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  • Guten Morgen, Brasilien! Neste episódio com quase TRÊS HORAS do seu podcast preferido, falaremos, enquanto é tempo, do novo processo de CENSURA e controle nas redes sociais, proibindo de maneiras cada vez mais objetivas a circulação de informações que desagradem aos censores 2.0 – tudo em nome de coibir supostas fake news, como avisamos que seria o resultado há dois anos, desde que o conceito começou a ser aventado depois das eleições de Donald Trump.

    Agora, agências de fact-checking se mostram já de cara incapazes ao fim e ao cabo de, afinal, checar fatos, mostrando-se não apenas erradas, mas ideologicamente enviesadas. Jornalistas das agências Lupa e Aos Fatos trancaram seus perfis nas redes sociais, com medo de terem mais de suas visões políticas expostas.

    Ora, ninguém VOTOU, PEDIU ou DEFINIU que estes jornalistas, desconhecidos de todos do público, criem o novo Ministério da Verdade do 1984 de George Orwell, definindo o que podemos ler e o que não podemos. Também são apenas jornalistas perdendo o controle hegemônico da grande e velha mídia, que por mais de um século definiu o que deveríamos pensar, que reclamam de supostas "fake news". 

    Se só o que os focas da Agência Lupa e da Aos Fatos podem determinar o que é verdade (e com todas as falhas que já mostraram), CENSURANDO o alcance e marcando como inverídicos (pelo seu critério), podem chamar o processo do que quiserem, ainda é, sim, a volta da censura. Podemos definir claramente que a liberdade de expressão no Brasil está em risco. Ainda que não seja a censura prévia dos militares (e sempre comparam tudo à ditadura militar), temos um novo Index Sitorum Prohibitorum das agências de checagem, marcando o que quiserem com o seu nihil obstat e determinando como conteúdo "perigoso" e mesmo "mentiroso" o que não querem que você leia.

    E isso em uma rede social como o Facebook, 99,999% dependente de seu feed. Assim, nas próximas eleições, apenas as postagens que eles quiserem que sejam vistas serão, e as postagens que não querem não aparecerão no feed de ninguém, só sendo vistas acessando-se a página que postou (e quem faz isso?). É esta nova censura que você quer para o Brasil? E são estas pessoas que falam em "pós-verdade", mesmo sendo elas que criam um novo conceito de verdade? 

    Claro que a desculpa dessas agências, já compartilhada por aí, é a de que a direita "quer compartilhar notícias falsas" (o que é, em si, uma notícia falsa, mas que eles próprios, obviamente, não censuraram). Pelo contrário: a direita teve de lidar com notícias falsas, como fanfics, por décadas. Inclusive a maior notícia falsa a envolver eleições no Brasil: a de que um candidato tucano iria acabar com o Bolsa Família se fosse eleito.

    O que a direita quer é que a consciência individual, e não o "crivo" de jornalistas de extremíssima-esquerda, que não chamaram ninguém de uma posição política oposta, determinem o que é verdade.

    Neste episódio, você entenderá como funcionam essas agências. Conhecerá as mentiras dessas agências. Descobrirá por que não deve apoiá-las em nome de combater supostas "fake news". E sobretudo: aprenderá a como lutar contra a censura nas redes sociais. Ou você quer ser censurado? Se hoje quem censura está do seu lado, imagine se amanhã quem tiver tal poder for alguém que não quer as suas idéias sendo divulgadas?

    Lute por uma #internetlivre! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger, da Agência Pier. E também contamos com a presença de Roberto Burgess, o CEO de nosso primeiro parceiro comercial, a CVpraVC (https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br), que fará um currículo para você conquistar o emprego dos seus sonhos! Guten Morgen, Brasilien!

  • Guten Morgen, Brasilien! Com atraso de duas semanas, continuamos um assunto que já analisamos no nosso último episódio: a diferença política entre boas intenções e bons resultados. Em um tempo em que as definições de direita e esquerda estão sendo revistas, e em que novos conceitos estão se impondo no discurso público, vamos adiante para analisar o que está por trás de idéias políticas atuais.

    Estamos acostumados a buscar enxergar algumas realidades históricas, filosóficas, antropológicas e mais profundas sobre questões atuais. E nada mais urgente do que observar com mais profundidade a diferença entre os discursos correntes da esquerda e da direita.

    E basta perceber que cada ideologia política está preocupada com questões distintas e têm até um vocabulário próprio para determinar o que é o seu bem e o seu mal, o seu norte moral, o que considera que sejam seus maiores problemas. A direita se preocupa com liberdade, moral, segurança e família, enquanto a esquerda se preocupa com igualdade, inclusão, "- fobias" e "-ismos".

    O discurso progressista atual está cheio de boas intenções, não importando os resultados pífios e quase sempre contraproducentes e desastrosos. Por que, afinal, sobretudo jovens ainda insistem na tragédia progressista, crendo que o problema do mundo são conservadores que, afinal, são seus pais, seus avós, seus chefes e todos aqueles que lhes garantem algum sustento e liberdade?

    O discurso esquematista é ultra-sedutor, em que um esquema mental é criado à perfeição, mas nada de seus elementos, sua correlação lógica ou seu desenvolvimento corresponde à realidade. Por que ainda insistimos no erro?

    Ainda paramos para analisar mais uma vez a atual mudança da mentalidade esquerdista para o progressismo absoluto em casos como o da invasão do prédio da Polícia Federal na Praça do Paissandu em São Paulo, que gerou a tragédia do desabamento com famílias inteiras, e a esquerda tanto se focou nas boas intenções dos líderes invasores que colocaram pessoas em risco de vida para tirá-las da rua, enquanto a direita se focou tanto na defesa da vida.

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

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  • Guten Morgen, Brasilien! O debate político se acalora meses antes das eleições e, na crise de identidade em que o mundo foi lançado com fenômenos como Trump e a onda "populista" na Europa, aliado a palavras como "globalismo" e "establishment" que agora dominam o debate, todos ficaram confusos e começam às vezes a inverter o que são, pensam e querem a esquerda e a direita.

    Mas há uma questão fundamental que é ignorada, apesar de ser a base da conversa: qualquer pessoa que hoje esteja minimamente alfabetizada no debate político, digamos, em nível universitário, sabe perfeitamente bem o que é, pensa e quer a esquerda. Conhece seus autores, suas dissidências, o básico de sua história, suas realizações e idealizações.

