Episodi
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O que significa dizer: "engravidei sem querer"?
Repetimos essa expressão como se ela fosse evidente, mas será que ela dá conta da complexidade do desejo?
Mãe do Caetano, Helen engravidou sem planejamento e sem saber se o pai assumiria a paternidade do filho. Voltou para Brasília, sua cidade natal, para dar à luz cercada por família e amigos e, apesar do próprio desconforto, incentivou a construção da relação entre pai e filho.
Desde o início da sua maternidade, Helen desafia ideias que costumamos tomar como naturais. Ela nos convida a perguntar: como a sociedade olha para a vida amorosa e a sexualidade de uma mulher que cria um filho sozinha?
Neste novo episódio de Maternidade e Separação, falamos sobre os preconceitos que cercam as mães solo, sobre namorar durante a gravidez, sobre o trabalho psíquico de tornar-se mãe e sobre como as relações também podem se transformar com o tempo, a ponto de, hoje, Helen viver uma guarda quase compartilhada do filho.
Obrigada, Helen, por denunciar os estereótipos e as expectativas que ainda recaem sobre as mães solo.
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Há poucos dados específicos sobre separação no primeiro ano de vida de uma criança, apenas um estudo britânico indicando que um quinto dos casais se separariam durante essa fase.
Quando Antônio tinha oito meses, Tarsila ouviu do marido que estava infeliz e queria encerrar o casamento. Um choque para ela, que carregava uma certa ideia de casamento marcada pela tradição e pela idealização. Tarsila viveu o luto de uma relação de nove anos ao mesmo tempo em que atravessava o puerpério e enfrentava o preconceito e os julgamentos que recaem sobre mulheres divorciadas.
Neste episódio do quadro Maternidade e Separação, Tarsila conta sobre o parto prematuro de Antônio, o impacto da separação, o papel dos amigos nesse período e o processo de tomada de consciência que se abriu quando o casamento se desfez. Hoje, ela fala nas redes sociais sobre o machismo e incentiva as mulheres a poderem desejar mais e melhor para si mesmas.
Obrigada, Tarsila, por falar sem tabu do divórcio e compartilhar conosco a sua transformação.
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Episodi mancanti?
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A experiência da gravidez é imediatamente corporal: a barriga cresce, os seios se enchem, os quilos se acumulam e o corpo passa a ocupar mais espaço.
Mas como viver a gestação quando se é uma mulher que passou a vida tentando emagrecer?
Sussuca sempre teve uma relação difícil com o próprio corpo. Na gravidez, não gostava do que via no espelho, evitava fotografias e acompanhava cada transformação com desconforto. Ela conta aqui a cesárea do seu primeiro filho, que a deixou sozinha diante da dor e de uma pergunta insistente: o que vai sobrar do meu corpo?
Sussuca relata esse corpo dolorido, que dificultava o contato com o filho; os seios, que já não lhe pertenciam mais; e, mais de uma década depois, um segundo parto, no qual conseguiu segurar e acolher o seu bebê. Dessa vez, o corpo fragmentado, reduzido às suas funções, pôde se unificar. Como se algo tivesse se deslocado e permitido habitar o corpo de outra maneira. Como compreender isso? Talvez porque, para algumas mulheres, o contato inicial com o bebê seja uma etapa iniciática: um corpo a corpo inaugural, um encontro físico e psíquico a partir do qual mãe e bebê vão, pouco a pouco, se reconhecer como seres separados.
Com Sussuca, falamos da maternidade solo, da carreira que construiu e do casamento com o pai do seu segundo filho, um homem doze anos mais jovem.
Obrigada, Sussuca, por compartilhar conosco o seu caminho de unificação.
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Muitas mulheres temem que a maternidade lhes tire a liberdade e dificulte a construção de uma carreira. Mas e se, para algumas, ela fosse justamente o impulso que faltava?
Marília é casada com um diplomata e mãe da Pina, que nasceu em Tel Aviv há seis anos. Desde então, a família já passou por São Paulo, Brasília, Orlando e agora, Londres. Foram seis escolas para Pina e quase seis vidas para Marília.
Marília fala aqui da gestação em Jerusalém, das mudanças e conta como nunca deixou de perseguir o seu desejo mais íntimo.
Movida pelo modelo de mãe que queria ser, Marília voltou a atuar e abriu a livraria Plato, em Brasília — uma cidade que não era dela nem do marido, mas que viria a se tornar o ponto de retorno da família.
