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Fernando Cesario (Diretor de Banking da Avenue) explica por que a Avenue decidiu colocar stablecoins no centro da sua estratégia. Com experiência em bancarização offshore e fintechs, ele detalha como funciona a compra e venda de USDC na plataforma, as vantagens em relação ao câmbio tradicional, o papel da regulação no Brasil e nos Estados Unidos, e revela como Visa e Mastercard já estão integrando stablecoins nos arranjos de pagamento globais.
Entenda o que é a Avenue e como ela está expandindo a vida financeira do brasileiro para o mundo. Fernando apresenta a plataforma que permite a qualquer pessoa abrir uma conta corrente norte-americana, acessar investimentos globais e usar um cartão de débito internacional - tudo pelo celular, com tickets acessíveis ao varejo. Ele explica como a vertical de banking, que ele lidera, vai além da jornada de viagem e atende desde estudantes no exterior até famílias que compram imóveis fora do Brasil.
Saiba por que a Avenue escolheu o USDC e quais são as vantagens práticas para o usuário. Fernando revela que o USDC opera 24 horas por dia, 7 dias por semana, com a mesma precificação - diferente do câmbio tradicional, que cobra spread maior fora do horário comercial. Ele também explica que, hoje, a compra de ativos digitais não tem incidência de IOF, o que torna o USDC uma alternativa competitiva para quem quer dolarizar patrimônio. O usuário pode manter o saldo em uma wallet dentro da Avenue ou converter para dólar e seguir para jornadas de investimento ou pagamento.
Explore como a regulação impulsionou a entrada dos grandes bancos no mercado de stablecoins. Fernando analisa o impacto do Genius Act nos Estados Unidos e das diretrizes do Banco Central no Brasil, que trouxeram clareza para instituições tradicionais operarem com ativos digitais. Ele destaca que a parceria com a Liqi - mesma infraestrutura que suporta a oferta de criptoativos no Itaú - foi essencial para a Avenue lançar o produto com segurança, e que o cenário regulatório muda quase mensalmente, exigindo um parceiro que acompanhe de perto essas transformações.
Descubra como as stablecoins estão transformando os pagamentos internacionais e o futuro dos investimentos tokenizados. Fernando revela que Visa e Mastercard já trabalham na liquidação de transações em stablecoin no back-end dos arranjos de pagamento, e que o próximo passo é o arranjo inteiro - do usuário ao lojista - rodar em blockchain, eliminando fricções e custos da cadeia. Ele também antecipa que a Avenue caminha para oferecer ativos tokenizados na plataforma, e que a linha entre comprar uma ação tradicional e um ativo tokenizado tende a desaparecer.
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Regina Pedroso (Diretora Executiva da Associação Brasileira de Tokenização e Ativos Digitais) conta como saiu do universo dos cartórios para se tornar uma das vozes mais ativas na construção do arcabouço regulatório da tokenização no Brasil. Com mais de 80 empresas associadas, ela revela como a ABToken atua junto ao Banco Central, à CVM e ao Congresso, analisa os desafios da regulação das PSAVs, o impacto do capital mínimo sobre startups e por que o crédito é a grande aposta do setor para os próximos anos.
Entenda como uma ex-dona de cartório se tornou líder do ecossistema de tokenização. Regina conta que em 2016 apresentou o primeiro paper sobre registro de imóveis em blockchain em um congresso mundial em Dubai - tese que se confirmou quase dez anos depois, quando o país consolidou 100% dos seus registros imobiliários on-chain. Da crítica ao papel veio a digitalização, da digitalização veio a criptografia, e da criptografia nasceu a conexão com a blockchain que a levou a fundar a ABToken em fevereiro de 2024.
Saiba como a ABToken está ajudando as empresas a se prepararem para o licenciamento do Banco Central. Regina detalha os pilares exigidos pelas Resoluções 519, 520 e 521 - compliance, cibersegurança, auditoria e governança interna - e revela que a associação propôs ao regulador um pré-assessment colaborativo para evitar indeferimentos. Ela também apresenta o modelo de Crypto as a Service como alternativa para que empresas menores, que não atingem o capital mínimo exigido, continuem atuando no ecossistema sem serem excluídas do mercado.