    Porém, o oposto ocorre com a direita. Perguntar a um universitário, mesmo e sobretudo se fizer um curso envolvendo política (do Direito e da Ciência Política à Sociologia e Relações Internacionais), quais são os maiores nomes de pensadores da direita no século XX, e dificilmente ele acertará um nome. Pior: acreditará piamente que a direita é algo muitas vezes inverso do que a direita realmente é, por só conhecê-la não por fonte direta, mas através do cabresto ideológico da esquerda.

    Sem querer esgotar um assunto tão complexo, capiloso, metamorfo e espinhoso, buscamos aqui dar uma definição de direita que, se não é cabal e definitiva (o que seria reducionista, algo que não poderia ser mais inimigo do pensamento conservador), ao menos irá aclarar algumas discussões atuais envolvendo um tema que é dito o tempo todo, mas nunca estudado.

    Afinal, que grande debatedor na intelligentsia atual, ainda mais brasileira, leu, estudou, passou anos a fundo com os grandes clássicos da direita? Eric Voegelin, Erik von Kuehnelt-Leddihn, Bernard Lonergan, Russell Kirk, Leo Strauss, G. K. Chesterton, Alfred North Whitehead, George Santayana, Michael Oakeshott, Alain Peyrefitte, Nikolai Berdyaev, Hans Urs von Balthasar... quem ao menos ouviu falar destes grandes gênios do século XX estudando em faculdades no Brasil?

    É fácil entender por que as pessoas são tão devotamente de esquerda e acreditam tanto em sua superioridade, se gastam anos de vida estudando autores francamente menores, e no máximo lêem 2 páginas do Google por 3 minutos para autores dos quais só ouvem falar, ehrr, por aqui.

    E também por que todos estão confusos com casos que fogem a definições simples como a Rússia, Israel, as agências internacionais, além de questões exteriores, como o comércio internacional ou o tamanho do Estado. E como ficam liberais e libertários nesta questão?

    Agora é hora de aprender ao menos um pouco sobre o que é a direita, ficar mais inteligente e perder amigos!

    E mais: Estado laico, monarquia, a questão do anti-semitismo e dos totalitarismos modernos, Antigo Testamento, gnosticismo, Império Romano e modernismo no seu podcast preferido.

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger na Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

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  • Guten Morgen, Brasilien! Nos últimos dias, a esquerda, que foi decapitada de Lula, está tentando dar vôos como os de uma galinha degolada, achando-se ainda uma águia. Mas como acreditam que os escorpiões fases, a esquerda partiu pro tudo ou nada: petista ou não, apesar de usar "fascista" como xingamento preferido, está com táticas cada vez mais parecidas com aquelas de Benito Mussolini et caterva.

    Neste episódio de nosso podcast, analisaremos de onde surgiram as idéias fascistas, e bem ao contrário da historiografia doutrinadora do sócio-construtivismo atual, mostraremos como o fascismo deve muitas de suas idéias ao... pensamento de classe de Karl Marx, como os próprios fascistas admitiam. O pensamento sindical, a luta entre "classes sociais" e a busca por "direitos trabalhistas" contra uma "elite" estão tanto na base tanto socialista quanto fascista.

    Benito Mussolini ele próprio foi um socialista elogiado por Lenin. Adolf Hitler, que já analisamos aqui, também se considerava socialista (oooh!) e fez um pacto com Stalin, o famoso Pacto Ribbentrop-Molotov, contra a "Inglaterra imperialista". São fatos simples da história que desmentem a versão oficial da historiografia marxista atual.

    O maior problema é que o PT e a esquerda brasileira atualmente estão cada vez mais se afastando do seu braço marxista (sobretudo trotskysta) e apelando para táticas mais parecidas com as de seus concorrentes fascistas, ainda que digam repudiar com horror o fascismo e chamem tudo o que nem sequer se pareça com o fascismo de "fascista".

    Ora, ninguém xingaria um nazista com uniforme da Waffen SS de "nazista" tentando calá-lo ou vencê-lo em um argumento. Quando a palavra "fascista" é usada como xingamento, é justamente porque a vítima da ofensa repudia mortalmente o fascismo, e irá se calar e se ofender com a ofensa. Isto é a estrutura basilar do vezo da esquerda em chamar tudo de "fascista". Não percebem, afinal, que isto é admitir que aquele que é xingado odeia ainda mais o fascismo do que o próprio xingador?

    As táticas da esquerda, sobretudo do PT de Lula, cada vez mais se aproximam das táticas fascistas (que venciam eleições democráticas e não queriam revolução), ao invés das socialistas. Temos culto ao líder, sindicalismo, capitalismo dirigido, direitos trabalhistas, terceira via... mas falta o elemento paramilitar. Ou melhor, faltava: basta ver como Lula usou sua milícia como escudo humano para não cumprir a lei.

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

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  • Guten Morgen, Brasilien! Estamos aqui de volta em edição extraordinária do seu podcast preferido. Lula está preso! Depois de mais de uma década do mensalão, aquilo que nunca ninguém esperou ver no Brasil se concretizou diante dos olhos de todos: um ex-presidente da República ser indiciado por corrupção, julgado, condenado e preso.

    Foram anos de trabalho de alguns, anos de desprezo de outros que consideravam tudo uma grande pantomima que nunca atingiria o maior líder popular do país. 

    Mas... será mesmo que Lula é "o maior líder popular do país"? Mais: será que Lula hoje pode ser considerado mesmo um "líder popular", se sua suposta popularidade só é encontrada no quarteirão do Sindicato dos Metalúrgicos, nos DCE's de Universidades com muitos cursos de Humanas, no voto famélico e ignorante e no Datafolha?

    Lula estar finalmente preso é um evento que pode significar uma nova refundação de um país, ou ao menos da Nova República, que teve Lula como seu non plus ultra. Mas certamente devemos ignorar mais uma vez a narrativa da grande e velha mídia de um Lula com popularidade impoluta e extrema (esta mídia que errou tudo nos últimos anos) e tentar observar as mudanças de percepção sobre Lula na mente dos brasileiros médios, que estão longe de parecer militantes socialistas, completos ignorantes ou noveleiros da Globo.

    Neste episódio especial, chamamos nosso produtor, Filipe Trielli, e nosso especialista maior em eleições, Filipe Martins, para comentar a imagem estilhaçada do ex-presidente, do PT (que não parece ter uma sobrevida muito clara pós-Lula), da esquerda e de outros partidos do Brasil. Será que a esquerda está morta? A onda conservadora já ganhou? O mundo inteiro se renderá aos "reaças" e a História se congelará em um marasmo olavete e anti-globalista?