Com muita honestidade sobre suas escolhas, ela fala da vida dividida entre Brasília e Londres, onde hoje vivem o marido e a filha.
Assim, longe de afastá-la da realização pessoal, a maternidade lhe deu chão e abriu caminhos. Como entender isso?
Talvez porque para se tornar quem se é, é preciso antes se autorizar. E, para algumas mulheres, a maternidade pode ser justamente essa autorização fundamental: aquela a partir da qual todo o resto começa a fluir.
Obrigada, Marília, por nos lembrar que não existe uma única forma de ser mãe e que cada mulher inventa o seu próprio caminho.
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Sabemos que a maternidade implica uma passagem de geração: a filha se torna mãe, a mãe se torna avó. Com essa mudança, surge também a consciência do envelhecimento dos pais e da nossa própria finitude. Algo se perde para que outra coisa possa nascer.
Mas o que acontece quando essa perda não é somente simbólica? Como viver o luto da mãe enquanto nos tornamos mães?
Um ano e meio após sua primeira passagem na Onda, Luiza voltou para compartilhar a sua experiência. Ela relata a descoberta do câncer da mãe e como foi incentivada por ela a seguir com o processo de fertilização in vitro. Às 25 semanas de gestação, Luiza perdeu a mãe.
Ela fala aqui do luto, da placenta prévia, da hemorragia que levou ao nascimento prematuro de Sofia e dos dias vividos na UTI neonatal.
Obrigada, Lu, por sua confiança e generosidade ao compartilhar seus primeiros momentos como mãe.
Vida longa à Sofia.
Dedicamos este episódio à memória de Claudia.
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Quando Eva, a filha dos meus amigos Chrissie e Tobias, nasceu, em agosto de 2025, tive a ideia de registrar os seus primeiros momentos de vida.
Íamos gravar por mensagens de áudio, para não atrapalhar essa fase de descoberta familiar.
Falamos entre agosto e novembro e, depois, pausamos. O puerpério é assim: pede um outro tempo.
Retomamos a conversa em maio e a concluímos então.
Eis a nossa conversa a três vozes: a da Chris, poética e metafórica; a do Tobias, sensível e respeitosa; e a minha, interrogativa.
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Talvez tudo aquilo que hoje se sabe sobre a maternidade possa trazer a sensação de que ela é uma experiência de controle. Planejar a gravidez, escolher embriões, prevenir os riscos. Mas felizmente algo escapa.
Bianca conta como viveu a gravidez em meio à pandemia, enquanto acompanhava o adoecimento da sua cachorra, que considerava como uma filha. Ela fala dos ultrassons feitos sozinha, do medo de sofrer no parto e da descoberta da sua própria capacidade de parir.
Militar da Marinha, Bianca também relata o confronto entre as exigências da instituição e o seu desejo de amamentar a filha sem abrir mão das madrugadas com ela.
Obrigada, Bianca, por mostrar que perder o controle não significa perder a si mesma.
Gravamos à distância, entre São Paulo e Rio de Janeiro.
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Continuamos o relato da Adrielly, que conta a luta pela saúde da Tayná, sua morte em julho de 2023, o luto que seguiu e o nascimento da Cecília.
Obrigada, Adrielly, pela delicadeza e pela honestidade do seu relato.
🚨: este relato contém menções à morte de uma criança e ao luto parental.
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Se tem uma questão que as mães se perguntam é: como sobreviver à morte de um filho? Como é esse luto?
Mãe de cinco filhos, Adrielly vive sem sua filha Tayná, que morreu aos 4 anos, em 2023.
Ela conta aqui seus diferentes partos, as gestações que não desejava naquele momento, o cansaço materno e a realidade obstétrica no SUS.
Com ela, falamos da culpa materna e do diagnóstico de cardiopatia congênita da Tayná.
Essa é a primeira parte do relato da Adrielly.
🚨: este relato contém menções à morte de uma criança e ao luto parental.
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Semana passada, gravamos um episódio com plateia na Casa Cosmos, livraria infantil na Vila Madalena, em São Paulo.
Escolhemos falar da matrescência : da transformação e da metamorfose que a maternidade implica a partir do livro Matrescência, da Lucy Jones, publicado pela editora Fósforo.
Convidei cinco mulheres que já passaram pelo podcast — Laura Capanema, Paola Deodoro, Jessica Nolte, Mariana Torres e Maria Carolina Casati. E essa conversa foi o resultado.
