Эпизоды
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O governo dos Estados Unidos determinou a suspensão global de dois modelos avançados de inteligência artificial da Anthropic, o Fable 5 e o Mythos 5. A medida, justificada por razões de segurança nacional, impediu o acesso até de funcionários estrangeiros da própria empresa — e obrigou a Anthropic a desligar as ferramentas para todos os usuários, em qualquer lugar do mundo.
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Neste episódio, Felipe Recondo conversa com Vladimir Aras, professor da Universidade de Brasília e procurador da República, sobre o que está por trás dessa decisão. A conversa passa pela disputa geopolítica entre Estados Unidos e China no desenvolvimento de IA, pelos riscos de que ferramentas cada vez mais poderosas caiam nas mãos de criminosos e organizações terroristas, e pelos limites — ainda incertos — entre o avanço tecnológico e a segurança de infraestruturas críticas.
Aras também analisa os desafios para a Justiça brasileira diante do uso crescente de inteligência artificial em processos judiciais, os riscos do chamado prompt injection e a ausência, no Brasil, de uma legislação geral sobre o tema.
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A Primeira Turma do STF julga hoje a ação penal contra Eduardo Bolsonaro, acusado de coação no curso do processo por ter articulado, nos Estados Unidos, sanções tarifárias e pessoais contra ministros do Supremo para pressionar o tribunal e tentar impedir a condenação de seu pai, Jair Bolsonaro.
A PGR tem registros audiovisuais do próprio Eduardo anunciando e celebrando as sanções - inclusive a aplicação da Lei Magnitsky a Alexandre de Moraes. O placar deve ser quatro a zero pela condenação.
O grande ponto de interrogação que fica é o que vem depois: Eduardo está nos Estados Unidos, não deve voltar ao Brasil, e a aposta dele é que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro nas eleições deste ano abra caminho para uma anistia.
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Пропущенные эпизоды?
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Corte de Cassação da Itália anula extradição de Carla Zambelli: o tamanho do recado ao STF
A Justiça italiana publicou as razões que levaram à anulação do pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli ao Brasil — e os termos usados pela Corte de Cassação são duríssimos.
Felipe Recondo conversa com Vladimir Aras, professor de Direito Internacional da UnB e procurador da República, sobre o que a decisão diz a respeito da concentração, num mesmo ministro, dos papéis de vítima, investigador e julgador; os riscos de que esse entendimento alcance outros inquéritos do Supremo; o que pode acontecer agora com Zambelli, considerando o segundo pedido de extradição em tramitação na Itália; e a lição que a decisão deixa para o STF, especialmente sobre o julgamento do juiz das garantias.
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O Supremo começou a julgar os embargos de declaração da decisão que, no ano passado, definiu a responsabilidade das plataformas por conteúdos de terceiros.
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No julgamento desta semana, a Corte deu 60 dias para as big techs se adaptarem às novas regras — e discutiu pontos que ficaram em aberto, como o que fazer quando há dúvida sobre a ilegalidade de um conteúdo.
O ministro Gilmar Mendes também chamou atenção para o tempo que o Supremo leva entre julgar o mérito de uma ação e dar a decisão por definitiva, hoje agravado pelos próprios embargos.
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Pauta-bomba no Senado: por que o STF deve entrar nessa história?
O Senado avançou ontem com três propostas de impacto fiscal bilionário (R$ 215 bi) sem indicar fonte de custeio - na contramão de precedente recente do Supremo. O governo já avalia recorrer ao STF, e o ministro Gilmar Mendes adiantou, nas redes sociais, o recado que prepara esse terreno.
O episódio também escancara a relação deteriorada entre Davi Alcolumbre e Lula desde a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo - e o que isso pode significar para o futuro dessa indicação.
TÁ ACORDADO: todo dia, a notícia mais importante sobre o Judiciário, explicada. -
TÁ ACORDADO — todo dia, a notícia mais importante sobre a Justiça detalhada e explicada.