    E além deste episódio, não se esqueça de conferir o filme "Era Vargas: O Crepúsculo de um Ídolo", do Brasil Paralelo, com palestras por este link exclusivo: https://go.hotmart.com/A7541691R

    Afinal, é um filme que parece ter sido exatamente sobre a semana passada, com a prisão de Lula – com direito à perseguição à mídia, adoração de um líder, false flag e populismo.

    E mais: Marielle Franco, livros de esquerda e direita, podcasts comunistas, antagonismos e radicalismos, Guilherme Boulos, pichações em banheiros de faculdade, Deus na história, o poder do PSOL e fascismo à brasileira nesse episódio do Guten Morgen, o seu podcast sem medo de polêmica – e nem da polícia.

    A produção é do próprio Filipe Trielli e de David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

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  • Guten Morgen, Braslien! Com atraso – mas podem culpar o Lula, a semana foi louca – voltamos para falar da bizarrice da mídia na semana passada sobre armas, tanto sobre o caso de Marielle Franco quanto o ainda mais bizarro "atentado" contra a caravana de Lula no sul (quando o ex-presidente ainda andava pelo Paraná solto). E ninguém melhor para falar disso do que o mestre Bene Barbosa!

    Sim, o maior especialista em segurança pública e armas do país volta ao Guten Morgen imediatamente após sua primeira aparição, e nos dá uma aula magna sobre armas, tiros, balística e tudo aquilo que precisamos saber para não falar bobagem... como certos jornalistas fazem.

    Desta feita, Bene Barbosa analisa as fake news da grande mídia dizendo as coisas mais bizarras possíveis sobre armas sem entender nada do que falam. Como pistolas com "repetidores". Ou tiros de 22 que podem ser parados com uma luva grossa. Ou ainda armas usadas por policiais ruins. Ou que os tiros nos ônibus da campanha eleitoral ilegal de Lula teriam "rasgado" a lataria do ônibus se o ônibus estivesse em movimento.

    Afinal, se o brasileiro parece não gostar de estudar armas, por que é que tanto insiste em querer ser especialista em um assunto do qual descaradamente não entende nada? E por que jornalistas tentam falar e informar pessoas sobre isso sem nunca ler meia página a respeito? O pior: como passamos de especialistas em futebol para especialistas em segurança, e depois especialistas em armas, e agora até especialistas em tiros, sem nem entender o que raios é um calibre? Aliás, Bene Barbosa também explica como se calcula o calibre de uma arma... e muito mais para quem quer aprender sobre armas e tiros!

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

  • Guten Morgen, Brasilien! O assunto do Brasil é apenas eleições 2018 e Marielle Franco, a vereadora do PSOL assassinada no Rio de Janeiro. Já afirmamos que o que definirá essas eleições será aborto, homem pelado no museu e tiro (vide nosso último episódio). E isto resume nosso tema a uma palavra: segurança. Seja dentro da barriga da mãe, tendo uma infância saudável ou andando nas ruas sem morrer.

    Não parece algo difícil de se entender e menos ainda de se explicar, e não é preciso ser um gênio intelectual para entender a lógica: antes de decidir qualquer coisa, como a privatização dos meios de transporte ou a taxa de juros, é preciso continuar vivo. Continuar vivo é algo interessante. Então, segurança precede saúde, educação, economia, meio ambiente, saneamento básico etc etc etc.

    Até mesmo corrupção.

    O curioso é notar como a mídia parou o país para falar do assassinato de Marielle Franco, e sobretudo a Rede Globo virou um eco do programa político-partidário do PSOL, dizendo que a vereadora era uma pessoa sensacional, abnegada, lutando pelas "minorias" e, claro, ativista dos direitos humanos, dando a entender sempre que foi morta exatamente por isso.

    Mas ninguém parece ter coragem de dizer o que Marielle e seu partido, o anatemoso PSOL, defendiam, como a desmilitização da PM e da Guarda Civil Metropolitana, o aborto, as exposições com trosobas sendo colocados na cara de criancinhas, a descriminalização das drogas e tudo aquilo que só deixa as pessoas cada vez mais inseguras nas ruas.

    O PSOL, aliás, é uma esquerda bem específica: não é mais a esquerda dos velhos marxistas e trotskystas, apesar de conter com alguns quadros da velha guarda (como Babá ou Plínio Arruda), mas se tornou o arquétipo da new left, uma esquerda mais preocupada com crianças travestis do que com proletários, mais interessada em casamento gay do que em chão de fábrica, muito mais influente entre riquinhos maconheiros do que entre pedreiros e lixeiros.

    Afinal, não está na hora de admitir o óbvio, apesar de não ser dito pela mídia: que tudo o que importa para o futuro do país é melhorar a segurança, pública e privada, do ventre à velhice, e que a esquerda, ainda mais sua versão extremada transubstanciada no PSOL, é quem mais deixa os brasileiros inseguros, com risco de morrer mais alto no Brasil do que em países devastados por uma miséria muito maior?

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    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

  • Guten Morgen, Brasilien! Seu podcast preferido começa com mais tiro, porrada e bomba do que nunca. Sobretudo com tiro. O maior especialista em segurança pública do Brasil, e simplesmente a pessoa mais pedida no Guten Morgen, Bene Barbosa, finalmente apareceu para explicar ao Brasil por que o acesso do cidadão a armas é tão importante para garantir nossa liberdade e, antes disso, para que continuemos vivos.

    Não parece difícil de entender, não é? Bem, discuta isso em público, sobretudo perto de esquerdistas, hippies, comunistas, pacifistas e demais pessoas com problemas com banho. Armas são consideradas seres animados, que vão sair por aí matando pessoas aleatoriamente simplesmente por discordarem delas. Mais ou menos como se fossem comunistas.

    Bene Barbosa falará sobre o atentado na Flórida, sobre armas automáticas e semi-automáticas (coisa que raros entendem no Brasil), mas também sobre a violência, ou melhor, a criminalidade no Brasil, e como o desarmamento faz parte de algo muito pior, que é a frouxidão dos nossos parlamentares e o divórcio da vida real e dos problemas concretos da população para se preocuparem com abstrações, enquanto o povo morre de medo de acordar 5 da manhã e morrer nas mãos de um nóia por um celular e R$ 50.

    E, além de explicar a política brasileira, Bene Barbosa fala da relação de suíços com as armas (e, afinal, qual foi a relação entre o Terceiro Reich nazista e a Suíça? Hitler não invadiu a Suíça graças à sua população quase inteiramente armada?), além de armas de caça, heavy metal, livros de história e doutrinação (e, claro, livros que merecem ser lidos, como os que recomendamos pelos links), terminamos com uma mensagem de paz... cantando Imagine! Mas não aquele lixo do John Lennon, e sim a versão de nosso produtor, Filipe Trielli, que corrigiu a música (a letra segue no site).

