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Neste episódio do Radar FGV, falamos sobre o novo cenário comercial em que o Brasil passa a ser o segundo país mais tarifado pelos Estados Unidos, atrás apenas da China. Discutimos os alertas da indústria sobre a queda nas exportações e as análises dos especialistas Oliver Stuenkel e Joelson Sampaio sobre como a revisão da política de livre comércio norte-americana e as disputas por influência tecnológica impactam os investimentos e o mercado de trabalho brasileiro.
Abordamos também o desempenho do comércio varejista, que registrou um crescimento de apenas 0,1% em maio, segundo dados do IBGE. O economista Rodolpho Tobler, do FGV IBRE, avalia como essa desaceleração da atividade econômica confirma um cenário de crescimento moderado e discute as possibilidades de novos cortes na taxa Selic diante das tensões geopolíticas internacionais e das pressões nos preços do petróleo.
E ainda: a aprovação pelo Senado do projeto que inclui a educação financeira como tema transversal nas escolas públicas e privadas. A professora Myrian Lund explica como o ensino de finanças pessoais, previdência e cidadania fiscal no ensino fundamental e médio contribui para o desenvolvimento de melhores hábitos de consumo e auxilia na conscientização financeira das famílias brasileiras.
👉 Créditos Jornalísticos: UOL News, Jornal Nacional/TV Globo e CNBC Online
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso e Eduardo Bittencourt
O Radar FGV é o podcast do FGV Notícias. Nossa proposta é detectar os principais acontecimentos da semana e trazer análises de especialistas da Fundação Getulio Vargas sobre esses temas.
Acesse o FGV Notícias: https://portal.fgv.br/noticias
Este programa é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
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Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias!
Começamos pelo comércio exterior: a partir de 22 de julho, o Brasil passará a ter a maior tarifa média aplicada pelos Estados Unidos na América do Sul, saltando para 18,17%. A medida, anunciada por Donald Trump, reflete o uso de taxas como instrumentos de pressão política e arrecadação fiscal sob a doutrina America First. Para Celso Figueiredo, professor da FGV, a decisão possui um fundo técnico raso e demonstra o monitoramento americano sobre a influência do Brasil e do BRICS na hegemonia global.
Na sequência, o cenário eleitoral e social: uma pesquisa Nexus/BTG aponta que as intenções de voto no presidente Lula entre beneficiários do Bolsa Família recuaram 10 pontos percentuais, enquanto Flávio Bolsonaro subiu 12 pontos no mesmo segmento. Segundo Daniel Duque, pesquisador de Economia Aplicada do FGV IBRE, o movimento é impulsionado por uma inflação acumulada superior a 15% entre 2023 e 2026 e pela falta de reajustes no benefício, indicando que o eleitor prioriza agora resultados econômicos práticos e custo de vida.
E mais: o impacto econômico do entretenimento. O Rock in Rio 2026 deve movimentar R$ 3,3 bilhões na economia do Rio de Janeiro e gerar pelo menos 34 mil empregos, de acordo com estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV). Com uma infraestrutura gigantesca de 385 mil metros quadrados e 190 shows programados, o festival espera atrair 100 mil pessoas por dia em setembro, consolidando-se como uma plataforma de transformação que vai além da música.
👉 Créditos jornalísticos: UOL Notícias, CNN Brasil Online, Estadão
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
Radar Drops, os principais fatos do Brasil e do mundo, com curadoria do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias
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Começamos pela integração aérea na América do Sul: Brasil, Argentina, Chile e Paraguai assinaram o Acordo de Liberalização Aérea Sul-Americana (ALAS), visando a criação de um "céu único" no continente. O memorando abre caminho para que empresas estrangeiras operem voos domésticos entre os países membros. Segundo o ministro Tomé Franca, o objetivo é reduzir barreiras e ampliar o acesso dos brasileiros ao transporte aéreo. Contudo, Marcus Quintella, diretor da FGV Transportes, alerta para os desafios operacionais, destacando que o combustível de aviação representa cerca de 36% dos custos das companhias no Brasil.