Explore os números que mostram a explosão da tokenização no Brasil e por que crédito é a palavra de ordem. De R$1,3 bilhão em ativos tokenizados em 2024 para quase R$4 bilhões em 2025 - com R$1,5 bilhão apenas em janeiro de 2026 -, Regina explica que a validação da infraestrutura descentralizada está gerando velocidade, transparência e redução de custo operacional. Ela aponta que crédito, garantias e stablecoins usadas como colateral são as grandes fronteiras, e que a ABToken já prepara um novo manual focado em tokenização de crédito.
Descubra como a ABToken está enfrentando as polêmicas regulatórias que podem frear o setor. Regina analisa a tentativa de cobrar IOF sobre stablecoins - contra a qual a associação assinou nota conjunta com a ABCripto representando mais de 850 empresas -, a mudança de rota do Drex que abandonou a blockchain, a resistência dos cartórios à tokenização imobiliária - tema que a ABToken levou ao CNJ - e a necessidade de acelerar a reforma da CVM 88. Ela ainda revela os planos de internacionalização da associação com escritórios em Dubai, Estados Unidos e Londres.
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Francisco Carvalho (fundador e CEO do Blockchain Rio, empreendedor serial com mais de 40 anos de experiência em digitalização de mercados) revela os bastidores da criação e organização do maior evento de blockchain da América Latina. Ele conta como idealizou o evento durante a pandemia, como fez mais de 3 mil calls frias no LinkedIn para conectar o ecossistema global, e como conseguiu atrair o presidente do Banco Central, o BNDES, a CVM e mais de 100 patrocinadores para um evento que hoje reúne 20 mil pessoas no Rio de Janeiro.
Entenda como se organiza um evento dessa magnitude. Francisco detalha a operação por trás do Blockchain Rio: uma equipe fixa de 15 pessoas em quatro países, nove palcos simultâneos com curadorias independentes - incluindo a Fenasbac com o Banco Central, a CVM com a trilha CRIA, a ABCripto com o Criptorama e a ABRACAM com o palco de stablecoins - e um trabalho de conexão entre empresas, governos e projetos que acontece o ano inteiro, não apenas durante o evento.
Saiba como o Blockchain Rio está levando educação sobre blockchain para todo o Brasil. Pelo programa Blockchain on the Road, Francisco e sua equipe já realizaram mais de 100 eventos em universidades - da UFSC à UFPE - com histórias como a de um estudante da UFES que conheceu blockchain no evento, estudou Solidity e, em um ano, já trabalhava para uma empresa global ganhando em dólar. Ele revela que em Recife, o Blockchain on the Road foi o primeiro evento de blockchain da cidade.
Explore como o Brasil se tornou referência mundial em blockchain e por que o Blockchain Rio é a porta de entrada da América Latina. Francisco conta que o BIS (Bank for International Settlements) reconhece o Brasil como uma das três nações mais avançadas no uso da tecnologia, que a regulação das VASPs atraiu 40 empresas internacionais que nunca haviam operado no país, e que a edição 2026 trará um Financial Infrastructure Forum no Museu do Amanhã, reunindo bancos centrais do Uruguai, Chile, Argentina, Peru, El Salvador e o BIS de Hong Kong.
Descubra ainda a visão de Francisco sobre os temas que mais evoluíram no mercado - stablecoins, RWA e pagamentos cross-border - e por que ele acredita que "a tokenização não caminha, ela salta". Ele analisa os desafios regulatórios da tokenização imobiliária, a importância da regulação para a adoção em massa e compartilha uma comparação surpreendente: enquanto o Brasil amadureceu, eventos na Ásia ainda parecem estar em 2018, com Ferraris roxas e "To The Moon" nos estandes.
Você pode ouvir todos os episódios do Talkenização na sua plataforma de streaming preferida: https://liqi.digital/4vBoi5M
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Fulvio Xavier (Solution Engineering LATAM na Taurus e professor de blockchain) explica o que é custódia de ativos digitais, a diferença entre soluções crypto-native e padrão bancário, o que um banco precisa de infraestrutura para operar tokens com segurança, as diferenças entre Europa e América Latina na adoção institucional, e por que em poucos anos todo banco terá rails de blockchain.