    A produção, além de Filipe Trielli, é de David Mazzuca Neto, da Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger, da Agência Pier. E não se esqueçam de conhecer a CVpraVC, nosso patrocinador: sensoincomum.cvpravc.com.br 

    Guten Morgen, Brasilien!

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  • Guten Morgen, Brasilien! Você também está com a sensação de que todo mundo virou retardado e só nós estamos certos? Você está certo! Todo mundo virou mongolóide mesmo. E o problema é que estão com falta de problemas. Pessoas com a vida feita, que só ficam na internet coçando e moscando o dia inteiro, inventaram de problematizar a vida. Algo pode ser mais cacete?

    Eles querem problematizar fantasias de carnaval. E problematizar a Turma da Mônica. E problematizar Friends. E problematizar cachorros que cheiram outros cachorros na rua. E problematizar mulheres bonitas (o favorito). E problematizar propagandas com coisas agradáveis. E problematizar o leite. E... peraí, o leite?! Sim, o leite. 

    Gente. O leite. Sério.

    A teoria e prática da nova esquerda, aquela que não conseguiu nada falando de revolução operária além de uns genocidiozinhos de algumas centenas de milhões, e agora, para chamar atenção e denunciar "problemas" no capitalismo, na estrutura familiar, na normalidade da vida longe de ideologias pernósticas e burras, precisa "problematizar". Ou seja, enxergar problemas onde não tem.

    No leite, por exemplo. No leite, meu povo. Sério.

    Tudo o que é normal na vida, inócuo, inofensivo, geralmente invisível e simplesmente o obrigatório e típico da vida, agora é racismo, machismo ou homofobia. Porque se você não está arrancando os cabelos e enfiando imagens de religiões nos orifícios excretores, certamente você que é um problema, atolado de -ismos e -fobias, que só se resolverá quando o comunismo finalmente for reaplicado. 

    Isso, é claro, eles não problematizam. Só o leite. O leite, gente. Pô. Leite. Sério.

    Será que a esquerda, depois do assassinato e totalitarismo, vai mesmo apostar com tudo na chatice?

    Quanto tempo livre têm as pessoas da problematização? Onde moram (com os pais), o que fazem para viver (além de mestrado em Ciências Sociais), como se reproduzem (sozinhas, no XVideos, choramingando por ninguém querer sua companhia tão problematizadora)? É o que você descobrirá hoje, no Guten Morgen. Com participação de nosso produtor, Filipe Trielli!

    A produção é do próprio Filipe Trielli e de David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger, da Agência Pier. Tomem um leite e guten Morgen, Brasilien!

  • Guten Morgen, Brasilien! A pergunta que assola o país agora é: "Lula será preso?". Mas antes mesmo de pensar na resposta, vamos mostrar em nosso podcast que o discurso se inverteu. A questão agora, em qualquer discussão política de qualquer matiz, é: "Mas e o Lula?"

    "Ah, mas você votou no Aécio!" Antes mesmo de explicar que simplesmente não tínhamos opção melhor e votamos no menos pior, ao invés de votar no pior e ainda se orgulhar, simplesmente responda: "Mas e o Lula?"

    "Ms vocês se aliaram com o Cunha! Mas e o Cunha?" Não precisa explicar que Eduardo Cunha fez campanha por Dilma duas vezes, era líder do governo na bancada, até virar a casaca, tendo recusado uns 30 pedidos de impeachment no meio do caminho. Tudo o que você precisa dizer é: "Mas e o Lula?"

    Enquanto o jornalismo envida seus maiores esforços para pintar os juízes que julgam os crimes de Lula como tão corruptos ou mais do que o ex-presidente por receber um auxílio-moradia previsto em lei (mesmo quando imoral), nós restauraremos as equivalências e mostraremos que não podemos mais deixarmo-nos dominar pelo discurso do PT com suas falsas acusações, dedinho em riste, dorso da mão à cintura e pezinho a fustigar violentamente o assoalho. Lula foi condenado, e agora passou da hora (há mais de uma década) de os petistas serem acusados por serem coniventes com corrupção, com tirar dinheiro dos pobres para dar a empreiteiros, com mentiras para enganar os desinformados e afins.

    No mais, nosso editor-assistente Filipe Martins conversa conosco para analisar, com sua presciência de sempre, como ficam as projeções para as eleições sem datafolhismo.

    Como ficam as chances de Jair Bolsonaro? E de Geraldo Alckmin? Este, aliás, merece análise detalhada, por ser o autor de uma das frases mais... definidoras do futuro da língua portuguesa ao comentar a condenação de Lula.

    E mais: Ciro Gomes, pancadaria nas ruas, Gleisi Hoffmann, o desespero da torcida, Marina Silva, o futuro do Brasil internacionalmente, João Doria, piadas escrotas, Luciano Huck e loucura, loucura, loucura no Guten Morgen, o seu podcast preferido.

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger, da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

  • Guten Morgen, Brasilien! Já se tornou tradição aqui no nosso podcast: Filipe Martins sempre analisa a virada do ano, e faz suas previsões e análises imperdíveis para o ano seguinte. E em 2018 não foi diferente.

    Desta feita, nosso oráculo de Sorocaba revela quais são os riscos gerais de 2018, e como este ano pode ser diferente de 2017. Será que o terrorismo será mesmo "parte de viver em grandes cidades", como afirmou o prefeito muçulmano de Londres Sadiq Khan, ou teremos uma guinada? E a onda conservadora, continuará em 2018?

    A América Latina terá importantes eleições que podem determinar como continuará, ou não, este movimento conservador, ou se a esquerda retomará algum terreno.

    E, claro, em 2018 há eleições no Brasil. Como se dará o cenário entre Lula e Bolsonaro, um PSDB enfraquecido, um PMDB sumido, e uma quantidade de candidatos só vista em 89, ou até maior do que aquele ano? Como ficarão nomes como Doria ou Meirelles?

    E que tal o chamado "populismo" na União Européia, com eleições italianas? Para não falar de Itália, França, Inglaterra, Holanda, Suécia e afins. O que 2018 promete para a Europa e a União Européia?

    Ninguém melhor para responder estas questões do que nosso editor assistente, Filipe Martins, que tanto entende de política internacional e que já acertou tanto no passado em suas análises e previsões.