Na sequência, a instabilidade na geopolítica e na economia global causada pelos recuos de Donald Trump. Após abandonar a proposta de cobrar um pedágio de 20% no Estreito de Ormuz, o presidente americano foi criticado por manter um "imposto da incerteza" nos mercados. Para Antonio Gelis Filho, professor da FGV EAESP, o comportamento errático da Casa Branca, que utiliza a política externa como ferramenta de política interna, amplia a volatilidade e prejudica investimentos globais. Enquanto isso, o Irã adota uma estratégia mais racional, explorando o calendário eleitoral dos Estados Unidos.
E mais, o paradoxo do mercado de trabalho brasileiro: embora o país tenha atingido o menor desemprego da história em 2026 (5,4%), a qualidade das vagas e a baixa produtividade preocupam. De acordo com Márcio Holland, professor da FGV, o custo para empregar na modalidade CLT é elevado, gerando 1,2 salários adicionais em encargos para cada salário pago, o que empurra 40% dos trabalhadores para a informalidade. O especialista ressalta que o Brasil enfrenta a "armadilha da renda média" e precisa qualificar a mão de obra para evitar o colapso da previdência, que já apresenta um rombo anual de 320 bilhões de reais.
👉 Créditos jornalísticos: TV Globo / Jornal Hoje, Times Brasil CNBC Online, TV CNN Brasil
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
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Começamos pelo comércio exterior: o Brasil caminha para registrar o segundo maior superávit de sua balança comercial este ano, apesar das tensões com os Estados Unidos. No primeiro semestre, as exportações atingiram o recorde de US$ 184,8 bilhões, impulsionadas pela demanda chinesa por commodities como soja e petróleo. Enquanto as vendas para os EUA recuaram 13%, atingindo o patamar histórico mais baixo de participação (9,4%), a China consolidou-se como principal parceira, respondendo por 31,6% das exportações. Segundo Livio Ribeiro, pesquisador associado do FGV Ibre, a expectativa de impacto do novo "tarifaço" de 25% proposto pelo governo americano é considerada baixa, uma vez que o Brasil tem conseguido compensar perdas diversificando mercados, especialmente na Ásia.
Na sequência, a matriz energética e o bolso do consumidor: o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%. A medida visa reduzir a dependência de petróleo importado, cujo preço disparou para US$ 86 o barril após novos conflitos no Oriente Médio. Entretanto, o alívio nas bombas pode ser sutil. De acordo com André Braz, coordenador do IPC do FGV Ibre, o impacto tende a ser pequeno e mais perceptível na margem do que como uma queda expressiva para o motorista. Para o especialista, o efeito no IPCA deve ser limitado, já que o preço final depende de variáveis complexas como câmbio, impostos e margens de distribuição.
E mais: a consolidação do home office no serviço público federal. Atualmente, um em cada cinco servidores ativos no Brasil trabalha em regime remoto, seja híbrido ou integral, somando quase 108 mil pessoas. O modelo, que cresceu 28% em relação a 2024, é sustentado pelo Programa de Gestão e Desempenho (PGD), que troca o controle de ponto por metas de produtividade. Pastas como o Ministério da Gestão e Inovação e o Ministério da Fazenda lideram a adesão, com mais da metade de seus quadros em teletrabalho. No entanto, Gabriela Nunes, professora da FGV, ressalta que o modelo impõe desafios à cultura organizacional, destacando a dificuldade de manter o engajamento e a equidade na distribuição de tarefas entre equipes distribuídas.
👉 Créditos jornalísticos: Estadão, GaúchaZH, Extra
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
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Começamos pelo cenário internacional e a crise no setor energético: Teerã afirmou ter fechado o Estreito de Ormuz após ataques a alvos militares no sul do Irã, gerando forte incerteza no mercado financeiro global. Para Lívio Ribeiro, pesquisador da FGV, o frágil cessar-fogo anterior estava "amarrado com arame de pão" e sua queda era esperada. Ribeiro destaca que a substituição do petróleo da região não é simples devido às diferenças físico-químicas do produto e que, com a volatilidade em alta, o mundo deve se preparar para preços sistematicamente mais elevados e uma maior demanda por proteção e seguros.