Neste mês das mães, faço o voto de que as mães sejam mais escutadas,que possamos deixá-las se desorganizarem na matrescência, sem patologizar essa experiência, é abrindo espaço para falar do que há de bonito e também do que não é.
Para quem quiser se aprofundar, temos um cupom de 30% na compra do livro Matrescência, da Lucy Jones:
ONDA30
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Como é a passagem de filha para mãe?E o que pode ser dolorido nesse processo de transformação física e psíquica? Como essa metamorfose se dá quando você mesma foi uma criança adotiva?
Mari é mãe do Tom e do João e filha de uma mãe adotiva que também foi adotada.
Ela fala aqui das suas gestações, da idealização do parto, da agitação do puerpério, da hiperêmese, da proximidade da morte e da dificuldade para amamentar. Ela relata o corpo em expansão e um novo modo de estar no mundo depois do nascimento. Mas, afinal, quem nasceu nesses partos?
No relato da Mari, gravidez e parto aparecem como ritos de passagem, momentos em que a mulher renasce junto com seus filhos.E isso, às vezes, dói. Por quê? O que faz sofrer?
É o corpo, a psique, o passado que retorna, as expectativas sociais e, sobretudo, a falha da linguagem para dar conta da profundidade dessa metamorfose.
Obrigada, Mari, por dar palavras ao que, por um tempo, não pôde ser dito.
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O que fazer quando o bebê não vem? Qual é o custo de renunciar à maternidade?
Depois de seis anos tentando engravidar, Andréia ouviu de um médico que nunca poderia gestar naturalmente. Casada com um pastor, ela perguntou a Deus: “onde estou errando?” Então, como é viver a infertilidade dentro da igreja evangélica?
Andréia conta aqui como essa experiência afetou a vida do casal e como enfrentou o olhar machista da sociedade. Ela relata a depressão e o socorro da fé e da psicanálise.
Com ela, falamos de planos contrariados e do seu novo papel de testemunha.
Obrigada, Andréia, por nos lembrar que é preciso esperar vivendo e não viver esperando.
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O que é o desejo materno? Como entender esse desejo tão particular de ter um filho?
Bárbara é mãe de uma menina de 1 ano e 8 meses, que ela teve sozinha. O desejo de maternidade existia, mas não o parceiro. Então, ela construiu o próprio caminho. Chegou a cogitar ter um filho com um amigo, até escolher a produção independente. Queria gestar, viver no corpo a experiência de sentir um filho crescer dentro de si.
Ela conta aqui a infância, o processo de escolha de um doador, as FIVs, a perda e, depois, a depressão no primeiro ano após o parto.
Com ela, falamos de força feminina, da mãe imperfeita e do estranhamento de si.
Obrigada, Bárbara, por lembrar que o cuidado com a saúde mental não vem depois da maternidade: ele é condição para responder ao que ela exige.
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Existe uma série de tiranias sobre a maternidade: ter parto normal, amamentar (e gostar), estar sempre disponível, se sentir plena na gravidez, morrer de amor assim que o filho nasce. Mas e quando nem tudo isso acontece?
Manuela tem 34 anos e é mãe de Flora e Francisco. Ela conta aqui o que essas expectativas e preconceitos produzem no corpo e na mente.
Com ela, falamos de cesárea, de baby blues, de culpa materna e do momento em que decidiu buscar ajuda. A força da Manuela está em não se conformar ao mal-estar: ela não hesitou — ligou para o analista, tomou medicação, se cuidou.
Vale reafirmar: cuidar da sua saúde mental no pós-parto não é fraqueza, nem resultado de uma falta de amor. A maternidade é uma experiência de intensidade fora do comum, uma verdadeira rearticulação psíquica. E, por isso, o baby blues e a depressão puerperal precisam ser levados a sério.
Obrigada, Manuela, pela coragem do seu relato.
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Já ouviu falar de uma complicação grave na gestação chamada placenta prévia acreta?
É uma condição rara, mas que pode trazer riscos importantes, como hemorragias graves ; uma condição que pode colocar a vida da mãe em risco.
Helena já era mãe da Dora, de 10 anos, quando descobriu que estava grávida do José e que a gestação seria marcada por essa complicação.
Ela conta aqui o medo de morrer, como lidou com a angústia e como precisou preparar a filha para a delicada cesária.
