Episodes
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E com o Episódio #50 chegamos ao fim desta primeira série de conversas #voudizeramae!
A Verina lança 3 perguntas à Mariana e a Mariana devolve-lhe outras 3, e assim surgem - como durante as outras 49 vezes - testemunhos, reflexões e partilhas autênrtcas sobre a experiência da maternidade, o percurso destas 2 mães que assumem estarem sempre a crescer com os seus filhos.
PS- Por falar em filhos, este episódio conta com a participação mais que especial do querido Pedro!
Um abraço a todos que tornaram este podcast possivel - quer por serem parte da sua realização, quer por o ouvirem todas as semanas!
E... até breve!
(podem sempre continuar a acompanhar-nos nas nossas "moradas" virtuais!).
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Qual será a hora certa para sermos Mães? Factores como a estabilidade profissional e financeira, a pressão social, a idade, a experiência com crianças podem pesar demasiado, quando o que nos devia mover seria um desejo interior.
Será uma decisão egoísta, estoica ou intuitiva?
Bonus track: "When you're ready" - Shawn Mendes -
Missing episodes?
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Todos os filhos são únicos. E quando chega um irmão, o que muda? Um irmão será mesmo o melhor presente que se pode receber?
Será que o filho único está em déficit em aprendizagens como a partilha, a negociação, comparativamente com pessoas com irmãos?
Bonus track: O melhor presente (Luísa Sobral) -
Quando a hora das refeições das crianças é um penoso momento do dia, talvez tenhamos de rever a nossa relação com a comida e questionarmos se estamos realmente a respeitar as necessidades dos mais pequenos. Comer é muito mais do que ingerir nutrientes necessários à nossa sobrevivência, passa por toda uma experiência multissensorial que pode ser muito rica em aprendizagem, principalmente para as nossas crianças.
A Leonor Cício (do blogue "Na Cadeira da Papa") esteve à conversa, para partilhar as suas reflexões e experiências, como estudiosa nesta área tão vital da alimentação.
Saibam mais em www.nacadeiradapapa.com -
"Sou tão má mãe"! Quantas vezes nos sentimos a falhar no nosso papel primordial, como mães… e logo emerge a culpa. E isso será necessariamente nocivo? Talvez não! Vamos falar sobre isso.
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Conversa boa e muito emotiva sobre as aprendizagens pela parentalidade de Marcos Piangers: um pai no seu caminho para ser melhor, em parceria vital com as filhas, a mulher, a mãe, os amigos.
"Papai é Top" e merece toda a atenção!
A gravação foi feita no exterior, daí que não tenha a mesma qualidade a que nos habituamos, mas não podíamos mesmo perder a oportunidade de partilhar esta conversa convosco. -
Andam estes três conceitos ligados, na educação das nossas crianças? Serão bons indicadores de que estamos a educar futuros adultos saudáveis? E estaremos a querer ser, como educadores, os "donos" das aprendizagens das nossas crianças, contribuindo, afinal, para o inverso do que queremos para eles? Ouçam e deixem a vossa opinião!
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Novas pedagogias e gerações exigem também a adaptação do professor ao novo contexto de aula.
Para isso, precisamos de professores corajosos para explorar as capacidades dos seus alunos e os seus interesses. Será através do vínculo e dando voz à criança que a aprendizagem solidifica. -
O parto tem, para muitas mulheres e homens, uma aura de medos, de dor, da perda de intimidade, de fragilidade que não beneficiam o nascimento de uma criança.
Convidamos a Marta Lima, do Nascimento Consciente, porque queremos uma vivência positiva do parto e, para tal, há todo um conjunto de ferramentas que podemos utilizar e que não implicam grandes investimentos financeiros ou esforço. Ferramentas emocionais e de tomada de consciência que podem fazer pequenos e suaves milagres na hora de receber um criança no mundo. -
És o pai que sempre quiseste ser?
A plenitude da parentalidade inclui muito mais do que a interacção directa com a criança, da brincadeira. Há todo um conjunto de cuidados, de tarefas, de responsabilidades invisíveis que devem ser incluídos no papel que o Pai assume.
O papel do Pai não é necessariamente uma questão de género mas sim de tempo e de disponibilidade.