Na sequência, a economia nacional e o desafio das contas públicas: a dívida pública brasileira atingiu 81,1% do PIB em maio, o maior patamar em cinco anos, superando as expectativas do mercado. Segundo Rafael Barros Barbosa, do FGV IBRE, o aumento reflete gastos para sustentar campanhas, um problema que será herdado pela próxima gestão. Para enfrentar a trajetória que pode levar a dívida a 115% do PIB em 2036, Fábio Giambiagi, também do FGV IBRE, propõe a criação de um "Superteto" via Super PEC, visando unificar as regras fiscais e evitar dispositivos de exceção. Márcio Holland, da FGV EESP, alerta que é grave a dívida crescer enquanto a economia avança e o desemprego cai.
E mais: as negociações entre o governo e o agronegócio. Está em discussão uma medida provisória para renegociar dívidas rurais, prevendo até R$ 100 bilhões em garantias e prazos de pagamento de até dez anos. Daniel Vargas, professor da FGV, classifica a situação como uma "bola de neve" que exige solução urgente para dívidas bancárias e não bancárias. Além disso, o setor observa a possível imposição de tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros; Vargas avalia que a medida pode ser um tiro no pé para os americanos, elevando o custo de insumos e gerando inflação de alimentos, como no caso da carne bovina, no mercado norte-americano.
👉 Créditos jornalísticos: TV Times Brasil CNBC / Fast Money, MSN Notícias, R7 Notícias
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
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Começamos pelo setor financeiro: investigações envolvendo os bancos Master e Digimais revelaram "pontos cegos" na regulação brasileira. Segundo a Polícia Federal e especialistas como Luciana Pires Dias, professora de Direito da FGV, as instituições teriam utilizado Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) para inflar ativos e camuflar operações ilícitas, aproveitando falhas na fiscalização entre o Banco Central e a CVM. A crise reacende o debate sobre a adoção do modelo twin peaks e a necessidade de atualizar a legislação para bancos em crise, evitando que o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) seja usado indevidamente como fiador de ilícitos.
Na sequência, o empreendedorismo: micro e pequenas empresas são o motor da economia nacional, respondendo por 70% dos empregos e 27% do PIB. Com 24 milhões de negócios desse porte no país, os desafios permanecem altos, incluindo burocracia, carga tributária e dificuldade de acesso ao crédito. Edgard Barki, coordenador do Centro de Empreendedorismo da FGV, destaca a importância da simplificação do apoio ao pequeno empresário para evitar a perda de postos de trabalho. Além disso, discute-se no Congresso o aumento do limite de faturamento do MEI para 140 mil reais até 2028, visando dar fôlego para que esses negócios cresçam de forma sustentável.
E mais: a desaceleração da inflação puxada pelos alimentos. Em junho, o IPCA fechou em 0,16%, beneficiado pela primeira deflação no grupo de alimentos e bebidas em seis meses. Itens essenciais como café (-4%) e frutas (-1,5%) ficaram mais baratos, trazendo alívio para o bolso dos consumidores. André Braz, economista do FGV IBRE, ressalta que essa queda é fundamental para famílias de baixa renda, onde o peso da alimentação é maior. No entanto, o especialista alerta para incertezas futuras, uma vez que o fenômeno climático El Niño pode impactar safras e pressionar novamente os preços.
👉 Créditos jornalísticos: TV Cultura / Jornal da Cultura, O Globo Online, SBT / SBT Brasil.
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt.
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Neste episódio do Radar FGV, falamos sobre a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã e os desafios para uma solução diplomática no Oriente Médio, destacando o impasse sobre o controle da navegação no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio mundial de petróleo.
Abordamos também o impacto da alta do preço internacional do barril de petróleo sobre os valores dos combustíveis e a inflação no Brasil, analisando como esse cenário pressiona o governo em relação à manutenção de subsídios e ao equilíbrio das contas públicas a longo prazo.
E ainda: um estudo inédito revela que 64 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais não concluíram a educação básica. Especialistas da FGV discutem como a baixa escolaridade e o descompasso entre competências profissionais e as exigências do mercado limitam a produtividade e o crescimento da economia brasileira.
👉 Créditos Jornalísticos: Record News / Hora News, TV Globo / Bom Dia Brasil, TV CNN Brasil Money / CNN Fechamento de Mercado
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso e Eduardo Bittencourt
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Começamos pela economia comportamental: um estudo de Flávio Ataliba, pesquisador do FGV IBRE, alerta que a arquitetura das plataformas de apostas é desenhada cientificamente para induzir ao vício. Utilizando conceitos de prêmios Nobel como Daniel Kahneman, as "bets" operam em uma "arquitetura da dependência" baseada em quatro pilares: redução de fricções (como o Pix), recompensas variáveis, personalização algorítmica e aprendizado contínuo via IA. Para o especialista, a regulação precisa ir além da tributação e focar no design dessas plataformas, que já começa a influenciar outros setores da economia digital.
