Episódios
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Protagonista de notícias que o têm colocado sob pressão política, incluindo um pedido de demissão do Chega, o ministro da Administração Interna, Luís Neves, contou esta quarta-feira com uma palavra pública de agradecimento e de apreço da parte de um colega de Governo, no caso do ministro das Infra-estruturas, Miguel Pinto Luz. “Não é pelas circunstâncias que estamos a viver, mas por justiça. Porque, sem ele, hoje não tínhamos os tempos de espera que temos nos aeroportos”, fez questão de referir o governante. Já no resto do Governo escasseiam as palavras de apoio a Luís Neves.
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Luís Neves promete dar explicações, enquanto o Ministério Público vai investigar se houve crime no caso do atrelado. O desaparecimento do interior de um parque policial de um atrelado apreendido numa fábrica de cocaína da Lourinhã, recheado de bidões com químicos para processar a droga, e o seu reaparecimento em Barcelos, junto ao armazém do empreiteiro amigo do ministro da Administração Interna, Luís Neves, levou o Ministério Público a abrir um inquérito para apurar se houve crime nesta transferência e, em caso afirmativo, para descobrir quem o cometeu. Luís Neves prometeu dar mais explicações, mas tarda-o em fazer.
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Estão a faltar episódios?
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Dizendo-se convicto de que esta noite vai poder finalmente “dormir tranquilo”, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, afastou qualquer cenário de demissão do cargo, pelo menos por agora, endossando, porém, a última palavra para o primeiro-ministro. “Se isto tivesse corrido muito mal, sim, a minha posição não havia dúvidas de que estaria em causa, mas não é isso que estamos a ver”, respondeu aos jornalistas, para sustentar que os erros detectados (“casos muito esporádicos” como a troca de folhas) têm já uma causa identificada.
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Depois de um dia de espera e de incerteza de muitos alunos e famílias, as escolas começaram finalmente a receber, por volta das 19h30 desta sexta-feira, as classificações dos exames nacionais do ensino secundário. Nem todos os alunos, porém, conhecerão já os resultados de todas as disciplinas: há “centenas de provas” com itens em falta que, por isso, surgirão nas pautas com a indicação "suspenso". Já a publicação dos resultados das provas finais do 9.º ano foi adiada para o início da próxima semana. Perante este cenário, Fernando Alexandre passou no exame?
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Foi com dois ministros envoltos em polémicas que Luís Montenegro entrou no debate do estado da nação desta quinta-feira. Pressionado pela oposição, garantiu que mantém a confiança – "plenamente" – no titular da Administração Interna, Luís Neves, assim como "em todos os ministros". Quanto ao processo de classificação digital dos exames nacionais, elogiou o ministro da Educação, rejeitou um cenário de "caos" e fez um mea culpa ao admitir que "nem tudo correu bem". Saiu do Parlamento sem garantir que o prazo de afixação das notas vai ser cumprido. Neste Soundbite analisamos ainda a sondagem da Universidade Católica para PÚBLICO/RTP/Antena 1.
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O primeiro-ministro, Luís Montenegro, admitiu nesta terça-feira a existência de "eventuais falhas políticas" no processo de classificação dos exames nacionais, cujo prazo teve de ser prolongado face às dificuldades registadas no modelo digital, mas também apontou o dedo à "resistência" de alguns docentes, que disse discordarem do passo que o Governo quer dar. Que sentido faz abrir um conflito com os professores nesta fase?
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Um grupo de 60 militantes do Bloco de Esquerda (BE) anunciou nesta terça-feira a sua desfiliação. Defendendo que o partido “acabou”, acusam o “núcleo dirigente” de ter feito da 'geringonça' a sua estratégia política e de se render à “social-democracia”, bem como de se impor "autocraticamente" na esfera interna.
Entre os subscritores do comunicado estão críticos internos como Pedro Soares, antigo deputado do BE e ex-dirigente que se candidatou à liderança contra Mariana Mortágua, ou Mário Tomé, antigo deputado da UDP.
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O ministro da Administração Interna, Luís Neves, não revelará mais informações sobre as obras que tem em curso num monte em S. Teotónio, no concelho de Odemira, no Alentejo, até as mesmas estarem concluídas. Em causa a polémica relacionada com o facto de Luís Neves ter recorrido aos serviços de um empreiteiro que foi contratado para fazer obras para a Polícia Judiciária (PJ) entre 2020 e 2023. Até integrar o executivo de Luís Montenegro, Luís Neves liderava esta polícia. É assim tão difícil para Luís Neves ser transparente neste caso?
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O Livre reúne-se neste fim-de-semana em congresso, em Sintra, para eleger os novos órgãos do partido e definir a estratégia para o próximo ciclo. A reunião marca a saída de Rui Tavares do cargo de co-porta-voz, que deverá continuar na direcção do partido. Que futuro terá o partido sem o Rui Tavares como principal rosto?
