Episoder

  • Semana 61 é um episódio de extremos. Começamos com Weezer tentando algo novo no Red Album, acertando em partes. Passamos pelos australianos The Paper Kites, que fazem um folk íntimo perfeito pra dias nublados.

    No meio da semana, um dos maiores debuts da história do indie rock: Arctic Monkeys chegando com Whatever People Say I Am, That's What I'm Not e arrancando um 5 estrelas. Depois, Josh Garrels leva a gente numa jornada épica de mais de uma hora entre o folk, o hip-hop e o orquestral.

    E pra fechar, The Lone Bellow entregando outro 5 estrelas com soul, country e muita alegria genuína. Uma semana que vai de Sheffield a Muscle Shoals.

    Dá o play e vem ouvir com a gente.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Weezer (2008) The Red Album 💿 The Paper Kites (2013) States 💿 Arctic Monkeys (2006) Whatever People Say I Am, That's What I'm Not
    💿 Josh Garrels (2011) Love & War & The Sea In Between 💿 The Lone Bellow (2026) What a Time to Be Alive
    Discos escolhidos pra próxima semana: 💿 Colony House (2020) Leave What's Lost Behind 💿 Steven Curtis Chapman (1988) Real Life Conversations
    💿 Soulive (2018) Cinematics Vol. 1 💿 Soulive (2024) Cinematics Vol. 2
    💿 Mumford & Sons (2026) Prizefighter 💿 Bruno Mars (2026) The Romantic
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  • Tem discos que a gente volta por amor, mas tem discos que chegam sem avisar e te pegam de surpresa. Essa semana, os dois tipos dividiram o mesmo episódio, e a distância entre eles foi enorme.

    Petra chegou com Hope carregando mais de quarenta anos de história no rock cristão. A voz ainda é linda, o DNA da banda está lá, mas a sensação foi de uma visita afetiva a um lugar que não guarda mais a mesma eletricidade de antes. Uma boa lembrança, não uma urgência.

    Willowbank Grove surgiu sem que a gente soubesse o que esperar. The Masquerade é uma pancada de indie rock australiano. Potência, vocal feminino que vai fundo, produção que impressiona de verdade. A descoberta do tipo que faz questionar por que ainda não eram conhecidos antes.

    O Hot Fuss do The Killers é o disco que liga o rock dos anos 2000 a quem a gente era quando tudo isso ainda estava se formando, incluindo essa amizade. Reouvir é quase um ritual.

    E Switchfoot entregou interrobang, um disco que cansa antes de terminar. Melodias sem luz, escolhas que confundem, a sensação de que uma banda boa pode, sim, fazer algo muito ruim de verdade.

    Um episódio sobre o que resiste ao tempo. E o que aparece de surpresa pra substituir tudo o que a gente esperava.

    Dá o play e vem ouvir com a gente.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Petra (2026) Hope
    💿 Willowbank Grove (2024) The Masquerade
    💿 The Killers (2024) Hot Fuss
    💿 Switchfoot (2021) interrobang

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Weezer (2008) The Red Album
    💿 The Paper Kites (2013) States
    💿 Arctic Monkeys (2006) Whatever People Say I am, That’s What I’m Not
    💿 Josh Garrels (2011) Love & War & The Sea in Between
    💿 The Lone Bellow (2026) What a Time to Be Alive

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  • Manglende episoder?

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  • Depois de semanas sem episódio, a gente volta do jeito mais honesto possível: tentando decidir o que merece continuar tocando.

    Neste episódio, Felipe e Thiago encaram o desafio de montar seus Top 10 álbuns de 2025, mas sem a pretensão de cobrir “tudo que saiu”. Aqui entram apenas os discos que realmente ficaram — os que voltaram no play, os que criaram vínculo, os que sobreviveram ao tempo e ao pulo de faixa.

    Tem método, tem feeling, tem álbum que cresceu, outros que decepcionaram, menções honrosas e escolhas que dizem muito mais sobre a fase da vida do que sobre rankings.

    Aperta o play — e vê o que ainda faz sentido ouvir.

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Petra (2026) Hope
    💿 Willowbank Grove (2024) The Masquerade
    💿 The Killers (2004) Hot Fuss
    💿 Switchfoot (2021) interrobang

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  • O primeiro episódio do ano não chega com respostas prontas — chega com escuta, memória e contraste.