No primeiro episódio, o tema é o adiamento da decisão do TSE sobre a liminar do ministro Nunes Marques que suspendeu a divulgação da pesquisa do AtlasIntel — aquela que mostrou a queda de Flávio Bolsonaro logo depois de vir à tona a ligação do candidato com o Banco Master.
A ministra Estela Aranha pediu vista do processo e deve convocar os institutos de pesquisa para demonstrar por que a decisão de Nunes Marques é problemática. O caso tem tudo para parar no STF.
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A sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça do Senado está marcada, e a aprovação do novo ministro do Supremo Tribunal Federal parece certa. Mas o que exatamente acontece numa sabatina? Por que elas frustram tanto? E o que vale a pena observar desta vez?
Para responder essas perguntas, Felipe Recondo recebe o professor Rogério Arantes, cientista político da Universidade de São Paulo e estudioso das indicações presidenciais ao STF.
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Neste episódio, Arantes apresenta dados das sabatinas anteriores — de Kássio Nunes Marques a André Mendonça — para mostrar como os votos contrários raramente seguem a lógica governo-oposição e revelam disputas de agenda mais profundas: lavajatismo, costumes, combate à corrupção. E explica por que as maiorias que aprovam os indicados são sempre maiores do que as previstas.
No caso de Messias, o debate passa pela sua trajetória à frente da AGU — incluindo a atuação nas fraudes do INSS e a polêmica Procuradoria de Defesa da Democracia, apelidada de "Ministério da Verdade" —, pelo apoio inusitado de André Mendonça e Nunes Marques, pelo escândalo do Banco Master, e pelo pano de fundo mais explosivo de todos: o Supremo no centro da crise institucional do país.
A conversa termina com uma pergunta sem resposta ainda: como a chegada de Messias vai reorganizar as forças internas do tribunal?
Capítulos:
00:00 Introdução à Sabatina de Jorge Messias
03:07 Expectativas e Desafios da Sabatina
06:07 Dinâmica da Sabatina e Comportamento dos Senadores
09:05 Análise de Casos Anteriores e Influências no Voto
12:11 Aspectos Políticos e Sociais da Indicação
14:58 A Influência do Contexto e da Confiança no Supremo
17:58 Considerações Finais e Mobilização de Apoios
19:37 Expectativas para a Sabatina de Jorge Messias
22:21 Desafios da Advocacia Geral da União
26:28 Impacto da Crise do Supremo na Aprovação
31:19 O Jogo Político da Indicação
36:55 Compromissos e Consequências no Tribunal -
🎙️ Neste episódio do podcast Direito do Mundo, Felipe Recondo sabatina Vladimir Aras, professor da Universidade de Brasília e procurador da República, para discutir um dos temas mais sensíveis do momento: a colaboração premiada. Em meio à expectativa em torno de possíveis delações no caso Master, a conversa parte de uma dúvida central — até que ponto é possível antecipar o conteúdo de um acordo que sequer começou a ser formalizado?
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⚖️ Ao longo do episódio, Vladimir Aras explica, de forma didática, como funciona o mecanismo da delação premiada, desde as primeiras conversas entre defesa e investigadores até a formalização do acordo. Ele destaca que a colaboração não é sinal de fragilidade da investigação, mas, ao contrário, um instrumento utilizado quando já existe um conjunto robusto de provas. Também detalha a lógica estratégica por trás desses acordos, tanto para a acusação quanto para a defesa, e os limites legais que regem esse tipo de negociação.
🧭 A conversa ainda avança sobre os bastidores desse tipo de processo: como se constrói a confiança entre as partes, qual o papel do juiz - que não pode participar da negociação - e como se garante a boa-fé do colaborador. Em um tom direto e acessível, o episódio oferece ao ouvinte uma visão clara de como funcionam, na prática, os acordos que podem redefinir investigações complexas e alterar o rumo de grandes casos no país.
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O debate sobre classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas voltou à pauta — e desta vez com um ingrediente novo: a pressão e a atuação dos Estados Unidos na região.