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Julia Rosin (presidente da ABCripto e responsável por políticas públicas para a América Latina da Coinbase) analisa o cenário regulatório do mercado cripto no Brasil. Ela explica as novas regras do Banco Central para licenciamento de VASPs, os prazos para adequação das empresas, o debate sobre IOF em stablecoins, a proposta de reserva estratégica de bitcoin e como a ABCripto está levando o setor para a agenda eleitoral de 2026.
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Daniel Coquieri (CEO e fundador da Liqi) celebra cinco anos da empresa e revela os bastidores de uma jornada que saiu de R$500 mil tokenizados para uma meta de R$5 bilhões em 2026. Ele detalha as quatro verticais de negócio da Liqi - Crypto as a Service, securitização tokenizada, stablecoin BRLD e a futura SCD -, explica como o protocolo TIDC automatiza operações de dívida com smart contracts, e mostra como 13 agentes de inteligência artificial (incluindo a Whitney, que lê minutas, e-mails e até WhatsApp) estão eliminando ineficiências de um mercado que ainda depende de Excel e e-mail para mover milhões.
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Daniela Seibt (Doutora em Ciências da Comunicação pela PUC-RS) analisa como a comunicação influencia a percepção pública sobre blockchain. Ela discute as barreiras de compreensão que ainda existem, a diferença entre descentralização e desintermediação, aplicações da tecnologia em comunicação e marketing, e os temas que devem dominar a narrativa sobre blockchain nos próximos anos: inteligência artificial, IoT e sustentabilidade.
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Gabriel Lobato (advogado especializado em compliance regulatório para blockchain e ativos digitais, atuante no FCM) explica as diferenças estruturais entre TradFi, CeFi e DeFi, detalha como funcionam o staking, os oráculos e os protocolos de empréstimo descentralizado, e apresenta as categorias de tokens reconhecidas pela CVM. Ele também discute a diferença entre a competência regulatória do Banco Central e da CVM, o conceito de Compliance by Design e por que o futuro do sistema financeiro tende a ser híbrido.
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Diogo Olm Ferreira (advogado tributarista e sócio do VBSO Advogados) explica as principais mudanças na declaração do Imposto de Renda de 2026 para investidores em criptomoedas, stablecoins e tokens. Ele analisa como a Lei 14.754 alterou a tributação de investimentos no exterior, detalha como declarar corretamente ativos digitais e aponta os erros mais comuns cometidos pelos investidores na hora de preencher a declaração.
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Caroline Nunes (fundadora e CEO da InspireIP) discute como a propriedade intelectual entra no coração da economia digital e por que o desafio não é só criar uma obra, marca ou patente; mas provar autoria, integridade e anterioridade quando isso vira contrato, disputa judicial ou ativo. O episódio conecta marcas, direitos autorais, patentes e segredos comerciais ao uso de blockchain como camada de registro e evidência, e discute como tokenização pode abrir novas operações para ativos intangíveis, incluindo fracionamento, licenciamento automatizado e rastreabilidade.
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Thomaz Teixeira para discute o futuro do real na transição do dinheiro físico para o digital e, agora, para uma etapa mais estrutural: o real interoperável dentro da blockchain. A conversa aprofunda a diferença entre Pix e stablecoins, destacando que a mudança central não é “ser digital”, mas quem controla a informação e como a transferência é validada. O episódio também aborda o Drex, explicando o que o piloto propunha e por que, mesmo com a descontinuação de elementos como rede permissionada e moeda de atacado, a agenda de modernização e interoperabilidade permanece. Por fim, entram em cena stablecoins institucionais e o contexto do BRL1 como exemplo de governança e transparência de reservas orientadas a liquidez e integração entre sistemas.
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Jaqueline Sutarelli (Gerente Geral de Operações do Ligue 180) e David Reis (Engenheiro de Software) exploram o impacto social da tecnologia blockchain no serviço público brasileiro, centrado no Ligue 180. Entenda o projeto como uma central federal de atendimento 24 horas para vítimas de violências de gênero, conectando múltiplos canais a uma rede de órgãos públicos. Saiba como a blockchain Hyperledger Fabric garante imutabilidade e permissões auditáveis nas denúncias. Conheça os desafios de integração distribuída e alta disponibilidade para resiliência operacional. Explore os aprendizados para aplicações públicas em saúde e receita federal, elevando a confiança cidadã.