Na sequência, a saúde suplementar: a Justiça do Rio de Janeiro suspendeu o processo de recuperação extrajudicial da Unimed Ferj, que tenta reestruturar uma dívida de R$ 912,6 milhões. A decisão liminar apontou que a cooperativa desrespeitou prazos legais e questionou sua legitimidade, já que a carteira de clientes está sob gestão da Unimed do Brasil. O caso, que envolveu a FGV Câmara na mediação prévia dos débitos, reflete a crise iniciada com a absorção dos beneficiários da antiga Unimed-Rio, gerando atrasos em pagamentos e descredenciamento de hospitais.
E mais: o impacto econômico do Airbnb em São Paulo. Um estudo da FGV revela que a plataforma movimentou cerca de R$ 34 bilhões na economia paulista em 2025, um crescimento de 9% em relação ao ano anterior. Além de complementar a renda de anfitriões comuns, o ecossistema do Airbnb movimentou, em nível nacional, cerca de R$ 113 bilhões, consolidando-se como peça-chave para o turismo e o comércio local.
👉 Créditos jornalísticos: Estadão Online, O Globo Online, Panrotas Online
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
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Começamos pelas novas regras para pensão alimentícia: o Senado aprovou o projeto que cria o "Pix pensão", mecanismo que permite a automação do pagamento mensal diretamente da conta do devedor. A medida foca especialmente em trabalhadores sem vínculo formal, como autônomos e microempreendedores. Segundo Gustavo Kloh, professor da FGV, a mudança evita que o beneficiário tenha que retornar à Justiça a cada atraso, eliminando procedimentos que hoje podem demorar mais de dois meses.
Na sequência, o cenário internacional: a trégua entre Estados Unidos e Irã entrou em colapso após novos ataques no Estreito de Ormuz, região por onde circula 20% do petróleo mundial. A escalada militar ocorre em meio ao funeral do Aiatolá Ali Khamenei e gera pânico na economia global. Para Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV, embora o custo econômico torne uma guerra aberta pouco provável para ambos os lados, o mercado deve enfrentar um período de "ataques pontuais" e imprevisibilidade.
E mais: a "dolarização" do mercado imobiliário no Rio de Janeiro. O aumento do turismo internacional e a chegada de nômades digitais estão pressionando os aluguéis na Zona Sul, com valorizações que chegam a 108% em bairros como Ipanema. O fenômeno tem expulsado moradores tradicionais para cidades vizinhas ou bairros da Zona Norte. Para Pedro Seixas, coordenador na FGV, o grande desafio da capital fluminense será conciliar sua forte vocação turística com a oferta de moradias compactas e acessíveis para a população local.
👉 Créditos jornalísticos: Folha Online, Portal G1, Época Negócios Online
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
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Começamos pela infraestrutura digital: um estudo da FGV revela que a fragmentação regulatória e os altos custos de energia são os principais entraves para a expansão de data centers no Brasil. A falta de padronização em licenciamentos ambientais e urbanísticos, somada à instabilidade de incentivos fiscais, como o travamento do regime ReData no Senado, reduz a previsibilidade para investidores. Como alternativa para mitigar os custos operacionais, o setor tem buscado a autoprodução de energia para fugir das altas tarifas.
Na sequência, o agronegócio: a análise do FGV Agro sobre o Plano Safra 2026/27 aponta que as elevadas taxas de juros limitam a eficácia do crédito rural. Embora o montante nominal tenha aumentado em 1,7%, para R$ 525,1 bilhões, descontada a inflação acumulada, o valor representa uma queda real de 0,8%.
E mais: os perigos da inteligência artificial na saúde. O médico Hélio Brasileiro teve sua imagem clonada por IA em canais do YouTube para disseminar desinformação alarmista voltada a idosos. Segundo Thiago Bottino e Filipe Medon, professores da FGV Direito Rio, a prática configura crimes como exercício ilegal da medicina e falsidade ideológica. Especialistas alertam para o risco de "danos fatais" decorrentes de automedicação incentivada por esses clones digitais, reforçando a responsabilidade das plataformas na remoção desses conteúdos.