Mas o que realmente mudaria se essas organizações passassem a ser tratadas como terroristas? Isso ajudaria no combate ao crime organizado ou seria apenas uma mudança de rótulo?
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Neste episódio de DIREITO DO MUNDO, Felipe Recondo conversa com Vladimir Aras, procurador da República e professor da Universidade de Brasília, para discutir os limites e os riscos dessa proposta.A militarização do combate ao narcotráfico funciona? O uso de forças armadas — inclusive estrangeiras — é solução ou ilusão? E o que experiências internacionais, como o Plano Colômbia, as Filipinas de Duterte ou a política de segurança de El Salvador, realmente ensinam?
Ao longo da conversa, também surge uma questão maior:
por trás da retórica do combate ao crime organizado, estaria em curso uma nova estratégia geopolítica dos Estados Unidos para a América Latina?Uma discussão sobre segurança pública, direito internacional, soberania e geopolítica — e sobre os riscos de soluções fáceis para problemas complexos.
00:00 Introdução ao tema da classificação de organizações criminosas como terroristas
01:09 Utilização de forças armadas no combate ao crime organizado
01:35 Eficácia da militarização e exemplos históricos
03:32 Implicações da classificação como organização terrorista
05:56 Mercado de drogas e o papel do consumo global
08:29 Separação de funções do Estado: polícia vs forças armadas
11:03 Riscos de ações militares externas e violações de direitos humanos
15:36 Exemplos internacionais: Filipinas, El Salvador e suas lições
20:19 Motivações geopolíticas dos EUA na região
22:30 Disputa de influência entre EUA e China na América Latina -
Neste episódio, Felipe Recondo e Vladimir Aras discutem o convite do Brasil para integrar o Conselho da Paz proposto por Donald Trump, abordando as implicações jurídicas e políticas dessa adesão. Eles também analisam o silêncio do Brasil em relação à repressão no Irã, contrastando com a postura mais vocal em relação à situação em Gaza. A conversa explora temas como multilateralismo, autodeterminação dos povos e a necessidade de uma posição firme do Brasil em questões de direitos humanos.
Ponto a pontoO Brasil foi convidado para o Conselho da Paz.
O Conselho da Paz funcionaria como uma organização internacional.
A participação dos palestinos é crucial nas discussões sobre Gaza.
O Brasil deve ter uma posição firme em relação ao Irã.
O silêncio do Brasil sobre o Irã é preocupante.
O Brasil pode designar entidades como terroristas.
O terrorismo de Estado é reconhecido no Direito Internacional.
A responsabilidade de proteger é uma teoria importante.
O Brasil repudia o terrorismo e as violações de direitos humanos.
É necessário levar os crimes no Irã a julgamento.Chapters
00:00 Convite do Brasil para o Conselho da Paz
15:04 Silêncio do Brasil sobre a Repressão no Irã -
Donald Trump volta a tensionar o tabuleiro internacional — agora com ameaças explícitas à Groenlândia, território do Reino da Dinamarca, e com sinais de escalada contra o Irã em meio a protestos e repressão. Neste episódio, Felipe Recondo conversa com Vladimir Aras (UnB e Ministério Público Federal) para destrinchar, com o rigor do Direito Internacional e o realismo da política externa, o que existe de bravata, o que pode virar fato consumado e quais seriam as consequências para a ordem global.
A conversa passa pela história e pelo status jurídico da Groenlândia, pelo papel da OTAN e pela hipótese-limite de um conflito entre membros da própria aliança. Aras explica quais formas de aquisição territorial são legítimas, por que invasões configuram crime de agressão e como isso se relaciona com precedentes recentes — da Crimeia à guerra na Ucrânia.
Na segunda parte, o foco é o Irã: as causas econômicas e políticas dos protestos, o quadro de violações de direitos humanos, o debate sobre respostas multilaterais e a doutrina da “Responsabilidade de Proteger” (R2P). O episódio também revisita episódios sul-americanos ligados ao tema — do atentado à AMIA às suspeitas sobre redes como o Hezbollah — e discute por que, com o enfraquecimento de mecanismos internacionais, soluções unilaterais voltam a ganhar força.