Bonus track: Father and son - Cat Stevens -
Como podemos desejar crianças obedientes, habituadas a seguir comandos e que, ao mesmo tempo, sejam autónomas e criativas?
A autoridade conquista-se com valores e actos que ressoam nos outros. Já o autoritarismo força, controla.
O verdadeiro poder nãos está nas mãos de quem subjuga, por isso, há que escolher o melhor caminho!
Música: Try a little tenderness - Aretha Franklin -
Vaidade e orgulho serão qualidades a desenvolver nas nossas crianças? E reflectem uma boa autoestima e vivacidade?
Vamos contrapor com a humildade e o brio, para percebermos o caminho que nos fará mais sentido. -
Fará sentido haver parques infantis ou apenas zonas verdes, que possam ser partilhadas por toda a comunidade?
Queremos diversidade ou parques padronizados, com selos de segurança, com estruturas de plástico e cimento?
E queremos ser pais vigilantes e controladores (com toalhitas desinfectantes sempre à mão!) ou observadores e apreciadores da criança em liberdade na natureza? -
Coerência, Congruência, Consistência: no que se traduzem nas vivências da parentalidade?Deveremos focarmos-nos mais a ser Coerentes ou Congruentes? O que é mais importante a lidar com as nossas crianças e adolescentes? De que forma a coerência pode contribuir pouco para a relação pai-filho? E de que forma procurar a congruência nos faz ser mais autênticos? E o que queremos ser e dar, com consistência, aos nossos filhos? Muito boas reflexões nesta conversa entre a Verina e a Mariana! Ouve e partilha com quem achares que pode gostar! :)
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Que tipo de estímulos e experiências proporciona a televisão às crianças? Podemos considerá-la uma ferramenta de entretenimento ou até mesmo educativa?
O que fica implícito num espaço de vivência comum (as nossas salas!), onde a televisão ocupa um lugar de destaque?
Trará magia de encantamento incontornável ou um feitiço mortiço? -
Certos jeitos e comportamentos ditos femininos acabam por escudar medos, angústias, fragilidades.
De cada vez que usamos uma máscara, perdemos a oportunidade de nos conectarmos verdadeiramente com os outros. No entanto, por vezes, parece uma inevitabilidade, da qual não queremos sequer desviar.
Que máscaras são estas, no feminino, e que utilidade terão? -
Alice Vieira diz-se de têmpera jornalística, o que parece, de soslaio, ser incongruente com os seus livros e as histórias com aquele adocicado latente.
Alice está sempre atenta à narrativa da vida, sem medos, à espera que esta lhe ofereça os seus frutos, sem precisar de recorrer ao fausto ou a perniciosos adjectivos! As histórias são mesmo como a fruta e, por isso, boas mesmo quando são cruas. E capazes de atravessar gerações… ainda que não conheçam o Chico Fininho ou o escudo.
Alice aceitou tomar um dos seus 14 cafés diários connosco e esta foi a conversa possível perante o entusiasmo e a respectiva descarga adrenérgica de quem partilha uma mesa minúscula com um ídolo que tanto se admira (desde os verdes anos, desde as primeiras páginas do "Rosa, Minha Irmã Rosa" ou de "Úrsula, a Maior"). -
Quando temos duas pessoas com histórias familiares diversas perante um filho, será muito natural que surjam pontos de discórdia na forma como se vive a parentalidade.
Ninguém disse que é fácil ultrapassar estes conflitos mas trata-se, sem dúvida, de uma oportunidade de crescimento a não perder!
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Que escolhas traz o dinheiro e até que ponto estará a criança preparada para gerir uma poupança?
Onde começa a liberdade financeira dos mais pequenos e onde termina o controlo que o adulto julga ter de impor?
Não poupámos nada nesta conversa, como sempre!
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Será que sentimos sempre Amor pelos nossos filhos? E será que demonstramos esse amor de forma incondicional ou só quando se comportam como nós queremos ou são do "nosso" jeito? Com a melhor das intenções, não estaremos sempre a colocar condições ao Amor, fragilizando a auto-estima dos nossos filhos? Será que pode haver relações mais intuitivas e outras mais difíceis de se estabelecer? Não gostar de um comportamento não tem de comunicar "não gosto de ti" - aqui reside a mudança para relacionamentos (com os nossos filhos e não só) mais conscientes!
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