👉 Créditos jornalísticos: BBC News Brasil, Agromais Online, UOL Notícias
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
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Começamos pela carga tributária: o Brasil atingiu a marca histórica de R$ 2 trilhões em impostos pagos ainda no primeiro semestre, consolidando-se como o país com a maior carga tributária da América Latina e Caribe, equivalente a 33,7% do PIB. Segundo Claudia Yoshinaga, professora de finanças da FGV EAESP, embora a reforma tributária prometa simplificar o consumo, o brasileiro ainda sente o peso no bolso e a perda do poder de compra. Para a especialista, a sociedade espera contrapartidas reais em segurança e serviços públicos de qualidade para compensar o que muitas vezes parece uma "conta paga em duplicidade".
Na sequência, as relações internacionais: a participação de aliados políticos em audiências nos Estados Unidos pode criar obstáculos nas negociações sobre tarifas de produtos brasileiros. De acordo com o cientista político Marco Antonio Teixeira, professor da FGV, a interferência de figuras como o senador Flávio Bolsonaro pode ser interpretada como uma tentativa de afetar a agenda eleitoral, transformando uma questão de Estado em disputa política. Para Teixeira, o diálogo comercial entre Brasília e Washington deve ser conduzido estritamente pelos canais diplomáticos e pelo Itamaraty para garantir a preservação da relação bilateral.
E mais: os efeitos concretos da Zona Franca de Manaus (ZFM). Estudos da FGV revelam que o Polo Industrial de Manaus não apenas impulsiona a arrecadação e gera empregos em todo o país, mas é um pilar fundamental para a preservação ambiental. Ao concentrar a atividade industrial, o modelo reduziu a pressão por formas extensivas de ocupação da floresta, garantindo ao Amazonas um dos maiores índices de cobertura vegetal preservada do mundo. Para os pesquisadores, a ZFM é um exemplo de como conciliar desenvolvimento econômico com a bioeconomia e os desafios da transição de baixo carbono.
👉 Créditos jornalísticos: SBT Brasil, Metrópoles Online, FGV Notícias
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
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Começamos pelo impacto climático na economia: o fenômeno El Niño entrou no radar do governo federal devido ao risco de elevar os preços de alimentos e energia no segundo semestre de 2026. Com a possibilidade de um fenômeno de forte intensidade, o mercado já projeta um acréscimo de 0,3 ponto percentual na inflação deste ano. Segundo Amanda Schutze, coordenadora do FGV Clima, o fenômeno deve ser encarado como um "choque macroeconômico" que afeta desde a logística até a infraestrutura e o PIB. Em resposta, o governo instalou uma sala de situação no Palácio do Planalto e destinou R$ 337,5 milhões para o combate a incêndios florestais, a maior dotação da série histórica.
Na sequência, o financiamento das eleições de 2026: as chamadas "vaquinhas virtuais" já arrecadaram quase R$ 3 milhões para os 10 pré-candidatos mais apoiados. Renan Santos, do partido Missão, lidera o ranking com mais de R$ 1,1 milhão recebidos. Para Marco Antonio Teixeira, professor da FGV, há uma correlação direta entre o apoio financeiro e a força nas redes sociais, beneficiando políticos que já possuem engajamento digital consolidado. A modalidade é estratégica especialmente para siglas menores e com poucos recursos do Fundo Eleitoral, enquanto grandes nomes como Lula e Flávio Bolsonaro ainda não iniciaram suas campanhas de arrecadação online.
E mais: o descumprimento do teto constitucional no Judiciário. Pelo menos sete tribunais estaduais pagaram salários acima dos limites estabelecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em maio, utilizando brechas em resoluções do CNJ e do CNMP. O levantamento aponta que 616 magistrados receberam vencimentos superiores ao teto, com casos extremos como o de uma juíza do Distrito Federal que recebeu R$ 495 mil após a aposentadoria. Para Vera Monteiro, professora da FGV, o cenário reflete conflitos de interpretação e uma "luta de poder" entre as cortes, classificando os pagamentos excessivos como um dano ao patrimônio público.