    No episódio 59, a gente atravessa quatro discos que falam de tempos diferentes, mas conversam entre si pela sensação que provocam. Do início dos anos 2000 até lançamentos recentes, este episódio é sobre revisitar, descobrir e entender por que certos sons continuam fazendo sentido.

    Começamos com Australia (2000), de Howie Day, um retrato muito específico do pop rock alternativo do começo do milênio — cheio de timbres, melodias e emoções que denunciam exatamente a década em que nasceu.

    Depois, entramos no clima setentista e confortável de Give Me All Your Love (2025), de Don West, um disco curto, elegante e fácil de ouvir, que mistura soul, R&B e funk com aquela sensação de som atemporal.

    O episódio também marca o reencontro com Andrew Bird, em Things Are Really Great Here, Sort Of… (2014) — um álbum mais íntimo, estranho em alguns momentos, menos imediato, mas que provoca reflexão e pede tempo para crescer no ouvido.

    Fechamos com Sonny Dread (2025), de Sonny Sandoval, um disco solo profundamente influenciado pelo reggae, mas que carrega identidade, fé, mensagens positivas e a mistura de estilos que sempre marcou sua trajetória.

    Entre notas, memórias, comparações e discordâncias saudáveis, o episódio 59 é sobre ouvir com calma, entender por que gostamos do que gostamos — e preparar o terreno para a grande retrospectiva musical de 2025.

    🎶 Dá o play e vem ouvir com a gente.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Howie Day (2000) Australia
    💿 Don West (2025) Give Me All Your Love
    💿 Andrew Bird (2014) Things Are Really Great Here, Sort Of…
    💿 Sonny Sandoval (2025) Sonny Dread

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  • No episódio #58 do Na Vibe do Disco, Felipe e Thiago mergulham numa overdose de discos natalinos, clássicos incontestáveis, álbuns espirituais, releituras inesperadas e algumas descobertas que ninguém estava preparado para ouvir.

    Tem trilha sonora introspectiva, tem voz que virou referência definitiva de Natal, tem worship na medida certa, tem jazz elegante, tem álbum feito inteiro por uma pessoa só — e tem aquele momento clássico em que a conversa descarrila completamente, porque já era pra ter parado de ouvir música de Natal… mas ninguém teve coragem.

    Entre notas máximas, memórias pessoais, ideias que talvez nunca saiam do papel e escolhas totalmente no escuro para o próximo episódio, esse programa é o retrato fiel de quando o Natal acaba, mas a vibe insiste em ficar.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Josh Garrels (2025) Forevergreen
    💿 Nat King Cole (1962) The Christmas Song
    💿 Frank Sinatra (1957) A Jolly Christmas from Frank Sinatra
    💿 For King & Country (2021) A Drummer Boy Christmas
    💿 Tom Chaplin (2017) Twelve Tales of Christmas
    💿 Lauren Daigle (2023) Behold - A Christmas Collection
    💿 Josh Wilson (2023) Behold - A Christmas Collection

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Howie Day (2000) Australia
    💿 Howie Day (2000) Australia
    💿 Andrew Bird (2014) Things Are Really Great Here, Sort Of…
    💿 Sonny Sandoval (2025) Sonny Dread

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  • O episódio 57 é um mergulho direto no espírito do Natal, mas não em uma versão só dele. Aqui, a música aparece como festa, como introspecção, como tradição e também como contraste.

    De um lado, a celebração coletiva e calorosa de Bryan Adams em A Great Big Holiday Jam, um disco feito de encontros, risadas e energia. Do outro, o recolhimento quase meditativo de Kevin Max em Winter Woods, onde a melancolia não pesa — ela aprofunda. No meio do caminho, Weezer entrega um disco que passa sem deixar muito rastro, enquanto Wilder Woods surge como um dos grandes destaques do episódio: música quente, viva, dessas que pedem replay.

    Fechando o clima natalino, Laufey prova que idade não define maturidade artística em A Very Laufey Holiday: jazz clássico, produção impecável e uma voz que parece ter atravessado décadas.