“Por que comigo? O que eu preciso aprender com isso?” foram as perguntas que a acompanharam durante a gestação.
Com ela, falamos de violência obstétrica, de anestesia, de cesárea programada e dos ensinamentos que a maternidade lhe trouxe.
Obrigada, Helena, por compartilhar um relato de esperança.
Um relato de algo que deu certo.
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O que a sua relação com a amamentação diz sobre você?
Betina tem 34 anos, construiu uma carreira no mercado financeiro e é ativa nas redes sociais, onde fala de ações e de maternidade.
Hoje, ela é mãe do Francisco, de 8 meses. O início da sua maternidade foi marcado por uma luta intensa pela amamentação.
Dores, sangue, hiperlactação, infecções, freio de língua, bomba, fono, Betina tentou de tudo para amamentar seu filho, e conseguiu.
Mas fica a pergunta: o que está em jogo para uma nova mãe nesse ato? Até onde insistir? Qual é o limite?
Com ela, falamos sobre a cesárea, os desafios da amamentação e a presença das mulheres no mercado financeiro.
Obrigada, Betina, pela transparência do seu relato.
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Essa é uma história de quem se deixa surpreender pela vida.
De quem confia na vida e na alegria que ela pode trazer.Agtha e Jonathan queriam ter um filho por adoção. Entraram na fila e Agtha engravidou do Theodoro.
Quando o menino fez um ano, o casal decidiu abrir os critérios da adoção e passar a aceitar também crianças com deficiência intelectual.
Seis meses depois, veio a ligação: havia um bebê de apenas dois meses, com síndrome de Down, esperando por uma família.
Assim chegou o Dom.
Mas a vida reservava outra surpresa: três dias depois de levar o Dom para casa, Agtha descobriu que estava grávida.
E assim nasceu Elisa.Pela primeira vez, entrevistei os dois pais, improvisando um microfone para o Jonathan.
Com eles, falamos da importância da adoção nas suas vidas, do parto domiciliar da Elisa e do amor pelos filhos.
Obrigada, Agtha e Jonathan, pela generosidade de compartilharem sua história.
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Paula tem 46 anos e dois filhos: Raul e Liz.Mas o caminho até eles foi tudo menos comum.
Depois de várias tentativas de reprodução assistida que não deram certo, Paula, que estava na fila de adoção, recebeu uma mensagem espiritual: um menino pedia para os pais esperarem por ele e pela irmãzinha.
Paula decidiu ouvir esse chamado e começou a procurar por seus filhos de outra forma.Foi assim que chegou até um quarteto de irmãos, separados no abrigo, e que acabou adotando a fratria junto com outro casal.
Com ela, falamos sobre espiritismo, sobre as belezas e as dores da adoção, e sobre como manter a relação fraterna entre filhos que vivem em duas famílias diferentes.
Obrigada, Paula, por mostrar que não existe um único jeito de ser mãe.
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O que o judaísmo diz sobre a perda gestacional?
Manoela viveu dois abortos tardios e, na tentativa de compreender a dor, buscou na sua religião uma interpretação. Foi ali que descobriu que, no judaísmo, se um bebê não nasce, ele não é considerado morto. E esse entendimento lhe trouxe algum alívio.Manoela tem 36 anos e é mãe de dois filhos, de 11 e 4 anos. Sua história de maternidade é marcada pela diversidade de experiências e por uma aproximação com a cultura judaica.
Ela relata aqui a descoberta da gravidez de Theo, já com 24 semanas, as dificuldades para encontrar um médico disposto a acompanhar um parto vaginal e o parto domiciliar de sua filha, Cecília.
“Somos uma família brasileira ou uma família judia?”, se perguntava Manoela.
Hoje, ela sabe que as duas identidades não são antagônicas. -
Há momentos da vida em que duas forças opostas se encontram: como a chegada de um filho e a doença incurável de um pai.
No final da gravidez da Paula, o pai é internado. A mãe que a acompanhava não está no parto, ocupada pela urgência da doença. Durante quase um ano, Paula leva o filho, Benjamin, ao hospital para visitar o avô.Então, como é se tornar mãe enquanto se despede do próprio pai? O que isso provoca no corpo e nos primeiros meses de maternidade?
Paula fala aqui da cesárea, do corte que não cicatrizava, das mastites e do luto por relações que não tiveram tempo de se desenvolver.
Obrigada, Paula, por compartilhar essa saudade: a de um pai, a de um avô.
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