👉 Créditos jornalísticos: Valor Econômico, Portal G1, Folha Online
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
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Neste episódio do Radar FGV, falamos sobre os cuidados necessários antes de antecipar a restituição do Imposto de
Renda, alertando que a operação, embora pareça um acesso rápido ao dinheiro, consiste em um empréstimo sujeito a juros bancários.
Abordamos também o impacto da redução das cotas de importação de carne bovina pela China, que forçou frigoríficos brasileiros a adotarem férias coletivas e gerou projeções de valorização da arroba do boi gordo para o segundo semestre.
E ainda: o uso de inteligência artificial para tentar manipular decisões judiciais através de comandos ocultos (prompt injection) em petições, um caso investigado como tentativa de fraude processual que exige novos mecanismos de segurança no sistema de Justiça.
👉 Créditos Jornalísticos: TV Globo - SP 1, TV Globo - RJ – Bom dia Brasil, TV Cultura – SP – Jornal da Tarde
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Começamos pelo resgate da "amarelinha". Após anos de forte associação com a polarização política, a camisa da seleção brasileira volta a ser adotada por torcedores de diferentes espectros ideológicos. De acordo com Marco Antônio Teixeira, coordenador da FGV EAESP, a percepção de que o uniforme pertence a um partido parece estar se diluindo. O movimento de retomada do símbolo nacional é reforçado tanto por lideranças políticas que buscam dissociar as cores da bandeira de clivagens partidárias quanto por manifestações culturais de artistas populares.
Na sequência, segurança alimentar: o Brasil completa um ano fora do Mapa da Fome, mantendo o risco de subnutrição abaixo de 2,5% da população. No entanto, especialistas alertam que o desafio persiste para 6,5 milhões de brasileiros que ainda enfrentam insegurança alimentar grave. Segundo Daniel Duque, pesquisador do FGV IBRE, o fortalecimento do Bolsa Família e a melhora no mercado de trabalho foram fundamentais para este cenário, mas a manutenção do índice exige políticas públicas permanentes em áreas como emprego, renda e agricultura familiar.
E mais, a tecnologia na infância: dados da Pnad TIC 2025, do IBGE, revelam que a posse de celulares caiu entre crianças de 10 a 13 anos, recuando de 56,7% para 55,2%. Foi a única faixa etária a registrar queda. Para Luca Belli, coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV, esse movimento, embora incipiente, está ligado a uma maior conscientização dos pais sobre riscos digitais e ao impacto de novas legislações, como o ECA Digital e restrições ao uso de aparelhos em escolas.
👉 Créditos jornalísticos: O Globo/ Globo Online, Estado de Minas Online
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Começamos pelo impacto da Maratona do Rio de 2026: o evento bateu um recorde histórico ao movimentar R$ 712 milhões na economia da cidade, praticamente dobrando seu impacto em três anos. Segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), a maior edição da história gerou 6.871 empregos e atraiu corredores de 53 países. Para Duda Magalhães, presidente da Dream Factory, os números provam que o esporte é uma ferramenta de desenvolvimento que fortalece a vocação do Rio como palco de grandes eventos internacionais.
Na sequência, a integração do Mercosul: o bloco se reuniu em cúpula no Paraguai para avançar em acordos com Canadá, Emirados Árabes e Japão, além de celebrar a entrada da Bolívia. O foco da nova presidência pro tempore do Uruguai será a inserção internacional frente ao protecionismo global. Para Lucas Ferraz, coordenador do Centro de Negócios Globais da FGV, o acordo com a União Europeia é o mais relevante já firmado, criando uma área econômica com PIB conjunto de 22 trilhões de dólares e benefícios diretos ao consumidor brasileiro.
E mais: o cerco ao crime organizado no sistema financeiro. Sanções do Departamento do Tesouro dos EUA contra brasileiros e empresas ligadas ao PCC por lavagem de dinheiro podem encarecer os negócios de companhias nacionais. A medida exige controles de compliance e processos de "conheça seu cliente" (KYC) muito mais rigorosos, afetando especialmente fintechs e o setor de combustíveis. Segundo Leonardo Paz, pesquisador do FGV NPII, o cenário impõe ao Brasil o desafio de reforçar sua fiscalização interna para manter a lisura nas relações comerciais com o mercado americano.