    A edição é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger. E não esqueça de fazer seu currículo no CVpraVC, o nosso primeiro patrocinador: sensoincomum.cvpravc.com.br

    Guten Morgen, Brasilien!

  • Guten Morgen, Brasilien! Estreamos este ano com uma notícia muito triste. Terrível, de verdade. É algo tão trágico que se torna difícil de acreditar, mas... deturparam Marx, gente. Sério. Foram aplicar o maior filósofo e pensador do Universo e... deturparam. Saiu tudo errado, e não foi o socialismo de verdade. O socialismo real ainda está por vir, tornando o socialismo científico a doutrina que, curiosamente, tem a característica de não existir tão logo você aplique Karl Marx.

    Foi assim na União Soviética: veio Stalin (já que ninguém lembra de Lenin como um totalitário genocida) e matou às pencas – logo, não era o socialismo de verdade, e o stalinismo (chamado, justamente, de marxismo-leninismo) é pura deturpação de Marx. Bom mesmo seria Trotsky, o marxista verdadeiro, que, nova e cientificamente, não chegou ao poder.

    Mas também foi assim na China comunista. Por coincidência, também aplicaram Marx por lá mas CATAPIMBA! deturparam tudo de novo. E também na Alemanha Oriental. E no Zimbábue. E no Camboja. E na Romênia. E na Coréia do Norte. E no Afeganistão. E em Cuba. E na Polônia. E na Hungria. E na Checoslováquia. E na Líbia. E no Vietnã. E na Iugoslávia. E no Congo. E na Venezuela. 

    Onde quer que você tente aplicar o marxismo, em seus variegados graus de diferença (do leninismo ao socialismo juche, do maoísmo ao socialismo Baath, do trotskysmo ao bolivarianismo), como analisados por Leszek Kołakowski em seu clássico Main Currents of Marxism, TCHAPLAU!, alguém, por desastre do destino, deturpa Marx ali na última hora, causa fome e genocídio, com paredón ou Gulag, o povo fica em desespero para fugir para o país capitalista conservador mais próximo (haitianos estão do lado de Cuba, mas preferem até fugir para o Brasil "golpista") e intelectuais e youtubers correm para dizer que não era ainda o verdadeiro socialismo, que o verdadeiro socialismo é o socialismo ainda não verdadeiro, que deturparam Marx de novo, que Marx é puro humanismo, o maior pensador do Universo etc.

    Há um fator simples para explicar muita coisa: dá para virar marxista em um minuto, e é este o apelo do barbudão da Renânia. Nós fazemos o teste neste podcast. Em um minuto pode-se ensinar alguém a ser um marxista fanático e ortodoxo. Com filósofos bons ou ruins de outras cepas, seja Nietzsche ou Kant, seja Heidegger ou Leibniz, há pelo menos alguns anos de estudos difíceis, com temas complexos (mesmo que o filósofo em questão tenha errado em tudo) para alguém se considerar um "kantiano" ou um discípulo de Wittgenstein ou D'Alembert. Que dirá de sumidades do pensamento, de Kierkegaard a Bernard Lonergan.

    Mas foi justamente Marx, o "materialista científico", que definiu que só se pode julgar uma filosofia pelos seus resultados práticos. Por isso, fazemos uma sucinta análise filosófica de seu "materialismo histórico-dialético", à luz de pensadores muito mais gabaritados, como Benedetto Croce e Eric Voegelin, para entender os problemas fundamentais que fazem o marxismo ter tamanha alergia da realidade, para ser "deturpado", segundo a desculpa da moda, toda vez que alguém consubstancia o marxismo, justamente, na ditadura do proletariado apregoada por ele.

    E não deixem de fazer seu currículo valendo ouro com o CVPraVC (sensoincomum.cvpravc.com.br), nosso primeiro anunciante, que vai te ajudar a conquistar aquela vaga tão desejada!

  • Guten Morgen, Brasilien, hohoho! Fazemos nosso episódio especial de Natal para nosso público tão intelectual – e, obviamente, para os mongolóides que se acham intelectuais que ousam nos ouvir – para explicar, muito sucintamente, a grande pergunta desses tempos tão sombrios: afinal, por e para que comemoramos o Natal?

    Por que o Natal é chamado de Tempo do Advento? Por que é considerada pelo Ocidente a data mais importante do ano? Por que o Natal não é apenas um feriado, é toda uma época? 

    E nossos ouvintes intelectuais, via de regra universitários de extrema-Humanas, "críticos" e fãs de Leandro Karnal, o que têm a dizer do Natal (rimou)? 

    O Natal, nessa época de politicamente correto, é considerado uma data machista, patriarcal, obscurantista, opressora e xxxxxista e xxxxxfóbica. A mesa cheia ofende os socialistas, o peru ofende as feministas, os presentes ofendem os de pai ausente e a alegria ofende a esquerda. Os tios fazem piada do pavê, os pais elogiam Jair Bolsonaro, os primos são fãs de Donald Trump e ninguém acha legal o textão de problematização da sociedade falocêntrica representada na árvore de Natal dito antes da hora em que Jesus Cristo nasceu.

    Mas será que eles sabem do profundo significado do Natal? Dizer que é apenas uma data patriarcal e obscurantista, e que todos deveríamos ser ateus e festejar o nascimento de Isaac Newton como nos mandou nosso profeta e senhor, o Dr. Richard Dawkins, é mesmo uma explicação tão profunda como querem nossos vãos intelectuais mirins?

    Nesse episódio, daremos uma volta filosófica, teológica, intelectual e antropológica sobre a importância do Natal, de Jesus Cristo e do cristianismo inclusive para os ateus, seculares e progressistas.

    Foi graças ao Natal que mesmo os mais radicais progressistas e ideólogos modernistas puderam apregoar seu ódio ao Natal. Até mesmo noções científicas que temos (oh, pobre Richard Dawkins!) são dependentes do Natal... e da Bíblia! 

    Explicando um pouco o que significa o nascimento de um redentor, o sacrifício do Senhor de um Reino que não é deste mundo, o tempo da Nova (e Eterna) Aliança que começa no Natal, a eucaristia e o Verbo Encarnado (tudo explicado em linguagem acadêmica moderninha) é que mesmo os mais radicais revolucionários podem problematizar na ceia de Natal comendo da comida da família e enchendo o saco contra Deus e o mundo, literalmente.

    Aliás, até o Estado laico depende exclusivamente do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo!