    Um episódio para ouvir sem pressa, como pede a época — deixando a música fazer o que ela sabe melhor: acompanhar.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Bryan Adams (2025) A Great Big Holiday Jam
    💿 Kevin Max (2022) Winter Woods
    💿 Weezer (2005) Make Believe
    💿 Wilder Woods (2019) Wilder Woods
    💿 Laufey (2025) A Very Laufey Holiday

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Josh Garrels (2025) Forevergreen
    💿 Nat King Cole (1962) The Christmas Song
    💿 Frank Sinatra (1957) A Jolly Christmas from Frank Sinatra
    💿 For King & Country (2021) A Drummer Boy Christmas
    💿 Tom Chaplin (2017) Twelve Tales of Christmas
    💿 Lauren Daigle (2023) Behold - A Christmas Collection
    💿 Josh Wilson (2023) Behold - A Christmas Collection

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  • No episódio 56, o Natal aparece em camadas. Começamos pelo conforto absoluto de The Andy Williams Christmas Album: um clássico que atravessa décadas sem perder calor, elegância ou propósito. Jazz de sala iluminada, tradição no melhor sentido da palavra — daquelas que não cansam.

    O caminho segue para a surpresa delicada de Full Rainbow of Light, de Tim Baker, um disco natalino original, introspectivo e corajoso, que troca grandiosidade por sentimento e ainda flerta com pequenas tensões que tornam tudo mais interessante. A energia muda mais uma vez com Space Girl, do Reliably Bad, um mergulho viciante em jazz, funk e soul — música viva, bem arranjada, feita para durar. E fechamos com a tradição ensolarada de this is our Christmas album, do Switchfoot: Natal na praia, leve, familiar, daqueles discos que já viraram ritual.

    Um episódio sobre aconchego, descoberta e repetição consciente. Porque às vezes a melhor forma de ouvir algo novo é saber exatamente o que você quer sentir.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Andy Williams (1963) The Andy Williams Christmas Album
    💿 Tim Baker (2025) Full Rainbow of Light (Deluxe Edition)
    💿 Reliably Bad (2021) Space Girl
    💿 Switchfoot (2022) this is our Christmas album

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Bryan Adams (2025) A Great Big Holiday Jam
    💿 Kevin Max (2022) Winter Woods
    💿 Weezer (2005) Make Believe
    💿 Wilder Woods (2019) Wilder Woods
    💿 Laufey (2025) A Very Laufey Holiday

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  • No episódio 55, a escuta é um exercício de retorno — a discos, a bandas e a impressões que mudam com o tempo.

    Colony House aparece mais seguro, mais definido, entregando um Alternative Pop Rock que parece ter encontrado o próprio lugar. Um disco direto, bem resolvido e fácil de manter por perto.

    Switchfoot entra como aquele caso clássico em que a gente precisa engolir o próprio julgamento inicial. Native Tongue não é perfeito, mas carrega alma, história e um Jon Foreman que ainda merece crédito.

    Andrew Bird, por sua vez, prova que alguns álbuns só se revelam na segunda (ou terceira) audição: Hark! deixa de soar estranho e vira tradição.

    E Rend Collective fecha o episódio com uma celebração natalina curta, calorosa e cheia de vida — daquelas que acabam rápido demais, mas deixam vontade de voltar.

    Um episódio sobre dar tempo ao som. E ser feliz estando errado.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Colony House (2017) Only The Lonely
    💿 Switchfoot (2019) Native Tongue
    💿 Andrew Bird (2020) Hark!
    💿 Rend Collective (2025) Christmas In Belfast

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Andy Williams (1963) The Andy Williams Christmas Album
    💿 Tim Baker (2025) Full Rainbow of Light (Deluxe Edition)
    💿 Reliably Bad (2021) Space Girl
    💿 Switchfoot (2022) this is our Christmas album

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  • Tem episódios que não pedem novidade, mas pedem aconchego.

    No #54, a conversa gira em torno de discos que fazem a música virar casa: obras que não surpreendem pelo choque, mas pela constância, pela identidade e pelo jeito como continuam funcionando ao longo do tempo.

    Josh Garrels reaparece com um disco que soa exatamente como esperávamos — e isso é um elogio. Brad Paisley entrega um álbum natalino cheio de personalidade, leveza e diversão, daqueles que aquecem o ambiente sem esforço. The Killers entra com um Natal fora do padrão, criativo e estranho na medida certa. E Couch surge como uma descoberta feliz: groove, soul e pop que dão vontade de ouvir em loop.