👉 Créditos jornalísticos: O Globo Online, Times Brasil CNBC
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Começamos pelas mudanças para os microempreendedores individuais: um projeto no Congresso Nacional propõe alterar as regras do MEI, impactando cerca de 13 milhões de brasileiros. A proposta prevê o aumento do teto de faturamento anual, que passaria dos atuais R$ 81mil para R$ 110 mil em 2027, chegando a R$140 mil em 2028, além de permitir contratações de até dois funcionários. Para Renan Pieri, professor da FGV, a medida é um estímulo para que o empreendedor continue investindo, faturando e gerando empregos.
Na sequência, o cenário internacional: a Suprema Corte dos Estados Unidos impôs uma derrota a Donald Trump ao manter o direito à cidadania por nascimento, protegida pela 14ª Emenda da Constituição. Apesar de vitórias em pautas conservadoras, como a restrição a atletas trans, o tribunal barrou o decreto federal de Trump contra filhos de imigrantes. Vinicius Rodrigues Vieira, professor de relações internacionais da FGV, analisa que vivemos uma era nacionalista e que o atual presidente americano utiliza uma "presidência imperial" para buscar alternativas jurídicas, como a imposição de tarifas comerciais que podem, inclusive, afetar o Brasil.
E mais: o alerta sobre a indústria global de falsos médicos criados por inteligência artificial. No Brasil, uma rede de 29 canais no YouTube já soma 70 milhões de visualizações com vídeos que usam avatares de IA para vender e-books e suplementos a idosos, muitas vezes utilizando o medo para viralizar. Segundo Thiago Bottino, professor da FGV Direito Rio, a prática de prescrever tratamentos sem ser médico configura exercício ilegal da medicina. Filipe Medon, também da FGV Direito Rio, reforça que simular uma pessoa real para enganar o público gera danos graves à saúde e pode configurar crime de falsa identidade.
👉 Créditos jornalísticos: TV Record, TV CNN Brasil, Terra Notícias
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Começamos pela política nacional: o cenário eleitoral apresenta novos movimentos com a estabilização de nomes da oposição nas pesquisas. Segundo Marco Antonio Teixeira, cientista político da FGV, o senador Flávio Bolsonaro interrompeu uma trajetória de queda nos levantamentos recentes, sinalizando uma recuperação entre seu eleitorado. No entanto, o chamado “fator Michelle”, que envolve a possível entrada da ex-primeira-dama na disputa, é uma variável que ainda será contabilizada e que pode redefinir as estratégias para um eventual segundo turno.
Na sequência, o comportamento da Geração Z no mercado imobiliário. Contrariando a ideia de desinteresse por patrimônio, jovens de 18 a 29 anos já representam 17% das contratações do programa Minha Casa Minha Vida. De acordo com Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da Construção do FGV IBRE, esse público prioriza a funcionalidade e a localização em vez de grandes metragens, impulsionando a demanda por imóveis compactos e studios que ofereçam facilidades de conexão e serviços.
E mais: o modelo de isenção de responsabilidade das plataformas de redes sociais está sendo colocado em xeque por especialistas e tribunais internacionais. Para Alexandre Pacheco da Silva, professor da FGV, o judiciário brasileiro enfrenta o desafio de definir se o design de algoritmos pode ser interpretado como um defeito de produto sob o Código de Defesa do Consumidor. A discussão converge para o entendimento de que as empresas devem ter obrigações de segurança e cuidado, especialmente na proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual.
👉 Créditos jornalísticos: Veja Online, Valor Econômico, Portas Online
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
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Este programa é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
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Começamos pelo cenário político brasileiro e as transformações no perfil do eleitorado. Segundo o cientista político Jairo Nicolau, professor do FGV CPDOC e autor do livro "O País Dividido", a próxima eleição deve ser definida por três grupos principais: as mulheres, os paulistas e os eleitores com ensino médio. Nicolau documenta que, entre 2002 e 2022, o eleitorado com ensino médio consolidou-se como um bastião da direita, enquanto o PT mantém força histórica entre mulheres pretas e pardas. Em uma disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula, o pesquisador aponta que a polarização continua intensa, desafiando previsões de arrefecimento.