    E mais: Eric Voegelin, a Revelação, o papel de Israel na geopolítica contemporânea, Charles Dickens, os discursos de Donald Trump, hashtags e, claro, heavy metal nesse tão desejado e pedido episódio especial de Natal do Guten Morgen – o seu podcast preferido! 

    A produção, é claro, é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, (ouçam o CD "É Natal" no Spotify!), com imagem de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien, e feliz Natal a todos!

  • Guten Morgen, Brasilien! Finalmente chegamos ao nosso podcast de número 50 e, para celebrar este marco importante na história do nosso programa, teremos uma edição mais do que especial, com a participação de Filipe Martins, nosso editor-adjunto e especialista em geopolítica, e de Mateus de Castro, teólogo e autor do site Papista.

    Os dois nos ajudarão a compreender melhor a decisão do presidente americano Donald Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e de transferir para lá a embaixada americana que hoje está localizada em Tel Aviv. Com a ajuda deles, faremos uma análise completa do assunto, abordando a história do conflito israelo palestino e analisando suas consequências geopolíticas, legais e teológicas.

    Donald Trump mais uma vez demonstrou que está disposto a sacudir as convenções e a ir aonde nenhum outro presidente republicano jamais ousou ir. Mas por que a decisão foi anunciada agora e não em qualquer outro momento do seu governo? Quais foram os fatores levados em consideração pelo presidente americano e o que ele pretende conseguir com essa decisão? Quais serão as consequências estratégicas para as negociações de paz do Oriente Médio? De que modo as relações diplomáticas da América com países árabes serão impactadas? Essa decisão levará a uma guerra? E o que pode ser dito sobre essa decisão de um ponto vista bíblico e teológico?

    Descubra a resposta para essas e outras perguntas, informe-se sobre uma das questões mais importantes e consequentes da política internacional nos últimos anos e tenha acesso a explicações que você jamais verá na grande mídia.

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

  • Guten Morgen, Brasilien! Com um atraso de quase um mês, estamos no ar com o programa do começo de novembro. E falaremos de um dos assuntos que mais move paixões no globo: a Revolução Russa, a famosa Revolução de Outubro, que fez 100 anos no começo de novembro (precisão nunca foi o forte do comunismo).

    E não é um tema apenas de História: a Revolução Russa está presente hoje, com um século de idade, de uma forma quase tangível.

    O novo mundo (e o novo homem) criados por Lenin, Stalin e Trotsky, o revolucionário que não revolucionou, são completamente ignorados pela historiografia brasileira, que conhece a Revolução e apenas "imagina" o que aconteceu depois. Como foi a experiência comunista, o que mudou na vida das pessoas, como foi a implantação de um sistema de governo, Estado e até de conhecimento, metafísica e de relacionamentos humanos completamente novo.

    O universitário (e o professor universitário) brasileiro médio nunca ouviu falar nem sequer do Gulag. Não lembra o nome do líder soviético que sucedeu Stalin (que dirá saber quem são Brezhnev, Andropov, Chernenko – ou nomes importantíssimos, como Beria, Malenkov e Zhukov como conhecemos os nomes de Goebbels, Himmler ou Mengele. 

    No Brasil, acredita-se que a Nomenklatura era a chamada da escola, a Cheka uma rave erótica, o Comintern um prédio com interior bonito e o Holodomor um reino d'O Senhor dos Anéis.

    Há muitos historiadores que estão sendo lidos às escondidas dos professores de História (quase como a literatura samizdat pós-Revolução Russa), mas falaremos também de uma outra questão: como o simbolismo, o imaginário criado pela Revolução Russa foi criado, como está presente até hoje, como sobreviveu relativamente incólume à queda do Muro de Berlim, como move paixões em países afastados da Cortina de Ferro sem grandes prejuízos.

    Os comunistas (e aqui você entenderá por que chamá-los de comunistas, e não de "socialistas", como se faz em uma leitura porca de Karl Marx) foram mestres da lingüística e do imaginário. Por que não usar a lingüística para analisar a Revolução Russa de volta?

    A Revolução Russa é o maior exemplo no mundo de fracasso vendido como sucesso absoluto, como fosse vantajoso defender a maior tirania do mundo só porque ela está com 70% off na Black Friday. O que é mais ou menos o que Pol-Pot deixou vivo de seu país. Afinal, não podemos também de deixar de falar também dos outros países que foram dominados pelos Bolcheviques.

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

  • Guten Morgen, Brasilien! Está sendo divertido rir de velhos jornalistas, praticando jornalismo ainda mais velho, completamente apatetados com a população brasileira preferindo o conservadorismo às suas velhas explicações mofadas sobre tudo. Por mais que a hegemonia da grande e velha mídia tente dizer que a salvação está no socialismo progressista, o povo se volta para a direita: conservadorismo é o novo sexy.

    Por que, afinal, jornalistas, que deveriam "informar" o povo, estão bem menos informados do que o povo a respeito do conservadorismo? Jornalistas não deveriam aproveitar seus anos na faculdade, esstudando de ciência política à manipulação ideológica que a Escola de Frankfurt "denuncia" (praticando uma ainda pior), para também estudar, afinal, o que raios é esse tal de conservadorismo?

    O que a grande e velha mídia, os professores, as celebridades, os intelectuais e a intelligentsia pensa a respeito do conservadorismo não tem nada a ver com o que é de fato o conservadorismo, as tradições, valores e pilares civilizacionais defendidos pela direita: ao invés de ler e refutar autores conservadores, de Christopher Dawson a Eric Voegelin, prefere criar um espantalho e dizer que eles nem sequer existem, dizendo que conservadorismo é apenas "obscurantismo", "preconceito", "atraso" e outras palavras sentimentalistas. Aliás, a esquerda nem faz idéia de quem sejam os grandes autores conservadores, que dirá compreendê-los e refutá-los. 

    Sem saber que o conservadorismo lida com o cultivo de tudo o que é bom no mundo (a filosofia grega, a cultura judaico-cristã, o Direito romano), ou seja, tudo o que é maior do que nossas ridículas vidinhas, a esquerda progressista reduz tudo a uma imanência pura: a vida é só matéria, todos os valores são apenas preços, o certo e o errado são apenas o que dá mais prazer imediato. Sem transcedência, o progressismo é pura destruição. O ser humano é reduzido às suas funções fisiológicas.

    Tal reducionismo se dá sobretudo entre os chamados "intelectuais orgânicos" de Antonio Gramsci: qualquer um que mova a opinião pública a favor do Partido, principalmente quem menos se parece um intelectual. Daí para jornalistas, celebridades e até youtubers falaram do conservadorismo sem fazer idéia do que ele é é apenas questão de segundos.