📌 Tópicos do episódio
Groenlândia: contexto histórico, interesse estratégico e disputa de soberaniaOTAN e integridade territorial: o que acontece se um membro ameaça outroDireito Internacional: compra, anexação, invasão e crime de agressãoAutodeterminação e direitos dos povos indígenas (Inuit)Irã: protestos, repressão e riscos de escalada militarViolações de direitos humanos e o impasse da resposta internacionalR2P (Responsabilidade de Proteger) e os limites do multilateralismo hojeSe você curte análises que conectam geopolítica, STF, instituições e Direito, inscreva-se no canal e deixe seu like.
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Ação do governo Donald Trump viola o Direito Internacional? Sim, nenhuma dúvida. Mas que consequências poderia haver para os Estados Unidos?
No Direito do Mundo, os precedentes deste caso, o que outros casos internacionais semelhantes geraram de consequências e o que dizer sobre o Direito Internacional em tempos de violações claras como esta.
Com Vladimir Aras, professor de Direito Internacional e procurador da República. Apresentação de Felipe Recondo.#venezuela #trump #lula
No episódio:
00:00 A Invasão dos EUA na Venezuela e o Direito Internacional
06:10 Consequências da Violação do Direito Internacional
12:33 Análise da Captura de Nicolás Maduro
19:16 Implicações Legais e Futuro de Maduro
26:33 O Futuro da Venezuela e a Nova Institucionalidade
32:02 Perspectivas Geopolíticas e Conflitos Futuros -
Como entender o Supremo de 2025 e o que projetar para o tribunal em 2026.
A relação do STF com o Congresso, as críticas aos ministros, o debate sobre o código de conduta.
Neste episódio de final de ano.00:00 Julgamentos Importantes do Supremo em 2025
03:08 Aposentadoria de Luís Roberto Barroso e Sucessão no STF
05:55 Mudanças no Marco Civil da Internet
08:42 Julgamento da ADPF das Favelas e suas Implicações
11:17 Orçamento Secreto e a Relação com o Congresso -
Em Direito pelo Mundo:
envolvidos na tentativa de golpe que culminou no 8 de janeiro de 2023 fugiram do Brasil para evitar suas prisões. Os casos da deputada Carla Zambelli e do deputado Alexandre Ramagem são os mais notórios.
Agora trava-se uma batalha jurídica: como trazê-los de volta para cumprirem suas penas?
Neste episódio, analisamos caso a caso e pensamos quais devem ser extraditados e quais talvez nunca mais voltem para o Brasil.00:00 O Impacto do 8 de Janeiro nos Tribunais
02:57 A Evolução da Extradição no Brasil
06:01 Facilidade de Fuga e Controle Fronteiriço
08:54 Casos de Extradição e Refúgio
12:09 Desafios nas Relações de Extradição com os EUA
18:24 Diferenças entre Extradição e Deportação
18:58 Casos Notáveis de Extradição
20:59 O Destino de Carla Zambelli
21:49 Aspectos Político-Administrativos da Extradição
24:03 Casos de Tentativa de Golpe e Extradição
26:10 Proteção a Whistleblowers e Implicações Legais
27:58 Liberdade de Expressão e Extradição
30:05 Desafios nas Relações de Extradição Brasil-Argentina -
Projeto aprovado pela Câmara beneficia outros tantos crimes além dos cometidos no 8 de janeiro.
PL da Dosimetria pode conturbar a política criminal.
Vladimir Aras, professor da UNB e procurador da República, explica por que a opção do Congresso não foi a melhor.