Na sequência, a estratégia econômica externa: o Brasil e a China avançam em medidas de desdolarização para reduzir vulnerabilidades financeiras. O governo brasileiro prepara a emissão dos "panda bonds", títulos de dívida em yuan destinados ao mercado chinês, com o objetivo de captar cerca de 5 bilhões de yuans. De acordo com Hsia Hua Sheng, docente da FGV e vice-presidente do Bank of China no Brasil, essa iniciativa reforça a soberania nacional ao buscar moedas menos voláteis e com menores custos de transação. O movimento ocorre em um contexto de desconfiança em relação ao uso do dólar como instrumento de pressão internacional.
E mais: a relação do brasileiro com a Inteligência Artificial (IA). Uma pesquisa Datafolha revela que o uso da tecnologia no ambiente de trabalho subiu de 17% para 24% em um ano, enquanto o medo de substituição pelas máquinas caiu de 56% para 48%. Para Daniel Duque, pesquisador do FGV IBRE, esse recuo reflete um ajuste após o catastrofismo inicial, embora o risco de desvios na força de trabalho permaneça real para a classe média e jovens em tarefas repetitivas. Por outro lado, o estudo indica que cargos gerenciais e de tomada de decisão continuam sendo áreas de menor vulnerabilidade para a automação.
👉 Créditos jornalísticos: Folha Online, Valor Econômico
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
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Neste episódio do Radar FGV, falamos sobre os desdobramentos do caso Americanas no âmbito da Operação Disclosure e os desafios para a governança corporativa e a manutenção da confiança no ambiente de negócios brasileiro.
Abordamos também o aumento alarmante dos casos do golpe do falso advogado no estado de São Paulo, trazendo orientações práticas de especialistas para reduzir prejuízos, evitar novas fraudes e utilizar ferramentas de proteção bancária.
E ainda: os dados mais recentes sobre o mercado de trabalho, que apontam a expansão do emprego formal no país, mas revelam desafios significativos para a evolução dos salários, especialmente entre profissionais com ensino superior.
👉 Créditos Jornalísticos: TV CNN Brasil Money, Rádio Band News, Repórter Brasil - TV Brasil
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Fernanda Mascarenhas e Eduardo Bittencourt
O Radar FGV é o podcast do FGV Notícias. Nossa proposta é detectar os principais acontecimentos da semana e trazer análises de especialistas da Fundação Getulio Vargas sobre esses temas.
Acesse o FGV Notícias: https://portal.fgv.br/noticias
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Começamos pelo mercado de trabalho: o Brasil lidera o ranking mundial de rotatividade, com uma taxa de turnover de 51,3%. Segundo dados do CAGED, esse fenômeno é impulsionado por uma cultura de "infantilização" nas empresas, onde o microcontrole e a falta de autonomia desestimulam os profissionais. O impacto financeiro é severo, custando R$ 77 bilhões anuais à economia brasileira. Em contrapartida, dados da FGV revelam que empresas que priorizam a autonomia e o desenvolvimento real de pessoas podem superar o desempenho do Ibovespa em até 170% no longo prazo.
Na sequência, a revolução dos pagamentos digitais: o Pix registrou um crescimento expressivo de 49% no último ano, alcançando 7,37 bilhões de operações mensais e atingindo 96% da população adulta. O levantamento do FGVCemif destaca o protagonismo do Nordeste, com estados como Rio Grande do Norte e Bahia liderando a proporção de usuários. Enquanto o sistema enfrenta escrutínio internacional por parte do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), especialistas como Rodrigo de Abreu Pinto, do IFD, reforçam que o modelo brasileiro é uma infraestrutura aberta que promove inclusão e competitividade.
E mais: o novo horizonte do financiamento no agronegócio. Um estudo do FGV Agro aponta que o investimento público já não é suficiente para a demanda do setor, cobrindo apenas um terço dos R$ 1,2 trilhão necessários para o ciclo 2025/26. O cenário exige uma transição para o mercado de capitais, com destaque para instrumentos como LCA e Fiagro. Para os pesquisadores, o futuro do campo depende da integração estratégica entre crédito privado, seguro rural e finanças sustentáveis, sugerindo que os recursos estatais sejam redirecionados para o fortalecimento do seguro rural em vez da equalização de juros.
👉 Créditos jornalísticos: PEGN Online, Folha de Pernambuco Digital, CNN Brasil
👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt
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