    Acaso algum estudante universitário hoje ao menos sabe como é uma filosofia transcendente, complexa e profunda como o conservadorismo, que exige ou muita experiência de vida, ou décadas de leituras (conservadorismo vai de Platão a René Girard, de Shakespeare a Theodore Dalrymple, de Dante a Lionel Trilling)? 

    As pessoas são de esquerda quando jovens porque, com meia dúzia de clichês, dá para virar esquerdista: com Freud, Marx e denúncias "ideológicas" de imanência absoluta, todo mundo vira "intelectual" em 2 dias. Já o conservadorismo... chama atenção, mesmo não estando na granda e velha mídia, porque explica muito mais do que a esquerda. Conservadorismo é o novo sexy.

    E ainda: o sensacional livro de nosso colunista Flávio Gordon, a dialética metafísica do homem, a decadência de QI, eucaristia para ateus, corrupção gratuita, hegemonia, crítica literária e por que escrevemos livros tão bons neste episódio.

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

    Recomendações:

    Flávio Gordon - A Corrupção da Inteligência: http://amzn.to/2h0lH5P
    Celular Samsung Galaxy Plus G955 S8 Dual: http://amzn.to/2A3erdM
    Benjamin Wilker - Dez Livros que Todo Conservador Deve Ler: http://amzn.to/2iOyJDS
    Eric Voegelin - Ordem e História. Israel e a Revelação: http://amzn.to/2iMWbkL
    Roger Scruton - O Que É Conservadorismo: http://amzn.to/2ij3X22
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    René Girard - Mentira Romântica, Verdade Romanesca: http://amzn.to/2iicQc6

  • Guten Morgen, Brasilien! Continuando o assunto da semana passada, as ideologias que querem persuadir e manipular a população com opiniões terceirizadas sobre comportamento sexual estão em sexta marcha: e cada vez disfarçam menos as suas ganas de facilitarem a sexualização de crianças, não importando se com isto estarão expondo inocentes à pedofilia ou não.

    Aliás, é exatamente como devemos interpretar as polêmicas envolvendo o Queermuseu do Santander ou o cidadão com o jonjolo de fora "brincando" com crianças no MAM: não observando as, diga-se, "obras" em separado, mas como um constructo, uma cada vez menos lenta e cada vez menos gradual facilitação de comportamentos sexuais – seja a "gracinha" com a sexualidade precoce ou a zoofilia, seja algo que só não é chamado de pedofilia por ocorrer dentro de um museu.

    Sem observar tais obras historicamente, vendo um antes e um depois, cada vez mais próximos, todo o azedume da discussão (é arte? é apologia da pedofilia?) se perde, como se falássemos de átomos em separado.

    Para analisar a suposta arte flertando com a apologia da pedofilia, ou no mínimo sua normalização, criando uma dessensibilização coletiva nas pessoas, é preciso ter uma visão mais ampla. Entender o que queriam grandes pensadores que revolucionaram a sexualidade, sobretudo a opinião pública (e cada vez mais pública) sobre a sexualidade. 

    E também escapar das artimanhas de um discurso que, como já alertamos no último episódio, quer reduzir tudo a "liberem simplesmente tudo ou é preconceito". Afinal, nem precisamos chegar em casos grotescos como a pedofilia: precisamos de vários tabus na vida, inclusive aqueles derrubados por Freud, Reich, Foucault, Marcuse et caterva. 

    Reparou como algo absolutamente monstruoso como a pedofilia, que deveria causar repulsa imediata em todo transeunte, hoje é tratada como uma discussão chata de "radicais de extrema-direita", "obscurantistas", "retrógrados" e toda sorte de adjetivos aos quais a massa tem medo de se associar, mas que, para evitar a associação, precisam aceitar uma miríade de esquisitices só para parecem descolados em seus posts no Facebook?

    E mais: Samuel Taylor Coleridge, fãs chatos, lingüistica estrutural, Iron Maiden, o Curso Online de Filosofia de Olavo de Carvalho, doutrinação na educação, História do Brasil e muito mais neste episódio do Guten Morgen, o podcast do Senso Incomum. 

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, e a parte gráfica de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

  • Guten Morgen, Brasilien! É com longo atraso que retomamos nosso podcast, mas agora voltando ao ritmo esperado... esperamos! E temos muito a comentar em temas correlatos nessas semanas: exposição com pedofilia no Queermuseu do Santander, a suposta "cura gay" e eternas polêmicas trazendo a sexualidade para a tônica do debate político. Todas seguem a linha da ideologia de gênero, com acalorados "debates" falando em ciência seguindo sempre os mesmos clichês.

    Mas será que estamos mesmo usando algum método científico em nossas discussões sobre as polêmicas que nos vendem? Aliás, antes mesmo de falar em ciência, será que estas polêmicas são mesmo assuntos preocupantes, interessantes, minimamente importantes? 

    São todos problemas irreais, de gente hiper protegida, com abrigo, comida e discutindo formas de lazer. E usando palavras usadas por cientistas, sem fazer a menor idéia do que a ciência é, sobretudo no misterioso, capiloso e tenebroso reino da sexualidade.

    É nestas horas que a ideologia de gênero chega com tudo: com vocabulário pomposo, mas sem método algum, quer por que quer transformar tudo em propaganda pró-gay. Não se trata apenas de aceitar, respeitar ou mesmo defender: o que não fizer propaganda é considerado preconceituoso.

    Ninguém percebe que o debate racional – "científico" – não lida com um conceito restritivo como "preconceito", e precisa ser feito sem preocupações com hipersensibilidades. Muito menos com o controle político que querem pessoas absolutamente confusas como a líder máxima feminista do mundo e propagadora-mor da ideologia de gênero, a radicalóide e maluca Judith Butler.

    Mas por que a ideologia de gênero é tão preocupada com a sexualidade? Por que a economia, o modelo político, a corrupção ou a geopolítica deixaram de ser o assunto político, e hoje tudo é questão de aceitação de gays ou de "preconceito"?

    Quem não se lembra do chororô que foi o veto aos transgêneros nas Forças Armadas por Donald Trump – e quem se esqueceu de perguntar quantos transgêneros estão desesperados para servir o seu país por patriotismo, enfrentando terroristas em buracos infernais a milhares de milhas de casa?

    Por que a ideologia de gênero precisa ser discutida, e todo o seu azedume com formato de cientificismo, até mesmo por quem não tem o menor interesse nessas questões de sexualidade pública? Precisamos evitar que agora tudo discordante seja considerado "preconceito": a forma de censura 2.0 virá de quem herdou a queima de sutiãs de 1968.

