Episodes
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O primeiro mês do ano começa com Ibovespa em alta de 0,88% e dólar a R$ 5,37, puxado pelo desempenho das empresas de commodities em meio às expectativas eleitorais no Brasil.
📉 Boletim Focus: inflação esperada para 2026 recua para 4,02%, indicando perspectiva de menor pressão inflacionária ao longo do ano.
🇺🇸 Estados Unidos:
O deflator PCE, principal termômetro da inflação ao consumidor, será divulgado esta semana.
A expectativa gira em torno do nome que o presidente Donald Trump indicará para comandar o Federal Reserve, o banco central dos EUA.
🌍 Ásia e Europa:
A China cresceu 5% em 2025, mas o setor imobiliário continua encolhendo – queda de quase 18% no ano.
Na Zona do Euro, os dados de atividade permanecem resilientes e a inflação parece sob controle, dentro da meta do BCE.
🛢️ Commodities:
Petróleo Brent fechou a US$ 63,64
Ouro acumula alta de mais de 8% no ano diante da escalada de tensão entre EUA e Irã.
🇧🇷 Brasil:
A arrecadação federal em 2025 deve atingir quase R$ 3 trilhões, impulsionada pelos sucessivos aumentos de impostos promovidos pelo governo.
O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) inicia nesta semana a liberação dos pagamentos aos investidores do Banco Master, encerrando uma das maiores tensões do mercado de renda fixa no último trimestre.
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No último episódio do ano, Leonardo B. Piveta faz um panorama dos principais acontecimentos que movimentaram os mercados em 2025.
Japão surpreende com alta dos juros para 0,75%, após anos em patamar zerado.
Apesar das incertezas políticas — como o anúncio de Flávio Bolsonaro como candidato à presidência em 2026, que gerou forte reação no mercado —, o Ibovespa encerra 2025 com desempenho robusto, puxado por bancos, empresas de serviços básicos e ações da Vale (que sobem quase 50% no ano).
🔒 O ouro brilhou como ativo de proteção em meio a um cenário global mais tenso, consolidando-se como o grande vencedor do ano com alta de mais de 65%.
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Missing episodes?
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Nesta edição do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta comenta os principais eventos que marcaram a semana de 15 de dezembro de 2025 no mercado financeiro.
🔺 O Ibovespa subiu 2,16% e o dólar encerrou cotado a R$ 5,42, refletindo o alívio global com o payroll mais fraco nos Estados Unidos e a manutenção da taxa Selic no Brasil.
Destaques do episódio:
🇺🇸 Estados Unidos
O payroll de novembro veio abaixo do esperado, reforçando o discurso de Jerome Powell sobre a importância dos dados de emprego.
Os juros foram cortados conforme previsto, mas o tom do Fed indica que novos cortes só virão com sinais claros de desaceleração.
🇧🇷 Brasil
O COPOM manteve a Selic em 15%, mas o comunicado veio com um tom mais duro, esfriando as apostas de corte já em janeiro.
Dados de atividade econômica mostram estagnação no segundo semestre, mas o Ibovespa segue em alta, impulsionado pela confiança do investidor.
🌍 Europa e Ásia
O Banco Central Europeu deve manter os juros em 2%.
O Banco do Japão também decide sobre política monetária nesta semana.
🛢️ Commodities
O petróleo Brent caiu para US$ 61,17.
O destaque é o ouro, que acumula alta de quase 65% em 2025.
📊 Focus e inflação
O Boletim Focus trouxe a quinta revisão baixista seguida da inflação, com o IPCA de 2025 agora projetado em 4,36%.
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O episódio 100 do Papo de Economia marca uma semana agitada no mercado financeiro, onde política e juros dividem os holofotes.
A grande notícia foi a confirmação de Flávio Bolsonaro comocandidato à presidência nas eleições de 2026, com apoio direto do ex-presidente Jair Bolsonaro. A reação do mercado foi clara: Ibovespa caiu 1,07%, com forte aversão ao risco. O dólar subiu e fechou em R$ 5,45.