    Um episódio sobre confiar no play, relaxar as expectativas e deixar a música fazer o que ela sabe fazer melhor: acompanhar.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Josh Garrels (2025) Peace To All Who Enter Here
    💿 Brad Paisley (2025) Snow Globe Town
    💿 The Killers (2016) Don’t Waste Your Wishes
    💿 Couch (2025) Big Talk

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Colony House (2017) Only The Lonely
    💿 Switchfoot (2019) Native Tongue
    💿 Andrew Bird (2020) Hark!
    💿 Rend Collective (2025) Christmas In Belfast

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  • No episódio 53 mergulhamos em quatro mundos!

    O clima híbrido e 70s/80s/90s de White Lies — Night Light, a coleção-afetuosa de Chet Baker — Swimming by Moonlight, a força consistente do metal cristão em Demon Hunter — There Was A Light Here e a suavidade eterna de Josh Garrels — Peace To All Who Enter Here.

    Conversa solta, relatos profundos, surpresas (e uma worship-track que mexeu com a vibe) — perfeito pra quem gosta de se aprofundar sem perder leveza.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 White Lies (2025) Night Light
    💿 Chet Baker (2025) Swimming by Moonlight
    💿 Demon Hunter (2025) There Was A Light Here
    💿 Josh Garrels (2025) Peace To All Who Enter Here

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Josh Garrels (2025) Peace To All Who Enter Here
    💿 Brad Paisley (2025) Snow Globe Town
    💿 The Killers (2016) Don’t Waste Your Wishes
    💿 Couch (2025) Big Talk

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  • No episódio 43, caminhamos por quatro discos que puxam a corda da nossa sensibilidade em direções muito diferentes.

    Adrian Quesada reaparece com um déjà-vu latino que, apesar de bonito, não encontra novas cores — um espelho quase idêntico ao primeiro volume, incapaz de acender algo além da repetição. Já Gungor entrega um experimento inquieto, em que crise de fé, estranhamento e beleza dividem a mesma mesa. É um álbum que provoca, mas também escorrega; um balanço entre coragem, falha e louvor torto.

    Do outro lado, The Black Keys surgem com um trabalho curto, fresco e promissor — não arrebatador, mas capaz de lançar pequenas faíscas no ar, especialmente em Down to Nothing. E então chegam os California Honeydrops, abrindo a porta de um bar imaginário onde o tempo desacelera: blues quentinho, boas memórias, amigos por perto. Um disco tão íntegro e acolhedor que parece inventado pra ser vivido, não apenas ouvido.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Adrian Quesada (2025) Boleros Psicodélicos II
    💿 Gungor (2025) Magnificat
    💿 The Black Keys (2025) No Rain, No Flowers
    💿 The California Honeydrops (2025) Redwood Highway

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Switchfoot (2013) Fading West
    💿 The Black Keys (2025) No Rain, No Flowers
    💿 The California Honeydrops (2025) Redwood Highway
    💿 Gavin Castleton (2024) Pattern Breaker
    💿 Chevelle (2025) Bright as Blasphemy

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  • No episódio 42, caminhamos por paisagens sonoras que oscilam entre luz e neblina.

    Jacob Banks abre a porta com técnica impecável, mas cada passo seguinte parece perder cor — como um retrato bonito demais, porém distante demais. Em contraponto, Jeremie Albino surge como um sol quente de fim de tarde: blues oleoso, riffs que chamam pelo nome, um disco que vibra vida.

    E então Brandee Younger: uma harpista que não toca cordas, mas portais. Sua música respira espiritualidade, suspende o ar e leva a gente por caminhos de silêncio brilhante. Já Ryan Adams volta com um disco que abraça, mas repete demais — um eco longo em um corredor bonito, mas que a gente já conhece.

    Um episódio feito de atmosferas: o que aproxima, o que escapa, o que toca — e o que insiste em não tocar.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Jacob Banks (2025) The Book of Yonder
    💿 Jeremie Albino (2024) Our Time In The Sun
    💿 Brandee Younger (2025) Gadabout Season
    💿 Ryan Adams (2022) Romeo & Juliet

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Adrian Quesada (2025) Boleros Psicodélicos II
    💿 Gungor (2025) Magnificat
    💿 The Black Keys (2025) No Rain, No Flowers
    💿 The California Honeydrops (2025) Redwood Highway

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  • Alguns discos chegam como mar, outros como memória — e, neste episódio, passamos por todos eles.

