e Edição de som: Thiago André

    Redes sociais e Gerência da comunidade: Carolina Ferreira

    Identidade Visual: Raimundo Britto

    Trilha sonora: Blue Dot Sessions e Epidemic Sound

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    Bibliografia

    MOREL, E. A revolta da chibata. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1986.

    NASCIMENTO, Á.P. JOÃO CÂNDIDO, O MESTRE SALA DOS MARES: TRABALHO E COTIDIANO NA VIDA MARÍTIMA DOS MARINHEIROS DA BELLE ÉPOQUE. Almanack, 2019.

    ----. Cidadania, cor e disciplina na revolta dos marinheiros de 1910. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008.

  • O menino João Cândido é levado para a Marinha para ser corrigido e conhece a face mais cruel da caserna. Mas em uma viagem para Inglaterra, ele percebe que pode mudar o rumo daquela história.

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    LOJA

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    Pesquisa, Roteiro e Edição de som: Thiago André

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    Trilha sonora: Blue Dot Sessions e Epidemic Sound

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    Bibliografia

    ALMEIDA, S. C. P. Do marinheiro João Cândido ao Almirante Negro: conflitos memoriais na construção do herói de uma revolta centenária. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 31, n. 61, p. 61-84, 2011.

    LINS, Mônica Regina Ferreira. “Viveiros de homens do mar”: escolas de aprendizesmarinheiros e as experiências formativas na marinha militar no Rio de Janeiro. Tese (Doutorado) – Universidade Estadual do Estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Educação. 2012

    MOREL, E. A revolta da chibata. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1986.

    NASCIMENTO, Á.P. JOÃO CÂNDIDO, O MESTRE SALA DOS MARES: TRABALHO E COTIDIANO NA VIDA MARÍTIMA DOS MARINHEIROS DA BELLE ÉPOQUE. Almanack, p. 358-403, 2019.

    ----. Cidadania, cor e disciplina na revolta dos marinheiros de 1910. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008.

    SILVA, C. A. l. Os aspirantes e guardas-marinha do primeiro reinado: heranças e talentos na profissionalização nos quadros da marinha imperial. In: SIMPÓSIO Nacional DE História, 27., 2013, Natal. Anais... Natal: ANPUH, 2013