Além do cenário político, esta semana traz decisões cruciaispara os investidores:
Selic em pauta: o Copom decide a nova taxa de juros noBrasil;
Boletim Focus: projeções de inflação para 2025 caem para4,40%;
Estados Unidos: reunião do FOMC deve confirmar novo corte na taxa de juros americana;
Zona do Euro e China: produção industrial e dados deinflação seguem no radar global;
Commodities: petróleo Brent fechou cotado a US$ 63,75.
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O Ibovespa renovou sua máxima histórica com alta de 2,78%, enquanto o dólar encerrou a semana a R$ 5,34. O otimismo global com o possível corte de juros nos EUA impulsionou os mercados, e o índice brasileiro teve seu melhor mês desde agosto de 2024.
No Brasil, o PIB do 3º trimestre deve confirmar a desaceleração da economia, com expectativa de crescimento de 1,61% em relação ao ano anterior. A taxa de desemprego também recuou, com queda da força de trabalho. Enquanto isso, empresas seguem antecipando o pagamento de dividendos para evitar os impactos da nova tributação.
No exterior, destaque para o deflator PCE nos EUA e para o pior desempenho de atividade na China desde 2023. O barril de petróleo Brent fechou a US$ 62,05.
No Focus, projeções de inflação para 2025 seguem em queda, agora em 4,43%.
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O Ibovespa recuou 1,88% enquanto o dólar voltou a subir, fechando a semana a R$ 5,40.
Nos EUA, o Payroll de setembro veio mais forte que o esperado, reduzindo as apostas de cortes na taxa de juros. A ata do FOMC confirmou a divisão entre os dirigentes, aumentando a incerteza. Mesmo com bons resultados da Nvidia, o S&P500 teve queda na semana.
No Brasil, a inflação segue em queda — o Focus reduziu a projeção para 2025 a 4,45%. Já o mercado de trabalho continua firme e os dados do Caged e da PNAD devem reforçar esse cenário. O BC divulga também os dados de crédito do mês de outubro.
Enquanto isso, a liquidação do Banco Master gerou movimentação no setor financeiro. Investidores e correntistas devem recorrer ao FGC para recuperação.
Na Europa, o turismo e os investimentos em IA sustentam a economia, apesar das dificuldades na indústria. E o petróleo Brent caiu para US$ 62,05.
No radar, segue a preocupação fiscal no Brasil: o governo continua buscando formas de aumentar a arrecadação para equilibrar o orçamento de 2026.
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O Ibovespa renovou recordes, subindo 2,39% na semana, enquanto o dólar caiu para R$ 5,30. A retomada das divulgações nos EUA após o fim do shutdown traz de volta dados cruciais para o mercado, começando pelo Payroll.
No Brasil, o IPCA de outubro surpreendeu positivamente com alta de apenas 0,09%. As vendas no varejo também vieram fracas, reforçando o efeito da política monetária. A combinação de inflação sob controle e desaceleração econômica reforça a expectativa de corte na Selic em breve.
Enquanto isso, o Focus do Banco Central ajustou para baixo a projeção de inflação de 2025: agora em 4,46%. Já no cenário internacional, o Japão apresenta retração no PIB e o Reino Unido desacelera na inflação.
Em destaque, o Ibovespa já acumula alta de 33% em 2025 e encerra 15 pregões consecutivos no azul.
A liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central, marca o fim de meses de incerteza sobre o futuro da instituição.
Com a liquidação do Banco Master, o FGC entra em ação. Ele garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ e por instituição, cobrindo os investidores e correntistas em caso de prejuízo.
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O Ibovespa renovou sua máxima histórica com alta de 3,02%, enquanto o dólar recuou para R$ 5,33. No Brasil, o destaque ficou para a manutenção da taxa Selic em 15% e a aprovação da nova tributação sobre dividendos no Congresso.
Nos EUA, o impasse que mantém o governo paralisado já é o mais longo da história, comprometendo a divulgação de dados oficiais. Na Europa, o Banco da Inglaterra manteve os juros, e na China as exportações caíram 25,2% em meio a sinais de deflação.