E argumenta que reduzir as penas dos envolvidos no 8 de janeiro poderia ter sido de outra forma, sem com isso beneficiar tantos outros criminosos.00:00 Aprovação do Projeto de Lei e suas Implicações
03:02 Anistia vs. Projeto de Lei: Uma Análise Crítica
05:57 Impactos no Sistema Penal e na Execução Penal
08:54 Princípios de Isonomia e suas Consequências
12:13 Alternativas ao Projeto de Lei e suas Efeitos
15:03 Progressão de Regime e suas Implicações
17:57 Método e Aplicação da Nova Lei -
O cigarro ilegal parecia um problema que afetava apenas a arrecadação de tributos. Até que você descobre que um terço dos cigarros vendidos no Brasil vem da ilegalidade e, pior, que esse mercado alimenta diretamente facções como PCC e Comando Vermelho, movimentando bilhões e impulsionando crimes como roubo de carga, tráfico e homicídios.
Neste episódio, uma entrevista com o professor de Economia da FGV, Renan Pieri (FGV), um dos autores do estudo sobre a relação entre o contrabando de cigarro e o crime organizado.
Por que o cigarro virou um negócio tão lucrativo para facções? Como a tributação cria brechas exploradas pelo crime? O mesmo caminhão que transporta cocaína também traz cigarro? E o que esse mercado de R$ 9 bilhões por ano diz sobre políticas públicas, segurança e economia?
A pesquisa da FGV foi feita a pedido da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo).
00:00 O Impacto do Contrabando de Cigarros no Brasil
02:46 A Relação entre Crime Organizado e Mercado Ilegal
05:45 Metodologia do Estudo e suas Descobertas
08:49 A Logística do Mercado Ilegal de Cigarros
12:12 Consequências da Tributação e Políticas Públicas
14:59 Reflexões sobre Outros Mercados e a TributaçãoINFORMAÇÕES RELEVANTES
+1 pp de cigarro ilegal está associado a:
+239 homicídios/ano
+9 roubos a banco/ano
+892 ocorrências de tráfico/ano
+339 roubos de carga/ano
+2.868 roubos de veículos/ano
+629 apreensões de armas/ano
+30 latrocínios/ano
+2 mortes de agentes do Estado/ano
Ilegalidade é 32% do mercado:
33,7 bilhões de unidades e cerca de R$ 8,8 bilhões/ano. -
Em Direito pelo Mundo:
Empresas mundo afora poderão ser punidas por tribunais de outros países. Especialmente quando o tema é violação aos direitos humanos ou meio ambiente.
Há exemplos de decisões semelhantes em outros países. E isso não viola a soberania dos países.Com Vladimir Aras.
00:00 Aprovação do Projeto de Lei Antifacção
02:31 Críticas e Implicações para a Polícia Federal
07:06 Partilha de Bens e Incentivos às Polícias
10:37 Sugestões para o Senado e Alterações Necessárias
16:33 Meios Especiais de Obtenção de Prova -
No Direito Pelo Mundo:
O que Senado ainda precisa mexer no projeto antifacções para realmente combater organizações criminosas?
Projeto aprovado na Câmara é um avanço. Governo Lula fez discurso nem sempre verdadeiro sobre o tema. E agora tema está com o senador Alessandro Vieira (MDB-SE).00:00 Aprovação do Projeto de Lei Antifacção
02:31 Críticas e Implicações para a Polícia Federal
07:06 Partilha de Bens e Incentivos às Polícias
10:37 Sugestões para o Senado e Alterações Necessárias
16:33 Meios Especiais de Obtenção de Prova -
Lula indicou seu terceiro nome para o STF neste terceiro mandato como presidente da República.
De quem Messias deve se aproximar? E ao lado de quem estará quando em jogo questões importantes para o governo?
Messias ainda precisa ser aprovado pelo Senado. Se tiver a maioria dos votos, será o quinto ministro desta composição que foi indicado por Lula. -
O Senado aprovou a indicação de Paulo Gonet para um novo mandato.
Uma vitória e uma validação das ações promovidas nos últimos dois anos, inclusive contra Bolsonaro e aliados.
Mas o que vem pela frente?
Quais os novos desafios?00:00 Desafios de Paulo Gonet como Procurador-Geral
02:42 Investigação das Fake News e suas Implicações
05:03 O Papel da PGR nas Eleições e Relação com o Governo - Показать больше