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Christian Gazzetta e André Carvalho, fundadores da DeFin Global, discutem os desafios da adoção institucional no mercado de ativos digitais e tokenização. O episódio explora por que grandes fundos, bancos e family offices ainda avançam com cautela, apontando os gargalos educacionais e a necessidade de integração com sistemas legados como as principais barreiras.
Os convidados explicam como a tradução da tecnologia para a linguagem do mercado de capitais é essencial para construir confiança e por que a tokenização deve ser encarada como uma ferramenta de eficiência técnica, e não apenas como disrupção. O debate também aborda a maturidade regulatória brasileira, o papel estratégico das stablecoins na tesouraria corporativa e a emergência da renda fixa digital como um novo padrão de investimento para o mercado institucional.
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Gustavo Cunha (fundador da Fintrender) analisa os principais movimentos que estão redefinindo o sistema financeiro global e o mercado cripto na virada para 2026. Ao longo do episódio, ele conecta stablecoins, tokenização, regulação, infraestrutura financeira e geopolítica para explicar por que estamos vivendo um momento de convergência inédita entre o mercado financeiro tradicional e o universo cripto, com impactos diretos para investidores, empresas e governos.
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Flávio Altimari (Head de Operações Estruturadas da Liqi) e Guilherme Acciardi (advogado e analista de estruturação na Liqi) explicam a novidade que inaugura uma nova fase no mercado de investimentos digitais brasileiro: as operações tokenizadas lastreadas em ativos internacionais e que rendem em dólar. Eles detalham como a Liqi criou um modelo que permite ao investidor brasileiro acessar ativos dos Estados Unidos, receber em dólar e decidir quando deseja realizar a conversão cambial - combinando tokenização, stablecoins e uma engenharia financeira inédita no país.
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Aylton Gonçalves (advogado e professor de regulação do sistema financeiro) destrincha o novo arcabouço regulatório do Banco Central para instituições de pagamento, prestadoras de serviços de tecnologia e, agora, para as empresas que atuam com ativos virtuais. Ele explica como as recentes resoluções transformam profundamente as regras do jogo para fintechs, exchanges, plataformas de tokenização e qualquer empresa que queira operar com cripto no Brasil - um ponto de virada que redefine segurança, governança e competitividade no ecossistema financeiro.
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Osni Passos (CEO e fundador da Mell.ro) explica como a tecnologia blockchain está transformando o mercado imobiliário por meio da tokenização, da automação e de modelos inovadores de aluguel garantido. Ele detalha como a parceria entre a Mell.ro e a Liqi está viabilizando o aporte de R$50 milhões em captação via tokenização de contratos de aluguel, democratizando o acesso a investimentos antes restritos a grandes players e trazendo liquidez para o setor.
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Jeff Prestes (Especialista em Blockchain) explica os fundamentos, a evolução e o futuro do protocolo Ethereum, a segunda maior criptomoeda do mundo e uma das principais infraestruturas da Web 3.0. Ele analisa as transformações da rede ao longo de seus 10 anos, desde a transição para o Proof of Stake até o papel do Ethereum como base para stablecoins, tokenização e novas aplicações financeiras globais.
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Eduardo Menge (Sócio da Olimpia Partners) explica em detalhes o que é a originação de ativos, como funciona esse processo dentro do mercado financeiro e qual o papel das boutiques financeiras na estruturação de operações de crédito, fusões e aquisições. Ele mostra como a independência dessas consultorias permite soluções mais personalizadas para empresas e investidores, além de compartilhar exemplos práticos de sua carreira no Brasil e nos Estados Unidos.
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Diego Consimo (Head Latam da XDC Network) explica como a tokenização de ativos do mundo real está transformando o mercado financeiro, conectando o Brasil ao fluxo global de investimentos. Ele detalha os diferenciais técnicos da rede XDC, a parceria estratégica com a Liqi na América Latina e os impactos dessa infraestrutura no avanço do mercado de RWA, Trade Finance e pagamentos internacionais.
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