Enquanto isso, os CEOs de grandes bancos como Goldman Sachs e Morgan Stanley alertam para uma possível correção nas bolsas globais, especialmente no setor de tecnologia
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A semana foi marcada pela decisão histórica do Federal Reserve de cortar os juros em 25 pontos-base. Mesmo com cautela nas falas de Powell, o mercado reagiu bem: S&P 500 em alta e Ibovespa renovando sua máxima histórica, com alta de 2,30%. No Brasil, os dados de emprego surpreenderam positivamente, enquanto o Copom deve manter a Selic em 15%. No exterior, o encontro entre Trump e Xi Jinping trouxe alívio ao mercado, e o desempenho da Vale se destacou, com ações subindo mais de 13% em outubro.
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A semana foi marcada pela expectativa de corte de juros nos Estados Unidos, inflação controlada e otimismo global. O Ibovespa renovou máxima histórica, subindo 1,93%, enquanto o dólar fechou a R$ 5,39. No Brasil, os dados de mercado de trabalho e o déficit das contas públicas chamam atenção. No exterior, além da decisão do Fed, destaque para o forte salto do petróleo e o resultado da Vale. Também repercutimos o encontro entre Trump e Lula, e a vitória legislativa do partido de Milei na Argentina.
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O Ibovespa subiu 1,93% na semana, impulsionado pelo cenário externo mais positivo e pela redução das tensões comerciais entre Estados Unidos e China. O dólar fechou cotado a R$ 5,41.
O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, trouxe nova revisão para baixo na expectativa de inflação para 2025, agora em 4,70%.
Nos Estados Unidos, a divulgação do CPI de setembro, adiada pela paralisação do governo, é aguardada com atenção. Por lá, os bons resultados corporativos sustentaram a alta do S&P 500.
Na China, o PIB do terceiro trimestre veio acima das expectativas, mostrando uma economia mais resiliente. Já no Reino Unido e Japão, os mercados aguardam dados de inflação. A Zona do Euro deve divulgar indicadores de atividade econômica.
No Brasil, o IPCA-15 de outubro deve mostrar desaceleração da inflação. Por outro lado, o IBC-Br veio abaixo do esperado, indicando arrefecimento da atividade econômica.
Entre as commodities, o petróleo Brent recuou para US$ 61,29, enquanto o ouro permanece como destaque, acumulando alta de 63% no ano.
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Nesta edição, o mercado global sente o impacto do retorno das ameaças tarifárias dos Estados Unidos sobre a China, reacendendo o temor de uma nova guerra comercial. O Ibovespa caiu 2,44%, o dólar subiu para R$ 5,52 e o risco fiscal interno pressiona os juros longos no Brasil.
Nos EUA, a paralisação do governo continua e mantém a agenda econômica esvaziada. Já no Brasil, o IPCA de setembro subiu 0,48%, com sinais de desaceleração em alguns grupos. O Congresso discute mudanças na tributação sobre aplicações financeiras, e o STF volta a analisar a desoneração da folha de pagamento.
🔎 Destaques do episódio:
Queda forte nas bolsas globais
Alta no dólar e pressão sobre juros longos
Reações às tarifas EUA-China
Inflação no Brasil e dados de varejo/serviços
Arrecadação federal passa de R$ 3 trilhões em 2025
Expectativas de nova proposta fiscal de Haddad
Entenda os efeitos das tensões geopolíticas, dos impostos e da inflação nos investimentos. Um episódio essencial para quem acompanha os mercados financeiros e o cenário macroeconômico brasileiro.
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No episódio desta semana, analisamos os principais impactos da paralisação do governo dos Estados Unidos, que adiou dados cruciais como o Payroll e aumentou a tensão entre investidores e o Federal Reserve. A falta de informações oficiais deixa o mercado no escuro e reforça a cautela global.
No Brasil, o IPCA de setembro deve subir 0,51%, com inflação de serviços ainda pressionada. Além disso, o risco fiscal voltou ao centro das atenções após a aprovação de medidas que aumentam gastos e reduzem arrecadação.
No Focus, o mercado revisou novamente para baixo a expectativa de inflação em 2025, agora projetando IPCA de 4,80%.