    E numa era de recalque, os controladores de recaldados ganham o discurso político. Agora a ideologia de gênero faz algum sentido?

    Pior: ninguém que fica regurgitando vocabulário pseudo-científico para defender uma ideologia política percebe que ela vai contra justamente o que eles mais defendem: a Teoria da Evolução de Charles Darwin, da sobrevivência do mais adaptado ao meio?

    E mais: Jack London, gramática inglesa, relativismo, Edmund Husserl, denegrir, Snoopy, método científico, C. S. Lewis, a harmonia do mundo no hinduísmo, heavy metal e totalitarismo neste episódio de nosso podcast.

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

  • Guten Morgen, Brasilien! Neste podcast nós estamos certos – se você discorda da gente, você está errado. Após mais algumas semanas de ostentação de diplomas e discussões de Facebook e Twitter baseadas em discussões acadêmicas e método científico (não há sic's no mundo para tal), resolvemos neste episódio de nosso podcast dar uma dica aos universitários que logo estarão no Show do Milhão: Não deixe a faculdade atrapalhar seus estudos.

    Há uma equação que não fecha aí. Faculdade no Brasil está sempre nos últimos lugares nos rankings de averiguação de nota. Não há simplesmente um único grande acadêmico numa faculade brasileira na área de Humanas com destaque global por suas grandes contribuições à Filosofia, à História, às Relações Internacionais, ou mesmo em áreas de "método científico" rigorosamente discutível, como Sociologia, Crítica Literária ou Psicologia, ramos que cuidam muito mais do imaginário coletivo do que de algum teste de realidade do que o acadêmico quer propagandear. Falando nisso, alguém aí citou jornalismo?

    Por que esta glorificação do diploma, justamente nas áreas em que não há teste para se falar a verdade? É óbvio que um engenheiro, médico, advogado ou físico precisa da avaliação dos seus pares (só eles entenderão do que ele está falando) para seu trabalho, mas como um cientista político, sociólogo, historiador ou demais "especialistas" de Globo News, que pretendem dar aulas de comportamento, valores e partidos para o grande público, quer dizer que está certo por conta de um diploma? Aliás, alguém aí pensou em um jornalista numa faculdade brasileira?

    Como bem disse Ben Shapiro, a faculdade se jacta uma instituição com "pensamento crítico", mas é justamente onde não apenas não se estuda o outro lado: finge-se que ele nem sequer existe. E justamente estes se acham "cientistas", acreditando que acharam a verdade porque seus professores a entregaram para ele mastigadinha. 

    Assim se forma o cânone de autores permitidos na faculdade, e o universitário deslumbrado com o primeiro livro difícil que leu na vida, acha que acabou de descobrir a verdade única revelada e que todos aqueles que não acreditam piamente em Foucault, Hobsbawm e Marcuse são ignorantes que precisavam aprender o mesmo que seu professor. Que, obviamente, se é professor, não pode nunca estar errado.

    Nunca o dizer de Frank Zappa esteve mais correto: se quer trepar, vá para a faculdade. Se quer aprender, vá para a biblioteca. E não foi também o Nobel de Literatura Hermann Hesse quem disse que na escola só aprendeu duas coisas: latim e mentiras [Latein und Lugen]? Com a diferença de que os universitários brasileiros não aprendem latim.

    E mais: método científico, autores não-canônicos, o funcionamento do TripAdvisor, Egito antigo, experimentos com aceleradores de partícula, socialismo, desenhos animados homossexuais, retórica medieval, Gulag, Kenny G, a velha discussão sobre o nazismo e podcasters querendo se jogar na privada e dar descarga neste episódio de nosso podcast.

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com os agradecimentos ao nosso webmaster Gustavo Finger, da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

  • Guten Morgen, Brasilien! Esta semana foi marcada por um violento protesto com contra protesto e protestos na imprensa contra o protesto mas não contra o contra-protesto em Charlottesville, cidade da Virginia. O que se seguiu foi uma violência verbal ainda mais violenta, embora só em nível verbal, por que no protesto original viram-se bandeiras nazistas acompanhadas de bandeiras dos Confederados americanos, além de gente da Ku Klux Klan e demais "supremacistas brancos", em um protesto da alt-right chamado "Unite the right".

    Para muitos apressados, ficou "provado": o nazismo e o supremacismo branco são idéias de direita, enquanto a esquerda significa paz, igualdade, bondade, felicidade, alegria, prosperidade, harmonia, comida de qualidade, mulheres fogosas e carrões possantes. Tudo deliciosamente embalado por discursos de Fidel Castro em 4K.

    Afinal, se vamos usar apenas os conceitos "direita" e "esquerda" no debate público (e aqui, deixemo claro: não queremos negá-los, mas afirmar que há mais coisas do que a direita e a esquerda), como explicar movimentos como a Ku Klux Klan, um braço do Partido Democrata? Como entender esta idéia de que "racismo" seja uma "causa" da direita, sendo que nada no mundo é mais claramente direitista do que o Partido Republicano americano, e ele foi criado para abolir a escravidão, com o Republicano Abraham Lincoln?

    A esquerda sempre brada que defende a "democracia". Mas o que é esta tal "democracia" esquerdista, que parece tão diferente dos princípios, muitas vezes usando-se o mesmo nome, que a direita defende? 

    Estamos vendo uma violência política em escala acentuada no Ocidente mais civilizado, provando que poucas coisas no mundo são mais frágeis do que a civilização. Mas não estamos vivendo uma ainda mais profunda confusão conceitual ao tentar descrever fenômenos que fogem a dicotomias, reducionismos e planificações, usando-se sempre as mesmas palavras que foram inventadas em um contexto explosivamente diferente?

    Como entender esquisitices como a alt-right, os supremacistas brancos americanos, a KKK saindo do Partido Democrata, o Black Lives Matter, a tática Antifa – basicamente um novo nome para a tática alemã do black bloc que o Brasil conheceu bem –, os neonazistas (que diferem dos nazistas originais, que já comentamos) e toda essa confusão semântica e conceitual com termos apaixonados como esquerda e direita, em debates com interesses pessoais e cada vez mais paixões violentas e menos definições puras, que não dependam de analogias?

    É o que propomos neste episódio do Guten Morgen, o podcast do Senso Incomum. De quebra: thrash metal, piadas politicamente incorretas, violência, ataques de fúria, cacofonias, supremacia podcastal e música folk celta.

    A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto, no estúdio Panela Produtora. Guten Morgen, Brasilien!