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Depois de vários dias com cortes de longas horas no abastecimento, a falta de água em Almada tornou-se um caso nacional. Esta quinta-feira, a presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, e a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, justificaram os problemas com o aumento “inesperado” do consumo, e anunciaram que um novo furo vai estar a funcionar até ao fim-de-semana e que um outro está em processo.
O PSD e o Livre entregaram na Assembleia da República requerimentos para a realização de audições urgentes sobre as sucessivas falhas no abastecimento.
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O Presidente da República afirmou nesta quarta-feira esperar que os problemas na classificação dos exames nacionais sejam rapidamente resolvidos e que a confiança no sistema de avaliação fique intacta. António José Seguro espera que, findo o processo de classificação, a “relação de confiança que existe com o sistema de avaliação continue intacta”. O tema vai ser abordado com o primeiro-ministro na reunião semanal desta quinta-feira.
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A ida do primeiro-ministro aos Estados Unidos para assistir ao jogo da selecção de futebol contra Espanha (o terceiro em cinco jogos da selecção no Mundial 2026) não caiu bem junto da oposição. Hugo Soares, líder da bancada parlamentar do PSD, saiu em defesa do primeiro-ministro, declarando que os sociais-democratas são "do povo" e "gostam de futebol".
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O adiamento da divulgação das classificações dos exames nacionais do ensino secundário para 17 de Julho, devido a problemas informáticos na plataforma de classificação electrónica, levou PS, Livre e Bloco de Esquerda a acusarem o Governo de ter ignorado os sucessivos alertas sobre o novo sistema. O ministro Fernando Alexandre devia tirar consequências políticas deste caos nos exames?
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Com o país a atravessar uma onda de calor e com incêndios activos, o primeiro-ministro partiu nesta quinta-feira para Toronto rumo ao jogo da selecção nacional contra a Croácia no Mundial de 2026. Uma viagem expresso justificou-se nesta fase?
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O PSD e o CDS-PP voltam à carga com a perda da nacionalidade como sanção acessória, no entanto, reduzindo o leque de crimes face ao decreto que foi chumbado por unanimidade pelo Tribunal Constitucional (TC). Além dos crimes contra o Estado e terrorismo, os partidos colocam na proposta os crimes de homicídio qualificado, violação e associação criminosa, quando aqueles tenham uma "expressão aterrorizante" na sociedade e na opinião pública.
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Embora tenha começado por admitir que o processo de classificação digital dos exames nacionais "não começou bem", o ministro da Educação, Fernando Alexandre, recusou nesta quarta-feira a ideia de que este processo está imerso num "caos" e garantiu, repetidamente, que nenhum aluno será prejudicado com os vários problemas que os professores têm relatado na última semana. Garantiu, aliás, que irá apurar "responsabilidades" em todo este processo. E Fernando Alexandre não tem responsabilidades a tirar?
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O antigo ministro das Finanças de António Costa e ex-governador do Banco de Portugal Mário Centeno aconselhou nesta terça-feira o PS a ter “paciência” e a ter cuidado para não transformar as utopias em distopias. Mário Centeno também se mostrou contra a medida do IVA zero para um cabaz de bens essenciais porque beneficia todos os consumidores, independentemente dos seus rendimentos ou do tipo de cabaz que escolham. O que quer Centeno?
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Ao lado do busto de Francisco Sá Carneiro, na entrada da sede nacional do PSD, Sebastião Bugalho começou nesta segunda-feira a sua nova tarefa de porta-voz do partido. Com as bandeiras de Portugal, da União Europeia e do PSD atrás de si, o vice-presidente social-democrata anunciou que o grupo parlamentar vai chamar antigos governantes do PS ao Parlamento para explicar o aumento “sem precedente” da população estrangeira em Portugal revelado pela actualização das estatísticas oficiais do país. Sem detalhar a lista de personalidades que os deputados vão querer ouvir, “é natural” que José Luís Carneiro seja um dos nomes a ser chamado.
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Rui Tavares vai deixar de ser co-porta-voz do Livre no próximo mês, mas quer manter-se na direcção do partido. O fundador do Livre recandidata-se ao Grupo de Contacto — designação dada à direcção —, embora desça do segundo para o terceiro lugar da lista A, que integra a maioria dos actuais dirigentes. A sua posição de co-porta-voz deverá ser ocupada pelo deputado e ex-candidato presidencial Jorge Pinto, promovido a número dois da candidatura.
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Na terça-feira à tarde, soaram campainhas no PSD. Mais do que uma eventual derrota a somar à da reforma laboral, estavam em causa 600 milhões de euros que o país estaria na iminência de perder, por não haver acordo sobre a Prestação Social Única (PSU), inscrita no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) pelo Governo de António Costa. Duas reuniões e uma guerra de narrativas depois, respira-se de alívio no Governo e no PSD, mas também no PS: a PSU segue em frente e ninguém fica com o ónus de o país perder uma fortuna.
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