    O Lonely Diamond, do Ocean Alley, acende luzes quentes com sua psicodelia suave e riffs que parecem caminhar devagar pelo horizonte. Já o Sounds of Salvation, do Christafari, traz o reggae como devoção em movimento, unindo groove, fé e arranjos que elevam o espírito.

    Na virada mais intensa, o Bush entrega, em I Beat Loneliness, um rock pesado e vulnerável, em que guitarras densas convivem com feridas abertas. E fechamos com Songs We Wish We Wrote, da Sammy Rae & The Friends, um álbum de covers transformado em celebração coletiva, cheio de frescor e alma. Quatro discos, quatro maneiras de buscar luz no meio do caos — cada um à sua maneira, todos muito vivos.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Ocean Alley (2020) Lonely Diamond
    💿 Christafari (2025) Sounds of Salvation
    💿 Bush (2025) I Beat Loneliness
    💿 Sammy Rae & The Friends (2025) Songs We Wish We Wrote

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Jacob Banks (2025) The Book of Yonder
    💿 Jeremie Albino (2024) Our Time In The Sun
    💿 Brandee Younger (2025) Gadabout Season
    💿 Ryan Adams (2022) Romeo & Juliet

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  • Quatro discos, quatro forças que esticam o ouvido e o imaginário, até onde a música encosta no infinito.

    Aqui, atravessamos discos que parecem existir em dimensões diferentes — e talvez seja justamente isso que os une. O jazz estelar do The Circling Sun nos lança para longe, como se ouvíssemos o espaço respirar. O blues de Bonamassa nos acolhe de volta, firme e quente, com solos que lembram que a tradição ainda pode soar fresca quando tocada com alma.

    Na curva seguinte, entramos nos boleros dramáticos de Adrian Quesada, um convite para revisitar sentimentos antigos, embalados por uma estética vintage, arranjos cinematográficos e corações que falam alto. E, quando parece que já vimos de tudo, surge o Polyphia com sua virtuosidade jovem e inquieta, transformando técnica em emoção e caos em beleza.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 The Circling Sun (2025) Orbits
    💿 Joe Bonamassa (2025) Breakthrough
    💿 Adrian Quesada (2022) Boleros Psicodélicos
    💿 Polyphia (2016) Renaissance

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Ocean Alley (2020) Lonely Diamond
    💿 Christafari (2025) Sounds of Salvation
    💿 Bush (2025) I Beat Loneliness
    💿 Sammy Rae & The Friends (2025) Songs We Wish We Wrote

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  • Neste episódio, o amadurecimento tem trilha sonora.

    Do conforto melódico do Who We Are do Lifehouse à alma em paz de Home do Josh Garrels, passando pelo groove cinematográfico do Superb do Surprise Chef e pela estranheza charmosa de Dancing, Alone do Ten Tonnes — o papo é sobre identidade, evolução e aquele ponto em que o som deixa de ser busca e vira espelho.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Lifehouse (2007) Who We Are
    💿 Ten Tonnes (2023) Dancing, Alone
    💿 Josh Garrels (2015) Home
    💿 Surprise Chef (2025) Superb
    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 The Circling Sun (2025) Orbits
    💿 Joe Bonamassa (2025) Breakthrough
    💿 Adrian Quesada (2022) Boleros Psicodélicos
    💿 Polyphia (2016) Renaissance

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  • Quando a fé encontra o amplificador, o resultado é pura catarse sonora. Neste episódio, viajamos pelos gritos redentores do Skeleton Psalms do Disciple, o groove celestial de Can’t Lose My (Soul) das poderosas Annie & The Caldwells, o caos expansivo do Be Here Now do Oasis, e a sinceridade visceral do You Build a Wall, I’ll Build a Ladder do Abandon Kansas.