Falamos ainda sobre:
A alta de 49% no ouro em 2025
Queda no Ibovespa e valorização do dólar
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Ibovespa na máxima, dólar nas mínimas enquanto Lula diz que está ocupado demais para negociar tarifas com Donald Trump, presidente dos EUA.
Taxa Selic se mantém em 15% ao ano, mas Boletim Focus sinaliza juros em 12,25% em 2026.
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O otimismo veio com a inflação ao produtor (PPI) abaixo do esperado nos EUA, abrindo espaço para o Fed iniciar o corte de juros ainda nesta semana.
No Brasil, o IPCA de agosto caiu 0,11%, mas o COPOM deve manter a Selic em 15%. O Focus trouxe queda nas projeções da Selic para 2026, agora em 12,38%.
Na Europa, o BCE manteve os juros, e na China, a indústria cresceu 5,2%, mas o consumo e o investimento decepcionaram. O Banco do Japão também se reúne esta semana.
Decisões de política monetária no Brasil, EUA e Japão dominam a atenção do mercado global.
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O Ibovespa subiu 0,86% e renovou máxima histórica. O dólar fechou a R$ 5,41.Nos EUA, o Payroll veio muito fraco, reforçando a expectativa de corte de juros. No Brasil, o IPCA de agosto deve cair 0,16%.
Na China, a deflação persiste. E a Receita Federal passa a monitorar movimentações acima de R$ 2 mil e rendimentos com aluguel.
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O Ibovespa renovou máxima histórica com alta de 2,5%, embalado por expectativas eleitorais e cenário internacional mais favorável. Nos EUA, o Payroll reforçou a possibilidade de corte de juros pelo Fed, enquanto no Brasil os dados do PIB do 2º trimestre podem confirmar a desaceleração da economia
Neste episódio, Leonardo B. Piveta comenta:
A queda da inflação esperada no Focus;
A leitura do deflator PCE nos EUA e seus impactos;
As expectativas para o Payroll e a política monetária americana;
A desaceleração da atividade econômica no Brasil;
A influência do cenário político e fiscal no mercado local
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As falas do presidente do Fed, Jerome Powell, durante o simpósio de Jackson Hole, animaram os mercados. A expectativa de cortes na taxa de juros nos EUA impulsionou bolsas pelo mundo, incluindo o Ibovespa, que encerrou a semana em alta.
Neste episódio, Leonardo B. Piveta analisa:
O impacto das sinalizações do Fed sobre juros;
O desempenho do Ibovespa;
A prévia da inflação no Brasil (IPCA-15) ;
As tensões políticas envolvendo o Banco do Brasil e a Lei Magnitsky.
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O Ibovespa recuou com força após a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que impactou diretamente ações do setor bancário.
O episódio analisa os desdobramentos que influenciaram o mercado, além de trazer as últimas atualizações do cenário econômico global.
Você vai ouvir:
Os motivos da forte queda do Ibovespa;
Como a decisão do STF afeta os bancos e investidores;
Atualizações do cenário internacional com foco nos EUA
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No episódio #84 do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta comenta os impactos da inflação de julho no Brasil e nos Estados Unidos, que trouxe alívio aos mercados e ajudou o Ibovespa a subir 2,62% na semana. O dólar fechou cotado a R$ 5,43.
O Boletim Focus revelou nova queda da expectativa de inflação para 2025, pela 11ª semana consecutiva. Já o IPCA de julho subiu apenas 0,26%, reforçando a visão de que o Banco Central pode manter os juros no patamar atual e, futuramente, iniciar cortes.
Nos Estados Unidos, a atenção se volta para os dados do CPI,PPI e vendas no varejo, que podem reforçar a expectativa de corte de juros pelo Fed já em setembro.
Na Europa e na Ásia, os dados de PIB do 2T25 no Reino Unidoe Japão serão destaque, além dos dados de crédito na China.
Nesta semana, os investidores também acompanham osresultados do Banco do Brasil (BBAS3) e os desdobramentos da ata do COPOM, que confirmou visão otimista com o avanço do processo desinflacionário.
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