    Entre riffs, preces e confissões, falamos sobre redenção, exagero e o tipo de fé que faz até o cético bater o pé no ritmo.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Disciple (2023) Skeleton Psalms
    💿 Annie & The Caldwells (2025) Can’t Lose My (Soul)
    💿 Oasis (1997) Be Here Now
    💿 Abandon Kansas (2007) You Build a Wall, I’ll Build a Ladder

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Lifehouse (2007) Who We Are
    💿 Ten Tonnes (2023) Dancing, Alone
    💿 Josh Garrels (2015) Home
    💿 Surprise Chef (2025) Superb

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  • Neste episódio, viajamos entre contrastes e retornos inesperados.

    O groove instrumental do Education & Recreation (Surprise Chef) traz elegância e ousadia, mas também uns mosquitos sonoros que dividem opiniões. Em seguida, embarcamos na jornada folk-pop do Are You Serious (Andrew Bird), onde cada disco é um voo diferente — e sempre certeiro. Depois, voltamos à Austrália com o psicodelismo delicioso de Chiaroscuro (Ocean Alley), uma receita que mistura sabores sem perder a base. E fechamos com a ressurreição roqueira de The Seventh Seal (Kutless), um retorno às raízes que reacende a paixão de adolescência.

    Quatro discos, quatro atmosferas distintas — entre luz e sombra, tradição e reinvenção.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Surprise Chef — Education & Recreation (2022)
    💿 Andrew Bird — Are You Serious (2016)
    💿 Ocean Alley — Chiaroscuro (2018)
    💿 Kutless — The Seventh Seal (2025)

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Disciple (2023) Skeleton Psalms
    💿 Annie & The Caldwells (2025) Can’t Lose My (Soul)
    💿 Oasis (1997) Be Here Now
    💿 Abandon Kansas (2007) You Build a Wall, I’ll Build a Ladder

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  • Do peso existencial de Vice Verses ao caos melódico de Morning Glory, da imersão instrumental do GoGo Penguin até a dor íntima de Chris, este episódio é um mergulho em quatro mundos musicais que se encontram na intensidade.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Switchfoot (2011) Vice Verses
    💿 Oasis (1995) (What’s The Story) Morning Glory?
    💿 GoGo Penguin (2025) Necessary Fictions
    💿 Ryan Adams (2022) Chris

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Surprise Chef (2022) Education & Recreation
    💿 Andrew Bird (2016) Are You Serious
    💿 Ocean Alley (2018) Chiaroscuro
    💿 Kutless (2025) The Seventh Seal

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  • Cada disco aqui constrói um universo: a saga espacial de Coheed, o labirinto confuso do Turnstile, os sonhos etéreos de Kate Bush, a ilha fantasma do King Gizzard e as paisagens suaves de Balthazar. São cidades invisíveis erguidas em som.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Coheed and Cambria (2002) The Second Stage Turbine Blade
    💿 Turnstile (2025) NEVER ENOUGH
    💿 Kate Bush (1985) Hounds of Love
    💿 King Gizzard & The Lizard Wizard (2025) Phantom Island
    💿 Balthazar (2021) Sand

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Switchfoot (2011) Vice Verses
    💿 Oasis (1995) (What’s The Story) Morning Glory?
    💿 GoGo Penguin (2025) Necessary Fictions
    💿 Ryan Adams (2022) Chris

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  • Neste episódio, percorremos caminhos bem diferentes — do indie inesperado de Bongo Chico, com sua melancolia que surpreende, ao reggae psicodélico e cheio de frescor do Ocean Alley, que mais uma vez nos conquista com sua originalidade.

    Também passamos pela sinceridade de Josh Kelley explorando o country de forma íntima e narrativa, e revisitamos o WALLS do Kings of Leon, um disco que soa mais orgânico e bem resolvido que seus sucessores.

    São sons que carregam contrastes: introspecção e alegria, raízes e experimentação, viagens e reencontros. Tudo isso costurado pelas nossas impressões pessoais e pelas histórias que cada álbum carrega.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Bongo Chico (2025) Bongo Chico
    💿 Ocean Alley (2016) Lost Tropics
    💿 Josh Kelley (2016) New Lane Road
    💿 Kings of Leon (2016) WALLS

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Coheed and Cambria (2002) The Second Stage Turbine Blade
    💿 Turnstile (2025) NEVER ENOUGH
    💿 Kate Bush (1985) Hounds of Love
    💿 King Gizzard & The Lizard Wizard (2025) Phantom Island
    💿 Balthazar (2021) Sand

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